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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

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19 MAR. 2026

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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AEMinho faz balanço muito positivo e encorajador de missão empresarial ao Kosovo

AEMinho faz balanço muito positivo e encorajador de missão empresarial ao Kosovo

A AEMinho esteve em missão empresarial no Kosovo, a convite do Governo Kosovar, entre os dias 18 e 21 de Junho, representada pelo Presidente da Direção, Ramiro Brito, pelos vice-presidentes da comissão executiva Graciete Lima e Gonçalo Pimenta de Castro e pelo Presidente do Conselho Geral, Ricardo Costa. No âmbito desta missão, a delegação da AEMINHO, também participou no primeiro fórum económico Kosovo – Portugal.Foi assinado um protocolo de cooperação entre a AEMinho e a Câmara de Comércio do Kosovo, com o objetivo de estreitar relações entre as instituições, aproximando assim as regiões e os países.A comitiva desta missão e deste fórum que contou, alem dos empresários e dirigentes da AEMIHO acima mencionados, com diversos empresários de outras regiões do país, bem como com o autarca da cidade do Porto, Rui Moreira, efetuou diversas visitas e contactos na região, com empresários, universidades e com diversos elementos do Governo do Kosovo, como os ministros da economia, da agricultura, dos negócios estrangeiros, diversos elementos do parlamento, nomeadamente a sua presidente e a sua vice-presidente.“Foi uma missão surpreendentemente produtiva. Se tivesse de caracterizar o que vimos no Kosovo, diria que aquele país pode ser um parceiro importantíssimo para as empresas minhotas e portuguesas. Por um lado, é um país com uma posição estratégica nos Balcãs e que pode ser visto como porta de entrada em alguns mercados daquela região, por outro, e este ponto parece-me com mais relevância ainda, é um país que apostou muito no conhecimento, na formação, na criação de quadros qualificados que podem dar resposta às lacunas que vamos sentindo de forma mais intensa neste lado da Europa. O Kosovo pode ser um centro de produção de inovação, para ser exportada para países mais orientados para a produção. Vi um país jovem, dinâmico, focado nos seus propósitos e capaz de entender o valor que pode acrescentar às empresas portuguesas. Devemos ter esta orientação de entender o impacto positivo que pode ter na nossa capacidade produtiva.”, comenta Ramiro Brito.A AEMINHO pretende intensificar e estreitar as relações económicas com o Kosovo, de forma a poder contribuir para a facilitação do acesso dos associados que vejam naquele mercado interesse e potencial.

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29 JUN. 2024

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AEMinho propõe redução dos escalões de IRS e isenção para prémios de produtividade

AEMinho propõe redução dos escalões de IRS e isenção para prémios de produtividade

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) desafiou ontem o Governo «a ser mais ambicioso» na diminuição dos impostos, propondo a redução dos escalões de IRS e isenção de IRS para prémios de produtividade equivalentes até três meses de salário.Em comunicado, a AEMinho defende que o aumento da produtividade é um desígnio que deve ser nacional, assumido por todos, desde empresários e governantes, como o caminho mais viável para a melhoria da condição de vida dos portugueses, nomeadamente no que diz respeito ao aumento dos salários. Nesse sentido, esta associação empresarial propõe que, além do mês de prémio não tributado a entregar aos trabalhadores (inscrito no programa de Governo), sejam adicionados mais dois meses não tributados, desde que a empresa apresente resultados operacionais positivos, ou seja, ter EBIDTA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) positivo. «Com esta medida reforça-se o compromisso conjunto da comunidade empresarial em ter o foco direcionado para a produtividade e eficiência, com benefícios evidentes para os trabalhadores e para as empresas. O mecanismo proposto consiste na empresa efetuar os descontos normais dos prémios atribuídos aos trabalhadores», adianta a AEMinho.Esta associação diz que, caso as condições de resultados operacionais da empresa sejam cumpridas, o acerto será realizado na liquidação do IRS do trabalhador, relativo ao exercício em causa, acrescentando que «esta abordagem visa aumentar a produtividade, promovendo assim uma melhoria na qualidade de vida das pessoas». A AEMinho propõe a conjugação desta medida com uma revisão dos escalões de IRS, com incidência na classe média, estrutural para a economia portuguesa. «A redução dos escalões de IRS visa alinhar a arquitetura fiscal com a realidade da sociedade portuguesa, promovendo justiça fiscal e social. Propomos a redução dos atuais nove escalões para seis no período da legislatura», justifica esta associação, com incidência nos distritos de Braga e de Viana do Castelo. A AEMinho defende que o 1.º escalão, até 5000 euros, fique isento de IRS, o 2.º escalão, de 5000 até 10.000 euros, tenha uma taxa de 10%, enquanto o 3.º escalão, de 10.000 até 15.000 euros, uma taxa de 15%. A associação propõe que o 4.ºescalão, de 15.000 até 40.000 euros, fique com uma taxa inicial de 25%, visando reduzir para 20%; o 5.º escalão, de 40.000 até 65.000 euros, com uma taxa de 35%, visando reduzir para 30%, e o 6.º escalão, acima de 65.000 euros, com uma taxa de 40%, visando reduzir para 35%.Redação/ Lusa

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30 MAI. 2024

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AEMinho propõe redução dos escalões de IRS e isenção para prémios de produtividade - AM Alto Minho

AEMinho propõe redução dos escalões de IRS e isenção para prémios de produtividade - AM Alto Minho

Associação Empresarial do Minho (AEMinho) desafiou hoje o Governo “a ser mais ambicioso” na diminuição dos impostos, propondo a redução dos escalões de IRS e isenção de IRS para prémios de produtividade equivalentes até três meses de salário.Em comunicado, a AEMinho defende que o aumento da produtividade é um desígnio que deve ser nacional, assumido por todos, desde empresários e governantes, como o caminho mais viável para a melhoria da condição de vida dos portugueses, nomeadamente no que diz respeito ao aumento dos salários.Nesse sentido, esta associação empresarial propõe que, além do mês de prémio não tributado a entregar aos trabalhadores (inscrito no programa de Governo), sejam adicionados mais dois meses não tributados, desde que a empresa apresente resultados operacionais positivos, ou seja, ter EBIDTA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) positivo.“Com esta medida reforça-se o compromisso conjunto da comunidade empresarial em ter o foco direcionado para a produtividade e eficiência, com benefícios evidentes para os trabalhadores e para as empresas. O mecanismo proposto consiste na empresa efetuar os descontos normais dos prémios atribuídos aos trabalhadores”, adianta a AEMinho.Esta associação diz que, caso as condições de resultados operacionais da empresa sejam cumpridas, o acerto será realizado na liquidação do IRS do trabalhador, relativo ao exercício em causa, acrescentando que “esta abordagem visa aumentar a produtividade, promovendo assim uma melhoria na qualidade de vida das pessoas”.A AEMinho propõe a conjugação desta medida com uma revisão dos escalões de IRS, com incidência na classe média, estrutural para a economia portuguesa.“A redução dos escalões de IRS visa alinhar a arquitetura fiscal com a realidade da sociedade portuguesa, promovendo justiça fiscal e social. Propomos a redução dos atuais nove escalões para seis no período da legislatura”, justifica esta associação, com incidência nos distritos de Braga e de Viana do Castelo.A AEMinho defende que o 1.º escalão, até 5.000 euros, fique isento de IRS, o 2.º escalão, de 5.000 até 10.000 euros, tenha uma taxa de 10%, enquanto o 3.º escalão, de 10.000 até 15.000 euros, uma taxa de 15%.Veja a notícia completa aqui.

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29 MAI. 2024

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AEMinho propõe redução dos escalões de IRS e isenção para prémios de produtividade - Antena Minho

AEMinho propõe redução dos escalões de IRS e isenção para prémios de produtividade - Antena Minho

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) desafiou hoje o Governo “a ser mais ambicioso” na diminuição dos impostos, propondo a redução dos escalões de IRS e isenção de IRS para prémios de produtividade equivalentes até três meses de salário.Em comunicado, a AEMinho defende que o aumento da produtividade é um desígnio que deve ser nacional, assumido por todos, desde empresários e governantes, como o caminho mais viável para a melhoria da condição de vida dos portugueses, nomeadamente no que diz respeito ao aumento dos salários.Nesse sentido, esta associação empresarial propõe que, além do mês de prémio não tributado a entregar aos trabalhadores (inscrito no programa de Governo), sejam adicionados mais dois meses não tributados, desde que a empresa apresente resultados operacionais positivos, ou seja, ter EBIDTA ((resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) positivo.“Com esta medida reforça-se o compromisso conjunto da comunidade empresarial em ter o foco direcionado para a produtividade e eficiência, com benefícios evidentes para os trabalhadores e para as empresas. O mecanismo proposto consiste na empresa efetuar os descontos normais dos prémios atribuídos aos trabalhadores”, adianta a AEMinho.Esta associação diz que, caso as condições de resultados operacionais da empresa sejam cumpridas, o acerto será realizado na liquidação do IRS do trabalhador, relativo ao exercício em causa, acrescentando que “esta abordagem visa aumentar a produtividade, promovendo assim uma melhoria na qualidade de vida das pessoas”.A AEMinho propõe a conjugação desta medida com uma revisão dos escalões de IRS, com incidência na classe média, estrutural para a economia portuguesa.“A redução dos escalões de IRS visa alinhar a arquitetura fiscal com a realidade da sociedade portuguesa, promovendo justiça fiscal e social. Propomos a redução dos atuais nove escalões para seis no período da legislatura”, justifica esta associação, com incidência nos distritos de Braga e de Viana do Castelo.A AEMinho defende que o 1.º escalão, até 5.000 euros, fique isento de IRS, o 2.º escalão, de 5.000 até 10.000 euros, tenha uma taxa de 10%, enquanto o 3.º escalão, de 10.000 até 15.000 euros, uma taxa de 15%.A associação propõe que o 4.ºescalão, de 15.000 até 40.000 euros, fique com uma taxa inicial de 25%, visando reduzir para 20%; o 5.º escalão, de 40.000 até 65.000 euros, com uma taxa de 35%, visando reduzir para 30%, e o 6.º escalão, acima de 65.000 euros, com uma taxa de 40%, visando reduzir para 35%.“Com estas medidas, alinhamos a classe média portuguesa com os melhores referenciais europeus, promovendo uma maior adequação da fiscalidade à realidade social”, frisa a associação empresarial.A AEMinho diz ter consciência de que este alívio fiscal terá de ser acompanhado de uma maior eficiência na utilização dos recursos do Estado, reduzindo à despesa pública e sem prejudicar o investimento, sublinhando que “é imperativo criar condições para um Estado eficiente, focado numa gestão eficiente de recursos e em opções de investimento que sejam estratégicas para o país”.Veja a notícia aqui.

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29 MAI. 2024

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