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Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

Governança

12 MAR. 2026

O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico.A necessidade de um Estado mais ágil e de processos administrativos mais rápidos foi o tema central do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).A sessão, que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, reuniu empresários da região para debater os bloqueios que ainda travam a eficiência da Administração Pública e apresentar soluções para acelerar o investimento e o crescimento económico.O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico. O responsável defendeu a importância de criar espaços de diálogo que permitam partilhar as dificuldades sentidas pelas empresas, conhecer as medidas já implementadas e discutir soluções para tornar o Estado mais ágil e eficiente.Durante a sessão, o ministro detalhou a estratégia do Governo, centrada na simplificação administrativa antes da digitalização, destacando projetos como o LicencIA, um sistema de licenciamento assistido por inteligência artificial que promete reduzir significativamente os tempos de aprovação de investimentos empresariais.Outro eixo da reforma passa pelo desenvolvimento de uma rede colaborativa entre organismos públicos e a criação de uma Estratégia Nacional de Data Centers, com vista a melhorar a gestão de dados e a apoiar soluções tecnológicas associadas à inteligência artificial.No plano organizacional, o Governo tem promovido a reestruturação de ministérios, eliminação de cargos dirigentes e redistribuição de recursos humanos, além de preparar uma Lei da Interoperabilidade da Administração Pública, que permitirá partilhar informação entre entidades e aplicar o princípio da “só uma vez” para cidadãos e empresas.O Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou ainda a necessidade de repensar a organização territorial do Minho e simplificar as várias camadas administrativas, tornando os processos de decisão mais rápidos e próximos das necessidades das empresas e das populações.O encontro reforçou a importância do diálogo entre empresas, instituições e Governo para acelerar a modernização do Estado, criar condições favoráveis ao investimento e tornar a Administração Pública mais eficiente e moderna.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho alerta para “grave cerco energético”

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho alerta para “grave cerco energético”

Vai pedir reunião ao GovernoA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou hoje “enorme preocupação” pelo “aumento exponencial” dos preços da energia e dos combustíveis, considerando que se trata de um “grave cerco energético” ao sistema produtivo nacional.Em comunicado, a AEMinho, com sede em Braga, refere que a situação exige “ações concretas e estruturadas ao nível governamental, que não passem por mera maquilhagem político-económica”.“O país precisa de uma reforma fiscal séria e ponderada. As empresas não pedem a diminuição dos impostos sobre os lucros, pedem uma diminuição dos impostos sobre os fatores produtivos, os recursos necessários para que o sistema produtivo funcione e seja eficiente”, sublinha.Para a AEMinho, é também necessário um alívio da carga fiscal sobre os recursos humanos.“Os impostos sobre o trabalho em Portugal tornam a tarefa de elevar o nível de remunerações hercúlea. As empresas gastam imenso para que os trabalhadores recebam pouco, por vezes menos de metade do valor que de facto custam”, alerta.A AEMinho irá solicitar ao novo Governo uma reunião de trabalho, tanto para manifestar o seu descontentamento e evidenciar a “gravidade” da situação, como também para sugerir alternativas e um caminho que dê resposta às necessidades e preocupações dos empresários.

Economia

17 MAR. 2022

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Jornal O Minho: "AEminho reuniu pela primeira vez em Conselho Geral"

Jornal O Minho: "AEminho reuniu pela primeira vez em Conselho Geral"

No passado dia 03 de março, reuniram pela primeira vez no Altice Fórum, em Braga, os membros do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), um encontro liderado pelo presidente do Conselho Geral da associação, José Manuel Capa Pereira, foi hoje anunciado.Em nota de imprensa, a associação empresarial refere que estiveram presentes "32 pessoas das mais importantes instituições da região, universidades, politécnicos, CIMs, empresários e personalidades de relevo que, pela primeira vez, se juntaram à mesma mesa para discussão de temas estruturais da nossa comunidade".Na reunião foram apresentados objetivos do Conselho Geral, enquanto órgão consultivo da AEMinho, e foram auscultados os presentes no que diz respeito a temas estruturais a que a associação deverá estar atenta.A associação salienta a "transversalidade do tema de atração, formação e requalificação de pessoas, bem como o da integração dos refugiados ucranianos na sociedade e a sua fixação na região"."Neste último ponto, houve particular incidência no tema habitação, onde se pediu a intervenção das CIMs presentes para se empenharem em encontrar uma solução a ser tida em conta na próxima revisão do PDM", refere a nota.No mesmo alinhamento, o presidente da direção da AEMinho apresentou o programa Work in Minho, que tem vindo a ser desenvolvido pela associação nos últimos meses, para colmatar a falta de pessoas recorrentemente pelos seus associados."AEMinho está empenhada em trazer pessoas de outras geografias para o Minho, em articulação com as instituições diplomáticas, com o poder central e local, integrando a oferta das empresas com as pessoas, meios e entidades locais, que serão vitais na fixação e aculturação ao nosso meio", pode ler-se.De acordo com a mesma nota, o segundo vetor do programa Work in Minho "pretende criar as condições para uma maior aproximação entre a oferta de formação e as necessidades do mercado de trabalho, em estreita cooperação com as entidades de Ensino e Formação da região e com as empresas"."A AEMinho acredita que assim será possível fomentar a qualificação e requalificação/reconversão de pessoas e currículos, servindo, desta forma, melhor a comunidade onde se insere", lê-se.De acordo com o comunicado, foram oficialmente integrados no Conselho a CCDR-Norte, António Manuel de Almeida-Dias (CESPU), António Rui Sousa Dias Amorim (CITEVE), Carlos Rodrigues (IPVC), Domingos Bragança (CIM Ave), Emília Vieira (AEMinho), João Manuel Duque (Universidade Católica), João Redondo (Universidades Lusíada), Jorge Ortiga (Arquidiocese de Braga), José Fernando Gomes Mendes (Fundação Mestre Casais), José Teixeira (AEMinho), Lars Montelius (INL), Manoel Batista (CIM Alto Minho), Maria José Fernandes (IPCA), Ricardo Costa (AEMinho), Ricardo Jorge Silvério Magalhães Machado (CCG), Ricardo Rio (CIM Cávado), Rui Enes (APTIV) e Rui Vieira de Castro (UMinho).

Eventos

10 MAR. 2022

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Rádio Renascença: "Empresas do Minho com 800 ofertas de emprego para refugiados da Ucrânia"

Rádio Renascença: "Empresas do Minho com 800 ofertas de emprego para refugiados da Ucrânia"

Associação Empresarial do Minho lança portal de emprego para refugiados e prepara projeto para a fixação de mão de obra estrangeira na região.A Associação Empresarial do Minho lançou o “HelpUkcraine”, um portal de emprego específico para cidadãos ucranianos que, em pouco mais de uma semana, reuniu “mais de 800 vagas”, adianta o presidente da associação de empresários, Ricardo Costa.“Há uma carência de talento nas empresas da nossa região e, sabendo do que está a acontecer na Ucrânia, criamos uma plataforma onde os nossos associados podem registar as ofertas de emprego. Ao dia de hoje, a plataforma tem mais de 800 vagas para acolher refugiados vindos da Ucrânia”, diz o responsável.O portal de emprego é apenas uma das iniciativas previstas no âmbito do “Working Minho”, um plano mais alargado que visa a integração e a fixação de cidadãos ucranianos. O objetivo, explica Ricardo Costa, é garantir as “melhores condições de acolhimento”.“Não podemos criar o risco de não ter as condições para acolher as pessoas devidamente”, afirma. “Uma solução que pode parecer muito interessante agora, pode transformar-se num problema ainda maior daqui a três ou seis meses”. Por isso, a AEMinho está a trabalhar, "em conjunto com o governo e com as autarquias", para tentar “dar as melhores condições de integração a estas pessoas que vão chegar ao nosso país”, revela.O alojamento ou a formação são algumas das questões visadas no projeto Working Minho que quer fixar mão de obra estrangeira para colmatar a “carência de talento” que a região vive.“São pessoas que necessitamos muito”, admite o empresário que adianta que são precisas “50 mil pessoas de imediato” para que as empresas da região possam "crescer e colocar em prática os seus planos de expansão".

Economia

10 MAR. 2022

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Notícias ao Minuto: "AEMinho disponibiliza 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos"

Notícias ao Minuto: "AEMinho disponibiliza 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos"

A iniciativa partiu da Associação Empresarial do Minho como forma de "garantir oportunidades de fixação e integração de refugiados" em Portugal.Em apenas uma semana, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) conseguiu 750 vagas de trabalho para cidadãos ucranianos com o intuito de “garantir oportunidades de fixação e integração de refugiados” em Portugal.Como forma de solidariedade, a associação, que considera a invasão “ilegal, imoral e humanamente inqualificável”, disponibiliza um portal de apoio aos refugiados ucranianos, onde existem oportunidades de emprego colocadas no site por empresários e depois remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para “receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”.Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, a AEMinho revelou que “é com grande entusiasmo de sentimento de gratidão” que recebe esta resposta da sociedade empresarial que, até ao momento, disponibilizou vagas em diversas áreas, entre elas indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil.O Vice-Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, esclareceu que continuarão a ser estabelecidas “iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão” e apelou ao isolamento da Rússia “em termos económicos e empresariais”.

Economia

7 MAR. 2022

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho já tem 750 empregos para refugiados ucranianos"

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho já tem 750 empregos para refugiados ucranianos"

Através de portal online criado para o efeitoA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) já angariou 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos, em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil, foi hoje anunciado.Em comunicado, a AEMinho, com sede em Braga, refere que aquele número foi alcançado em apenas uma semana, desde que lançou um portal de apoio aos refugiados ucranianos, através da oferta de oportunidades de emprego.“Nesse portal, os empresários podem colocar de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”, acrescenta.O portal mantém-se ativo em https://ae-minho.pt/help-ukraine.php.A cidade de Braga recebeu, na madrugada de hoje, 44 refugiados ucranianos.A AEMinho assegura que irá “continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam” da invasão da Ucrânia pela Rússia.Reitera ainda o seu apelo ao “isolamento” da Rússia em termos económicos e empresariais.A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.Os ataques provocaram também a fuga de mais de 1,7 milhões de pessoas para os países vizinhos, de acordo com a ONU.A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

Economia

7 MAR. 2022

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho conseguiram já 750 empregos para refugiados ucranianos"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho conseguiram já 750 empregos para refugiados ucranianos"

Em apenas uma semana, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas.Meia dúzia de dias depois de ter apelado à cessação das relações comerciais com a Rússia e criado programas de apoio aos cidadãos ucranianos, como um portal de apoio aos refugiados ucranianos, através da oferta de oportunidades de emprego, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) dá conta dos primeiros resultados da sua ação."Em apenas uma semana, a AEMinho angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas", revela a organização patronal minhota, em comunicado.Nesse portal, os empresários podem colocar "de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias", explica a associação liderada por Ricardo Costa, CEO do grupo bracarense Bernardo da Costa, conhecido por oferecer férias em destinos paradisíacos aos seus trabalhadores em Portugal."É com grande entusiasmo de sentimento de gratidão que vemos a resposta imediata da sociedade empresarial ao repto lançado por esta associação. Acreditamos no papel abrangente e transversal de uma associação desta natureza na sociedade e esta é uma forma de demonstrar que a comunidade empresarial está perfeitamente alinhada com os valores humanistas que envolvem esta situação extrema que os ucranianos estão a viver", enfatiza Ramiro Pinto, vice-presidente da AEMinho."Iremos continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão e reiteramos o apelo ao isolamento da Rússia em termos económicos e empresariais como forma de dar também aos russos como povo as ferramentas para poderem não só parar a ofensiva ilegal e devastadora de Putin, como estruturarem um futuro mais próspero, humanista e democrático para toda a população russa", afirma Ramiro Brito.O portal de oferta de emprego promovido pela AEMinho mantém-se ativo em https://ae-minho.pt/help-ukraine.php

Economia

7 MAR. 2022

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Braga TV: "AEMinho angariou 750 vagas de emprego para refugiados da Ucrânia"

Braga TV: "AEMinho angariou 750 vagas de emprego para refugiados da Ucrânia"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), face à invasão da Rússia na Ucrânia, disponibilizou um portal de apoio aos refugiados daquele país, através da oferta de oportunidades de emprego.Nesse portal, os empresários podem colocar de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para Portugal e para a região trabalhar e fixar as suas famílias.Em apenas uma semana, a AEMinho angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas.“É com grande entusiasmo de sentimento de gratidão que vemos a resposta imediata da sociedade empresarial ao repto lançado por esta associação. Acreditamos no papel abrangente e transversal de uma associação desta natureza na sociedade e esta é uma forma de demonstrar que a comunidade empresarial está perfeitamente alinhada com os valores humanistas que envolvem esta situação extrema que os ucranianos estão a viver. Iremos continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão e reiteramos o apelo ao isolamento da Rússia em termos económicos e empresariais como forma de dar também aos russos como povo as ferramentas para poderem não só parar a ofensiva ilegal e devastadora de Putin, como estruturarem um futuro mais próspero, humanista e democrático para toda a população russa”, afirma o vice-presidente da AEMinho, Ramiro Brito.O portal de oferta de emprego impulsionado pela AEMinho mantém-se ativo aqui.

Economia

7 MAR. 2022

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Jornal N Semanário: "Associação Empresarial do Minho considera invasão russa à Ucrânia "ilegal, imoral e humanamente inqualificável"

Jornal N Semanário: "Associação Empresarial do Minho considera invasão russa à Ucrânia "ilegal, imoral e humanamente inqualificável"

Numa tentativa de dissuadir e como forma de sancionar a Rússia, a AEMinho apela à cessação das relações comerciais com a Rússia e cria programas de apoio aos cidadãos ucranianos. A Associação Empresarial do Minho, na sequência da invasão russa aos territórios "da soberana nação" da Ucrânia, assistindo com enorme preocupação a todos os acontecimentos dos últimos dias, a Associação manifesta que, a invasão é ilegal, imoral, humanamente inqualificável, com recurso à força "é frontal e fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros".Adianta a mesma Associação que "este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações."A comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, é por isso mesmo, este "é o tempo de também usarmos, a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance". Uma ação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo.Nesse sentido, apelam de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais ou com agentes económicos russo, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente "este ataque vil e infundado".É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações "que nos levem à paz. Iremos implementar, com efeitos imediatos, duas ações concretas que consideramos ser o contributo possível para ajudarmos a Ucrânia e os seus cidadãos".Vão lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMinho, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral. Nesta plataforma, os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e "para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias."Também vão desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirem um processo célere, estruturando e eficiente-Irão lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariar os recursos em maior quantidade possível e através "do nosso parceiro os fazer chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir".Por fim, "queremos deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos. Este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade. A sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores. Está nas suas mãos enquanto sociedade trilhar esse caminho, sendo certo que o mundo civilizado e pacífico estará do lado desta sociedade para que possam dar à Rússia o caminho da esperança. 

Economia

3 MAR. 2022

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho apelam ao corte com a Rússia e criam apoios aos ucranianos"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho apelam ao corte com a Rússia e criam apoios aos ucranianos"

" A comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, por isso mesmo, este é o tempo de também usarmos a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance", preconiza a AEMinho. A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), que é liderado por Ricardo Costa, CEO do grupo bracarense Bernardo da Costa, conhecido por oferecer férias em destinos paradisíacos aos seus trabalhadores em Portugal, apela à cessação das relações comerciais com a Rússia e cria programas de apoio aos cidadãos ucranianos.Na sequência da "invasão russa aos territórios da soberana nação da Ucrânia, assistindo com enorme preocupação a todos os acontecimentos dos últimos dias", a AEMinho começa por considerar "a invasão ilegal, imoral, humanamente inqualificável de uma nação, com recurso à força é frontal", que é "fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros"."Este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações", defende a AEMinho, em comunicado.Para esta associação empresarial, "a comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, por isso mesmo, este é o tempo de também usarmos a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance. Uma ação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo", considera.Nesse sentido, a AEMinho apela "de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais com a Rússia enquanto país, com as suas instituições ou com agente económicos russos, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente este ataque vil e infundado"."É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz", preconiza a AEMinho.Empregos para ucranianos e campanha de angariação de fundos para a UcrâniaPor outro lado, a AEMinho irá implementar, "com efeitos imediatos", duas ações concretas que diz corporizar "o contributo possível" para ajudar a Ucrânia e os seus cidadãos.A associação liderada por Ricardo Costa vai lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMinho, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral.Nesta plataforma, "os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias".Uma iniciativa a desenvolver "em articulação total" com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantir "um processo célere, estruturado e eficiente"A AEMinho anunciou que irá também lançar "uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariarmos os recursos em maior quantidade possível e através do nosso parceiro os fazer chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir", explica.Por fim, a AEMinho diz que quer "deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos".Até porque, defende a AEMinho, "este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade"."A sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores. Está nas suas mãos enquanto sociedade trilhar esse caminho, sendo certo que o mundo civilizado e pacífico estará do lado desta sociedade para que possam dar à Rússia o caminho da esperança", remata a AEMinho.

Economia

28 FEV. 2022

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