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Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Internacionalização

9 MAR. 2026

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

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O Jornal Económico: "Associação Empresarial do Minho critica Governo pela falta de “medidas efetivas” para potenciar economia"

O Jornal Económico: "Associação Empresarial do Minho critica Governo pela falta de “medidas efetivas” para potenciar economia"

Numa análise ao ano de 2022, a associação fala em “más decisões estratégicas”, que deixam os empresários e as empresas numa situação delicada. A associação faz, ainda assim um balanço interno positivo.A Associação Empresarial do Minho (AE Minho) entende que o Estado português não tem feito o suficiente para potenciar a economia do país. Numa análise ao ano de 2022, em que também define desejos e objetivos para o próximo ano, a associação fala ainda num balanço interno “francamente positivo” ao ano de 2022, que foi “de afirmação”, com os seus associados a faturarem 12 mil milhões de euros.De acordo com a associação, “o esforço governamental, no sentido de auxiliar a resolução do problema, tem sido manifestamente ineficaz e insuficiente”, pela falta de “medidas efetivas”. A AE Minho reforça que o financiamento público tem sido gasto de forma “ineficiente e aleatória”, além das “más decisões estratégicas, deficiente uso dos recursos do estado e uma administração pública que (…) não funciona”.Um contexto que gera dificuldades para os empresários e para as empresas, de acordo com o documento. A associação reitera, aliás, que o enquadramento económico e político de Portugal “continua letárgico e sem um rumo estratégico definido”.Para 2023, pede-se “mais rigor na utilização dos recursos, desburocratização e maior eficiência da máquina do estado e alívio efetivo da carga fiscal”.Em termos de balanço interno, a associação fala num volume de exportações dos associados avaliado em 3,5 milhões de euros, com a criação de cerca de 45 mil postos de trabalho.A AE Minho registou um crescimento de 68% no número de associados, face ao ano anterior, assim como o aumento no número de ações e no impacto que as mesmas causam nas empresas. Foram organizadas mais de uma centena de iniciativas e atividades, como são os casos de missões empresariais, jantares-debate, eventos temáticos ou speedtalks.Como objetivos da própria AE Minho para o ano que se aproxima, destaca-se o objetivo de ter no cluster da Energia um espaço específico para toda a comunidade empresarial dedicada a este sector. Outros propósitos passam por aproximar e integrar as empresas no “mundo do conhecimento”, assim como a diversificação das missões empresariais.

Governança

29 DEZ. 2022

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Jornal de Notícias: "AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial"

Jornal de Notícias: "AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), com sede em Braga, "tem assistido com perplexidade à pressão que o Governo tem feito sobre a comunidade empresarial".E diz que o primeiro-ministro, António Costa anda a "mandar bitaites" e faz "propostas avulsas irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas"."Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da sua função e responsabilidade, que o chefe do Governo propagandeie este tipo de pacotilhas como tem feito semanalmente", diz, hoje em comunicado, o presidente do organismo, Ricardo Costa.Na opinião do empresário, "estes episódios só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que afetam o país e com enorme impacto, como o iminente colapso do sistema nacional de saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas".E acrescenta, sempre em tom crítico: "Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%, em que os funcionários da função pública foram aumentados (0,9%), o primeiro-ministro veio declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos"."Na semana passada vimos Costa a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral. Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um "bitaite". Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma".A AEMinho diz, ainda, ser claro que, dentro das responsabilidades, preocupações e reflexões de um chefe de Governo têm de estar a evolução do tecido empresarial ou a distribuição da riqueza. Gostaríamos, no entanto, que, se o Governo entender estas matérias como prioritárias, as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o 'benchmarking' que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade".A concluir, garante que a AEMinho está disponível para ser "uma parte do debate", embora não se associe "a manobras de diversão ou de marketing". "Esperamos que um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país", afirmou.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial (jn.pt)

Governança

27 JUN. 2022

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho preocupada com "imprudência" do Governo

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho preocupada com "imprudência" do Governo

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou-se hoje preocupada com a “imprudência” do Governo, especificamente acerca das declarações do primeiro-ministro, António Costa, sobre a subida dos salários em 20% e adaptação das empresas às novas gerações.“O sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado.De acordo com o texto, cujo título refere que a AEMinho está “preocupada com a ‘imprudência’ do Governo”, a associação empresarial refere que respondeu ao repto do Governo com “uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado”.“Ou seja, o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio”, explica a AEMinho.No comunicado hoje divulgado, os empresários minhotos referem que “até à data” não sabem “qual é a posição do Governo”.“Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”, refere a associação presidida pelo empresário bracarense Ricardo Costa.A AEMinho apelidou ainda de “bitaite” as declarações do primeiro-ministro, na semana passada, acerca das “supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral”.No dia 20 de junho, António Costa tinha dito que a “nova geração não está disponível para as cargas horárias que as empresas estão a praticar, para o estilo de gestão autoritário”, e que as empresas ou “mudam radicalmente” nesse sentido “ou fecham”“Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, considerou hoje a AEMinho.Assim, e caso o Governo considere as matérias como prioritárias, a AEMinho manifestou o desejo de que “as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ [consulta das melhores práticas em dado setor] que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade”.“A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores”, diz a AEMinho.A associação disse ainda que esperar que “um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país”.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI Empresários do Minho preocupados com "imprudência" do Governo sobre salários

Governança

27 JUN. 2022

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho acusam António Costa de "propagandear pacotilhas"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho acusam António Costa de "propagandear pacotilhas"

“Tem sido lançado, semana após semana, por membros do Governo, em especial pelo primeiro-ministro, um conjunto de temas e propostas avulso, claramente irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas”, considera a Associação Empresarial do Minho (AEMinho).Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%, tendo os funcionários púbicos visto já os os seus salários aumentados em 0,9%, "o Sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos", critica a Associação Empresarial do Minho (AEMinho), em comunicado.Já na semana passada, "vimos o Sr. Primeiro-Ministro a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral", sinalizou a mesma organização patronal."Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um ‘bitaite’. Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma", considera a AEMinho.Eis porque a associação liderada por Ricardo Costa diz que tem "assistido com perplexidade à pressão que o Governo tem feito sobre a comunidade empresarial do nosso país. Tem sido lançado, semana após semana, por membros do governo, em especial pelo Sr. primeiro-ministro, um conjunto de temas e propostas avulso, claramente irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas", acusa."Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente", enfatiza a AEMinho.Episódios que esta associação empresarial afirma que "só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que verdadeiramente afetam o país e com enorme impacto na vida das pessoas, como o eminente colapso do Sistema Nacional de Saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do nosso sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos nossos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros do erário injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas", enumera.Relativamente aos 20% de aumento dos salários que António Costa sinalizou para os próximos quatro anos, a AEMInho afirma que, "uma vez mais, de uma forma ponderada, a AEMinho respondeu com uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado".Ou seja, "o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio", explica, adiantando que, "até à data não sabemos qual é a posição do Governo. Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema", realça.Para a AEMinho, "é claro que dentro das responsabilidades, preocupações e reflexões de um chefe de Governo estejam a evolução do tecido empresarial ou a distribuição da riqueza. Gostaríamos, no entanto, que se o Governo entender estas matérias como prioritárias, as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade", propõe."Os empresários e os trabalhadores não são lados opostos, são a mesma parte, estão no mesmo barco e caminham juntos para serem no seu todo o fator de desenvolvimento e prosperidade mais eficiente que uma economia pode ter", enfatiza.Daí que a AEMinho apele para que "não sejam os interesses políticos a estimular divisões do trabalho ultrapassadas. A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores", afirma.Mostrando-se "disponíveis para, em qualquer momento, em qualquer circunstância, sermos parte de um processo de debate que seja sério e com objetivos exequíveis", ressalvam: "Não nos associaremos a quaisquer manobras de diversão ou de marketing"."Esperamos que um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país", conclui a associação presidida por Ricardo Costa.

Governança

27 JUN. 2022

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O Jornal Económico: "AEMinho critica "imprudência" do Governo nas propostas dirigidas às empresas"

O Jornal Económico: "AEMinho critica "imprudência" do Governo nas propostas dirigidas às empresas"

“Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente”, lê-se no comunicado da AEMinho.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) critica as medidas que têm vindo a ser apresentadas pelo Governo para ajudar as empresas, considerando-as insuficientes, “irrefletidas e nada fundamentadas”, segundo um comunicado divulgado esta segunda-feira, 27 de junho.“Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente”, lê-se no documento.“Estes episódios só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que verdadeiramente afetam o país e com enorme impacto na vida das pessoas, como o eminente colapso do sistema nacional de saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do nosso sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos nossos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros do erário injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas”, acrescenta.Em concreto, a associação critica o desajuste em relação às exigências do Governo e a realidade do país. “Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%” e em que os funcionários públicos foram aumentados 0,9%, Costa “veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, aponta.A AEMinho enviou uma proposta ao Governo, sugerindo dividir o custo dos encargos, com o Estado a comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho e as empresas comprometidas a promover esse aumento no salário médio. “Até à data não sabemos qual é a posição do Governo. Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”.“Na semana passada vimos o primeiro-ministro a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral. Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um ‘bitaite’. Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, acrescenta a nota.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI AEminho critica "imprudência" do Governo nas propostas dirigidas às empresas (jornaleconomico.pt)

Governança

27 JUN. 2022

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Jornal ECO: "Empresários do Minho querem pacto com Estado para aumentar salários"

Jornal ECO: "Empresários do Minho querem pacto com Estado para aumentar salários"

Em resposta ao desafio do primeiro-ministro, associação empresarial pretende que o Estado reduza carga fiscal sobre o trabalho "na exata proporção do aumento percentual do salário médio".Os empresários do Minho apenas admitem aumentar o salário médios em 20% nos próximos anos se houver um pacto com o Estado. Esta é a resposta ao desafio de subida das remunerações lançado pelo primeiro-ministro, António Costa. A associação empresarial da região (AEMinho) entende que os custos da medida devem implicar uma redução da carga fiscal sobre o trabalho.“Propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável”, refere a associação liderada por Ricardo Costa, em comunicado.A entidade considera que o pacto é uma forma de “criar as condições para que o Estado se auto imponha uma maior eficiência na gestão de recursos, na tomada de decisões e que isso se reflita no decréscimo da receita no que ao trabalho diz respeito”. A associação afasta ainda uma diminuição do IRC pois “importa primeiro reduzir a carga fiscal sobre os trabalhadores”."Propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável."Com o acordo, a associação acredita que “melhores salários se traduzirão em mais competitividade na hora de contratar” e que isso terá um “efeito positivo no progresso” do tecido empresarial. A AEMinho diz que atualmente existe “dificuldade de contratação de recursos humanos”.No passado sábado, o primeiro-ministro, António Costa, convocou “a sociedade, o Estado e as empresas” para, em quatro anos, conseguir aumentar o peso dos salários no PIB de 45% para 48%, atual valor de referência na União Europeia. A subida da proporção “implica um aumento de 20% do salário médio no país”, calculou o chefe de Governo.

Governança

6 JUN. 2022

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Jornal O Minho: "AEMinho pede a António Costa que baixe carga fiscal para empresas aumentarem salário médio"

Jornal O Minho: "AEMinho pede a António Costa que baixe carga fiscal para empresas aumentarem salário médio"

Associação liderada por Ricardo Costa “perplexa” com apelo do primeiro-ministroA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) encara com “perplexidade” as declarações do primeiro-ministro, António Costa, apelando às empresas para um aumento de 20% dos salários médios, “sem propor nenhuma medida efetiva de estímulo à economia”. Defende, por isso, que essa meta seja alcança com a redução da “carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio”.Em comunicado enviado a O MINHO, a associação liderada pelo empresário Ricardo Costa começa por criticar as declarações de António Costa, considerando que, “num estado de direito espera-se que os governantes sejam responsáveis, equilibrados e não meros propagandistas que lançam propostas inexequíveis por mero ganho político e não pensando naquilo que, de facto, é o interesse do país”.“Hoje assistimos a uma inflação galopante de todas as matérias-primas, aliadas à sua escassez, bem como ao aumento desgovernado dos custos energéticos, afetando de forma tsunâmica os processos e custos de produção”, refere o comunicado, onde a AEMinho também expressa “preocupação” com “a dificuldade de contratação de recursos humanos e as inerentes dificuldades das empresas em serem competitivas na contratação, quer no cenário europeu, quer no internacional, desde logo pela enormíssima carga fiscal que pesa sobre os rendimentos dos portugueses, criando um fosso de grandes dimensões entre aquilo que são os custos do trabalho para as empresas e aquilo que são os valores realmente recebidos pelos trabalhadores”.Considerando que “as empresas portuguesas têm sido exemplares em todos os momentos da vida económica do país”, o comunicado afirma que “os empresários e os trabalhadores das empresas pagaram o preço da desgovernação, dos devaneios políticos, das manobras ilícitas que lesaram o país em montantes exorbitantes, fazendo-o sempre com ânimo e uma resiliência inquestionável. Por esse percurso, ambos, empresas e trabalhadores, conquistaram o direito a serem ouvidos e tidos em conta, para que os erros do passado não nos voltem a assombrar no futuro”.“A AEMinho pauta a sua atuação por tentar ser o ponto de encontro e concilio, a voz que aponta soluções e não se limita a apontar os erros. É nesse contexto e com a consciência de que melhores salários se traduzirão em mais competitividade na hora de contratar, que isso terá um efeito positivo no progresso do nosso tecido empresarial, alerta que não é realista pedir às empresas que suportem esta dimensão de aumento por si só”, pode ler-se no documento.A AEMinho propõe “um pacto entre o governo e as empresas”. “Se, por um lado, as empresas devem esforçar-se para poderem pagar salários mais elevados, por outro, o Estado tem de gerir muito melhor os nossos recursos e daí conseguir ser mais barato aos contribuintes. Neste enquadramento propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável”, salienta.“Consideramos que aqui estamos também a criar as condições para que o Estado se auto imponha uma maior eficiência na gestão de recursos, na tomada de decisões e que isso se reflita no decréscimo da receita no que ao trabalho diz respeito. Realçamos o facto de estarmos a sugerir a diminuição de impostos sobre o trabalho e não sobre o rendimento das empresas, na medida em que entendemos que, na escala de prioridades, importa primeiro reduzir a carga fiscal sobre os trabalhadores”, conclui o comunicado.Como O MINHO noticiou, o primeiro-ministro apelou, no sábado, às empresas para que contribuam para um esforço coletivo de aumento dos salários dos portugueses, para que haja “maior justiça” e os salários médios em Portugal possam aumentar 20%.Segundo António Costa, que falava perante uma plateia de jovens, no Algarve, as empresas têm de ter consciência que deve haver “maior justiça nas políticas remuneratórias que praticam”, sublinhando que, na União Europeia, o peso dos salários no conjunto da riqueza nacional é de 48% e em Portugal é de 45%.“Isso significa o quê? Que nós temos que nos próximos quatro anos conseguir fazer todos em conjunto, a sociedade, o Estado, as empresas, o esforço para que o peso do nosso salário, dos salários dos portugueses, no conjunto do Produto Interno Bruto, seja pelo menos idêntico àquele que existe na média europeia, ou seja, subir dos 45 para os 48%, o que implica um aumento de 20% no salário médio do nosso país”, sublinhou.António Costa falava durante a sessão de abertura do 18.º Encontro Nacional de Associações Juvenis (ENAJ) – Fórum Nacional “Ativar Mais”, que este fim de semana decorre no complexo desportivo de Vila Real Santo António, no distrito de Faro.“Nós temos que ter um acordo de médio prazo, no horizonte desta legislatura, sobre a perspetiva da evolução dos rendimentos. O Estado não se quer por fora desta equação, sabemos que podemos e devemos dar um contributo para que esta melhoria dos rendimentos seja efetiva”, declarou.Segundo o primeiro-ministro, “o Estado pode e deve ajudar, com políticas públicas”, no sentido de “aumentar o rendimento disponível das famílias, e em particular dos jovens, enquanto as empresas fazem este esforço do aumento significativo dos salários quer pagam”.

Governança

6 JUN. 2022

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