Notícias

Atualidade empresarial

imagem blog destaque

Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Internacionalização

9 MAR. 2026

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

Ler mais
Jornal Eco: "Empresários entregam “programa de governo” ao novo ministro da Economia"

Jornal Eco: "Empresários entregam “programa de governo” ao novo ministro da Economia"

Empresários esperam que António Costa Silva seja “o advogado das empresas” nas reuniões do Conselho de Ministros e mostram ao ECO o caderno de encargos para o sucessor de Siza Vieira na Horta Seca.Os empresários e gestores portugueses não poupam elogios a Pedro Siza Vieira na hora da saída, mas estão confiantes para o início do mandato de António Costa Silva, ex-gestor da Partex, que aos 70 anos chega a ministro da Economia. Do financiamento da inovação à atração de recursos humanos, passando pela fiscalidade e pela desburocratização da máquina do Estado, confira as prioridades definidas pelos líderes empresariais ouvidos pelo ECO.Conhecido por “senhor PRR” (Plano de Recuperação e Resiliência), dado ter sido ele a definir a visão estratégica deste documento, Costa Silva ganhou protagonismo no início da pandemia pela mão do primeiro-ministro, que viria a nomeá-lo presidente da comissão de acompanhamento desse programa. A partir desta tarde, já empossado por Marcelo, será de dentro do Executivo que poderá ajudar a executar a “bazuca” e outras políticas que defendeu na praça pública nos últimos anos.“Não vai ter uma tarefa fácil a substituir Pedro Siza Vieira, que tinha uma ligação grande com as empresas, uma visão para a economia em geral e era um dos valores acrescentados do governo anterior”, reconhece Carlos Ribas, responsável da Bosch em Portugal, aconselhando o novo governante a “olhar fortemente para a área da investigação e desenvolvimento” (I&D), para que Portugal seja “um país de conhecimento, inovador e que traz soluções para o mundo”, sobretudo no setor industrial e das tecnologias.Em declarações ao ECO, o engenheiro que lidera as operações portuguesas da multinacional alemã e que tem projetos de inovação no Minho ou com a academia do Porto na condução autónoma defende que o novo ministro continue a “fomentar as parcerias entre as universidades e as empresas”, intervindo ao nível do financiamento, mas também da auditoria e controlo, com o envolvimento da AICEP, da Agência de Inovação (ANI) e do próprio Ministério.Outro ponto relevante apontado por Carlos Ribas é a celeridade na aprovação dos contratos e dos projetos. “Por norma, esses processos de validação são demorados. E têm de ser muito mais célere porque a inovação é o momento. Algo que hoje é um processo ou produto inovador, se demorar um ano na aprovação, [no final desse prazo] outros já o terão posto no mercado”, contextualiza o porta-voz da Bosch, que tem fábricas em Braga, Ovar e Aveiro.Já para o CEO e cofundador da Critical Manufacturing, a escolha de António Costa Silva é “o corolário lógico de ter sido o pai do Plano de Recuperação e Resiliência”, embora assinale que “não deixa de ser curioso o facto de ter um reconhecido conhecimento sobre o setor energético, mas não contar com a pasta da Energia neste Ministério”.O novo membro do Governo “terá de provar que foram infundadas as críticas” ao PRR por ser “demasiadamente orientado para o setor público” e também, insiste Francisco Almada Lobo, que “há outras ideias para a economia, além do investimento público, e que passem por dotar o país de condições para que as suas empresas sejam competitivas nos mercados globais, atuando nas áreas de simplificação burocrática, competitividade fiscal e laboral”."Terá de provar que há outras ideias para a economia, além do investimento público, e que passem por (…) atuar nas áreas de simplificação burocrática, competitividade fiscal e laboral."Francisco Almada LoboCEO e cofundador da Critical ManufacturingPor outro lado, o desejo dos industriais da metalurgia e metalomecânica, os mais exportadores da economia nacional, é que Costa Silva “venha a ser um advogado das empresas no seio do conselho de ministros, capaz de enfrentar com sucesso não só os habituais bloqueios do Ministério das Finanças, como também as reservas e desconfianças que uma parte da máquina do Estado persiste votar à atividade privada”.Às prioridades no “curtíssimo prazo” do lay-off simplificado e dos apoios diretos às empresas para enfrentarem os aumentos de preço na energia e nas matérias-primas, Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP, soma medidas para a legislatura como a “aposta estrutural nas tecnologias de produção e de informação como base estruturante da economia” ou a “assunção da liderança do processo de requalificação dos portugueses”."O ministro tem de perceber o drama que é hoje para uma empresa portuguesa contratar e atrair pessoas, agilizando processos e a identificação de cidadãos estrangeiros que possam aqui fixar-se e colmatar essa falha."Ricardo CostaPresidente da Associação Empresarial do Minho e CEO do Grupo Bernardo da CostaTambém Ricardo Costa, presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), pede ao novo ministro para intervir na política energética com “medidas concretas que impliquem uma redução efetiva dos custos e não com medidas compensatórias ou de mecanismos financeiros”. Mas igualmente ao nível da atração de talento, percebendo o “drama” das empresas nacionais na contratação e atuando em duas dimensões imediatas.A primeira tem a ver com a escassez, “agilizando processos e identificação de cidadãos estrangeiros que possam aqui fixar-se e colmatar essa falha”, assim como enquadrar melhor a formação com a oferta do mercado de trabalho. “Ao mesmo tempo é fundamental perceber o custo do trabalho em termos de carga fiscal e entendê-lo como um fator de subdesenvolvimento, pela disparidade entre os custos de trabalho para as empresas e os valores que depois os trabalhadores efetivamente recebem”, completa o também CEO do Grupo Bernardo da Costa.De Braga para Estarreja, Miguel Carvalho repete o foco na formação profissional e nas escolas técnicas, com o administrador da centenária Adico, a mais antiga empresa de mobiliário metálico do país, a sustentar que a solução pode passar pelo “conceito das empresas/escolas com a defesa e promoção do conhecimento das profissões de serralharia, torneiros, carpinteiros, pintores, entre muitas outras, sustentado nas práticas quotidianas das empresas”.O líder da histórica empresa fundada por Adelino Dias Costa, que exporta 30% da produção para países como França, Espanha, Malta, Bélgica, Itália, Japão, Coreia do Sul e EUA, quer que os apoios do PRR cheguem “mais diretamente às empresas e não com a visão de associativismo” e sublinha que a carga fiscal “continua a inibir o empreendedorismo e o investimento”, apontando o dedo às taxas “altamente penalizadoras” no IVA, IRS e Segurança Social.A partir de Baião, onde está sediada a Vialsil, Paulo Portela faz questão de começar por agradecer a Pedro Siza Vieira pela “dedicação que teve com as empresas”, pedindo ao sucessor que não se esqueça das PME. “Sejam do litoral ou do interior, todas são importantes, fundamentalmente as que pagam impostos, criam riqueza e postos de trabalho”, acrescenta. O administrador desta empresa especializada na área das vias de comunicação, que fornece estruturas metálicas, barreiras acústicas, painéis de sinalização ou rails de segurança, sugere que Costa Silva “trabalhe com as empresas para que consigam, bem lideradas, seguir em frente e ultrapassar as dificuldades”.“A questão do IVA de caixa seria importante para a tesouraria das empresas e é algo de que já se fala há muitos anos. E a agilização dos processos de aprovação dos projetos ligados ao PRR, bem como o acesso a informação sobre os mesmos”, prioriza Pedro Araújo. O CEO da Brandit, uma agência digital de Barcelos que emprega 16 pessoas e fatura perto de um milhão de euros, salienta, por outro lado, o facto de o Ministério englobar também a pasta do mar, para onde foi recrutado o ex-autarca de Viana do Castelo, “devido à dimensão e sentido de expansão” da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal.Mais indústria, menos taxas e papelO aumento exponencial dos preços da energia que “vão trazer-nos limitações a curto e médio prazo na produção” e a subida dos custos e a escassez de materiais para a embalagem dos vinhos, desde as garrafas ao papel, é uma preocupação do diretor-geral da alentejana Herdade do Rocim, alargada a todos os empresários. De resto, quanto ao nome de Costa Silva, Pedro Ribeiro apresenta-o como “um empresário com larga experiência, [que] por isso está consciente que a saúde económica do país passa pela saúde das empresas”.Já o apelo da Associação Empresarial de Portugal (AEP) vai para a formação de uma espécie de “task force interministerial” para corrigir debilidades estruturais e eliminar custos de contexto. Sendo que na lista de afazeres do novo ministro deve estar “a valorização da indústria (…), pelo elevado potencial de inovação e de efeito de arrastamento em vários setores, a montante e a jusante”. “A prioridade deverá ser a reindustrialização. O caminho deverá passar pela criação de condições que tornem efetivamente as empresas portuguesas competitivas”, concorda Óscar Neto, presidente do Grupo MSTN, que detém a marca Mistolin.Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), reconheceu à Lusa que “quem entra para o Ministério da Economia numa fase destas vai ter uma tarefa hercúlea”. “Porque as empresas vão precisar, acima de tudo, de quem as ajude a agilizar e a retirar dificuldades burocráticas, a anular processos, a agilizar procedimentos e a eliminar os custos de contexto são gerados pela burocracia, para que as coisas possam fluir de uma forma muito mais rápida”, sustenta o dirigente associativo."A reforma fiscal é fundamental para permitir às empresas investirem de forma adequada, não entregando ao Estado dinheiro ganho pelos contribuintes e que o Governo esbanja em investimentos sem interesse."Luís AranhaCEO da Mike Davis“Acreditamos que a nomeação de António Costa Silva, enquanto nome escolhido para assumir a pasta do Ministério da Economia, está alinhada com o pensamento de elevação e apoio da economia do país, sobretudo depois do contexto exigente que vivemos nos últimos anos. Que a sua experiência e competência, outrora relevada no papel fundamental que desempenhou no desenvolvimento do PRR, permita que todos cresçam de forma mais sustentada possível, sobretudo as empresas que são 100% portuguesas”, diz Celso Lascasas, fundador da empresa de mobiliário Laskasas, sediada em Paredes.Menos confiante está Luís Aranha, CEO da Mike Davis, que na semana passada ouviu “com alguma tristeza, mas sem surpresa os nomes dos ministros da Economia e das Finanças”. O empresário do ramo do vestuário entende que a reforma fiscal é o elemento fundamental para “dar uma vida nova à economia, melhorando o rendimento da classe média e permitindo às empresas investirem de forma adequada, não entregando ao Estado dinheiro ganho pelos contribuintes e que o Governo esbanja em investimentos sem interesse”.

Governança

30 MAR. 2022

Ler mais
Correio do Minho: "AEMinho preocupada com subida dos custos de energia e preço dos combustíveis"

Correio do Minho: "AEMinho preocupada com subida dos custos de energia e preço dos combustíveis"

Associação Empresarial apela ao Governo para que crie a avance com medidas de apoio que verdadeiramente ajudem os empresários a responder e até suportar estes constantes aumentos.A Associação Empresarial do Minho afirmou-se ontem, através de comunicado enviado às redacções, extremamente preocupada enquanto assiste ao aumento exponencial dos preços da energia e dos combustíveis.“Temos assistido, desde Junho de 2021 até ao dia de hoje, a um aumento de 400% do preço do Kwh, que passou de 0,065€/ kwh em Junho de 2021 para 0,25€/Kwh em Fevereiro de 2022. Este aumento representa uma ameaça gravíssima ao tecido empresarial português e põe em causa não só a sustentabilidade de muitos negócios e empresas, como também a estabilidade de preços e a consequente perda de competitividade das empresas portuguesas”, refere comunicado enviado pela direcção da associação minhota às redacções.“Se adicionarmos a isto a oscilação imprevisível dos preços dos combustíveis, percebemos que o cerco energético ao sistema produtivo nacional é grave, preocupante, com consequências imprevisíveis e cuja dimensão poderá ter enorme impacto económico e social”, continuam os dirigentes, para logo apelarem à tomada de acções por parte do Governo - “Este é o tempo de termos acções concretas e estruturadas ao nível governamental que não passem por mera maquilhagem político-económica. As empresas não precisam de linhas de crédito para compensar estes aumentos, o endividamento também não gera por si só riqueza ou valor acrescentado e não é um elemento que seja fundamental no processo de posicionamento nos mercados em termos de competitividade. E se já não é per si, também não o é quando a linha de apoio criada oferece condições que se conseguem no mercado financeiro sem a intervenção do Estado”.Para a direcção da Associação Empresarial do Minho, neste momento, o que o país precisa é de uma “reforma fiscal séria e ponderada”. As empresas não pedem a diminuição dos impostos sobre os lucros, pedem uma diminuição dos impostos sobre os factores produtivos, os recursos necessários para que o sistema produtivo funcione e seja eficiente. Pedem também um alívio da carga fiscal sobre o recurso mais valioso que existe: os recursos humanos.“Os impostos sobre o trabalho em Portugal tornam a tarefa de elevar o nível de remunerações hercúlea. As empresas gastam imenso para que os trabalhadores recebam pouco, por vezes menos de metade do valor que de facto custam”, revela o comunicado produzido pela associação empresarial minhota.“Esta ideia de engrossar a máquina do Estado que não gera riqueza à custa do aumento de impostos e do aproveitamento fis- cal das vicissitudes da conjuntura internacional que vivemos é não só errada do ponto de vista estratégico, como também cria uma entropia no desenvolvimento das empresas, cujos custos e consequências serão muito relevantes e com influência directa da vida de todos os portugueses”, afirmam ainda os responsáveis da associação.

Governança

18 MAR. 2022

Ler mais
Jornal O Minho: "AEMinho pede "responsabilidade" aos políticos e lembra "fase fundamental do PRR"

Jornal O Minho: "AEMinho pede "responsabilidade" aos políticos e lembra "fase fundamental do PRR"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) pediu hoje aos órgãos do Estado e "diversos atores da cena política" sentido de responsabilidade", de forma a não impactar o funcionamento dos programas de apoio em curso, sobretudo o Plano de Revitalização e Resiliência. Em comunicado enviado a O MINHO, o presidente da associação, Ricardo Costa, considera "normal" este cenário político em que Portugal se encontra, depois do chumbo do Orçamento do Estado, esta quarta-feira, no Parlamento, mas recorda que é necessário manter o funcionamento da economia dependente do Estado."Lembramos que estamos a entrar numa fase fundamental do PRR e restantes programas europeus, e que a vida política portuguesa não pode nunca pôr em causa estes programas tão estruturais para a nossa economia. Não podemos acrescentar às debilidades identificadas no processo de materialização dos mesmos uma irresponsabilidade política que prejudique a sua execução", considera.O empresário defende que "este é o momento em que os agentes políticos têm a obrigação de demonstrarem a razão de ser da sua existência, ou seja, encontrar formas e soluções que viabilizem o país, que não estanquem o desenvolvimento económico de forma a não porem em causa as empresas e os empregos, bem como todos os serviços, nomeadamente saúde, assistência social, educação e segurança"."Estamos certos de que os empresários do Minho, assim como os demais empresários portugueses, saberão como sempre souberam estar à altura das suas responsabilidades. Esperamos exatamente o mesmo dos nossos agentes políticos", concluíu.O Parlamento chumbou o Orçamento do Estado proposto pelo Governo com 108 votos a favor (PS) votos, 117 contra (PSD, Chega, IL, CDS, PCP, PEV e Bloco de Esquerda) e cinco abstenções (PAN, Cristina Rodrigues e Joacine Moreira).Quase todos os deputados de direita falaram na "morte da geringonça", com Adão Silva, do PSD, a ironizar com um "paz à sua alma". Catarina Martins, do BE, colocou o "último prego no caixão", anunciando o voto contra, dando como encerrada a união de esquerda que iniciou em 2015.Já António Costa mostrou-se desiludido com os partidos de esquerda, mas valorizou os "quase seis anos" da união, classificando-a como "mais duradoura" que as alianças dos partidos de direita desde o 25 de Abril.Marcelo Rebelo de Sousa vai ouvir os partidos e deverá convocar eleições antecipadas para janeiro de 2022. Notícia de 27 de Outubro de 2021

Governança

27 OUT. 2021

Ler mais
Braga TV: "Iniciativa Liberal Braga quer assumir "novo modelo de governação municipal"

Braga TV: "Iniciativa Liberal Braga quer assumir "novo modelo de governação municipal"

Uma comitiva de Iniciativa Liberal, liderada pelo presidente do partido João Cotrim Figueiredo e pela candidata à Câmara Municipal de Braga Olga Baptista, reuniu com a Associação Empresarial do Minho (AEMinho), tendo sido recebida pelos dirigentes Ramiro Brito, Ricardo Salgado e Margarida Rossi."Na agenda da visita estiveram não só as preocupações e os projectos que uniram um representativo número de empresários minhotos na recém-criada AEMinho, mas também o PRR e, sobretudo, a adoção pelos municípios de estratégias concertadas, ao nível supra-municipal e regional, para fazer face às necessidades do tecido empresarial do Minho", refere a Iniciativa Liberal.De acordo com a candidatura da Iniciativa Liberal, "tratou-se de uma reunião muito produtiva e satisfatória, da qual sobressaiu a necessidade de as autárquicas se associarem entre si e com as associações, empresas e outras instituições, de forma a pensarem em conjunto uma nova geração de políticas públicas integradas e pensadas à escala regional".Olga Baptista e João Cotrim Figueiredo aproveitaram a oportunidade para divulgar alguns conteúdos do programa liberal para Braga, com particular ênfase na proposta para que "Braga assuma a liderança na criação e concessão de novas linhas de transportes públicos intermodais à escala regional e na definição de políticas concertadas de acolhimento a trabalhadores imigrantes, que cada vez mais serão chamados a suprir necessidades das empresas".Tendo a reunião sido realizada no pólo do IPCA, local onde está localizada a sede da AEMinho, foi também abordado o papel da Câmara Municipal de Braga para "potenciar a criação de novas respostas às necessidades das empresas ao nível do ensino técnico e profissional", tendo a candidatura Iniciativa Liberal ouvido e acolhido propostas da AEMinho "para que a Câmara possa, em articulação com as empresas e as instituições de ensino, implementar programas educativos de divulgação das carreiras técnicas e profissionais, cada vez mais procuradas e valorizadas no mercado laboral".Ainda dentro da lógica de "assumir um novo modelo de governação municipal e de colocar no centro do debate novas competências e preocupações que devem ser assumidas pelas autarquias", a candidata Olga Baptista divulgou a proposta do seguro municipal de saúde, que visa "dar uma resposta local às lista de espera na saúde e permitir maior liberdade de escolha, tendo defendido que uma Câmara do século XXI deve, cada vez mais, olhar para as áreas de actuação em que pode complementar as políticas do Estado Central, com a saúde e a educação".Por seu turno, João Cotrim Figueiredo sublinhou a "satisfação dos liberais pela visão de desenvolvimento empresarial representada pela AEMinho", tendo ainda manifestado o "desejo de aprofundar o diálogo com a AEMinho num futuro próximo".

Governança

22 SET. 2021

Ler mais
Braga TV: "Ricardo Silva afirma que crescimento de Braga "carece de políticas de acolhimento"

Braga TV: "Ricardo Silva afirma que crescimento de Braga "carece de políticas de acolhimento"

Ricardo Silva, candidato independente à Junta de São Victor, em Braga, visitou a Associação Empresarial do Minho (AEMinho), tendo sido recebido pelos dirigentes Ricardo Costa, Ramiro Brito e Margarida Rossi.Esta visita visou "perceber quais os desafios que o tecido empresarial vive, atualmente, com a Covid-19 e de que forma a Junta de Freguesia de São Victor pode auxiliar os empresários no estímulo dos seus negócios".Para o presidente da AEMinho, Ricardo Costa, "nesta fase importa apostar em políticas  de requalificação das competências pessoais e criar condições para acolher cidadãos que venham a residir na cidade de Braga, em geral e na freguesia de São Victor, em particular".Segundo o presidente da AEMinho, "em 2020, em ano Covid, as 28 empresas embaixadoras da região apresentaram uma taxa de crescimento nas suas áreas de atividades, contudo, muitas dessas empresas começam a ter problemas na mão-de-obra devido à baixa qualificação profissional para determinadas áreas e setores de atividade, o que obriga a 'importar' recursos humanos de outros pontos do mundo". Assim, para o dirigente Ricardo Costa, as "políticas autárquicas podem não conseguir resolver o problema de fundo, mas podem ter um papel fundamental na resolução do mesmo". Na questão da importação de quadros qualificados, ambos os dirigentes preconizam que "Portugal tem que ser suficientemente cativador e atrativo para fixar mão-de-obra estrangeira e que ajude a potenciar o desenvolvimento do nosso país". Para que isso aconteça, os dirigentes da AEMinho advogam "melhor qualidade de vida para os novos residentes estrangeiros, apostando, desde logo, em habitação acessível, uma boa oferta escolar e uma dinâmica inclusiva sustentada pela iniciativa cultural".Para Ricardo Costa e para Ramiro Brito, "torna-se muito importante reorganizar o ensino e a mentalidade das famílias, pois o mundo do trabalho está em franca mudança, pelo que em Portugal temos de acompanhar estes novos tempos". Os dirigentes dera, como exemplo, "a questão de trabalhadores estrangeiros que vêm para Portugal com as famílias e têm dificuldade em colocar os filhos na escola pública. Mas, mesmo quando conseguem, têm uma barreira linguística que dificulta o processo de aprendizagem, o que conduz à desmotivação dos quadros profissionais, que assim pensam em regressar ao seu país de origem, descapitalizando as empresas e dificultando o desenvolvimento das mesmas".Para o candidato Ricardo Silva, "uma das medidas que urge implementar, e que vem na linha do que tem defendido, é a criação de um Gabinete de Apoio ao Imigrante. Este gabinete poderá ser um facilitador na inclusão social e cultural, acompanhando a pessoa imigrante no conhecimento da dimensão legal, apoiando em assuntos como adquirir o número de contribuinte, o título de residência, o cartão de saúde, entre outras necessidades. Mas este Gabinete poderá fomentar visitas guiadas a locais emblemáticos de Braga e da Freguesia de São Victor, sobretudo orientadas em inglês, para um maior conhecimento da identidade local, sustentada nos usos e costumes tradicionais".A par destas iniciativas, a equipa de Ricardo Silva pretende lançar um Manual de Boas-Vindas ao Imigrante, dando a conhecer os primeiros passos da estadia em Braga e na freguesia de São Victor. Neste manual constarão parcerias com agências imobiliárias, para um maior conhecimento do mercado habitacional e dos preços praticados, bem como a localização das escolas, equipamentos de lazer, de desporto e de cultura.Ricardo Silva, que nesta visita se fez acompanhar por Vitor Teixeira e por Diogo Sá, ambos empresários, também manifestou a sua "preocupação" com a segurança, no caso de "não se apostar nas boas políticas de inclusão social". Por isso, Ricardo Silva pretende, de futuro, "estreitar os laços com a Associação Empresarial do Minho, sobretudo ao nível da realização da Feira do Emprego, de forma a estimular a empregabilidade e o desenvolvimento profissional dos habitantes de São Victor".

Governança

12 SET. 2021

Ler mais