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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

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19 MAR. 2026

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho já tem 750 empregos para refugiados ucranianos"

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho já tem 750 empregos para refugiados ucranianos"

Através de portal online criado para o efeitoA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) já angariou 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos, em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil, foi hoje anunciado.Em comunicado, a AEMinho, com sede em Braga, refere que aquele número foi alcançado em apenas uma semana, desde que lançou um portal de apoio aos refugiados ucranianos, através da oferta de oportunidades de emprego.“Nesse portal, os empresários podem colocar de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”, acrescenta.O portal mantém-se ativo em https://ae-minho.pt/help-ukraine.php.A cidade de Braga recebeu, na madrugada de hoje, 44 refugiados ucranianos.A AEMinho assegura que irá “continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam” da invasão da Ucrânia pela Rússia.Reitera ainda o seu apelo ao “isolamento” da Rússia em termos económicos e empresariais.A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.Os ataques provocaram também a fuga de mais de 1,7 milhões de pessoas para os países vizinhos, de acordo com a ONU.A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

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7 MAR. 2022

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Notícias ao Minuto: "AEMinho disponibiliza 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos"

Notícias ao Minuto: "AEMinho disponibiliza 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos"

A iniciativa partiu da Associação Empresarial do Minho como forma de "garantir oportunidades de fixação e integração de refugiados" em Portugal.Em apenas uma semana, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) conseguiu 750 vagas de trabalho para cidadãos ucranianos com o intuito de “garantir oportunidades de fixação e integração de refugiados” em Portugal.Como forma de solidariedade, a associação, que considera a invasão “ilegal, imoral e humanamente inqualificável”, disponibiliza um portal de apoio aos refugiados ucranianos, onde existem oportunidades de emprego colocadas no site por empresários e depois remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para “receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”.Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, a AEMinho revelou que “é com grande entusiasmo de sentimento de gratidão” que recebe esta resposta da sociedade empresarial que, até ao momento, disponibilizou vagas em diversas áreas, entre elas indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil.O Vice-Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, esclareceu que continuarão a ser estabelecidas “iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão” e apelou ao isolamento da Rússia “em termos económicos e empresariais”.

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7 MAR. 2022

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho conseguiram já 750 empregos para refugiados ucranianos"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho conseguiram já 750 empregos para refugiados ucranianos"

Em apenas uma semana, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas.Meia dúzia de dias depois de ter apelado à cessação das relações comerciais com a Rússia e criado programas de apoio aos cidadãos ucranianos, como um portal de apoio aos refugiados ucranianos, através da oferta de oportunidades de emprego, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) dá conta dos primeiros resultados da sua ação."Em apenas uma semana, a AEMinho angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas", revela a organização patronal minhota, em comunicado.Nesse portal, os empresários podem colocar "de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias", explica a associação liderada por Ricardo Costa, CEO do grupo bracarense Bernardo da Costa, conhecido por oferecer férias em destinos paradisíacos aos seus trabalhadores em Portugal."É com grande entusiasmo de sentimento de gratidão que vemos a resposta imediata da sociedade empresarial ao repto lançado por esta associação. Acreditamos no papel abrangente e transversal de uma associação desta natureza na sociedade e esta é uma forma de demonstrar que a comunidade empresarial está perfeitamente alinhada com os valores humanistas que envolvem esta situação extrema que os ucranianos estão a viver", enfatiza Ramiro Pinto, vice-presidente da AEMinho."Iremos continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão e reiteramos o apelo ao isolamento da Rússia em termos económicos e empresariais como forma de dar também aos russos como povo as ferramentas para poderem não só parar a ofensiva ilegal e devastadora de Putin, como estruturarem um futuro mais próspero, humanista e democrático para toda a população russa", afirma Ramiro Brito.O portal de oferta de emprego promovido pela AEMinho mantém-se ativo em https://ae-minho.pt/help-ukraine.php

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7 MAR. 2022

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Jornal N Semanário: "Associação Empresarial do Minho considera invasão russa à Ucrânia "ilegal, imoral e humanamente inqualificável"

Jornal N Semanário: "Associação Empresarial do Minho considera invasão russa à Ucrânia "ilegal, imoral e humanamente inqualificável"

Numa tentativa de dissuadir e como forma de sancionar a Rússia, a AEMinho apela à cessação das relações comerciais com a Rússia e cria programas de apoio aos cidadãos ucranianos. A Associação Empresarial do Minho, na sequência da invasão russa aos territórios "da soberana nação" da Ucrânia, assistindo com enorme preocupação a todos os acontecimentos dos últimos dias, a Associação manifesta que, a invasão é ilegal, imoral, humanamente inqualificável, com recurso à força "é frontal e fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros".Adianta a mesma Associação que "este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações."A comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, é por isso mesmo, este "é o tempo de também usarmos, a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance". Uma ação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo.Nesse sentido, apelam de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais ou com agentes económicos russo, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente "este ataque vil e infundado".É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações "que nos levem à paz. Iremos implementar, com efeitos imediatos, duas ações concretas que consideramos ser o contributo possível para ajudarmos a Ucrânia e os seus cidadãos".Vão lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMinho, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral. Nesta plataforma, os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e "para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias."Também vão desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirem um processo célere, estruturando e eficiente-Irão lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariar os recursos em maior quantidade possível e através "do nosso parceiro os fazer chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir".Por fim, "queremos deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos. Este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade. A sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores. Está nas suas mãos enquanto sociedade trilhar esse caminho, sendo certo que o mundo civilizado e pacífico estará do lado desta sociedade para que possam dar à Rússia o caminho da esperança. 

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3 MAR. 2022

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Jornal Contacto: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

Jornal Contacto: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

Em comunicado, a AEM refere que o objetivo é “exercer pressão” sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente o “ataque vil e infundado” à Ucrânia.A Associação Empresarial do Minho (AEM), com sede em Braga, apelou hoje aos seus associados e à comunidade empresarial em geral que “cesse de forma imediata” as relações comerciais que tenham com a Rússia.Em comunicado, a AEM refere que o objetivo é “exercer pressão” sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente o “ataque vil e infundado” à Ucrânia.“É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa, para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”, sublinha.AEM vai lançar plataforma de oferta de emprego para ucranianosA AEM acrescenta que vai lançar, de imediato, duas ações para ajudar a Ucrânia e os seus cidadãos, uma das quais é o lançamento de uma plataforma de oferta de emprego em empresas suas associadas.Na plataforma, os empresários poderão colocar as suas ofertas de emprego, que serão remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para Portugal e país e para a região do Minho trabalhar e fixar as suas famílias.Por outro lado, a associação vai lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa.

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28 FEV. 2022

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Comunicado: AEMinho considera invasão russa à Ucrânia “ilegal, imoral e humanamente inqualificável”

Comunicado: AEMinho considera invasão russa à Ucrânia “ilegal, imoral e humanamente inqualificável”

A Associação Empresarial do Minho apela à cessação das relações comerciais com a Rússia e cria programas de apoio aos cidadãos ucranianos.Braga, 28 de fevereiro do 2022: A Associação Empresarial do Minho, na sequência da invasão Russa aos territórios da soberana nação da Ucrânia, assistindo com enorme preocupação a todos os acontecimentos dos últimos dias, vem manifestar o seguinte:1. A invasão ilegal, imoral, humanamente inqualificável de uma nação, com recurso à força é frontal e fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros.2. Este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações.3. A comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, por isso mesmo, este é o tempo de também usarmos a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance. Uma nação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo.4. Nesse sentido, somos a apelar de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais com a Rússia enquanto país, com as suas instituições ou com agente económicos russos, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente este ataque vil e infundado. É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz.5. Iremos implementar, com efeitos imediatos, duas ações concretas que consideramos ser o contributo possível para ajudarmos a Ucrânia e os seus cidadãos. a. Iremos lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMinho, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral. Nesta plataforma, os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias. Iremos desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirmos um processo célere, estruturando e eficiente. b. Iremos lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariarmos os recursos em maior quantidade possível e através do nosso parceiro os fazer chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir.Por fim, queremos deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos. Este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade. A sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores. Está nas suas mãos enquanto sociedade trilhar esse caminho, sendo certo que o mundo civilizado e pacífico estará do lado desta sociedade para que possam dar à Rússia o caminho da esperança.

Comunicados

28 FEV. 2022

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Visão: "Há milhares de empregos em Portugal para imigrantes ucranianos - garantem as empresas"

Visão: "Há milhares de empregos em Portugal para imigrantes ucranianos - garantem as empresas"

A braços com uma desesperante falta de mão de obra, as empresas portuguesas vêm uma oportunidade na vaga de ucranianos que pode chegar em breve a Portugal. Construção civil, têxtil ou calçado são setores que podem absorver “uns milhares”Preferia que não colmatássemos a falta de mão-de-obra com a tragédia alheia. Mas se pudermos ajudar e ao mesmo tempo resolver um problema…”. Esta é a frase com que o presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Mário Jorge Machado, resume a situação que estamos a viver e em que ambos os lados podem sair a ganhar. “Num setor que emprega cerca de 140 mil trabalhadores, contratar 4 ou 5 mil não tem nada de extraordinário”, diz à Visão e Exame.“Todos os dias recebemos dos nossos associados queixas de que é muito difícil contratar pessoas para as vagas existentes”, atendendo à baixa demografia, por um lado, e, por outro, à falta de qualificações em determinadas áreas. Esta pode, por isso ser uma oportunidade, para atrair imigrantes e colmatar deficiências, ainda que seja necessário ver o perfil de quem se vai receber. Quem já tiver formação em engenharia têxtil ou de equipamentos não terá, certamente, dificuldade em arranjar emprego no setor, ainda que as empresas prevejam sempre a necessidade de alguma formação.O presidente da ATP recorda ainda experiências anteriores com cidadãos ucranianos que correram bem. “No fim do século XX já tivemos muitos ucranianos que vieram trabalhar para a construção da Expo e muitos deles acabaram, depois, por ingressar no setor têxtil”, tendo sido “bons trabalhadores”. Aconteceu, porém, que, “mais tarde, acabaram por regressar aos seus países”. É certo, por isso, que “haverá muita disponibilidade numa situação destas, pois o setor está a precisar de mão de obra”.“É preciso agilizar processos de legalização”“Temos carência em quase todos os setores. É uma questão de ver o perfil dos que vierem e ver quem tem mais apetências para o quê”, adiantou igualmente à VISÃO e Exame Luis Miguel Ribeiro, presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP). “Há muitas empresas que estão com falta de mão de obra e desesperadamente à procura”, garante. “Na construção civil e todos os setores associados é flagrante, mas também as áreas tecnológicas”, especifica, embora frisando que este é “um problema transversal, tanto para postos qualificados como indiferenciados”.Mas chama desde logo a atenção para uma questão essencial: “Tem de haver procedimentos diferentes dos que tem havido em termos de legalização. Os processos têm sido muito burocratas, demorados e dolorosos. É preciso agilizar esses processos.”Já na passada sexta-feira, 25, a AEP enviou uma carta ao ministro da Economia dando conta das necessidades de criar políticas que “evitem que os nossos jovens continuem a emigrar”, mas também que “aposte fortemente na inserção de imigrantes no nosso mercado de trabalho”. O “estabelecimento de acordos internacionais de captação de imigrantes de qualificações intermédias para os setores com maiores necessidades, em articulação com as associações empresariais” pode ser uma saída. Mas “o acolhimento de refugiados, além de razões humanitárias, pode também ajudar a suprir necessidades do mercado de trabalho e o défice crescente da população ativa”, defendeu.AEMinho cria plataforma de emprego e apela ao corte de relações com a RússiaTambém a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) deitou mãos à obra. Prepara-se para lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego, nos seus associados e não só.“Os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias. Iremos desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirmos um processo célere, estruturado e eficiente”, anunciou em comunicado.Mas, politicamente, foi ainda mais longe. Apela a “toda a comunidade empresarial que tenha relações comerciais com a Rússia, com as suas instituições ou com agentes económicos russos, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente este ataque vil e infundado”. E justifica: “É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”. E deixa claro que “esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos”, lembrando que “a sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores”.Calçado já está a contar as vagasA indústria de calçado já se mostrou igualmente disponível para “acolher refugiados ucranianos” nas suas empresas. Em comunicado emitido ontem, 27, a APICCAPS fez saber que que abordou já o governo para dar conta dessa disponibilidade. “Há várias questões processuais a serem, desde já, consideradas: o estatuto de refugiado, o acolhimento no nosso país, a integração na segurança social ou mesmo no Serviço Nacional de Saúde. Importa, de igual forma, assegurar condições de trabalho no nosso país, na nossa indústria, e a imprescindível formação profissional”, lê-se no comunicado.Diz ainda que, tendo sido já criado um grupo de trabalho Inter-ministerial, a APICCAPS “está já a efetuar um levantamento das oportunidades de emprego no setor”.O mesmo aconteceu com a Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins (Abimota).  “Avizinha-se uma nova crise migratória na Europa e o setor entende que deve ter uma participação ativa na sociedade, ser um elemento positivo no acolhimento desses refugiados, tanto mais que temos condições e empregabilidade”, diz, em comunicado, Gil Nadais, secretário-geral da Abimota.Representando sobretudo a indústria de bicicletas, a Abimota diz cumprir, desta forma, “dois objetivos fundamentais”: a responsabilidade social e a contribuição para a competitividade do setor. “Mesmo com os salários mais altos que o setor das duas rodas e mobilidade suave pratica, não temos mão-de-obra, qualificada ou não, suficiente para responder às necessidades que a produção impõe. Por isso estamos a estudar, juntamente com os nossos associados, medidas para captar a fixação, com boas condições de trabalho, de populações que queiram encontrar em Portugal um porto seguro”, garante o secretário-geral da Abimota.

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28 FEV. 2022

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Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

“É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa", reclama a Associação Empresarial do Minho, que vai lançar uma plataforma de oferta de emprego para refugiados ucranianos.Associação Empresarial do Minho (AEM), com sede em Braga, apelou hoje aos associados e à comunidade empresarial em geral que “cesse de forma imediata” as relações comerciais que tenham com a Rússia.Em comunicado, a AEM refere que o objetivo é “exercer pressão” sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente o “ataque vil e infundado” à Ucrânia. “É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa, para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”, sublinha.Liderada por Ricardo Costa, a AEM acrescenta que vai lançar, de imediato, duas ações para ajudar a Ucrânia e os seus cidadãos, uma das quais é o lançamento de uma plataforma de oferta de emprego em empresas suas associadas.Na plataforma, os empresários poderão colocar as suas ofertas de emprego, que serão remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir trabalhar e fixar as suas famílias na região do Minho.Por outro lado, a associação vai lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa.A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de quase 500 mil deslocados para a Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

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28 FEV. 2022

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