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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

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19 MAR. 2026

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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PressNET: Ramiro Brito destaca papel estratégico do Minho após Cimeira da Indústria em Braga

PressNET: Ramiro Brito destaca papel estratégico do Minho após Cimeira da Indústria em Braga

Presidente da AEMinho considera que a região reúne condições para liderar criação de valor e reforçar competitividade industrial nacionalCimeira da Indústria reuniu empresários, Governo e academia em BragaO Theatro Circo recebeu esta terça-feira a Cimeira da Indústria, iniciativa promovida pela AEMinho que juntou responsáveis governamentais, empresários, académicos e representantes institucionais para discutir os principais desafios e oportunidades do setor industrial.O evento contou com a presença do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias.Ramiro Brito destaca importância do Minho na economia nacionalNo balanço da iniciativa, o presidente da AEMinho, Ramiro Brito, considerou que a cimeira demonstrou o peso crescente do Minho na estratégia económica do país.Segundo o dirigente, o encontro serviu para afirmar a região como um território com forte capacidade industrial, potencial exportador e condições favoráveis ao investimento e inovação.Reforma do Estado vista como fator essencialRamiro Brito valorizou ainda a visão do Governo relativamente à reforma do Estado, defendendo uma administração pública mais eficiente e menos burocrática.O responsável empresarial considera que o Estado deve deixar de ser um elemento de bloqueio nos processos administrativos e assumir um papel mais facilitador para empresas e investidores.Especialização industrial apontada como caminho estratégicoPara o presidente da AEMinho, o futuro da indústria portuguesa passa pela especialização e pela criação de valor acrescentado, aproveitando as características geográficas e geopolíticas do país.Ramiro Brito acredita que Portugal, e em particular o Minho, reúne condições para desenvolver uma estratégia económica mais eficiente e competitiva nos mercados internacionais.Braga destacada pelo crescimento económicoDurante a cimeira, o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, destacou os indicadores económicos alcançados pelo concelho nos últimos anos.Entre os números apresentados estiveram a criação de mais de 30 mil postos de trabalho na última década e os 3,4 mil milhões de euros em exportações registados em 2024.Retenção de talento e qualidade de vida como prioridadeRamiro Brito sublinhou também a necessidade de fixar talento humano na região, apontando Braga como uma cidade com condições habitacionais atrativas e capacidade para combinar qualidade de vida urbana com forte atividade industrial.A iniciativa serviu igualmente para assinalar o quinto aniversário da AEMinho, num momento considerado simbólico para o tecido empresarial da região minhota.Veja a notícia AQUI

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27 MAI. 2026

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RUM: AEMinho cresceu em associados e reforçou atividade em 2025

RUM: AEMinho cresceu em associados e reforçou atividade em 2025

De acordo com Ramiro Brito, presidente da direção, estes resultados são o reflexo do trabalho ativo e "inexcedível" da equipa, mas principalmente da confiança que os empresários minhotos depositam na associação.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) fechou 2025 em alta. O Relatório e Contas, apresentado esta quarta-feira, revelou um aumento de cerca de 6% no número de associados, totalizando 249, e um reforço significativo das atividades dinamizadas em relação ao ano anterior. Com uma autonomia financeira de 88%, a associação empresarial fechou o ano com um saldo positivo superior a 80 mil euros.De acordo com Ramiro Brito, presidente da direção, estes resultados são o reflexo do trabalho ativo e “inexcedível” da equipa, mas principalmente da confiança que os empresários minhotos depositam na associação.Este é, aliás, o primeiro motivo que o responsável aponta como fator de crescimento.“Além do resultado financeiro, isto é o retrato da confiança que as empresas do Minho depositam na associação, na medida em que são elas que a financiam. É muito bom para nós, chegarmos agora quase ao nosso quinto aniversário e perceber, que há uma relação de confiança nesta comunidade empresarial do Minho, que tem vindo a crescer, que se tem vindo a consolidar e que está espelhada nesses resultados”.Segundo o dirigente, esta confiança reflete-se igualmente no crescimento significativo das iniciativas dinamizadas pela associação – de 140 em 2024, para 170 em 2025.Um recorde que Ramiro Brito diz não servir para ocupar calendário, mas para corresponder à grande adesão dos associados, que têm superado as expectativas na participação. De acordo com o relatório, em 2025 a associação dinamizou 22 webinars e 25 eventos de networking, incluindo a habitual gala solidária e o evento de comemoração do 4º aniversário da associação.“Nós temos tido de facto uma adesão muito grande da comunidade empresarial e de todo o ecossistema que existe à volta das empresas. E é isso que justifica o aumento de iniciativas, ou seja, muitas dessas iniciativas são desdobragens, modelos novos, de iniciativas originais para permitir esse acesso”.Ainda que o saldo positivo seja um sinal forte da “solidez financeira” da associação, Ramiro Brito acredita que a sua potencialização, no sentido de “criar mais e melhores iniciativas”, é o legado que pretende marcar.Não só ele, mas toda a equipa da AEMinho e em especial o grupo de quatro pessoas que “fazem todas as ideias, por mais arrojadas que sejam, acontecer”, insiste.Cimeira da Indústria será “um grande ponto de encontro dos empresários”A 26 de maio, o Theatro Circo acolhe a Cimeira da Indústria, uma iniciativa da AEMinho em parceria com o Observador que pretende ser “um ponto de contacto, de discussão do presente e do futuro das empresas do Minho e do país”. Em simultâneo, a AEMinho celebrará o seu quinto aniversário.O primeiro-ministro, Luís Montenegro, o ministro-adjunto e da reforma do Estado, Gonçalo Matias, o ex-presidente da Câmara Municipal do Porto e atual embaixador de Portugal na OCDE, Rui Moreira, e o presidente da Associação Business Roundtable Portugal (BRT), Carlos Moreira da Silva, são alguns dos oradores confirmados, aos quais se irão juntar outras figuras de relevo no setor.De acordo com o dirigente, este é só mais um exemplo de como a associação empresarial pode “contribuir de uma forma cada vez mais efetiva e real para o debate, para a evolução da economia e para o desenvolvimento das empresas”.“É muito importante para nós que os empresários da AEMinho se sintam representados nela e este relatório, estes resultados, mostram muito essa ligação. Existe hoje uma ligação efetiva da comunidade empresarial à associação porque se revêem naquilo que a AEMinho faz”.Veja a notícia AQUI

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30 ABR. 2026

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TSF: Minho entra na "onda" dos pedidos de simplificação fiscal e mais renováveis

TSF: Minho entra na "onda" dos pedidos de simplificação fiscal e mais renováveis

A Associação Empresarial do Minho identificada os cinco principais constrangimentos na atividade económica e pede a intervenção de Governo e partidos políticos, depois de ser recebida por diversos grupos parlamentares, à exceção do Livre, PCP e BEA Associação Empresarial do Minho pede um regime fiscal mais simples e previsível para as empresas, a redução da carga fiscal sobre o trabalho, a qualificação de trabalhadores mais adaptada às necessidades do mercado e o combate à ineficiência da administração pública.Para a Associação Empresarial do Minho, para haver empresas mais competitivas o seu regime fiscal tem de mudar, pois considera que o país tem uma arquitetura fiscal completamente desincentivadora do investimento e penalizadora do crescimento.Nesse sentido, elaborou um pacote de medidas concretas que já apresentou a vários grupos parlamentares: a começar pela criação de um regime fiscal simplificado que permita reduzir a tributação sobre o trabalho e sobre os resultados reinvestidos, por acreditar que só com menos impostos sobre o trabalho e um sistema de estabilidade fiscal plurianual, os empresários conseguem lidar com um clima económico baseado na incerteza.Para o presidente da Associação Empresarial do Minho, Ramiro Brito, o atual quadro penaliza não só os empresários portugueses como quem quer investir em Portugal, porque, considera, se deparam com um "pesadelo administrativo", o emaranhado de processos, procedimento ou redundâncias processuais que podem envolver 500 entidades e demorar dois anos a validar, tirando a vontade a quem tem dinheiro para investir no país.Por isso, propõe a criação de vias rápidas para projetos estratégicos, para tornar as empresas da região mais competitivas, e a aposta no ensino profissional, bem como o planeamento de vagas no ensino superior adaptadas às necessidades do mercado.O presidente da Associação Empresarial do Minho assegura também que foi uma das pessoas que felicitou o Governo por ter criado a pasta da reforma do Estado, por considerar que é preciso uma mudança na "máquina" pública face ao estado atual de "emergência nacional", defendendo que deve ser feita de forma transversal e abranger todas as áreas da ação estatal sobre os contribuintes."Nós temos uma administração pública claramente ineficiente e que normalmente não consegue garantir aquilo que é essencial, por exemplo, seja ao nível de licenciamentos, de justiça ou fiscalidade. Para a vida económica falta previsibilidade e agilidade", justifica.Para o lider daquela associação, é preciso definir princípios fundamentais e transversais e só depois estabelecer prioridades, mas também é preciso, no seu entender, "olhar com coragem para o próprio estatuto da função pública e perceber se está adequado aos tempos atuais, sem necessariamente retirar ou cortar direitos, mas sim reconfigurar esses direitos."A juntar aos desafios caseiros da economia portuguesa, o atual momento geopolítico internacional trás mais uma preocupação."Num mundo globalizado em que todos vivemos é preciso ter a perceção real da interdependência internacional das cadeias de fornecimento de produtos e até de serviços. E o conflito no Golfo Pérsico pode trazer escassez e, independentemente do seu rumo, já provocou impacto direto no aumento dos preços na cadeia de produção, logo vão refletir-se nos preços de venda aos consumidores", constata.Depois, aponta efeitos indiretos a médio prazo, como, por exemplo, no acesso ao crédito, uma vez que o próprio sistema bancário começa a ter receio de financiar a economia e qualquer financiamento vai incluir uma dose significativa de risco. E esse risco tem um custo que é pago pelo consumidor final. Até ao momento, não sabe qual vai ser o real impacto, se grande ou pequeno, nas empresas portuguesas.Ramiro Brito admite que o caminho da independência energética do país pode passar pela aposta nas energias renováveis e considera que se deveria aproveitar esta oportunidade, em que há uma consciência coletiva de que o país não pode ter o atual nível de exposição a produtos como o petróleo e gás. "E deveria pensar de uma forma muito estruturada, rápida e estratégica numa transformação a sério do nosso cenário energético em Portugal, para desenhar um futuro muito mais estável e muito mais promissor para a economia portuguesa", salienta.Numa altura em que a Europa promove a sustentabilidade dos negócios, recorda o posicionamento estratégico do país: "A nossa geolocalização revela a nossa relevância face ao resto do mundo, pela importância que o mar tem e, portanto, todas aquelas atividades económicas que estejam relacionadas com a economia do mar são extremamente relevantes para a economia do país e da região."O mar pode ser fonte de soluções estruturais, não só para a região do Minho, como para o resto do país, desde a produção de energia de fonte limpa à exploração industrial de bens para a medicina ou alimentação até à tecnológica - que viaja por cabos submarinos que ligam continentes."Ao nível da economia azul temos alguns projetos significativos, mas que estão ainda em fase embrionária, ou seja, estão ainda em fase de testes e são projetos-piloto interessantes, mas temos muito mais a fazer sobre isso. Mas ao nível dos cabos submarinos há um mundo por explorar", adianta.Ainda para o líder da Associação Empresarial do Minho, apesar do papel determinante das políticas do Governo central e das políticas europeias na criação de dinâmicas, é preciso criar consciência na própria comunidade empresarial da importância da economia azul.Nesse sentido, esta associação está a preparar uma conferência dedicada à indústria e um fórum dedicado às potencialidades das telecomunicações e do mar.Veja a notícia AQUI

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20 ABR. 2026

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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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19 MAR. 2026

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Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico.A necessidade de um Estado mais ágil e de processos administrativos mais rápidos foi o tema central do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).A sessão, que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, reuniu empresários da região para debater os bloqueios que ainda travam a eficiência da Administração Pública e apresentar soluções para acelerar o investimento e o crescimento económico.O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico. O responsável defendeu a importância de criar espaços de diálogo que permitam partilhar as dificuldades sentidas pelas empresas, conhecer as medidas já implementadas e discutir soluções para tornar o Estado mais ágil e eficiente.Durante a sessão, o ministro detalhou a estratégia do Governo, centrada na simplificação administrativa antes da digitalização, destacando projetos como o LicencIA, um sistema de licenciamento assistido por inteligência artificial que promete reduzir significativamente os tempos de aprovação de investimentos empresariais.Outro eixo da reforma passa pelo desenvolvimento de uma rede colaborativa entre organismos públicos e a criação de uma Estratégia Nacional de Data Centers, com vista a melhorar a gestão de dados e a apoiar soluções tecnológicas associadas à inteligência artificial.No plano organizacional, o Governo tem promovido a reestruturação de ministérios, eliminação de cargos dirigentes e redistribuição de recursos humanos, além de preparar uma Lei da Interoperabilidade da Administração Pública, que permitirá partilhar informação entre entidades e aplicar o princípio da “só uma vez” para cidadãos e empresas.O Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou ainda a necessidade de repensar a organização territorial do Minho e simplificar as várias camadas administrativas, tornando os processos de decisão mais rápidos e próximos das necessidades das empresas e das populações.O encontro reforçou a importância do diálogo entre empresas, instituições e Governo para acelerar a modernização do Estado, criar condições favoráveis ao investimento e tornar a Administração Pública mais eficiente e moderna.Veja a notícia AQUI

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12 MAR. 2026

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Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

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9 MAR. 2026

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Jornal O Minho: Empresários do Minho em busca de oportunidades de negócio em Marrocos

Jornal O Minho: Empresários do Minho em busca de oportunidades de negócio em Marrocos

Missão empresarial promovida pela AEMinhoCinco empresas do Minho estiveram, esta semana, em Marrocos, em busca de oportunidades de negócio. A Missão Empresarial a Marrocos, promovida pela Associação Empresarial do Minho, incluiu cerca de 30 reuniões.Em comunicado, a AEMinho explica que as reuniões realizaram-se em várias cidades de Marrocos — Casablanca, Tânger, Rabat e Marraquexe — permitindo às empresas contactar diretamente com potenciais parceiros, clientes e entidades institucionais, e conhecer de perto a dinâmica de diferentes polos económicos do país.Organizada em parceria com a CCISPM – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos, a missão arrancou com uma receção institucional pela ASMEX – Confederação Marroquina de Exportadores, onde foram debatidas as oportunidades do mercado marroquino, as possibilidades de colaboração entre empresas portuguesas e marroquinas e o reforço das relações comerciais bilaterais.“Durante os encontros institucionais, a AEMinho destacou igualmente Portugal como um destino competitivo, estável e estratégico para empresas marroquinas que pretendam expandir a sua presença na Europa”, salienta o comunicado.E acrescenta: “O programa incluiu ainda um almoço institucional com o presidente da ASMEX, Sr. Hassan Sentissi El Idrissi, momento que reforçou o compromisso mútuo de aprofundar as relações económicas entre os dois países”.No âmbito da missão, foi formalizada a assinatura de um protocolo de parceria estratégica entre a CCISPM e a ASMEX, assinado por Hassan Sentissi El Idrissi, Presidente da ASMEX, e José Maria Teixeira, Presidente da CCISPM.“O acordo visa intensificar os intercâmbios comerciais, promover investimentos bilaterais, facilitar a organização de missões empresariais e incentivar a partilha de informação”, salienta a AEMinho.Também foi ainda criação do Club Marrocos–Portugal, uma iniciativa destinada a coordenar ações conjuntas em benefício das empresas de ambos os países.“A missão ficou marcada por boas perspetivas de negócio para as empresas participantes e por uma excelente organização e realização de todo o programa da missão. Este momento representa mais um passo sólido no reforço da cooperação económica luso-marroquina”, conclui a AEMinho.Veja a notícia AQUI

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6 FEV. 2026

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Jornal ECO: Patrões do Minho apresentam plano de 400 milhões para responder a “choque das tarifas” no aço

Jornal ECO: Patrões do Minho apresentam plano de 400 milhões para responder a “choque das tarifas” no aço

A AEMinho entregou ao ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, um plano a três anos, para proteger a competitividade da indústria e proteger empregos, com impacto no PIB até 250 milhões.A Associação Empresarial ao Minho (AEMinho) apresentou ao ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, um plano de medidas de 400 milhões de euros para mitigar o impacto das novas tarifas sobre o aço na indústria portuguesa. Propostas visam proteger a competitividade do setor e entre 5.000 e 8.000 postos de trabalho, com um impacto estimado de até 250 milhões de euros no PIB num prazo de três anos.A associação aproveitou um encontro com o ministro e com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) para alertar o governante que a “revisão do regime europeu de defesa comercial e a implementação de novos instrumentos, designadamente tarifas agravadas sobre a importação de aço e o Mecanismo de Ajustamento Carbónico Fronteiriço (CBAM), irão traduzir-se num aumento significativo do custo do aço importado”, lembrando que a indústria nacional é “fortemente dependente de aço importado, além de operar em mercados internacionais altamente competitivos.Uma situação que, alerta a AEMinho, pode levar à perda de competitividade das exportações portuguesas, à compressão de margens e à redução de investimentos; ao adiamento de projetos estratégicos na área da energia, das infraestruturas ou dos transportes; e a uma maior vulnerabilidade das PME industriais.Para mitigar estes riscos, a entidade liderada por Ramiro Brito “propõe uma resposta nacional coordenada às novas tarifas europeias sobre o aço e ao mecanismo CBAM. Entre as medidas está uma linha de crédito bonificado; a majoração fiscal; vales de engenharia digital e IA; o programa “Menos Aço por Unidade de Produto”; incentivos à reciclagem; uma task force interministerial; e uma “representação ativa junto da UE”.Um pacote de medidas que, calcula a associação patronal minhota, terá um impacto de 414 milhões de euros para o Estado em três anos, prevendo mais de 830 milhões de euros de investimento privado mobilizado, a proteção de 5.000 a 8.000 empregos e um impacto acumulado no PIB entre 150 e 250 milhões de euros.“Por cerca de 400 milhões de euros em três anos conseguimos alavancar mais de 800 milhões de investimento privado, reduzir a exposição da indústria ao choque das tarifas sobre o aço, proteger milhares de postos de trabalho e reforçar a resiliência da nossa base exportadora, num contexto em que a UE está a endurecer as condições de acesso ao aço importado”, resume a AEMinho, em comunicado.Segundo a associação, partindo de um “multiplicador conservador de 1,4 para a indústria transformadora, este plano tem um impacto aproximado de 42 a 101 milhões de euros no PIB anual, o que se traduz em aproximadamente “150 a 250 milhões de euros de impacto acumulado em PIB adicional, face ao cenário sem intervenção”, em três anos.“Se se incluírem ainda projetos viabilizados (que de outro modo seriam adiados ou cancelados devido ao custo do aço), o impacto pode ser maior. Aí pode-se justificar cenários de 300–400 milhões de euros acumulados em PIB”, estima ainda a AEMinho.Mas como chegar a estes números? O plano de ação da associação divide-se em quatro eixos, num período temporal de três anos. Em primeiro lugar, as medidas devem procurar uma estabilização de custos e apoio de curto prazo, como uma linha de crédito com juros bonificados ou incentivos ao investimento.O segundo eixo tem como objetivo a redução estrutural da dependência de aço importado, procurando apoiar projetos que visem redesign de produtos e estruturas e atribuição de vales de engenharia digital.O terceiro eixo foca-se numa articulação com a política europeia de comércio e clima. E o quarto eixo na capacitação e apoio técnico às empresas.Para Ramiro Brito, “estas propostas são instrumentos concretos para garantir competitividade, proteger emprego e posicionar o Minho e o país na vanguarda da inovação, acompanhando e antecipando cenários que serão incontornáveis no futuro próximo”.“A ideia é sermos proativos e não reativos, por um lado, aproveitando as vantagens que a dimensão periférica da nossa economia pode ter no contexto marco económico europeu e mundial, tornando essa circunstância num fator de competitividade e interesse económico, por outro”, remata o presidente da AEMinho.Veja a notícia aqui

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18 NOV. 2025

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AEMinho: Produtividade é um tema “incontornável e estrutural” para as empresas

AEMinho: Produtividade é um tema “incontornável e estrutural” para as empresas

O presidente da AEMinho, Ramiro Brito, argumenta que o país vive "um contexto em que promover o crescimento das empresas é estrutural e obrigatório".A AEMinho promoveu esta quarta-feira um fórum dedicado ao tema da produtividade, o primeiro de vários eventos anuais que a associação que representa os patrões do Minho pretende organizar. Num evento organizado em colaboração com a Associação Business Roundtable Portugal (BRP), o presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou a relevância deste tema “incontornável e estrutural para a atividade empresarial e para a economia.”“Este é o primeiro de uma série de eventos anuais que pretendemos promover daqui em diante”, destacou Ramiro Brito, no discurso de abertura do Grow, um fórum dedicado ao tema da produtividade, que contou também com a parceria da PwC e da Deloitte e juntou empresários e vários especialistas para debater a importância da escala na produtividade, o impacto da IA e a importância fiscal na produtividade.Ramiro Brito justificou a importância deste evento, que decorreu esta quarta-feira na Reitoria da Universidade do Minho, com a necessidade de “criar consciência crítica e promover a difusão deste tipo de informação e conhecimento na comunidade empresarial é um fator essencial ao crescimento. Vivemos um contexto em que promover o crescimento das empresas é estrutural e obrigatório.”“Este é um tópico incontornável e estrutural para a atividade empresarial e para a economia”, reforçou.Veja aqui a notícia. 

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28 NOV. 2024

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