Business Drink com Masterlink e OnGlobal Solutions | Inovação Digital...Já!
A Inovação Digital ao Alcance das PME
Movidos pela promoção e defesa da iniciativa empresarial
Acompanhamos e impulsionamos o objetivo de quem quer construir, inovar, progredir.
Speed Talks AEMinho
Um espaço pensado para informar, inspirar e apoiar quem quer crescer e adaptar-se aos desafios do mundo empresarial.
Negócios à Lupa pela AEMinho
O espaço em antena onde se dá voz aos associados da AEMinho sobre temas de economia e sociedade.
Movidos pela promoção e defesa da iniciativa empresarial
Impulsionamos negócios, promovendo crescimento, inovação e novas oportunidades para as empresas.
Sobre a AEMinho
O Espírito ímpar, de projetar o Minho no país, e o país no mundo.
O Minho é o exemplo de inovação, de resiliência, de capacidade e diversidade produtiva que gostaríamos de ver refletida no país. Portugal precisa das empresas do Minho, dos empresários do Minho e das pessoas do Minho.
Atividades AEMinho
Agenda
Torne-se
Associado
Faça parte deste universo empresarial e beneficie de todas as
parcerias e protocolos exclusivos que temos à sua disposição.
Atualidade Empresarial
In Press
Artigo de Ramiro Brito no Observador: O Minho tornou-se uma ideia de futuro
O Minho percebeu antes de muitos que o futuro não se reclama nem se anuncia. Constrói-se, todos os dias, com conhecimento, capacidade de execução e ambição coletiva Há geografias que carregam memória e há geografias que, discretamente, começam a carregar futuro. O Minho pertence hoje às duas. Durante décadas, habituámo-nos a olhar para esta região como um território de trabalho duro, indústria tradicional e emigração; uma terra resiliente, produtiva, profundamente ligada ao esforço e à capacidade de resistir. Talvez não tenhamos percebido, em tempo útil, aquilo em que o Minho se estava verdadeiramente a transformar.Enquanto uma parte significativa do país se entretinha a discutir modelos, teorias e centralismos, o Minho fazia aquilo que sempre soube fazer melhor: trabalhar, adaptar-se e construir. Fê-lo sem excesso de proclamações, sem necessidade permanente de reconhecimento e, sobretudo, sem perder a ligação àquilo que sempre definiu a identidade desta região: a capacidade de transformar dificuldades em ação concreta.Foi precisamente assim que o Minho começou, silenciosamente, a desenhar uma das transformações económicas mais interessantes de Portugal. Não nasceu de um decreto, nem de uma moda conjuntural. Nasceu das empresas, dos empresários, das universidades, da indústria e de uma cultura de compromisso raramente valorizada no debate público nacional. Nasceu da capacidade de ligar conhecimento e produção, tradição industrial e inovação tecnológica, visão estratégica e execução.Acima de tudo, nasceu de uma mentalidade muito própria, que percebeu cedo uma coisa essencial: o futuro não se reclama, constrói-se.Hoje, o Minho exporta para o mundo, desenvolve tecnologia, cria marcas, atrai investimento, forma talento qualificado e compete em setores altamente especializados. E talvez o mais relevante seja o facto de o fazer, muitas vezes, longe do ruído mediático e da necessidade constante de validação externa que tantas vezes domina o discurso nacional. Esta continua a ser uma região mais preocupada em executar do que em anunciar.Existe hoje uma nova geração empresarial minhota profundamente diferente daquela que existia há vinte anos. Mais preparada, mais sofisticada, mais internacionalizada e muito menos condicionada pelos antigos complexos de periferia. É uma geração que já não olha para as empresas da região como negócios limitados à escala local, mas como plataformas de competição global, capazes de disputar mercado, talento e inovação em qualquer parte do mundo.E isso muda profundamente a forma como devemos olhar para o território.O Minho percebeu antes de muitos que competitividade já não significa apenas produzir mais barato. Significa produzir melhor, com mais conhecimento, mais diferenciação, mais velocidade de adaptação e mais valor acrescentado. Talvez por isso a região tenha conseguido afirmar-se, quase em simultâneo, na indústria, na engenharia, na tecnologia, no digital, no têxtil técnico, na metalomecânica, na criatividade, no desporto motorizado, na inovação e até na diplomacia económica empresarial.Há aqui uma transformação estrutural que Portugal ainda não analisou devidamente. Durante demasiado tempo, o país olhou para as regiões como extensões periféricas dos grandes centros de decisão, quando muitas das mudanças mais relevantes da economia portuguesa estavam precisamente a acontecer fora deles. A verdade é que o futuro económico português poderá ser muito mais policêntrico do que imaginávamos. E isso não fragiliza o país. Fortalece-o.As regiões que cresceram habituadas à escassez desenvolveram uma característica rara: capacidade de execução. Menos dependência do anúncio, mais foco no resultado. Menos estética institucional, mais construção concreta. O Minho tornou-se um dos exemplos mais claros disso em Portugal, não por ser perfeito ou por estar imune aos problemas nacionais, mas porque conseguiu preservar algo que se tornou raro: ambição coletiva.Num país tantas vezes bloqueado pelo pessimismo, pela lentidão e pela resignação, isso tem um valor económico, social e até emocional impossível de ignorar.Talvez o Minho já não seja apenas uma região industrial. Talvez tenha começado a transformar-se numa ideia de futuro para Portugal. E talvez esteja na altura de o país começar a olhar para o Minho não como periferia, mas como antecipação.Ramiro Brito, Presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) e CEO do Grupo ÉrreLeia o artigo AQUI
PressNET: Ramiro Brito destaca papel estratégico do Minho após Cimeira da Indústria em Braga
Presidente da AEMinho considera que a região reúne condições para liderar criação de valor e reforçar competitividade industrial nacionalCimeira da Indústria reuniu empresários, Governo e academia em BragaO Theatro Circo recebeu esta terça-feira a Cimeira da Indústria, iniciativa promovida pela AEMinho que juntou responsáveis governamentais, empresários, académicos e representantes institucionais para discutir os principais desafios e oportunidades do setor industrial.O evento contou com a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias.Ramiro Brito destaca importância do Minho na economia nacionalNo balanço da iniciativa, o presidente da AEMinho, Ramiro Brito, considerou que a cimeira demonstrou o peso crescente do Minho na estratégia económica do país.Segundo o dirigente, o encontro serviu para afirmar a região como um território com forte capacidade industrial, potencial exportador e condições favoráveis ao investimento e inovação.Reforma do Estado vista como fator essencialRamiro Brito valorizou ainda a visão do Governo relativamente à reforma do Estado, defendendo uma administração pública mais eficiente e menos burocrática.O responsável empresarial considera que o Estado deve deixar de ser um elemento de bloqueio nos processos administrativos e assumir um papel mais facilitador para empresas e investidores.Especialização industrial apontada como caminho estratégicoPara o presidente da AEMinho, o futuro da indústria portuguesa passa pela especialização e pela criação de valor acrescentado, aproveitando as características geográficas e geopolíticas do país.Ramiro Brito acredita que Portugal, e em particular o Minho, reúne condições para desenvolver uma estratégia económica mais eficiente e competitiva nos mercados internacionais.Braga destacada pelo crescimento económicoDurante a cimeira, o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, destacou os indicadores económicos alcançados pelo concelho nos últimos anos.Entre os números apresentados estiveram a criação de mais de 30 mil postos de trabalho na última década e os 3,4 mil milhões de euros em exportações registados em 2024.Retenção de talento e qualidade de vida como prioridadeRamiro Brito sublinhou também a necessidade de fixar talento humano na região, apontando Braga como uma cidade com condições habitacionais atrativas e capacidade para combinar qualidade de vida urbana com forte atividade industrial.A iniciativa serviu igualmente para assinalar o quinto aniversário da AEMinho, num momento considerado simbólico para o tecido empresarial da região minhota.Veja a notícia AQUI
Artigo de Ramiro Brito, no Jornal de Notícias: Há instituições que nascem para deixar raiz
Há aniversários que servem para olhar para trás. E há outros que existem para confirmar caminho.O quinto aniversário da AEMinho pertence à segunda categoria.Cinco anos podem parecer pouco no calendário das instituições. Ainda assim, há projetos capazes de condensar, numa meia década, a densidade de um percurso muito mais longo. Não apenas porque crescem depressa, mas porque crescem com sentido, com identidade e com uma ideia clara do lugar que pretendem ocupar. Sobretudo, daquilo que recusam ser.A AEMinho nasceu num tempo particularmente exigente para as empresas, para a economia e para a própria confiança coletiva. Nasceu quando muitos acreditavam que o associativismo empresarial estava condenado à irrelevância protocolar, preso entre comunicados mornos e presenças simbólicas. Mas nasceu, também, da convicção silenciosa de que o Minho continuava a possuir uma energia económica, raramente acompanhada pela influência que merecia no desenho das decisões nacionais.O Minho sempre soube trabalhar. Nem sempre soube fazer-se ouvir.Talvez por isso esta associação tenha crescido com uma velocidade que surpreendeu muitos, mas que nunca surpreendeu verdadeiramente quem conhece esta região. O Minho reconhece autenticidade quando a encontra. Reconhece trabalho sério. Reconhece compromisso. Reconhece presença.Ao longo destes cinco anos, a AEMinho tornou-se muito mais do que uma estrutura representativa. Tornou-se ponto de encontro entre empresas, setores, gerações e diferentes perspectivas sobre o futuro económico da região. Trouxe debate. Trouxe inquietação. Trouxe pensamento estratégico. Trouxe voz. Trouxe, sobretudo, ambição.Ambição no melhor sentido da palavra. Não a ambição vazia do protagonismo imediato, mas a ambição paciente das instituições que compreendem que os territórios se transformam lentamente, através da persistência, da continuidade e da visão.Foi isso que procurámos construir.Uma associação capaz de estar presente nos momentos relevantes da vida económica e política do país. Capaz de defender os interesses do Minho sem complexos territoriais nem dependênciasinstitucionais. Capaz de falar de produtividade, inovação, fiscalidade, internacionalização, talento, mobilidade e competitividade, sem cair no discurso fácil da resignação portuguesa.O Minho nunca foi uma região resignada.É uma região feita de indústria e engenho. De fábricas que cresceram entre gerações. De empresários que aprenderam a sobreviver antes de aprenderem a escalar. De gente habituada a transformar dificuldade em movimento. Talvez por isso exista aqui uma relação particularmente séria com o futuro: ninguém espera que ele aconteça sozinho.Nestes cinco anos, a AEMinho procurou honrar essa cultura.Nem sempre foi confortável. As instituições que escolhem ter pensamento próprio raramente vivem na tranquilidade do consenso permanente. Houve momentos em que foi necessário contrariar acomodações, questionar decisões instaladas e defender posições incómodas, mas talvez seja precisamente essa independência que explica a credibilidade conquistada.Hoje, a AEMinho é uma instituição incontornável no panorama regional e nacional. Não apenas pela dimensão da atividade desenvolvida, pelo crescimento sustentado ou pela presença pública alcançada. Sobretudo, porque conseguiu construir algo mais difícil e mais raro: relevância.A relevância não se decreta, constrói-se, todos os dias, com trabalho persistente, coerência e capacidade de continuar, mesmo quando o caminho longo parece menos visível do que o resultado imediato.Talvez essa seja a verdadeira marca destes cinco anos. A consciência de que ainda estamos apenas no início, porque há projetos que nascem para cumprir calendário e há outros que nascem para deixar raiz.A AEMinho pertence, profundamente, à segunda categoria.Ramiro Brito, Presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) e CEO do Grupo ÉrreLeia o artigo AQUI
Conteúdo Audiovisual