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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

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19 MAR. 2026

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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RUM: Ramiro Brito sucede a Ricardo Costa na direção da AEMinho

RUM: Ramiro Brito sucede a Ricardo Costa na direção da AEMinho

CEO do grupo Érre candidata-se à presidência da direção para o triénio 2024-2027. Ricardo Costa é candidato ao Conselho Geral da AEMinho.Ramiro Brito, CEO do Grupo Érre, é candidato a presidente da direção da Associação Empresarial do Minho para o triénio 2024-2027, um lugar até agora ocupado por Ricardo Costa, do grupo Bernardo da Costa, que se candidata ao Conselho Geral desta Associação. José Teixeira, do grupo DST, candidata-se novamente à Assembleia Geral da AEMinho e Helena Painhas, da Painhas SA, é novamente candidata ao Conselho Fiscal.Ramiro Brito diz encabeçar uma lista “de empresários que representam bem aquilo que é a maior riqueza da nossa região, a suas gentes e a inesgotável capacidade que têm para corporizar o motor do desenvolvimento económico do país”.“O Minho é o exemplo de inovação, de resiliência, de capacidade e diversidade produtiva que gostaríamos de ver refletida no país. Portugal precisa das empresas do Minho, dos empresários do Minho e das pessoas do Minho”, disse em comunicado.A candidatura encabeçada pelo CEO do grupo Érre propõe-se a “fomentar o crescimento das empresas, fomentar a criação de riqueza, valorizar os Portugueses, produtividade, transição digital, transição energética, economia circular e sustentabilidade”. A Associação Empresarial do Minho foi fundada em 2021 e "surge, por um lado, da necessidade de representação do tecido empresarial do Minho perante os agentes decisores, e por outro, da necessidade de uma entidade que atue como um agente do desenvolvimento regional, capaz de promover, de forma sustentada, um ambiente favorável à competitividade e ao desenvolvimento económico, social e cultural da região".AEMinho vai a eleições na próxima terça-feira.Veja a notícia completa aqui.

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27 ABR. 2024

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O Minho: "Associação Empresarial do Minho vai ter novo presidente"

O Minho: "Associação Empresarial do Minho vai ter novo presidente"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vai a votos no próximo dia 30 de abril (terça-feira) e Ramiro Brito, atual vice-presidente e CEO do Grupo Érre, de  Braga, é candidato à presidência da direção.A assembleia geral para eleger os órgãos sociais para o triénio 2024-2027 está marcada para as 17:00.Será a primeira assembleia eletiva depois da assembleia constituinte que estabeleceu a fundação da associação, até agora presidida pelo empresário  bracarense Ricardo Costa, que se candidata agora à presidência do Conselho Geral, e o estabelecimento dos seus primeiros órgãos sociais.Em comunicado enviado a O MINHO, Ramiro Brito afirma encabeçar “uma lista de empresários que representam bem aquilo que é a maior riqueza da nossa região, a suas gentes e a inesgotável capacidade que têm para corporizar o motor do desenvolvimento económico do país”.O seu programa “está assente na nossa visão das empresas, da economia, da região e do país. É, como sempre, um ponto de partida de algo que queremos construir convosco, com todos. Não focamos o nosso programa nas atividades concretas, por entendermos aqui importa o caminho, que será percorrido com a dinâmica e tipologia criativa de eventos, iniciativas e medidas que já nos caracterizam”.A lista de Ramiro Brito integra novamente como candidato à presidência da assembleia geral José Teixeira, da DST. Ana Pinheiro, da Mundotêxtil, é apontada para vice-presidente e Sílvia Píres, dos Transportes João Pires, para secretária.Para a direção, Ramiro Brito conta com Ricardo Salgado (1.º vice-presidente) e para restantes vice-presidentes Gonçalo Pimenta de Castro, Isabel Carneiro, Nuno Mota, Patrícia Santos, Graciete Lima e João Pinho de Almeida.Ao conselho fiscal a lista é liderada por Helena Painhas e para vice-presidente surge Virgínia Abreu e Mário Guimarães como relator.Para o conselho geral é apontado como presidente Ricardo Costa e como vice-presidente João Brito Martins.Veja a notícia completa aqui

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26 ABR. 2024

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Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem a Montenegro para “revisitar a legislação laboral"

Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem a Montenegro para “revisitar a legislação laboral"

A poucas horas da posse do novo Governo, Associação Empresarial do Minho frisa que país precisa de “estratégia de longo prazo que garanta segurança, previsibilidade e estabilidade" aos investimentos.Foco, assertividade governativa e capacidade de execução superior ao que tem sido norma.” São estas as exigências expressas pela Associação Empresarial do Minho (AEMinho) a poucas horas da tomada de posse do novo Governo, que enfrentará uma legislatura em que “a produtividade e o crescimento económico emergem como imperativos incontornáveis”.“O crescimento terá de ser eficazmente articulado com uma política fiscal adequada, visando aumentar a liquidez financeira, estimular o investimento e mitigar a pressão dos custos estatais no orçamento das famílias portuguesas. (…) Portugal precisa de um rumo, de uma estratégia de longo prazo que garanta a segurança, previsibilidade e estabilidade que o fator investimento e crescimento exigem”, reclama a AEMinho.Em comunicado, o organismo empresarial liderado por Ricardo Costa sublinha ainda que “no quadro jurídico é importante revisitar a legislação laboral, conferindo-lhe um cariz progressista e evolutivo, alinhado com os valores humanísticos e nas novas dinâmicas de trabalho, mantendo a sensibilidade às realidades empresariais e seus desafios”.“É importante que a legislação laboral não seja um fator de subdesenvolvimento humano, social e empresarial. É importante inverter o paradigma da permanente tensão que resulta da forma desigual como a mesma trata ambas as partes. As empresas são as pessoas, são as suas relações e a sua interação e a legislação deve ordenar esse relacionamento, estimulando o entendimento, as pontes e o consenso”, resume.Na mesma mensagem em que se congratula pela escolha de três ministros oriundos do Minho – José Manuel Fernandes (Agricultura), Fernando Alexandre (Educação) e Nuno Melo (Defesa) –, os empresários da região sublinham também que o novo Executivo liderado por Luís Montenegro terá de se concentrar na “gestão eficiente dos fundos europeus, com aplicação prática de forma que os mesmos cheguem, efetivamente, aos setores da economia a que se destinam e sirvam, de facto, para alavancar a economia e gerar valor”.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI

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2 ABR. 2024

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Diário do Minho: "AEMinho apela aos partidos que coloquem a estabilidade do país em primeiro lugar"

Diário do Minho: "AEMinho apela aos partidos que coloquem a estabilidade do país em primeiro lugar"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) apela aos partidos com assento parlamentar que respeitem a distribuição dos votos e considerem todas as correlação de forças resultantes das eleições legislativas de 10 de março, pondo os interesses de Portugal à frente dos seus próprios interesses.«O país atravessa um momento crucial para o futuro da sua economia. É importante que todos entendam que a estabilidade e viabilidade governativa são hoje, mais do que nunca, vitais para garantir o crescimento económico que almejamos, com a criação das condições necessárias para manter e aumentar a atratividade para o investimento externo, a criação de riqueza que são o único caminho para garantir melhores salários e melhores condições de vida aos portugueses», refere numa nota à imprensa.Lembrando que «existem problemas estruturais que carecem de resposta rápida, assertiva e eficiente», a associação liderada pelo empresário Ricardo Costa considera que os portugueses, através do seu voto, criaram «todas as condições para, com responsabilidade e espírito de cooperação», assegurar a governabilidade do país.«Ainda que este seja um novo cenário, ele não deve gerar alianças negativas, deve gerar os consensos que esse novo quadro impõe», defende, acrescentando que em democracia «pretende-se que ninguém seja ignorado».A AEMinho nota que a saúde, a educação, a justiça e a assistência social «estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional», pelo que, considera, as intervenções nestas áreas - «pilares de qualquer sociedade contemporânea e progressista» - «não podem estar sujeitas a jogos partidários». «Este é o tempo da responsabilidade, da cooperação e do sentido de estado», conclui.Veja a notícia completa aqui 

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14 MAR. 2024

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O Minho: "Patrões do Minho pedem que “correlação de forças” que saiu das eleições seja respeitada"

O Minho: "Patrões do Minho pedem que “correlação de forças” que saiu das eleições seja respeitada"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) defende que a “correlação de forças” resultante das eleições legislativas deve ser respeitada, “garantindo que todas sejam devidamente consideradas”.Em comunicado, a associação liderada pelo empresário bracarense Ricardo Costa salienta que “em democracia a vontade é expressa pelo voto”.Por isso, prossegue, “é crucial que os resultados eleitorais sejam interpretados de forma a refletir fielmente essa vontade”.“Portanto, é imperativo respeitar a distribuição de votos e a correlação de forças resultantes, garantindo que todas sejam devidamente consideradas. Nesse sentido, é essencial que se respeite a distribuição de votos e correlação de forças resultantes dessa mesma distribuição. Em democracia pretende-se que ninguém seja ignorado. Todas as forças partidárias envolvidas na cena política do país têm a obrigação constitucional e moral de assim agirem, no estrito respeito pelos resultados eleitorais que são o espelho da vontade do povo português”, refere o comunicado.Para a AEMinho, “o país atravessa um momento crucial para o futuro da sua economia. É importante que todos entendam que a estabilidade e viabilidade governativa são hoje, mais do que nunca, vitais para garantir o crescimento económico que almejamos, com a criação das condições necessárias para manter e aumentar a atratividade para o investimento externo, a criação de riqueza que são o único caminho para garantir melhores salários e melhores condições de vida aos portugueses”.E acrescenta: “Não obstante a emergência económica que pode resultar de uma eventual estagnação governativa, existem problemas estruturais no país que carecem de resposta rápida, assertiva e eficiente. A saúde, a educação, a justiça e a assistência social, pilares fundamentais de qualquer sociedade contemporânea e progressista, estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional”.“As intervenções nestas áreas pecarão já, amanhã, por tardias e não podem estar sujeitas a jogos partidários. Hoje, o interesse nacional tem de prevalecer. Este é o tempo da responsabilidade, da cooperação e do sentido de estado. Todos os deputados eleitos o devem aos portugueses, sem exceções. Esta não é a história do político ‘a’ ou ‘b’, do partido ‘x’ ou ‘y’. Esta é a história de um parlamento, democraticamente eleito, com uma tendência clara para promover a diversidade, o consenso e a união”, pode ler-se no comunicado.Posto isto, a AEMinho apela “a todas as forças políticas que reflitam sobre o seu papel, resultante das eleições, no quadro democrático do país e que ponham os interesses de Portugal à frente dos seus próprios interesses”.“A viabilidade governativa é essencial e os portugueses criaram, através do voto, todas as condições para que, com responsabilidade e espírito de cooperação, a governabilidade do país seja assegurada. Ainda que este seja um novo cenário, ele não deve gerar alianças negativas, deve gerar os consensos que esse novo quadro impõe. Desempenhar um cargo público eletivo é exatamente entender que o caminho quem dita são os eleitores, mesmo quando não represente o nosso ponto de partida”, conclui.Veja a notícia completa aqui

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14 MAR. 2024

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho pedem viabilidade governativa: “Interesse nacional não pode estar sujeito a jogos partidários”

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho pedem viabilidade governativa: “Interesse nacional não pode estar sujeito a jogos partidários”

“A saúde, a educação, a justiça e a assistência social, pilares fundamentais de qualquer sociedade contemporânea e progressista, estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional”, clama a AEMinho.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), na leitura dos resultados eleitorais do passado domingo, "conjugados com as notícias que têm vindo a público sobre os diversos posicionamentos das forças políticas envolvidas neste processo",começa por reconhecer que "em democracia a vontade é expressa pelo voto", considerando que "é crucial que os resultados eleitorais sejam interpretados de forma a refletir fielmente essa vontade".Assim, conclui, "é imperativo respeitar a distribuição de votos e a correlação de forças resultantes, garantindo que todas sejam devidamente consideradas".Nesse sentido, defende ser "essencial que se respeite a distribuição de votos e correlação de forças resultantes dessa mesma distribuição. Em democracia pretende-se que ninguém seja ignorado. Todas as forças partidárias envolvidas na cena política do país têm a obrigação constitucional e moral de assim agirem, no estrito respeito pelos resultados eleitorais que são o espelho da vontade do povo português", sinaliza, esta quinta-feira, 14 de março, em comunicado.Com o país a atravessar "um momento crucial para o futuro da sua economia", a AEMinho acredita que "é importante que todos entendam que a estabilidade e viabilidade governativa são hoje, mais do que nunca, vitais para garantir o crescimento económico que almejamos, com a criação das condições necessárias para manter e aumentar a atratividade para o investimento externo, a criação de riqueza que são o único caminho para garantir melhores salários e melhores condições de vida aos portugueses".Não obstante "a emergência económica que pode resultar de uma eventual estagnação governativa", a AEMinho nota que "existem problemas estruturais no país que carecem de resposta rápida, assertiva e eficiente", como "a saúde, a educação, a justiça e a assistência social", classificados como "pilares fundamentais de qualquer sociedade contemporânea e progressista", os quais, alerta, "estão num estado de decadência flagrante, configurando um cenário de emergência nacional".Para a associação liderada por Ricardo Costa, "as intervenções nestas áreas pecarão já, amanhã, por tardias e não podem estar sujeitas a jogos partidários", assinala."Hoje, o interesse nacional tem de prevalecer. Este é o tempo da responsabilidade, da cooperação e do sentido de estado. Todos os deputados eleitos o devem aos portugueses, sem exceções. Esta não é a história do político ‘a’ ou ‘b’, do partido ‘x’ ou ‘y’. Esta é a história de um parlamento, democraticamente eleito, com uma tendência clara para promover a diversidade, o consenso e a união", aponta. Nesse sentido, a AEMinho apela "a todas as forças políticas que reflitam sobre o seu papel, resultante das eleições, no quadro democrático do país e que ponham os interesses de Portugal à frente dos seus próprios interesses", defendendo que "a viabilidade governativa é essencial e os portugueses criaram, através do voto, todas as condições para que, com responsabilidade e espírito de cooperação, a governabilidade do país seja assegurada"."Ainda que este seja um novo cenário, ele não deve gerar alianças negativas, deve gerar os consensos que esse novo quadro impõe. Desempenhar um cargo público eletivo é exatamente entender que o caminho quem dita são os eleitores, mesmo quando não represente o nosso ponto de partida", conclui a AEMinho.Veja a notícia completa aqui

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14 MAR. 2024

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Jornal Eco: "Empresários “amarram” Pedro Nuno à sobrevivência do próximo Governo de direita"

Jornal Eco: "Empresários “amarram” Pedro Nuno à sobrevivência do próximo Governo de direita"

Empresários dramatizam entendimentos ao centro para conferir estabilidade a um Executivo minoritário liderado por Luís Montenegro. Aplicação dos fundos europeus e atração do investimento preocupam.Assustados com os resultados das eleições legislativas, que fazem perspetivar para os próximos meses a continuação do cenário de instabilidade política com que têm lidado nos últimos meses, a maioria dos empresários ouvidos pelo ECO defende que a viabilização do próximo Governo liderado por Luís Montenegro e, em particular, a negociação dos Orçamentos do Estado, deve ser assegurada preferencialmente com o Partido Socialista, “amarrando” Pedro Nuno Santos à sobrevivência do Executivo minoritário de centro-direita.O presidente da Associação das Empresas Familiares, Peter Villax, aponta que Montenegro vai ter de mostrar “competência” e “fazer tudo certo — aumentar o PIB de forma sustentada para aumentar salários e fortalecer o Estado Social”. Sem maioria no Parlamento, o empresário “preferiria que a viabilização fosse feita em parceria com um partido com experiência e tradição de poder (PS), em vez de um partido vocalmente anti poder (Chega)”.Peter Villax, que a 21 de março vai ser substituído neste cargo associativo por José Germano de Sousa, lembra que anteriores moções de censura e rejeições de Orçamentos acabaram por beneficiar eleitoralmente o partido visado e, portanto, “o PS deverá ser muito cauteloso na sua relação com o PSD”. Assim como o Chega. “Não espero que o PS ou o Chega queiram, para já, ser fonte de instabilidade no governo da Aliança Democrática. (…) Quem deita governos abaixo paga sempre um custo elevado”, resume.“Defendemos preferencialmente entendimentos ao centro, ainda que não preconizemos, de forma nenhuma, qualquer espécie de bloco central. Preferimos estabilidade e entendimentos ao centro, mas não sabemos se o atual PS estará disponível para esse efeito. De qualquer modo, o ónus será do PS e do Chega. Só se ambos se unirem o executivo da AD será impedido de governar”, concorda o vice-presidente executivo da AIMMAP (industriais da metalurgia e metalomecânica), aconselhando Pedro Nuno Santos a adotar uma “postura colaborante”.Depois de ter afirmado e reafirmado que “não é não”, Montenegro “não tem quaisquer condições para coligações ou acordos com o Chega”, pois “perderia totalmente a credibilidade”. Rafael Campos Pereira, porta-voz do setor mais exportador da economia portuguesa — vendeu mais de 24 mil milhões de euros no estrangeiro em 2023 – entende que “há condições para que o novo Governo faça o seu trabalho, pelo menos, até ao final do ano”. Nesse período “terá de governar bem, com ministros competentes e credíveis, no sentido de tentar mobilizar o mais possível todos aqueles que agora exerceram votos de protesto”.“Bom senso e sentido de Estado” é o que pedem também os patrões minhotos, sublinhando que “o momento do país impõe máxima responsabilidade política a todos”, o que incluiu a “obrigação política de ter esse espírito aberto” para negociar a viabilização do documento orçamental. Qual deve ser a postura do PS, agora na oposição e liderado por Pedro Nuno Santos? “Responsabilidade política e respeito democrático, ou seja, ser parte crítica, mas construtiva de estabilidade, que é o que o país necessita neste momento”, responde Ricardo Costa, presidente da Associação Empresarial do Minho e do grupo bracarense Bernardo da Costa.A poucos quilómetros, em Vila Nova de Famalicão, o presidente da gigante têxtil Riopele, que emprega mais de 1.000 pessoas, confia que as dificuldades de governação terão de ser ultrapassadas, pois “situações de renúncia e não entendimentos não levam a lado nenhum” e “Portugal precisa de andar para a frente”. “Quem ganhou foi a AD e o PS terá de tentar colaborar em termos de governação do país. Não podemos ir novamente a eleições”, dramatiza José Alexandre Oliveira.Insistindo que “as pessoas que foram eleitas têm de encontrar um entendimento, até porque o país tem que avançar”, o líder da histórica indústria têxtil fundada em 1927 e especializada em tecidos para coleções de moda e de vestuário traça um paralelismo com o mundo empresarial. “Muitas vezes nas empresas temos problemas em atingir os objetivos a que nos propomos e fazemos entendimentos e conseguimos resolver as nossas situações. Por isso, os políticos não devem fincar o pé e negar acordos, isso prejudica o futuro do país”, expõe José Alexandre Oliveira.Luís Miguel Guimarães, outro grande industrial do setor do têxtil e vestuário, antevê igualmente como “muito difícil ou quase impossível” que haja condições de governação e de aprovação de Orçamentos do Estado, sobretudo depois de ouvir Pedro Nuno Santos dizer na noite eleitoral que pretendia “fazer oposição à séria”. E por ser um governo de curto prazo, o líder da Polopiqué acha que Montenegro vai ter também “dificuldade em arranjar gente capaz” para integrar o Executivo, sabendo que “à partida estão condenados a estar meia dúzia de meses” no cargo.“Isto é mau para o país. Para a indústria e para os serviços públicos como a educação e a saúde, que precisam de reformas estruturais sérias. Infelizmente, os políticos não pensam. Se não houver um entendimento com o PS e se o PS não se abrir a esse entendimento, é impossível que o Governo de Luís Montenegro tenha hipóteses de se aguentar e teremos novas eleições” em breve, desabafa o empresário de Santo Tirso.Esta segunda-feira, em declarações à TSF, o ex-Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, disse que “é preciso dar tempo” ao líder da AD para conduzir o Governo e a Pedro Nuno Santos “para reconstruir a esquerda”. O antigo líder socialista desaconselha pressas aos dois maiores partidos, acreditando que “combater a extrema-direita não se faz em poucos meses”. Também Augusto Santos Silva defende a negociação entre PS e PSD em matérias essenciais, dando o exemplo da área da Justiça.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI

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12 MAR. 2024

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Executive Digest: “A sustentabilidade é um tema central no nosso contexto sócio económico”, sublinha Ricardo Costa

Executive Digest: “A sustentabilidade é um tema central no nosso contexto sócio económico”, sublinha Ricardo Costa

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) organizou um debate sobre as boas práticas de sustentabilidade, que contou com a presença de Ministro da Economia, António Costa Silva.A Casa das Artes de Famalicão foi o palco do a segunda edição do Fórum Get Together Around Sustainability, debate sobre as boas práticas de sustentabilidade, com destaque para a mobilidade como fator impactante no desenvolvimento da economia, da comunidade e das empresas.Este fórum contou com a presença de vários oradores que debateram alterações climáticas, poluição ou perda de biodiversidade, apontando políticas de sustentabilidade. António Carlos Rodrigues (Grupo Casais), Fernando Santos (Ordem dos Engenheiros), Nuno Carvalho (Caetano Bus), Cristina Correia (Prio), José Palma Oliveira (Universidade de Lisboa) e Assunção Cristas (Vieira de Almeida) fizeram parte do painel de oradores deste fórum de sustentabilidade, que teve ainda intervenção de encerramento pelo Ministro da Economia, António Costa Silva.“O futuro passa pela conexão com a natureza. Não podemos viver em luta com a natureza, mas sim em harmonia. Por isso, a sustentabilidade não é um luxo, é uma necessidade. O futuro tem de ser verde… ou não haverá futuro!”, destacou o Ministro da Economia.Para o Presidente da AEMinho, Ricardo Costa, “a sustentabilidade é um tema central no nosso contexto sócio económico. O fórum de sustentabilidade é o momento em que unimos a comunidade empresarial para debater matérias associadas ao mesmo. O objetivo passa por absorver e trocar conhecimento neste caminho que definimos de acrescentar valor a uma comunidade empresarial fundamental para o desenvolvimento económico e social do país”.

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19 FEV. 2024

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RUM: "Mobilidade é “um fator impactante no desenvolvimento da economia, comunidade e empresas”

RUM: "Mobilidade é “um fator impactante no desenvolvimento da economia, comunidade e empresas”

Ideia foi partilhada na segunda edição do Fórum Get Together Around Sustainability, promovido pela AEMinho.Para a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) a mobilidade é “um fator impactante no desenvolvimento da economia, da comunidade e das empresas”. A premissa foi partilhada na segunda edição do Fórum Get Together Around Sustainability, que decorreu na Casa das Artes de Famalicão.Alterações climáticas, poluição ou perda de biodiversidade foram alguns dos assuntos debatidos no evento e para os quais foram apontadas políticas de sustentabilidade. A economia verde, a neutralidade carbónica e a mobilidade sustentável fizeram parte dos assuntos em discussão neste fórum organizado pela AEMinho, que aproveitou a ocasião para chamar à atenção dos governos, das empresas e da sociedade civil para a necessidade de adoção de medidas urgentes.“O futuro passa pela conexão com a natureza. Não podemos viver em luta com a natureza, mas sim em harmonia. Por isso, a sustentabilidade não é um luxo, é uma necessidade. O futuro tem de ser verde... ou não haverá futuro!”, destacou o ministro da Economia, António Costa e Silva.Também o presidente da AEMinho, Ricardo Costa, não tem dúvidas de que "a sustentabilidade é um tema central no nosso contexto sócio económico”. “O fórum de sustentabilidade é o momento em que unimos a comunidade empresarial para debater matérias associadas ao mesmo. O objetivo passa por absorver e trocar conhecimento neste caminho que definimos de acrescentar valor a uma comunidade empresarial fundamental para o desenvolvimento económico e social do país”, finalizou. 

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18 FEV. 2024

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