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Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Internacionalização

9 MAR. 2026

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Minho: Empresários do Minho em busca de oportunidades de negócio em Marrocos

Jornal O Minho: Empresários do Minho em busca de oportunidades de negócio em Marrocos

Missão empresarial promovida pela AEMinhoCinco empresas do Minho estiveram, esta semana, em Marrocos, em busca de oportunidades de negócio. A Missão Empresarial a Marrocos, promovida pela Associação Empresarial do Minho, incluiu cerca de 30 reuniões.Em comunicado, a AEMinho explica que as reuniões realizaram-se em várias cidades de Marrocos — Casablanca, Tânger, Rabat e Marraquexe — permitindo às empresas contactar diretamente com potenciais parceiros, clientes e entidades institucionais, e conhecer de perto a dinâmica de diferentes polos económicos do país.Organizada em parceria com a CCISPM – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos, a missão arrancou com uma receção institucional pela ASMEX – Confederação Marroquina de Exportadores, onde foram debatidas as oportunidades do mercado marroquino, as possibilidades de colaboração entre empresas portuguesas e marroquinas e o reforço das relações comerciais bilaterais.“Durante os encontros institucionais, a AEMinho destacou igualmente Portugal como um destino competitivo, estável e estratégico para empresas marroquinas que pretendam expandir a sua presença na Europa”, salienta o comunicado.E acrescenta: “O programa incluiu ainda um almoço institucional com o presidente da ASMEX, Sr. Hassan Sentissi El Idrissi, momento que reforçou o compromisso mútuo de aprofundar as relações económicas entre os dois países”.No âmbito da missão, foi formalizada a assinatura de um protocolo de parceria estratégica entre a CCISPM e a ASMEX, assinado por Hassan Sentissi El Idrissi, Presidente da ASMEX, e José Maria Teixeira, Presidente da CCISPM.“O acordo visa intensificar os intercâmbios comerciais, promover investimentos bilaterais, facilitar a organização de missões empresariais e incentivar a partilha de informação”, salienta a AEMinho.Também foi ainda criação do Club Marrocos–Portugal, uma iniciativa destinada a coordenar ações conjuntas em benefício das empresas de ambos os países.“A missão ficou marcada por boas perspetivas de negócio para as empresas participantes e por uma excelente organização e realização de todo o programa da missão. Este momento representa mais um passo sólido no reforço da cooperação económica luso-marroquina”, conclui a AEMinho.Veja a notícia AQUI

Internacionalização

6 FEV. 2026

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Quando governar é atirar dinheiro para os problemas

Quando governar é atirar dinheiro para os problemas

A tentação dos subsídios, a turistificação da economia e a ausência de uma estratégia para o crescimento.O recente anúncio do Governo de novas medidas de apoio ao setor da restauração volta a expor uma velha tentação da política portuguesa: a de confundir política económica com distribuição de subsídios. Independentemente das dificuldades concretas do setor — que existem e são reais — a questão de fundo é outra: não é assim que se resolvem problemas estruturais de uma economia.Portugal sofre hoje de fragilidades profundas em múltiplos domínios: indústria, capitalização das empresas, produtividade, inovação, salários, demografia económica e qualificação da força de trabalho. Nada disto se resolve com cheques pontuais, medidas avulsas ou pacotes de apoio desenhados para produzir impacto mediático imediato. Estas iniciativas — repetidas ao longo de décadas por governos do PS e do PSD — não mudam a estrutura da economia; limitam-se a torná-la mais dependente.O problema não é apoiar um setor. O problema é substituir estratégia por subsídio.A restauração, como tantos outros setores, sofre sobretudo com aquilo que verdadeiramente trava a economia portuguesa: uma carga fiscal excessiva, burocracia paralisante, instabilidade regulatória, dificuldade de acesso a financiamento, justiça lenta e um Estado caro que devolve pouco em serviços essenciais. Nenhum destes problemas é resolvido com apoios pontuais. Pelo contrário: perpetuam-se.Mais grave ainda é o sinal político que este tipo de medidas transmite: o de que o país continua a ver no turismo e nos setores associados o seu principal eixo de desenvolvimento económico. O turismo é, sem dúvida, extremamente importante para Portugal. Mas não pode ser o centro estratégico de um país que ambiciona crescer, pagar melhores salários e convergir com a Europa desenvolvida.Economias sólidas constroem-se sobre indústrias estruturais, exportadoras, intensivas em conhecimento, tecnologia e valor acrescentado. Sem uma base industrial moderna, sem escala empresarial e sem investimento sério em inovação e produtividade, o país continuará preso a um modelo económico frágil, vulnerável a choques externos e estruturalmente incapaz de gerar riqueza suficiente.Portugal não precisa de uma economia baseada em exceções, regimes especiais e apoios extraordinários. Precisa de condições normais para funcionar bem.Precisa de menos impostos sobre quem produz e trabalha. Precisa de um Estado que funcione: justiça em tempo útil, serviços públicos eficientes e decisões administrativas previsíveis. Precisa de políticas que incentivem o investimento produtivo, a capitalização das empresas e o crescimento de setores estratégicos — não de remendos orçamentais.Há, naturalmente, exceções justificáveis. A agricultura, por exemplo, está exposta a riscos incontroláveis como o clima e tem ciclos longos de reposição de produção. Aí, o apoio público faz sentido e é estruturalmente defensável. Mas transformar a lógica da exceção na regra é um erro económico e político.Se o Governo acredita que os problemas da economia portuguesa se resolvem atirando dinheiro para cima deles, então o resultado será inevitável: mais impostos, mais dependência e menos crescimento.Portugal precisa de reformas, não de paliativos. Precisa de visão estratégica, não de medidas para o ciclo noticioso. Precisa de construir uma economia a sério — não uma economia de subsídio em subsídio.Veja o artigo AQUI

Artigos

30 JAN. 2026

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O Vilaverdense: AEMinho reúne especialistas e empresários em Vila Verde para debater bloqueios estruturais e caminhos de reforma para Portugal

O Vilaverdense: AEMinho reúne especialistas e empresários em Vila Verde para debater bloqueios estruturais e caminhos de reforma para Portugal

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) promoveu, na última noite, um jantar-debate “Portugal, de que é que estás à espera?”, um encontro destinado a analisar os entraves históricos ao crescimento económico nacional e a identificar soluções concretas para reformas estruturais há muito adiadas.A iniciativa decorreu no Maison Albar Amoure, em Vila Verde, e juntou dezenas de empresários e líderes regionais num debate marcado pela pluralidade de perspetivas e pela urgência das conclusões.Apesar de o Orçamento do Estado para 2026 reforçar a sustentabilidade económica como prioridade, os intervenientes foram unânimes: Portugal continua sem avançar com reformas profundas que garantam competitividade e desenvolvimento a longo prazo.Produtividade baixa, burocracia e défice de capital humano continuam a travar o paísDurante a sessão foram identificados fatores persistentes que condicionam o crescimento económico: baixa produtividade, excesso de burocracia, sistema fiscal complexo, escassez de capital humano qualificado, investimento privado reduzido e fraca capacidade de inovação. Problemas que, segundo os participantes, não se resolvem com medidas avulsas, mas exigem uma transformação transversal, estruturada e orientada para reforçar o papel das empresas no desenvolvimento do país.O debate destacou ainda a importância de o setor empresarial assumir uma postura mais interventiva, influenciando políticas públicas e contribuindo de forma ativa para um crescimento económico sustentável.Painel plural e orientado para soluçõesO painel contou com intervenções do ex-presidente da Câmara do Porto Rui Moreira, do eurodeputado Francisco Assis e do empresário Carlos Palhares. A moderação esteve a cargo do economista José Maria Pimentel, enquanto André Vasconcelos, Tax Partner na Deloitte, assegurou o enquadramento inicial do tema. A diversidade de sensibilidades — autárquica, política, empresarial e técnica — permitiu uma análise abrangente dos desafios e das reformas prioritárias.“Portugal vive num momento crítico”, alerta presidente da AEMinhoPara Ramiro Brito, presidente da AEMinho, o país enfrenta uma encruzilhada decisiva:“Vivemos uma conjuntura económica tendencialmente positiva, mas movemo-nos em gelo muito fino. As previsões de crescimento e estabilidade têm pouca margem para erros. Ao mesmo tempo, há um descrédito profundo no funcionamento do Estado, que consome cada vez mais recursos sem garantir serviços eficientes.”O dirigente criticou ainda a ineficiência estrutural em áreas como justiça, educação, saúde e serviços públicos, bem como um quadro legislativo que considera “desfasado da realidade”. Para Ramiro Brito, os empresários continuam a ser alvo de “visões oportunistas” que alimentam divisões artificiais com os trabalhadores.Foi neste contexto que a AEMinho decidiu lançar o jantar-debate:“É urgente um debate frontal, desinibido e apartidário. Reunimos pessoas com visão multidimensional e esclarecida, capazes de contribuir para o caminho de transformação que queremos continuar a promover. É por aqui que as empresas podem ajudar a mudar Portugal”, sublinha. O encontro encerrou com o compromisso de manter viva a discussão e reforçar o papel da comunidade empresarial na construção de um país mais competitivo, moderno e sustentável.Veja a notícia AQUI

Eventos

12 DEZ. 2025

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Jornal ECO: Patrões do Minho apresentam plano de 400 milhões para responder a “choque das tarifas” no aço

Jornal ECO: Patrões do Minho apresentam plano de 400 milhões para responder a “choque das tarifas” no aço

A AEMinho entregou ao ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, um plano a três anos, para proteger a competitividade da indústria e proteger empregos, com impacto no PIB até 250 milhões. A Associação Empresarial ao Minho (AEMinho) apresentou ao ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, um plano de medidas de 400 milhões de euros para mitigar o impacto das novas tarifas sobre o aço na indústria portuguesa. Propostas visam proteger a competitividade do setor e entre 5.000 e 8.000 postos de trabalho, com um impacto estimado de até 250 milhões de euros no PIB num prazo de três anos. A associação aproveitou um encontro com o ministro e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) para alertar o governante que a “revisão do regime europeu de defesa comercial e a implementação de novos instrumentos, designadamente tarifas agravadas sobre a importação de aço e o Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM), irão traduzir-se num aumento significativo do custo do aço importado”, lembrando que a indústria nacional é “fortemente dependente de aço importado, além de operar em mercados internacionais altamente competitivos. Uma situação que, alerta a AEMinho, pode levar à perda de competitividade das exportações portuguesas, à compressão de margens e à redução de investimentos; ao adiamento de projetos estratégicos na área da energia, das infraestruturas ou dos transportes; e a uma maior vulnerabilidade das PME industriais. Para mitigar estes riscos, a entidade liderada por Ramiro Brito “propõe uma resposta nacional coordenada às novas tarifas europeias sobre o aço e ao mecanismo CBAM. Entre as medidas está uma linha de crédito bonificado; a majoração fiscal; vales de engenharia digital e IA; o programa “Menos Aço por Unidade de Produto”; incentivos à reciclagem; uma task force interministerial; e uma “representação ativa junto da UE”. Um pacote de medidas que, calcula a associação patronal minhota, terá um impacto de 414 milhões de euros para o Estado em três anos, prevendo mais de 830 milhões de euros de investimento privado mobilizado, a proteção de 5.000 a 8.000 empregos e um impacto acumulado no PIB entre 150 e 250 milhões de euros. “Por cerca de 400 milhões de euros em três anos conseguimos alavancar mais de 800 milhões de investimento privado, reduzir a exposição da indústria ao choque das tarifas sobre o aço, proteger milhares de postos de trabalho e reforçar a resiliência da nossa base exportadora, num contexto em que a UE está a endurecer as condições de acesso ao aço importado”, resume a AEMinho, em comunicado. Segundo a associação, partindo de um “multiplicador conservador de 1,4 para a indústria transformadora, este plano tem um impacto aproximado de 42 a 101 milhões de euros no PIB anual, o que se traduz em aproximadamente “150 a 250 milhões de euros de impacto acumulado em PIB adicional, face ao cenário sem intervenção”, em três anos. “Se se incluírem ainda projetos viabilizados (que de outro modo seriam adiados ou cancelados devido ao custo do aço), o impacto pode ser maior. Aí pode-se justificar cenários de 300–400 milhões de euros acumulados em PIB”, estima ainda a AEMinho. Mas como chegar a estes números? O plano de ação da associação divide-se em quatro eixos, num período temporal de três anos. Em primeiro lugar, as medidas devem procurar uma estabilização de custos e apoio de curto prazo, como uma linha de crédito com juros bonificados ou incentivos ao investimento. O segundo eixo tem como objetivo a redução estrutural da dependência de aço importado, procurando apoiar projetos que visem redesign de produtos e estruturas e atribuição de vales de engenharia digital. O terceiro eixo foca-se numa articulação com a política europeia de comércio e clima. E o quarto eixo na capacitação e apoio técnico às empresas. Para Ramiro Brito, “estas propostas são instrumentos concretos para garantir competitividade, proteger emprego e posicionar o Minho e o país na vanguarda da inovação, acompanhando e antecipando cenários que serão incontornáveis no futuro próximo”. “A ideia é sermos proativos e não reativos, por um lado, aproveitando as vantagens que a dimensão periférica da nossa economia pode ter no contexto marco económico europeu e mundial, tornando essa circunstância num fator de competitividade e interesse económico, por outro”, remata o presidente da AEMinho.Veja a notícia aqui

Indústria

18 NOV. 2025

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Gala Solidária da AEMinho celebrou o talento, a tradição e a solidariedade no Teatro Jordão

Gala Solidária da AEMinho celebrou o talento, a tradição e a solidariedade no Teatro Jordão

O Teatro Jordão encheu-se de magia, cultura e solidariedade na noite de 24 de outubro, com a realização da Gala Solidária da Associação Empresarial do Minho (AEMinho). O evento reuniu figuras marcantes da sociedade empresarial minhota, numa celebração que uniu tradição, mérito e compromisso social.Apresentada pelo mágico Mário Daniel e pela jornalista da RUM Liliana Oliveira, a gala encantou o público com momentos de pura magia e emoção. Entre atos de ilusionismo de Mário Daniel, atuações da Flash Li Dance, a envolvente performance do guitarrista Manuel de Oliveira, e a declamação de Luís de Camões por António Fonseca, o serão foi um verdadeiro espetáculo. A música esteve ainda em destaque com as atuações da Big Band e do grupo Os Vizinhos, que trouxeram ritmo e energia ao palco.Um dos pontos altos da noite foi o reconhecimento de personalidades e instituições que marcam o tecido cultural, académico e empresarial do Minho. As Festas Nicolinas de Guimarães foram distinguidas como símbolo da união entre tradição e futuro, refletindo o espírito associativo e cultural da região. No âmbito do mérito empresarial, foi homenageada a Cutipol, pela sua capacidade de aliar inovação, design e excelência, enquanto no mérito académico foi distinguido Rui Vieira de Castro, Reitor da Universidade do Minho, pelo contributo notável à academia e à promoção do ensino superior de qualidade.A gala teve igualmente um forte cariz solidário, com a angariação de fundos para a Bolsa AEMinho – Corações com Coroa, uma iniciativa que visa apoiar uma jovem minhota no acesso ao ensino superior, reforçando o compromisso da AEMinho com a igualdade de oportunidades e o empoderamento através da educação.A Gala Solidária da AEMinho reafirma-se, assim, como um momento de celebração da identidade minhota, da excelência e da responsabilidade social, deixando no ar a promessa de regressar com ainda mais brilho e solidariedade.

Eventos

25 OUT. 2025

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RUM: "AEMinho celebra quatro anos em Ponte de Lima com apelo à coesão e reindustrialização"

RUM: "AEMinho celebra quatro anos em Ponte de Lima com apelo à coesão e reindustrialização"

Associação reuniu especialistas para debater a reindustrialização da Europa e reforçou o compromisso com a união e crescimento das empresas do Minho.  A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) assinalou quatro anos com uma série de iniciativas em Ponte de Lima, reforçando o seu compromisso com a coesão e cooperação da comunidade empresarial da região. O evento destacou o papel estratégico do Minho como motor da economia portuguesa, promovendo um dia inteiramente dedicado às empresas locais, com visitas, ações de networking e uma conferência de elevado nível.Com o tema "A Reindustrialização da Europa e as Oportunidades para Portugal", a AEMinho reuniu um painel de especialistas para refletir sobre os desafios e oportunidades do setor industrial europeu. O ex-ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, defendeu a necessidade de maior investimento e qualidade na indústria europeia, sublinhando o papel da Europa como potência exportadora.A conferência contou ainda com intervenções de Ana Teresa Lehmann, economista e ex-Secretária de Estado da Indústria, Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento, Sofia Tenreiro, CEO da Siemens, e Luís Aguiar-Conraria, Presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, que destacou a importância da inovação num cenário geopolítico incerto.O presidente da AEMinho, Ramiro Brito, aproveitou o momento para lançar um apelo à ação coletiva. “Não há mudança sem sacrifício. Não há transformação sem sairmos da nossa zona de conforto. O objetivo de falar da Reindustrialização neste aniversário é acrescentar conhecimento e desbravar o caminho que já se iniciou”, disse, na ocasião, reiterando ainda a missão da associação em fomentar o "crescimento económico" e "uma política consciente e estruturada para as empresas". Em linha com a tradição de celebrar com arte e cultura, a AEMinho inaugurou a escultura "O Progresso como Simbiose, não como Antagonismo", do artista Carlos Mello, oferecida ao Município de Ponte de Lima. A obra simboliza a evolução da indústria portuguesa e o compromisso com um futuro mais sustentável.A conferência está disponível online. Veja aqui a notícia.

Eventos

24 MAI. 2025

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AEMinho promove evento sobre a indústria da defesa com a presença do Presidente da IdD e do Ministro da Defesa

AEMinho promove evento sobre a indústria da defesa com a presença do Presidente da IdD e do Ministro da Defesa

28 de março de 2025: A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realizou ontem um sunset subordinado ao tema “Oportunidades da Indústria da Defesa”, exclusivo para associados, que contou com a presença e intervenção do Ministro da Defesa, Nuno Melo, colocando em perspetiva a estratégia nacional e os desafios da área. Apontando o ano de 2024 como representativo de uma inversão no ciclo de investimento na defesa nacional, passando a ser positivo e contrariando os oito anos que antecederam, criando oportunidades para a indústria portuguesa e consolidando a visão estratégica que o governo tem para o setor, este evento da AEMinho garantiu a partilha de visões sobre a defesa nacional.O Presidente do IdD, Ricardo Pinheiro Alves, explorou a oportunidade que este momento representa para as diversas indústrias do Minho e do país, realçando o carácter de consumo multissetorial que caracteriza este setor, sendo uma oportunidade transversal às mais diversas áreas de negócio da indústria da região. Do têxtil ao calçado, passando pela metalomecânica e a tecnologia, são inúmeros os setores de atividade que podem servir as necessidades da defesa nos próximos anos. Ramiro Brito, Presidente da AEMinho, entende que “este tema é estratégico para a indústria do Minho, representando oportunidades muito interessantes para empresas que podem redirecionar as suas atividades para dar respostas concretas às necessidades da defesa, ou até poderem servir este setor ser necessidade de readaptação dos seus produtos e/ou serviços”. Dando ênfase à cooperação entre empresas, para que possam endereçar o mercado de uma forma mais estruturada e competitiva, ficou lançado o desafio para que encarem este mercado de uma forma mais estruturada e cooperante. “O timing desta iniciativa não poderia ser mais acertado e a adesão foi demonstradora da sua oportunidade”, rematou Ramiro Brito. O evento decorreu no Solar de Vila Meã, em Barcelos, contando com a presença do Ministro da Defesa, Nuno Melo, do Secretário de Estado da Defesa, Álvaro Castelo Branco, do Presidente do IdD, Ricardo Pinheiro Alves, e do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino.

Eventos

28 MAR. 2025

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Conselho Geral da AEMinho conta com a presença do Ministro da Educação, Tim Vieira e Pedro Santa Clara

Conselho Geral da AEMinho conta com a presença do Ministro da Educação, Tim Vieira e Pedro Santa Clara

Braga, 3 de Dezembro de 2024: A AEMinho realizou esta segunda-feira (2 de Dezembro) o Conselho Geral da AEMinho, no Fórum Braga. Este Conselho Geral foi dedicado ao tema "O Futuro da Educação”, e contámos com a ilustre presença do Sr. Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre. Tivemos ainda mais dois ilustres convidados, Pedro Santa Clara, responsável pelo Campus de Carcavelos da Nova SBE, Escola 42 e TUMO, e Tim Vieira, fundador da BGA – Brave Generation Academy. Foi uma combinação interessante e produtiva por termos unido no mesmo Conselho o titular da pasta da Educação do presente Governo, com duas pessoas que têm visões diferentes e mais progressistas daquilo que a Educação deve ser em Portugal.O Conselho Geral da AEMinho existe precisamente para que possamos reunir personalidades que nos possam acrescentar com o seu conhecimento, e que possam contribuir para que continuemos a defender, motivar e estimular o crescimento económico da região, e que com isso tenhamos uma visão holística das empresas, dos factores que podem contribuir de forma decisiva para o desenvolvimento económico e social, e por outro lado também fomentar, estimular e auxiliar as empresas naquele que deve ser o seu papel social e a sua intervenção na sociedade, para que possam, de facto, também cumprir essa dimensão da sua existência."Cada dia que não agimos estamos a estragar o futuro de alguém. (...) A educação do futuro vai ser flexível, vai ser personalizada e vai ser relevante. E tudo isso precisa de ter esta mistura de tecnologia e pessoas. Não vai ser só tecnologia. Até precisa de ter o que é o melhor do online e o melhor do offline. Todos os ministros da educação no mundo têm um grande desafio, porque normalmente a educação está à frente da sociedade, desta vez está atrás. A sociedade andou para a frente e a educação não está lá." Declarou Tim Vieira.“Escolhi o tema da Educação para este primeiro Conselho Geral do meu mandato na AEMinho, por entender que de facto é através da Educação que nós podemos mudar e fazer evoluir a sociedade, a comunidade e as pessoas. A dimensão humana das empresas hoje é absolutamente incontornável, o papel da Educação e do conhecimento na geração de riqueza, e na capacidade que as empresas têm ou possam ter para crescer, para ganharem dimensão, para ganharem escala e poderem cada vez acrescentar valor na economia é decisivo. Pareceu-me extremamente pertinente trazer estas três visões diferentes e abordagens diferentes à educação, e com isto enriquecer o conhecimento e a experiência da AEMinho nesta matéria. Resta-me agradecer ao Sr. Ministro da Educação, Fernando Alexandre ter aceitado o meu convite e ter dado o seu contributo, aos dois convidados Tim Vieira e Pedro Santa Clara agradecer o arrojo, a forma disruptiva com que endereçam este tema. Com isto cumprimos o nosso propósito no primeiro Conselho Geral, que foi acrescentar valor e conhecimento à AEMinho para que ela possa desenvolver a sua actividade cada vez mais focado nos temas que importam e que podem fazer a diferença.” Referiu Ricardo Costa, Presidente do Conselho Geral da AEMinho.“Se tivermos ambição e ousadia podemos aproveitar esta disrupção tecnológica que está a chegar e tornarmos o nosso um dos melhores sistemas educativos do mundo a todos os níveis, ao nível da educação Primária, Secundária e do Ensino Superior.” Declarou Pedro Santa Clara.O Ministro Fernando Alexandre refere que “A educação tem um papel fundamental para a equidade e para a igualdade de oportunidades. A equidade, se não for apenas por uma questão de justiça social, que seja vista do prisma da eficiência. A igualdade de oportunidades é essencial para a eficiência e é uma forma de captar talento, de ir à procura do talento. É logo a primeira forma de captação de talento.” “Foi um debate muito rico, saímos com uma visão bastante esclarecida e com contributo decisivos para a formação das nossas posições e do nosso trabalho nesta área no futuro. Resta-me agradecer a todos os que estiveram presentes, ao Sr. Ministro a amabilidade em ter dispensado uma parte do seu tempo para se dirigir aos membros e aos conselheiros deste Conselho Geral da AEMinho.” Referiu o Presidente da AEMinho, Ramiro Brito.

Eventos

3 DEZ. 2024

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