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Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Internacionalização

9 MAR. 2026

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

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Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem a Montenegro para “revisitar a legislação laboral"

Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem a Montenegro para “revisitar a legislação laboral"

A poucas horas da posse do novo Governo, Associação Empresarial do Minho frisa que país precisa de “estratégia de longo prazo que garanta segurança, previsibilidade e estabilidade" aos investimentos.Foco, assertividade governativa e capacidade de execução superior ao que tem sido norma.” São estas as exigências expressas pela Associação Empresarial do Minho (AEMinho) a poucas horas da tomada de posse do novo Governo, que enfrentará uma legislatura em que “a produtividade e o crescimento económico emergem como imperativos incontornáveis”.“O crescimento terá de ser eficazmente articulado com uma política fiscal adequada, visando aumentar a liquidez financeira, estimular o investimento e mitigar a pressão dos custos estatais no orçamento das famílias portuguesas. (…) Portugal precisa de um rumo, de uma estratégia de longo prazo que garanta a segurança, previsibilidade e estabilidade que o fator investimento e crescimento exigem”, reclama a AEMinho.Em comunicado, o organismo empresarial liderado por Ricardo Costa sublinha ainda que “no quadro jurídico é importante revisitar a legislação laboral, conferindo-lhe um cariz progressista e evolutivo, alinhado com os valores humanísticos e nas novas dinâmicas de trabalho, mantendo a sensibilidade às realidades empresariais e seus desafios”.“É importante que a legislação laboral não seja um fator de subdesenvolvimento humano, social e empresarial. É importante inverter o paradigma da permanente tensão que resulta da forma desigual como a mesma trata ambas as partes. As empresas são as pessoas, são as suas relações e a sua interação e a legislação deve ordenar esse relacionamento, estimulando o entendimento, as pontes e o consenso”, resume.Na mesma mensagem em que se congratula pela escolha de três ministros oriundos do Minho – José Manuel Fernandes (Agricultura), Fernando Alexandre (Educação) e Nuno Melo (Defesa) –, os empresários da região sublinham também que o novo Executivo liderado por Luís Montenegro terá de se concentrar na “gestão eficiente dos fundos europeus, com aplicação prática de forma que os mesmos cheguem, efetivamente, aos setores da economia a que se destinam e sirvam, de facto, para alavancar a economia e gerar valor”.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI

Governança

2 ABR. 2024

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O Minho: "Patrões do Minho pedem que “correlação de forças” que saiu das eleições seja respeitada"

O Minho: "Patrões do Minho pedem que “correlação de forças” que saiu das eleições seja respeitada"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) defende que a “correlação de forças” resultante das eleições legislativas deve ser respeitada, “garantindo que todas sejam devidamente consideradas”.Em comunicado, a associação liderada pelo empresário bracarense Ricardo Costa salienta que “em democracia a vontade é expressa pelo voto”.Por isso, prossegue, “é crucial que os resultados eleitorais sejam interpretados de forma a refletir fielmente essa vontade”.“Portanto, é imperativo respeitar a distribuição de votos e a correlação de forças resultantes, garantindo que todas sejam devidamente consideradas. Nesse sentido, é essencial que se respeite a distribuição de votos e correlação de forças resultantes dessa mesma distribuição. Em democracia pretende-se que ninguém seja ignorado. Todas as forças partidárias envolvidas na cena política do país têm a obrigação constitucional e moral de assim agirem, no estrito respeito pelos resultados eleitorais que são o espelho da vontade do povo português”, refere o comunicado.Para a AEMinho, “o país atravessa um momento crucial para o futuro da sua economia. É importante que todos entendam que a estabilidade e viabilidade governativa são hoje, mais do que nunca, vitais para garantir o crescimento económico que almejamos, com a criação das condições necessárias para manter e aumentar a atratividade para o investimento externo, a criação de riqueza que são o único caminho para garantir melhores salários e melhores condições de vida aos portugueses”.E acrescenta: “Não obstante a emergência económica que pode resultar de uma eventual estagnação governativa, existem problemas estruturais no país que carecem de resposta rápida, assertiva e eficiente. A saúde, a educação, a justiça e a assistência social, pilares fundamentais de qualquer sociedade contemporânea e progressista, estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional”.“As intervenções nestas áreas pecarão já, amanhã, por tardias e não podem estar sujeitas a jogos partidários. Hoje, o interesse nacional tem de prevalecer. Este é o tempo da responsabilidade, da cooperação e do sentido de estado. Todos os deputados eleitos o devem aos portugueses, sem exceções. Esta não é a história do político ‘a’ ou ‘b’, do partido ‘x’ ou ‘y’. Esta é a história de um parlamento, democraticamente eleito, com uma tendência clara para promover a diversidade, o consenso e a união”, pode ler-se no comunicado.Posto isto, a AEMinho apela “a todas as forças políticas que reflitam sobre o seu papel, resultante das eleições, no quadro democrático do país e que ponham os interesses de Portugal à frente dos seus próprios interesses”.“A viabilidade governativa é essencial e os portugueses criaram, através do voto, todas as condições para que, com responsabilidade e espírito de cooperação, a governabilidade do país seja assegurada. Ainda que este seja um novo cenário, ele não deve gerar alianças negativas, deve gerar os consensos que esse novo quadro impõe. Desempenhar um cargo público eletivo é exatamente entender que o caminho quem dita são os eleitores, mesmo quando não represente o nosso ponto de partida”, conclui.Veja a notícia completa aqui

Governança

14 MAR. 2024

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho pedem viabilidade governativa: “Interesse nacional não pode estar sujeito a jogos partidários”

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho pedem viabilidade governativa: “Interesse nacional não pode estar sujeito a jogos partidários”

“A saúde, a educação, a justiça e a assistência social, pilares fundamentais de qualquer sociedade contemporânea e progressista, estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional”, clama a AEMinho.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), na leitura dos resultados eleitorais do passado domingo, "conjugados com as notícias que têm vindo a público sobre os diversos posicionamentos das forças políticas envolvidas neste processo",começa por reconhecer que "em democracia a vontade é expressa pelo voto", considerando que "é crucial que os resultados eleitorais sejam interpretados de forma a refletir fielmente essa vontade".Assim, conclui, "é imperativo respeitar a distribuição de votos e a correlação de forças resultantes, garantindo que todas sejam devidamente consideradas".Nesse sentido, defende ser "essencial que se respeite a distribuição de votos e correlação de forças resultantes dessa mesma distribuição. Em democracia pretende-se que ninguém seja ignorado. Todas as forças partidárias envolvidas na cena política do país têm a obrigação constitucional e moral de assim agirem, no estrito respeito pelos resultados eleitorais que são o espelho da vontade do povo português", sinaliza, esta quinta-feira, 14 de março, em comunicado.Com o país a atravessar "um momento crucial para o futuro da sua economia", a AEMinho acredita que "é importante que todos entendam que a estabilidade e viabilidade governativa são hoje, mais do que nunca, vitais para garantir o crescimento económico que almejamos, com a criação das condições necessárias para manter e aumentar a atratividade para o investimento externo, a criação de riqueza que são o único caminho para garantir melhores salários e melhores condições de vida aos portugueses".Não obstante "a emergência económica que pode resultar de uma eventual estagnação governativa", a AEMinho nota que "existem problemas estruturais no país que carecem de resposta rápida, assertiva e eficiente", como "a saúde, a educação, a justiça e a assistência social", classificados como "pilares fundamentais de qualquer sociedade contemporânea e progressista", os quais, alerta, "estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional".Para a associação liderada por Ricardo Costa, "as intervenções nestas áreas pecarão já, amanhã, por tardias e não podem estar sujeitas a jogos partidários", assinala."Hoje, o interesse nacional tem de prevalecer. Este é o tempo da responsabilidade, da cooperação e do sentido de estado. Todos os deputados eleitos o devem aos portugueses, sem exceções. Esta não é a história do político ‘a’ ou ‘b’, do partido ‘x’ ou ‘y’. Esta é a história de um parlamento, democraticamente eleito, com uma tendência clara para promover a diversidade, o consenso e a união", aponta. Nesse sentido, a AEMinho apela "a todas as forças políticas que reflitam sobre o seu papel, resultante das eleições, no quadro democrático do país e que ponham os interesses de Portugal à frente dos seus próprios interesses", defendendo que "a viabilidade governativa é essencial e os portugueses criaram, através do voto, todas as condições para que, com responsabilidade e espírito de cooperação, a governabilidade do país seja assegurada"."Ainda que este seja um novo cenário, ele não deve gerar alianças negativas, deve gerar os consensos que esse novo quadro impõe. Desempenhar um cargo público eletivo é exatamente entender que o caminho quem dita são os eleitores, mesmo quando não represente o nosso ponto de partida", conclui a AEMinho.Veja a notícia completa aqui

Governança

14 MAR. 2024

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Jornal Eco: "Empresários “amarram” Pedro Nuno à sobrevivência do próximo Governo de direita"

Jornal Eco: "Empresários “amarram” Pedro Nuno à sobrevivência do próximo Governo de direita"

Empresários dramatizam entendimentos ao centro para conferir estabilidade a um Executivo minoritário liderado por Luís Montenegro. Aplicação dos fundos europeus e atração do investimento preocupam.Assustados com os resultados das eleições legislativas, que fazem perspetivar para os próximos meses a continuação do cenário de instabilidade política com que têm lidado nos últimos meses, a maioria dos empresários ouvidos pelo ECO defende que a viabilização do próximo Governo liderado por Luís Montenegro e, em particular, a negociação dos Orçamentos do Estado, deve ser assegurada preferencialmente com o Partido Socialista, “amarrando” Pedro Nuno Santos à sobrevivência do Executivo minoritário de centro-direita.O presidente da Associação das Empresas Familiares, Peter Villax, aponta que Montenegro vai ter de mostrar “competência” e “fazer tudo certo — aumentar o PIB de forma sustentada para aumentar salários e fortalecer o Estado Social”. Sem maioria no Parlamento, o empresário “preferiria que a viabilização fosse feita em parceria com um partido com experiência e tradição de poder (PS), em vez de um partido vocalmente anti poder (Chega)”.Peter Villax, que a 21 de março vai ser substituído neste cargo associativo por José Germano de Sousa, lembra que anteriores moções de censura e rejeições de Orçamentos acabaram por beneficiar eleitoralmente o partido visado e, portanto, “o PS deverá ser muito cauteloso na sua relação com o PSD”. Assim como o Chega. “Não espero que o PS ou o Chega queiram, para já, ser fonte de instabilidade no governo da Aliança Democrática. (…) Quem deita governos abaixo paga sempre um custo elevado”, resume.“Defendemos preferencialmente entendimentos ao centro, ainda que não preconizemos, de forma nenhuma, qualquer espécie de bloco central. Preferimos estabilidade e entendimentos ao centro, mas não sabemos se o atual PS estará disponível para esse efeito. De qualquer modo, o ónus será do PS e do Chega. Só se ambos se unirem o executivo da AD será impedido de governar”, concorda o vice-presidente executivo da AIMMAP (industriais da metalurgia e metalomecânica), aconselhando Pedro Nuno Santos a adotar uma “postura colaborante”.Depois de ter afirmado e reafirmado que “não é não”, Montenegro “não tem quaisquer condições para coligações ou acordos com o Chega”, pois “perderia totalmente a credibilidade”. Rafael Campos Pereira, porta-voz do setor mais exportador da economia portuguesa — vendeu mais de 24 mil milhões de euros no estrangeiro em 2023 – entende que “há condições para que o novo Governo faça o seu trabalho, pelo menos, até ao final do ano”. Nesse período “terá de governar bem, com ministros competentes e credíveis, no sentido de tentar mobilizar o mais possível todos aqueles que agora exerceram votos de protesto”.“Bom senso e sentido de Estado” é o que pedem também os patrões minhotos, sublinhando que “o momento do país impõe máxima responsabilidade política a todos”, o que incluiu a “obrigação política de ter esse espírito aberto” para negociar a viabilização do documento orçamental. Qual deve ser a postura do PS, agora na oposição e liderado por Pedro Nuno Santos? “Responsabilidade política e respeito democrático, ou seja, ser parte crítica, mas construtiva de estabilidade, que é o que o país necessita neste momento”, responde Ricardo Costa, presidente da Associação Empresarial do Minho e do grupo bracarense Bernardo da Costa.A poucos quilómetros, em Vila Nova de Famalicão, o presidente da gigante têxtil Riopele, que emprega mais de 1.000 pessoas, confia que as dificuldades de governação terão de ser ultrapassadas, pois “situações de renúncia e não entendimentos não levam a lado nenhum” e “Portugal precisa de andar para a frente”. “Quem ganhou foi a AD e o PS terá de tentar colaborar em termos de governação do país. Não podemos ir novamente a eleições”, dramatiza José Alexandre Oliveira.Insistindo que “as pessoas que foram eleitas têm de encontrar um entendimento, até porque o país tem que avançar”, o líder da histórica indústria têxtil fundada em 1927 e especializada em tecidos para coleções de moda e de vestuário traça um paralelismo com o mundo empresarial. “Muitas vezes nas empresas temos problemas em atingir os objetivos a que nos propomos e fazemos entendimentos e conseguimos resolver as nossas situações. Por isso, os políticos não devem fincar o pé e negar acordos, isso prejudica o futuro do país”, expõe José Alexandre Oliveira.Luís Miguel Guimarães, outro grande industrial do setor do têxtil e vestuário, antevê igualmente como “muito difícil ou quase impossível” que haja condições de governação e de aprovação de Orçamentos do Estado, sobretudo depois de ouvir Pedro Nuno Santos dizer na noite eleitoral que pretendia “fazer oposição à séria”. E por ser um governo de curto prazo, o líder da Polopiqué acha que Montenegro vai ter também “dificuldade em arranjar gente capaz” para integrar o Executivo, sabendo que “à partida estão condenados a estar meia dúzia de meses” no cargo.“Isto é mau para o país. Para a indústria e para os serviços públicos como a educação e a saúde, que precisam de reformas estruturais sérias. Infelizmente, os políticos não pensam. Se não houver um entendimento com o PS e se o PS não se abrir a esse entendimento, é impossível que o Governo de Luís Montenegro tenha hipóteses de se aguentar e teremos novas eleições” em breve, desabafa o empresário de Santo Tirso.Esta segunda-feira, em declarações à TSF, o ex-Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, disse que “é preciso dar tempo” ao líder da AD para conduzir o Governo e a Pedro Nuno Santos “para reconstruir a esquerda”. O antigo líder socialista desaconselha pressas aos dois maiores partidos, acreditando que “combater a extrema-direita não se faz em poucos meses”. Também Augusto Santos Silva defende a negociação entre PS e PSD em matérias essenciais, dando o exemplo da área da Justiça.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI

Governança

12 MAR. 2024

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O Minho: "Patrões do Minho alertam para taxa “alarmantemente baixa” de execução do PRR"

O Minho: "Patrões do Minho alertam para taxa “alarmantemente baixa” de execução do PRR"

Associação Empresarial do Minho está preocupadaA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) assumiu hoje “enorme preocupação” com a reduzida execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), sublinhando que, em dois anos, “somente 8,5%” dos beneficiários obtiveram este apoio, uma taxa “alarmantemente baixa”.“Esta taxa de execução, alarmantemente baixa, constitui uma realidade tanto dececionante como preocupante. O PRR foi criado como um plano de recuperação de uma crise económica que foi substancialmente grave para o tecido empresarial e para a economia portuguesa”, refere a AEMinho, em comunicado.Esta associação empresarial diz que a “urgência e assertividade” na execução do PRR “não deveria ter sido apenas um desígnio, mas constituía uma obrigação, cuja prioridade deveria ter sido absoluta”.“Não obstante o facto de grande parte dessas verbas terem sido canalizadas para investimento público e para suporte de despesas correntes do Estado, o que é só por si um erro estratégico e que penhora parte da capacidade de recuperação económica e de aproveitamento destas verbas para potenciar o desenvolvimento, vemos hoje a taxa de execução ser, de forma gritante a alarmante, extremamente reduzida”, adverte a AEMinho.No comunicado, assinado pelo presidente Ricardo Costa, a AEMinho frisa que a capacidade de gerir de forma inteligente e estratégica programas desta natureza, ganha especial relevância num país como Portugal, pela sua dimensão e pela volatilidade da sua economia.Nesse sentido, defende Ricardo Costa, Portugal não pode “viver eternamente de chavões e retórica”, apelando à ação e à procura da eficiência e concretização.“A economia portuguesa, e o país em geral, clama por ação efetiva. Estamos saturados de orçamentos que permanecem no papel, de dinheiro distribuído de helicóptero sem qualquer responsabilização pelos resultados, e de planos de recuperação económica que, na sua maioria, são canalizados para as estruturas do Estado, mas que, mesmo assim, falham na execução”, adverte a AEMinho.Esta associação empresarial reage desta forma ao relatório do Tribunal de Contas, divulgado ao final da noite de segunda-feira, no qual conclui que “há uma discrepância entre a previsão apresentada a Bruxelas pelo Estado Português e a execução alcançada substancial, ou seja, as previsões de execução do PRR apresentadas foram cinco vezes superiores ao que de facto se concretizou até dezembro de 2022”.“Acresce que neste contexto a própria credibilidade e imagem do país perante as entidades europeias, sai claramente beliscada. O Tribunal de Contas acrescenta que ‘ocorreu uma incorreta e inconsistente contabilização das verbas do PRR na Conta Geral do Estado, a qual não refletiu a totalidade dos montantes recebidos pelos beneficiários que integram o perímetro orçamental’, o que remete o nível e a estratégia adotada para a implementação deste programa para desastroso”, acusa a AEMinho.Para o presidente desta associação empresarial, “os atrasos iniciais nas avaliações e aprovações, somados à infeliz e já tradicional burocracia, acrescidos de um cenário de instabilidade política, foram fatores determinantes para o insucesso desta fase de execução”.“Por outro lado, há claramente uma falta de capacidade de fomento e dinamização deste programa que impede alargar o seu alcance e preponderância, como seria desejável. É imperativo, nos próximos dois anos de execução do programa, este cenário seja radicalmente transformado. É fundamental romper com a tradição de má aplicação de fundos comunitários e de reduzidas taxas de aplicação dos mesmos”, sublinha Ricardo Costa.Para o também empresário, a desburocratização do sistema, a simplificação de processos e criação de incentivos de execução para o próprio aparelho avaliador e decisor destes programas, é um caminho a equacionar.“O país encontra-se, mais uma vez, num impasse, imobilizado por mais uma campanha eleitoral. Testemunhamos um desfile de ideias e promessas sobre a distribuição da riqueza, mas nada se diz sobre como estimular a criação de valor e riqueza. Os motores da economia são as empresas, as verdadeiras geradoras de riqueza e emprego. Antes de se atropelarem para anunciar quem distribui mais, seria sério e responsável definir um plano que promova o incremento da geração de valor, riqueza e emprego”, defende Ricardo Costa.A AEMinho refere ainda estar disponível, com qualquer governo, para apoiar, quer pela via das ideias, quer por outra via que se julgue oportuna a inversão deste cenário e a concretização deste plano tão importante para o futuro da economia nacional.

Governança

9 JAN. 2024

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Executive Digest: "Patrões do Minho alertam para gravidade da “alarmante” e “extremamente reduzida” taxa de execução do PRR"

Executive Digest: "Patrões do Minho alertam para gravidade da “alarmante” e “extremamente reduzida” taxa de execução do PRR"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vê com “enorme preocupação” a reduzida execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), depois de em dois anos, somente 8,5% dos beneficiários terem beneficiado do apoio do programa.“Esta taxa de execução, alarmantemente baixa, constitui uma realidade tanto dececionante como preocupante… A urgência e assertividade na sua execução não deveria ter sido apenas um desígnio, mas constituía uma obrigação cuja prioridade deveria ter sido absoluta”, sublinha a associação liderada por Ricardo Costa.Para além disso, fala num “erro estratégico” pelo facto de grande parte dessas verbas terem sido canalizadas para investimento público e para suporte de despesas correntes do Estado, situação que “penhora parte da capacidade de recuperação económica e de aproveitamento destas verbas para potenciar o desenvolvimento”.“Vemos hoje a taxa de execução ser, de forma gritante a alarmante, extremamente reduzida”, sublinham.A AEMinho aponta ainda os dados do Tribunal de Contas, que avaliou o facto de haver uma discrepância entre a previsão apresentada a Bruxelas pelo Estado Português e a execução alcançada substancial, ou seja, as previsões de execução do PRR apresentadas foram cinco vezes superiores ao que de facto se concretizou até dezembro de 2022.O Tribunal de contas acrescenta que “ocorreu uma incorreta e inconsistente contabilização das verbas do PRR na Conta Geral do Estado, a qual não refletiu a totalidade dos montantes recebidos pelos beneficiários que integram o perímetro orçamental”.“Os atrasos iniciais nas avaliações e aprovações, somados à infeliz e já tradicional burocracia, acrescidos de um cenário de instabilidade política, foram fatores determinantes para o insucesso desta fase de execução. Por outro lado, há claramente uma falta de capacidade de fomento e dinamização deste programa que impede alargar o seu alcance e preponderância, como seria desejável”, considera a associação.Assim, consideram “imperativo”, nos próximos dois anos de execução deste programa, passos como “romper com a tradição de má aplicação de fundos comunitários e de reduzidas taxas de aplicação dos mesmos”, a desburocratização do sistema, a simplificação de processos e criação de incentivos de execução para o próprio aparelho avaliador e decisor destes programas.Consideram ainda importante “definir um plano que promova o incremento da geração de valor, riqueza e emprego. A chave reside em criar um ambiente propício ao crescimento empresarial, o que, consequentemente, aumentará a receita disponível para distribuição”.

Governança

9 JAN. 2024

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O Minho: "Patrões do Minho pedem consenso entre PS e PSD em “matérias fundamentais”

O Minho: "Patrões do Minho pedem consenso entre PS e PSD em “matérias fundamentais”

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) pede ao PS e PSD, “os dois partidos tradicionais do arco da governabilidade”, que se entendam em relação a “matérias fundamentais, como saúde, justiça e educação”.Para a associação presidida por Ricardo Costa, “perante a interrupção legislativa e o consequente período eleitoral que se avizinha, esta é uma oportunidade única para que se criem pontes e consensos em relação a matérias fundamentais da vida económica e social do país”.“Se, por um lado, a democracia é o palco privilegiado para o debate de ideias e de diferenças de opinião, por outro é também o exercício supremo da liberdade. O uso da liberdade, no ano em que assinalamos meio século da nossa jovem democracia, deve servir para acentuar e promover a sua maturação enquanto regime que serve, ou deve servir, sempre, para promover o desenvolvimento, o bem-estar social e a garantia dos direitos de todos os cidadãos”, acrescenta a AEMinho em comunicado enviado a O MINHO.“É no quadro do uso dessa liberdade que exaltamos os atores políticos, quando entram em cena, novamente, para debater ideias e acentuar diferenças, que convirjam, pelo menos os dois tradicionais do arco da governabilidade [PS e PSD], para criarem uma estabilidade política em termos de matérias fundamentais como saúde, justiça e educação”, pode ler-se.Para a AEMinho, “a convergência em matérias estruturais não é impeditiva da possibilidade de acentuarem alternativas, para que os eleitores possam escolher”.“Ambos tiveram um papel essencial nestes cinquenta anos de democracia e é nosso entendimento que, na reflexão a ser feita, perceberão que ambos têm também responsabilidades no que não correu tão bem como seria desejável. Cooperar e convergir não impede nem castra a opinião, o debate de ideias e as diferenças no momento da escolha. Mostra antes sentido de Estado, responsabilidade e vontade de fazer, de facto, melhor por Portugal”, sublinha.“A AEMinho não é um ator político, não o pretende ser. É antes uma associação representativa de um tecido empresarial que está sempre na primeira linha para colaborar, empregar, acrescentar valor e gerar riqueza. É por isso nossa responsabilidade sermos os geradores e promotores de consensos de pontes de cooperação”, acrescenta o comunicado.A associação diz ainda que as eleições europeias “não serão menos relevantes”, porque “na Europa joga-se muito do futuro de Portugal, o que torna fundamental o papel dos nossos representantes nos seus órgãos”.“Mais uma vez, exige-se união, cooperação e estratégia concertada para que falemos a uma só voz na defesa dos interesses do país”, defendem os patrões do Minho.“Em 2024 continuaremos a defender o Minho como uma região una e rica pela sua diversidade e capacidade produtiva. Somos um motor da economia portuguesa e teremos de ser vistos e tidos como tal. As empresas minhotas, com os seus empresários e trabalhadores, têm sido uma referência de resiliência, inovação e capacidade de resposta a todas as crises, vicissitudes e instabilidades que vão surgindo ao longo dos anos”, salienta o comunicado.E conclui: “Os trabalhadores como centro do ecossistema empresarial continuarão a ser o nosso foco, bem como a persistente defesa da redução da carga fiscal sobre o trabalho, para que possamos ser mais competitivos a contratar e para que os trabalhadores vejam os seus rendimentos, efetivamente, aumentados. A formação de quadros como fator de valorização e desenvolvimento terá também a nossa atenção, com a formação de empresários e gestores no topo das prioridades, promovendo uma maior aproximação do nível de formação dos empresários e dos trabalhadores”.Somos do Minho e continuaremos a bater-nos por uma região e por uma comunidade empresarial cooperante e unida na prosperidade e no desenvolvimento. É o momento de pensar o Minho e pensar Portugal sem barreiras ou limites dogmáticos. Este não é o momento dos partidos, é o momento de Portugal.

Governança

3 JAN. 2024

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Executive Digest: "Patrões do Minho tocam o sino de abril e pedem aos governantes “estabilidade e compromisso político para 2024”

Executive Digest: "Patrões do Minho tocam o sino de abril e pedem aos governantes “estabilidade e compromisso político para 2024”

Depois de um ano de 2023 marcado por um ambiente político turbulento que levou à queda do Governo, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) entende que o quadro político que viveremos no novo ano se traduz em grandes decisões que determinarão o futuro do país na próxima década.A associação liderada por Ricardo Costa considera que esta “é uma oportunidade única para que se criem pontes e consensos em relação a matérias fundamentais da vida económica e social do país”.“O uso da liberdade, no ano em que assinalamos meio século da nossa jovem democracia, deve servir para acentuar e promover a sua maturação enquanto regime que serve, ou deve servir, sempre, para promover o desenvolvimento, o bem-estar social e a garantia dos direitos de todos os cidadãos”, sublinham.Desta forma, apelam aos governantes o debate de ideias e a convergência para criarem uma estabilidade política em termos de matérias fundamentais como saúde, justiça e educação. “A convergência em matérias estruturais não é impeditiva da possibilidade de acentuarem alternativas, para que os eleitores possam escolher”.“Cooperar e convergir não impede nem castra a opinião, o debate de ideias e as diferenças no momento da escolha. Mostra antes sentido de Estado, responsabilidade e vontade de fazer, de facto, melhor por Portugal”, destacam.A AEMinho relembra ainda as eleições europeias, onde se exige “união, cooperação e estratégia concertada para que falemos a uma só voz na defesa dos interesses do país”.Os patrões do Minho sublinham ainda a riqueza, a diversidade e a capacidade produtiva da região, sublinhando que são o motor da economia portuguesa e que devem ser vistos como tal.“As empresas minhotas, com os seus empresários e trabalhadores, têm sido uma referência de resiliência, inovação e capacidade de resposta a todas as crises, vicissitudes e instabilidades que vão surgindo ao longo dos anos”, afirmam.Neste sentido, e com os trabalhadores como centro do ecossistema empresarial, a associação liderada por Ricardo Costa sublinha que vão continuar na defesa da redução da carga fiscal sobre o trabalho, para que possamos ser mais competitivos a contratar e para que os trabalhadores vejam os seus rendimentos, efetivamente, aumentados.Para além disso, a formação de quadros como fator de valorização e desenvolvimento terá também a atenção da AEMinho, com a formação de empresários e gestores no topo das prioridades, promovendo uma maior aproximação do nível de formação dos empresários e dos trabalhadores.

Governança

3 JAN. 2024

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho querem convergência entre PS e PSD: “Este não é o momento dos partidos, é o momento de Portugal”

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho querem convergência entre PS e PSD: “Este não é o momento dos partidos, é o momento de Portugal”

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) promete continuar a defender “a redução da carga fiscal sobre o trabalho, para que possamos ser mais competitivos a contratar e para que os trabalhadores vejam os seus rendimentos, efetivamente, aumentados”.Terminado o ano de 2023, "turbulento em termos políticos e com indicadores que requerem atenção e cuidado no lançamento de 2024", a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) entende que "o quadro político que viveremos no novo ano se traduz em grandes decisões que determinarão o futuro do país na próxima década".Perante a interrupção legislativa e o consequente período eleitoral que se avizinha, a associação liderada por Ricardo Costa considera que "esta é uma oportunidade única para que se criem pontes e consensos em relação a matérias fundamentais da vida económica e social do país", preconiza, em comunicado."Se, por um lado, a democracia é o palco privilegiado para o debate de ideias e de diferenças de opinião, por outro é também o exercício supremo da liberdade", sinaliza, considerando que "o uso da liberdade, no ano em que assinalamos meio século da nossa jovem democracia, deve servir para acentuar e promover a sua maturação enquanto regime que serve, ou deve servir, sempre, para promover o desenvolvimento, o bem-estar social e a garantia dos direitos de todos os cidadãos".Ora, é no quadro do uso dessa liberdade que a AEMinho exalta "os atores políticos, quando entram em cena, novamente, para debater ideias e acentuar diferenças, que convirjam, pelo menos os dois tradicionais do arco da governabilidade, para criarem uma estabilidade política em termos de matérias fundamentais como saúde, justiça e educação".Para a associação empresarial minhota, "a convergência em matérias estruturais não é impeditiva da possibilidade de acentuarem alternativas, para que os eleitores possam escolher".Partindo do pressuposto que "ambos tiveram um papel essencial nestes cinquenta anos de democracia", a AEMinho entende que, "na reflexão a ser feita, perceberão que ambos têm também responsabilidades no que não correu tão bem como seria desejável", pelo que "cooperar e convergir não impede nem castra a opinião, o debate de ideias e as diferenças no momento da escolha".Pelo contrário, conclui, "mostra antes sentido de Estado, responsabilidade e vontade de fazer, de facto, melhor por Portugal"."A AEMinho não é um ator político, não o pretende ser. É antes uma associação representativa de um tecido empresarial que está sempre na primeira linha para colaborar, empregar, acrescentar valor e gerar riqueza", defende."É por isso nossa responsabilidade sermos os geradores e promotores de consensos de pontes de cooperação", sinaliza.A AEMinho lembra também as "não menos relevantes" eleições europeias: "Na Europa joga-se muito do futuro de Portugal, o que torna fundamental o papel dos nossos representantes nos seus órgãos", exigindo, "mais uma vez, união, cooperação e estratégia concertada para que falemos a uma só voz na defesa dos interesses do país".De resto, "em 2024 continuaremos a defender o Minho como uma região una e rica pela sua diversidade e capacidade produtiva", realça."Somos um motor da economia portuguesa e teremos de ser vistos e tidos como tal. As empresas minhotas, com os seus empresários e trabalhadores, têm sido uma referência de resiliência, inovação e capacidade de resposta a todas as crises, vicissitudes e instabilidades que vão surgindo ao longo dos anos", afiança a AEMinho.E promete: "Os trabalhadores como centro do ecossistema empresarial continuarão a ser o nosso foco, bem como a persistente defesa da redução da carga fiscal sobre o trabalho, para que possamos ser mais competitivos a contratar e para que os trabalhadores vejam os seus rendimentos, efetivamente, aumentados."Por outro lado, "a formação de quadros como fator de valorização e desenvolvimento terá também a nossa atenção, com a formação de empresários e gestores no topo das prioridades, promovendo uma maior aproximação do nível de formação dos empresários e dos trabalhadores"."Somos do Minho e continuaremos a bater-nos por uma região e por uma comunidade empresarial cooperante e unida na prosperidade e no desenvolvimento", atira.E conclui: "É o momento de pensar o Minho e pensar Portugal sem barreiras ou limites dogmáticos. Este não é o momento dos partidos, é o momento de Portugal."

Governança

3 JAN. 2024

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