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Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Internacionalização

9 MAR. 2026

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

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Jornal ECO: Patrões do Minho apresentam plano de 400 milhões para responder a “choque das tarifas” no aço

Jornal ECO: Patrões do Minho apresentam plano de 400 milhões para responder a “choque das tarifas” no aço

A AEMinho entregou ao ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, um plano a três anos, para proteger a competitividade da indústria e proteger empregos, com impacto no PIB até 250 milhões. A Associação Empresarial ao Minho (AEMinho) apresentou ao ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, um plano de medidas de 400 milhões de euros para mitigar o impacto das novas tarifas sobre o aço na indústria portuguesa. Propostas visam proteger a competitividade do setor e entre 5.000 e 8.000 postos de trabalho, com um impacto estimado de até 250 milhões de euros no PIB num prazo de três anos. A associação aproveitou um encontro com o ministro e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) para alertar o governante que a “revisão do regime europeu de defesa comercial e a implementação de novos instrumentos, designadamente tarifas agravadas sobre a importação de aço e o Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM), irão traduzir-se num aumento significativo do custo do aço importado”, lembrando que a indústria nacional é “fortemente dependente de aço importado, além de operar em mercados internacionais altamente competitivos. Uma situação que, alerta a AEMinho, pode levar à perda de competitividade das exportações portuguesas, à compressão de margens e à redução de investimentos; ao adiamento de projetos estratégicos na área da energia, das infraestruturas ou dos transportes; e a uma maior vulnerabilidade das PME industriais. Para mitigar estes riscos, a entidade liderada por Ramiro Brito “propõe uma resposta nacional coordenada às novas tarifas europeias sobre o aço e ao mecanismo CBAM. Entre as medidas está uma linha de crédito bonificado; a majoração fiscal; vales de engenharia digital e IA; o programa “Menos Aço por Unidade de Produto”; incentivos à reciclagem; uma task force interministerial; e uma “representação ativa junto da UE”. Um pacote de medidas que, calcula a associação patronal minhota, terá um impacto de 414 milhões de euros para o Estado em três anos, prevendo mais de 830 milhões de euros de investimento privado mobilizado, a proteção de 5.000 a 8.000 empregos e um impacto acumulado no PIB entre 150 e 250 milhões de euros. “Por cerca de 400 milhões de euros em três anos conseguimos alavancar mais de 800 milhões de investimento privado, reduzir a exposição da indústria ao choque das tarifas sobre o aço, proteger milhares de postos de trabalho e reforçar a resiliência da nossa base exportadora, num contexto em que a UE está a endurecer as condições de acesso ao aço importado”, resume a AEMinho, em comunicado. Segundo a associação, partindo de um “multiplicador conservador de 1,4 para a indústria transformadora, este plano tem um impacto aproximado de 42 a 101 milhões de euros no PIB anual, o que se traduz em aproximadamente “150 a 250 milhões de euros de impacto acumulado em PIB adicional, face ao cenário sem intervenção”, em três anos. “Se se incluírem ainda projetos viabilizados (que de outro modo seriam adiados ou cancelados devido ao custo do aço), o impacto pode ser maior. Aí pode-se justificar cenários de 300–400 milhões de euros acumulados em PIB”, estima ainda a AEMinho. Mas como chegar a estes números? O plano de ação da associação divide-se em quatro eixos, num período temporal de três anos. Em primeiro lugar, as medidas devem procurar uma estabilização de custos e apoio de curto prazo, como uma linha de crédito com juros bonificados ou incentivos ao investimento. O segundo eixo tem como objetivo a redução estrutural da dependência de aço importado, procurando apoiar projetos que visem redesign de produtos e estruturas e atribuição de vales de engenharia digital. O terceiro eixo foca-se numa articulação com a política europeia de comércio e clima. E o quarto eixo na capacitação e apoio técnico às empresas. Para Ramiro Brito, “estas propostas são instrumentos concretos para garantir competitividade, proteger emprego e posicionar o Minho e o país na vanguarda da inovação, acompanhando e antecipando cenários que serão incontornáveis no futuro próximo”. “A ideia é sermos proativos e não reativos, por um lado, aproveitando as vantagens que a dimensão periférica da nossa economia pode ter no contexto marco económico europeu e mundial, tornando essa circunstância num fator de competitividade e interesse económico, por outro”, remata o presidente da AEMinho.Veja a notícia aqui

Indústria

18 NOV. 2025

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Indústrias mais afetadas pelos aumentos de gás natural podem candidatar-se a sistema de apoio

Indústrias mais afetadas pelos aumentos de gás natural podem candidatar-se a sistema de apoio

O programa Apoiar Indústrias Intensivas em Gás é uma iniciativa anunciada pelo Governo que estabelece um sistema de incentivos destinado às indústrias mais afetadas pelos aumentos acentuados de gás natural. Este apoio é atribuído sob a forma de subvenção não reembolsável, com o limite de 400 mil euros por empresa, com uma taxa de apoio de 30% sobre o custo elegível – determinado pela multiplicação do número de unidades de gás natural adquiridas pela empresa a fornecedores externos, enquanto consumidor final no período elegível. A segunda fase de candidaturas decorre até ao dia 30 de setembro. Registou-se um total de 183 candidaturas na primeira fase do concurso, das quais 66% são micro, pequenas e médias empresas que vão beneficiar de um incentivo que se prevê superior a 14 milhões de euros. O programa conta com uma dotação total de 160 milhões de euros e compromete-se a beneficiar empresas inseridas em setores de utilização intensiva de gás ou que apresentem um custo total nas aquisições de gás de, pelo menos, 2% do volume de negócios anual, considerando o ano de 2021.  A candidatura deve corresponder a várias condições de acesso necessárias para efeitos de validação, entre as quais se destacam a apresentação de declaração que comprove a utilização intensiva de energia por parte de empresas que exercem atividade económica principal num setor ou subsetor identificado. Entende-se por “empresa com utilização intensiva de energia” aquela cujos custos de aquisição de produtos energéticos e de eletricidade ascendam, no mínimo, a 3,0% do valor da produção ou para a qual o imposto nacional a pagar sobre a energia ascenda em, pelo menos, 0,5% do valor acrescentado.   Este importante apoio assegura a preservação da capacidade produtiva, num contexto atual e futuro deveras desafiante. O período de candidaturas em vigor termina às 18h00, do dia 30 de setembro, ou com o esgotamento da respetiva dotação orçamental. As candidaturas devem ser submetidas na plataforma do Balcão dos Fundos.   Mais informações

Indústria

30 AGO. 2022

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Jornal Eco: “AEMinho “motivada” pela adesão da indústria”

Jornal Eco: “AEMinho “motivada” pela adesão da indústria”

 A Associação Empresarial do Minho conta com mais de 75 empresas já inscritas e mais de 200 que formalizaram interesse em aderir nas próximas semanas, adianta o presidente.  A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realizou esta sexta-feira a Assembleia Geral Constituinte, um momento que representa o arranque oficial da associação minhota que tem como premissa de defender e impulsionar a iniciativa empresarial da região do Minho e reforçar a sua resiliência e competitividade."Hoje é um momento duplo. Por um lado, é um culminar de um processo de constituição e foram meses intensos, mas estamos muito motivados porque tivemos a adesão de grande parte das empresas do setor industrial e tecnológico da região. Temos mais de 75 empresas já formalmente inscritas e mais de 200 que formalizaram interesse em aderir nas próximas semanas, pelo que nos dá a motivação necessária para este arranque", realça o presidente da AEMinho, Ricardo Costa.Gonçalo Castro, business developer do Grupo Pinto Brasil, Ricardo Salgado, CEO da DSTelecom, Isabel Carneiro, diretora geral da Polopique e Ramiro Brito, CEO do Grupo Érre, são os membros da comissão executiva da Associação Empresarial do Minho.De acordo com a associação, a união deste vasto e diferenciado conjunto de empresas "permitirá trabalhar em torno de temas que a associação considera fundamentais na atualidade: transição digital, transição energética, economia circular, captação e requalificação de talento e o apoio às empresas, no sentido da internacionalização e exportação.A transferência de conhecimento entre Universidades, centros de investigação e empresas, através da dinamização de cursos que correspondam às necessidades das empresas da região é uma das primeiras medidas a levar a cabo pela associação."Criar a marca do Minho como uma região inovadora, trabalhar para que a mesma seja ainda mais reconhecida a nível internacional e promover o networking e a partilha de experiências e conhecimento é o que pretendemos para os próximos tempos", afirma Ricardo Costa.O plano de ação da AEMinho respeita a promoção e defesa de valores fundamentais, como a ética empresarial, a solidariedade empresarial e social, o respeito pessoal e institucional, a transparência económica, o respeito e a defesa do meio ambiente e a perceção da diversidade, enquanto promotor de desenvolvimento. 

Indústria

4 JUN. 2021

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Correio do Minho: "AEMinho avança com pedido de adesão à CIP"

Correio do Minho: "AEMinho avança com pedido de adesão à CIP"

Pedido formal segue após a assembleia-geral constituinte, mas a comissão instaladora já se reuniu com a Confederação Empresarial de Portugal.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vai formalizar o pedido de adesão à Confederação Empresarial de Portugal (CIP) após a assembleia-geral constituinte que terá lugar a 28 de Maio. A notícia foi avançada pela recém-criada associação do Minho, cuja comissão instaladora é presidida pelo empresário Ricardo Costa.A AEMinho reuniu já na passada semana com a CIP, naquela que foi a sua primeira reunião institucional. Conhecer melhor a maior e mais representativa estrutura associativa empresarial nacional - sendo a voz de mais de 150 mil empresas -, enquadrar os motivos que levaram à criação da associação empresarial do Minho e reflectir sobre o movimento associação em Portugal, com especial incidência na região do Minho foram os objectivos desta reunião que contou a participação de Ricardo Costa (presidente da Comissão Instaladora da AEMinho), Gonçalo Pimenta de Castro (vice-presidente), António Saraiva (presidente da CIP) e Pedro Mota Soares (vice-presidente da CIP). “Esta reunião culminou com a certeza de que a AEMinho será associada da CIP”, refere a associação minhota em comunicado.Para Ricardo Costa, a adesão da AEMinho à CIP é considerada fundamental. “Antes de mais, quero realçar e agradecer a forma como fomos recebidos. Congratulamo-nos pelo facto de o presidente da CIP ter dado os parabéns à iniciativa da constituição da AEMinho e ter manifestado todo o apoio a este movi- mento associativo que vem representar as médias e grandes empresas do sector industrial e tecnológico da região do Minho Para a AEMinho, considero que é fundamental aderir à CIP e ter uma voz activa em representação da iniciativa empresarial da nossa região”, conclui.

Indústria

8 ABR. 2021

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Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho com foco na indústria e tecnologia"

Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho com foco na indústria e tecnologia"

AEMinho quer ocupar o espaço deixado vago com o fim da Associação Industrial do Minho. Nova associação já se apresentou e elege os primeiros dirigentes no mês de Maio.No dia 28 de Maio realiza-se a assembleia constituinte da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), projecto que tem estado a ser maturado desde 2018 e que pretende agregar as principais empresas da região, nomeadamente as dos sectores industrial e tecnológico.O empresário bracarense Ricardo Costa, o presidente da comissão instaladora da AEMinho e, seguramente, o primeiro presidente da direcção a eleger em finais de Maio, entende que a nova associação faz sentido “porque há um espaço por ocupar”, com a falência da Associação Industrial do Minho, e “objectivos estratégicos para a região” a defender, nomeadamente a reclamação de mais apoios ao tecido empresarial.“Não temos nenhuma associação empresarial com a abrangência territorial do Minho e focada nos sectores industrial e tecnológico”, alega Ricardo Costa ao Correio do Minho.Em comunicado, os promotores da AEMinho destacam que a nova associação, que ficará sediada nas instalações do Instituto Politécnico do Cávado e Ave, em Braga, reúne “um painel de empresários envolvidos na promoção de áreas como tecnologia (da electrónica à segurança), ambiente (da água e energia à floresta), equipamentos (metalomecânica), construção, moda (do têxtil ao calçado), turismo (da hotelaria à restauração), automóvel energia e agroalimentar”.O facto de o sector do comércio não fazer parte do foco de preocupações da nova associação é justificado por Ricardo Costa por já estar representado por várias associações de âmbito concelhio.Esperam os promotores da AEMinho que esta dinamize “actividades, programas, plataformas e redes que facilitem a transição energética e a transição digital, assim como promovam a participação activa em processos de internacionalização das empresas da região”.Pretendem também “que a AEMinho seja representativa da região em termos geográficos, sectoriais e económicos” e que promova “a divulgação da informação, especialmente a de interesse para a região e para a actividade empresarial, como forma de facilitar a identificação de oportunidades e das melhores estratégias para a sua abordagem”.A colaboração com instituições de ensino e de investigação da região, assim como a contribuição activa para a captação e fixação de talentos na região são também pilares relevantes”, acrescentam.“Teremos um estilo nórdico de actuação”, antevê o presidente da AEMinho, considerando essencial a criação de “plataformas para a partilha de experiências e informação” entre os empresários, utilizando as ferramentas digitais. Esse ‘networking’ é entendido como mais do que a criação de grandes estruturas físicas.

Indústria

1 ABR. 2021

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