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Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

Governança

12 MAR. 2026

O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico.A necessidade de um Estado mais ágil e de processos administrativos mais rápidos foi o tema central do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).A sessão, que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, reuniu empresários da região para debater os bloqueios que ainda travam a eficiência da Administração Pública e apresentar soluções para acelerar o investimento e o crescimento económico.O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico. O responsável defendeu a importância de criar espaços de diálogo que permitam partilhar as dificuldades sentidas pelas empresas, conhecer as medidas já implementadas e discutir soluções para tornar o Estado mais ágil e eficiente.Durante a sessão, o ministro detalhou a estratégia do Governo, centrada na simplificação administrativa antes da digitalização, destacando projetos como o LicencIA, um sistema de licenciamento assistido por inteligência artificial que promete reduzir significativamente os tempos de aprovação de investimentos empresariais.Outro eixo da reforma passa pelo desenvolvimento de uma rede colaborativa entre organismos públicos e a criação de uma Estratégia Nacional de Data Centers, com vista a melhorar a gestão de dados e a apoiar soluções tecnológicas associadas à inteligência artificial.No plano organizacional, o Governo tem promovido a reestruturação de ministérios, eliminação de cargos dirigentes e redistribuição de recursos humanos, além de preparar uma Lei da Interoperabilidade da Administração Pública, que permitirá partilhar informação entre entidades e aplicar o princípio da “só uma vez” para cidadãos e empresas.O Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou ainda a necessidade de repensar a organização territorial do Minho e simplificar as várias camadas administrativas, tornando os processos de decisão mais rápidos e próximos das necessidades das empresas e das populações.O encontro reforçou a importância do diálogo entre empresas, instituições e Governo para acelerar a modernização do Estado, criar condições favoráveis ao investimento e tornar a Administração Pública mais eficiente e moderna.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Minho: "Patrões do Minho aprovam ideia de ligar Braga, Barcelos, Guimarães e Famalicão de metro"

Jornal O Minho: "Patrões do Minho aprovam ideia de ligar Braga, Barcelos, Guimarães e Famalicão de metro"

MobilidadeA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) disse hoje estar agradada e entusiasmada pela manifestação dos presidentes dos municípios do Quadrilátero Urbano em estabelecer, como objetivo, a construção de um metro de superfície que ligue as cidades de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães.Em comunicado enviado às redações, identificando-se como “agentes congregadores de tecido empresarial do Minho”, os empresários querem ser “uma parte ativa e cooperante na concretização deste projeto que dará resposta, a longo prazo, a um problema real que afeta todas as empresas da região e que tem a ver com a mobilidade de trabalho intermunicipal”.Contudo, e “não obstante” à importância deste projeto, os patrões entendem “que é estrutural encontrar soluções que consigam dar uma resposta mais imediata ao problema da mobilidade intermunicipal que, a prolongar-se no tempo, terá consequências socioeconómicas nefastas para a região e para as suas pessoas”.“Nesse sentido, e porque acreditamos que com os recursos de mobilidade existentes é possível encontrar uma solução mais imediata, que medeie o tempo em que estamos com a conclusão de um projeto para esta envergadura, iremos solicitar audiências com as quatro autarquias, de forma a promovermos coletivamente uma cimeira de mobilidade intermunicipal, na qual sejam representadas todas as empresas e entidades que operam na região, bem como as autarquias e o poder central”, pode ler-se.Procuram, assim, encontrar “uma solução de articulação entre estas entidades, com o objetivo de viabilizar, num tempo mais curto, uma solução intermunicipal integrada e que dê uma resposta imediata a este problema que é estrutural para o desenvolvimento da região”.

Minho

20 ABR. 2022

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Cidade Hoje: "AE Minho apoia construção do metro de superfície entre Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães"

Cidade Hoje: "AE Minho apoia construção do metro de superfície entre Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifesta, em comunicado, «o seu agrado e entusiasmo» pela manifestação dos presidentes dos municípios do Quadrilátero Urbano em estabelecer, como objetivo, a construção de um metro de superfície que ligue as respetivas quatro cidades (Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães).A estrutura empresarial do Minho, pretende ser uma parte «ativa e cooperante« na concretização deste projeto «que dará resposta, a longo prazo, a um problema real que afeta todas as empresas da região e que tem a ver com a mobilidade de trabalho intermunicipal». Não obstante, entende a AEMinho que é necessário encontrar soluções que consigam dar uma resposta mais imediata ao problema da mobilidade intermunicipal que, a prolongar–se no tempo, «terá consequências socioeconómicas nefastas para a região e para as suas pessoas».Nesse sentido, a AE Minho acredita que com os recursos de mobilidade existentes «é possível encontrar uma solução mais imediata, que medeie o tempo em que estamos com a conclusão de um projeto para esta envergadura».Para o efeito vai solicitar audiências com as quatro autarquias, «de forma a promovermos coletivamente uma cimeira de mobilidade intermunicipal, na qual sejam representadas todas as empresas e entidades que operam na região, bem como as autarquias e o poder central», no sentido de se encontrar uma solução de articulação entre estas entidades, para viabilizar, num tempo mais curto, «uma solução intermunicipal integrada e que dê uma resposta imediata a este problema que é estrutural para o desenvolvimento da região».

Minho

20 ABR. 2022

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Comunicado: AEMinho apoia a construção do metro de superfície e toma iniciativa para solução intermédia e imediata

Comunicado: AEMinho apoia a construção do metro de superfície e toma iniciativa para solução intermédia e imediata

Braga, 20 de abril de 2022: A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vem manifestar o seu agrado e entusiasmo pela manifestação dos presidentes dos municípios do Quadrilátero Urbano em estabelecer, como objetivo, a construção de um metro de superfície que ligue as respetivas quatro cidades (Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães). Da nossa parte, e como agentes congregadores de tecido empresarial do Minho, seremos uma parte ativa e cooperante na concretização deste projeto que dará resposta, a longo prazo, a um problema real que afeta todas as empresas da região e que tem a ver com a mobilidade de trabalho intermunicipal. Não obstante a este projeto que nos anima, entendemos que é estrutural encontrar soluções que consigam dar uma resposta mais imediata ao problema da mobilidade intermunicipal que, a prolongar-se no tempo, terá consequências socioeconómicas nefastas para a região e para as suas pessoas. Nesse sentido, e porque acreditamos que com os recursos de mobilidade existentes é possível encontrar uma solução mais imediata, que medeie o tempo em que estamos com a conclusão de um projeto para esta envergadura, iremos solicitar audiências com as quatro autarquias, de forma a promovermos coletivamente uma cimeira de mobilidade intermunicipal, na qual sejam representadas todas as empresas e entidades que operam na região, bem como as autarquias e o poder central, no sentido de encontramos uma solução de articulação entre estas entidades, com o objetivo de viabilizar, num tempo mais curto, uma solução intermunicipal integrada e que dê uma resposta imediata a este problema que é estrutural para o desenvolvimento da região.

Comunicado

20 ABR. 2022

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Jornal O Amarense: "AEMinho quer metro de superfície no Quadrilátero e propõe cimeira com vista a "solução intermédia e imediata"

Jornal O Amarense: "AEMinho quer metro de superfície no Quadrilátero e propõe cimeira com vista a "solução intermédia e imediata"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou, esta quarta-feira, o "agrado e entusiasmo" pela intenção dos presidentes dos municípios do Quadrilátero Urbano em estabelecer, como objetivo, a construção de um metro de superfície que ligue as respetivas quatro cidades - Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães.Em comunicado, a associação empresarial afirma que "da nossa parte, e como agentes congregadores de tecido empresarial do Minho, seremos uma parte activa e cooperante na concretização deste projecto que dará resposta, a longo prazo, a um problema real que afecta todas as empresas da região e que tem a ver com a mobilidade de trabalho intermunicipal".A AEMinho entende que "é estrutural encontrar soluções" que consigam dar uma "resposta mais imediata" ao problema da mobilidade intermunicipal que, a "prolongar-se no tempo, terá consequências sócio-económicas nefastas para a região e para as suas pessoas".CIMEIRAConsiderando que com os "recursos de mobilidade existentes" é possível encontrar uma "solução mais imediata, que medeie o tempo em que estamos com a conclusão de um projecto para esta envergadura", o organismo presidido por Ricardo Costa vai solicitar audiências com as quatro autarquias, com o objetivo de promover "coletivamente" uma "cimeira de mobilidade intermunicipal", com a representação de todas as empresas e entidades que operam na região, bem como as autarquias e o Poder Central.A intenção, refere a AEMinho, é encontrar "uma solução de articulação" entre estas entidades, com "o objectivo de viabilizar, num tempo mais curto, uma solução intermunicipal integrada e que dê uma resposta imediata a este problema que é estrutural para o desenvolvimento da região".

Minho

20 ABR. 2022

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Jornal Eco: "Empresários entregam “programa de governo” ao novo ministro da Economia"

Jornal Eco: "Empresários entregam “programa de governo” ao novo ministro da Economia"

Empresários esperam que António Costa Silva seja “o advogado das empresas” nas reuniões do Conselho de Ministros e mostram ao ECO o caderno de encargos para o sucessor de Siza Vieira na Horta Seca.Os empresários e gestores portugueses não poupam elogios a Pedro Siza Vieira na hora da saída, mas estão confiantes para o início do mandato de António Costa Silva, ex-gestor da Partex, que aos 70 anos chega a ministro da Economia. Do financiamento da inovação à atração de recursos humanos, passando pela fiscalidade e pela desburocratização da máquina do Estado, confira as prioridades definidas pelos líderes empresariais ouvidos pelo ECO.Conhecido por “senhor PRR” (Plano de Recuperação e Resiliência), dado ter sido ele a definir a visão estratégica deste documento, Costa Silva ganhou protagonismo no início da pandemia pela mão do primeiro-ministro, que viria a nomeá-lo presidente da comissão de acompanhamento desse programa. A partir desta tarde, já empossado por Marcelo, será de dentro do Executivo que poderá ajudar a executar a “bazuca” e outras políticas que defendeu na praça pública nos últimos anos.“Não vai ter uma tarefa fácil a substituir Pedro Siza Vieira, que tinha uma ligação grande com as empresas, uma visão para a economia em geral e era um dos valores acrescentados do governo anterior”, reconhece Carlos Ribas, responsável da Bosch em Portugal, aconselhando o novo governante a “olhar fortemente para a área da investigação e desenvolvimento” (I&D), para que Portugal seja “um país de conhecimento, inovador e que traz soluções para o mundo”, sobretudo no setor industrial e das tecnologias.Em declarações ao ECO, o engenheiro que lidera as operações portuguesas da multinacional alemã e que tem projetos de inovação no Minho ou com a academia do Porto na condução autónoma defende que o novo ministro continue a “fomentar as parcerias entre as universidades e as empresas”, intervindo ao nível do financiamento, mas também da auditoria e controlo, com o envolvimento da AICEP, da Agência de Inovação (ANI) e do próprio Ministério.Outro ponto relevante apontado por Carlos Ribas é a celeridade na aprovação dos contratos e dos projetos. “Por norma, esses processos de validação são demorados. E têm de ser muito mais célere porque a inovação é o momento. Algo que hoje é um processo ou produto inovador, se demorar um ano na aprovação, [no final desse prazo] outros já o terão posto no mercado”, contextualiza o porta-voz da Bosch, que tem fábricas em Braga, Ovar e Aveiro.Já para o CEO e cofundador da Critical Manufacturing, a escolha de António Costa Silva é “o corolário lógico de ter sido o pai do Plano de Recuperação e Resiliência”, embora assinale que “não deixa de ser curioso o facto de ter um reconhecido conhecimento sobre o setor energético, mas não contar com a pasta da Energia neste Ministério”.O novo membro do Governo “terá de provar que foram infundadas as críticas” ao PRR por ser “demasiadamente orientado para o setor público” e também, insiste Francisco Almada Lobo, que “há outras ideias para a economia, além do investimento público, e que passem por dotar o país de condições para que as suas empresas sejam competitivas nos mercados globais, atuando nas áreas de simplificação burocrática, competitividade fiscal e laboral”."Terá de provar que há outras ideias para a economia, além do investimento público, e que passem por (…) atuar nas áreas de simplificação burocrática, competitividade fiscal e laboral."Francisco Almada LoboCEO e cofundador da Critical ManufacturingPor outro lado, o desejo dos industriais da metalurgia e metalomecânica, os mais exportadores da economia nacional, é que Costa Silva “venha a ser um advogado das empresas no seio do conselho de ministros, capaz de enfrentar com sucesso não só os habituais bloqueios do Ministério das Finanças, como também as reservas e desconfianças que uma parte da máquina do Estado persiste votar à atividade privada”.Às prioridades no “curtíssimo prazo” do lay-off simplificado e dos apoios diretos às empresas para enfrentarem os aumentos de preço na energia e nas matérias-primas, Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP, soma medidas para a legislatura como a “aposta estrutural nas tecnologias de produção e de informação como base estruturante da economia” ou a “assunção da liderança do processo de requalificação dos portugueses”."O ministro tem de perceber o drama que é hoje para uma empresa portuguesa contratar e atrair pessoas, agilizando processos e a identificação de cidadãos estrangeiros que possam aqui fixar-se e colmatar essa falha."Ricardo CostaPresidente da Associação Empresarial do Minho e CEO do Grupo Bernardo da CostaTambém Ricardo Costa, presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), pede ao novo ministro para intervir na política energética com “medidas concretas que impliquem uma redução efetiva dos custos e não com medidas compensatórias ou de mecanismos financeiros”. Mas igualmente ao nível da atração de talento, percebendo o “drama” das empresas nacionais na contratação e atuando em duas dimensões imediatas.A primeira tem a ver com a escassez, “agilizando processos e identificação de cidadãos estrangeiros que possam aqui fixar-se e colmatar essa falha”, assim como enquadrar melhor a formação com a oferta do mercado de trabalho. “Ao mesmo tempo é fundamental perceber o custo do trabalho em termos de carga fiscal e entendê-lo como um fator de subdesenvolvimento, pela disparidade entre os custos de trabalho para as empresas e os valores que depois os trabalhadores efetivamente recebem”, completa o também CEO do Grupo Bernardo da Costa.De Braga para Estarreja, Miguel Carvalho repete o foco na formação profissional e nas escolas técnicas, com o administrador da centenária Adico, a mais antiga empresa de mobiliário metálico do país, a sustentar que a solução pode passar pelo “conceito das empresas/escolas com a defesa e promoção do conhecimento das profissões de serralharia, torneiros, carpinteiros, pintores, entre muitas outras, sustentado nas práticas quotidianas das empresas”.O líder da histórica empresa fundada por Adelino Dias Costa, que exporta 30% da produção para países como França, Espanha, Malta, Bélgica, Itália, Japão, Coreia do Sul e EUA, quer que os apoios do PRR cheguem “mais diretamente às empresas e não com a visão de associativismo” e sublinha que a carga fiscal “continua a inibir o empreendedorismo e o investimento”, apontando o dedo às taxas “altamente penalizadoras” no IVA, IRS e Segurança Social.A partir de Baião, onde está sediada a Vialsil, Paulo Portela faz questão de começar por agradecer a Pedro Siza Vieira pela “dedicação que teve com as empresas”, pedindo ao sucessor que não se esqueça das PME. “Sejam do litoral ou do interior, todas são importantes, fundamentalmente as que pagam impostos, criam riqueza e postos de trabalho”, acrescenta. O administrador desta empresa especializada na área das vias de comunicação, que fornece estruturas metálicas, barreiras acústicas, painéis de sinalização ou rails de segurança, sugere que Costa Silva “trabalhe com as empresas para que consigam, bem lideradas, seguir em frente e ultrapassar as dificuldades”.“A questão do IVA de caixa seria importante para a tesouraria das empresas e é algo de que já se fala há muitos anos. E a agilização dos processos de aprovação dos projetos ligados ao PRR, bem como o acesso a informação sobre os mesmos”, prioriza Pedro Araújo. O CEO da Brandit, uma agência digital de Barcelos que emprega 16 pessoas e fatura perto de um milhão de euros, salienta, por outro lado, o facto de o Ministério englobar também a pasta do mar, para onde foi recrutado o ex-autarca de Viana do Castelo, “devido à dimensão e sentido de expansão” da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal.Mais indústria, menos taxas e papelO aumento exponencial dos preços da energia que “vão trazer-nos limitações a curto e médio prazo na produção” e a subida dos custos e a escassez de materiais para a embalagem dos vinhos, desde as garrafas ao papel, é uma preocupação do diretor-geral da alentejana Herdade do Rocim, alargada a todos os empresários. De resto, quanto ao nome de Costa Silva, Pedro Ribeiro apresenta-o como “um empresário com larga experiência, [que] por isso está consciente que a saúde económica do país passa pela saúde das empresas”.Já o apelo da Associação Empresarial de Portugal (AEP) vai para a formação de uma espécie de “task force interministerial” para corrigir debilidades estruturais e eliminar custos de contexto. Sendo que na lista de afazeres do novo ministro deve estar “a valorização da indústria (…), pelo elevado potencial de inovação e de efeito de arrastamento em vários setores, a montante e a jusante”. “A prioridade deverá ser a reindustrialização. O caminho deverá passar pela criação de condições que tornem efetivamente as empresas portuguesas competitivas”, concorda Óscar Neto, presidente do Grupo MSTN, que detém a marca Mistolin.Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), reconheceu à Lusa que “quem entra para o Ministério da Economia numa fase destas vai ter uma tarefa hercúlea”. “Porque as empresas vão precisar, acima de tudo, de quem as ajude a agilizar e a retirar dificuldades burocráticas, a anular processos, a agilizar procedimentos e a eliminar os custos de contexto são gerados pela burocracia, para que as coisas possam fluir de uma forma muito mais rápida”, sustenta o dirigente associativo."A reforma fiscal é fundamental para permitir às empresas investirem de forma adequada, não entregando ao Estado dinheiro ganho pelos contribuintes e que o Governo esbanja em investimentos sem interesse."Luís AranhaCEO da Mike Davis“Acreditamos que a nomeação de António Costa Silva, enquanto nome escolhido para assumir a pasta do Ministério da Economia, está alinhada com o pensamento de elevação e apoio da economia do país, sobretudo depois do contexto exigente que vivemos nos últimos anos. Que a sua experiência e competência, outrora relevada no papel fundamental que desempenhou no desenvolvimento do PRR, permita que todos cresçam de forma mais sustentada possível, sobretudo as empresas que são 100% portuguesas”, diz Celso Lascasas, fundador da empresa de mobiliário Laskasas, sediada em Paredes.Menos confiante está Luís Aranha, CEO da Mike Davis, que na semana passada ouviu “com alguma tristeza, mas sem surpresa os nomes dos ministros da Economia e das Finanças”. O empresário do ramo do vestuário entende que a reforma fiscal é o elemento fundamental para “dar uma vida nova à economia, melhorando o rendimento da classe média e permitindo às empresas investirem de forma adequada, não entregando ao Estado dinheiro ganho pelos contribuintes e que o Governo esbanja em investimentos sem interesse”.

Governança

30 MAR. 2022

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Correio do Minho: "AEMinho preocupada com subida dos custos de energia e preço dos combustíveis"

Correio do Minho: "AEMinho preocupada com subida dos custos de energia e preço dos combustíveis"

Associação Empresarial apela ao Governo para que crie a avance com medidas de apoio que verdadeiramente ajudem os empresários a responder e até suportar estes constantes aumentos.A Associação Empresarial do Minho afirmou-se ontem, através de comunicado enviado às redacções, extremamente preocupada enquanto assiste ao aumento exponencial dos preços da energia e dos combustíveis.“Temos assistido, desde Junho de 2021 até ao dia de hoje, a um aumento de 400% do preço do Kwh, que passou de 0,065€/ kwh em Junho de 2021 para 0,25€/Kwh em Fevereiro de 2022. Este aumento representa uma ameaça gravíssima ao tecido empresarial português e põe em causa não só a sustentabilidade de muitos negócios e empresas, como também a estabilidade de preços e a consequente perda de competitividade das empresas portuguesas”, refere comunicado enviado pela direcção da associação minhota às redacções.“Se adicionarmos a isto a oscilação imprevisível dos preços dos combustíveis, percebemos que o cerco energético ao sistema produtivo nacional é grave, preocupante, com consequências imprevisíveis e cuja dimensão poderá ter enorme impacto económico e social”, continuam os dirigentes, para logo apelarem à tomada de acções por parte do Governo - “Este é o tempo de termos acções concretas e estruturadas ao nível governamental que não passem por mera maquilhagem político-económica. As empresas não precisam de linhas de crédito para compensar estes aumentos, o endividamento também não gera por si só riqueza ou valor acrescentado e não é um elemento que seja fundamental no processo de posicionamento nos mercados em termos de competitividade. E se já não é per si, também não o é quando a linha de apoio criada oferece condições que se conseguem no mercado financeiro sem a intervenção do Estado”.Para a direcção da Associação Empresarial do Minho, neste momento, o que o país precisa é de uma “reforma fiscal séria e ponderada”. As empresas não pedem a diminuição dos impostos sobre os lucros, pedem uma diminuição dos impostos sobre os factores produtivos, os recursos necessários para que o sistema produtivo funcione e seja eficiente. Pedem também um alívio da carga fiscal sobre o recurso mais valioso que existe: os recursos humanos.“Os impostos sobre o trabalho em Portugal tornam a tarefa de elevar o nível de remunerações hercúlea. As empresas gastam imenso para que os trabalhadores recebam pouco, por vezes menos de metade do valor que de facto custam”, revela o comunicado produzido pela associação empresarial minhota.“Esta ideia de engrossar a máquina do Estado que não gera riqueza à custa do aumento de impostos e do aproveitamento fis- cal das vicissitudes da conjuntura internacional que vivemos é não só errada do ponto de vista estratégico, como também cria uma entropia no desenvolvimento das empresas, cujos custos e consequências serão muito relevantes e com influência directa da vida de todos os portugueses”, afirmam ainda os responsáveis da associação.

Governança

18 MAR. 2022

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Comunicado: AEMinho preocupada com a subida dos custos de energia e dos preços dos combustíveis

Comunicado: AEMinho preocupada com a subida dos custos de energia e dos preços dos combustíveis

Braga, 17 de março de 2022: É com enorme preocupação que a AEMinho assiste ao aumento exponencial dos preços da energia e dos combustíveis. Temos assistido, desde junho de 2021 até ao dia de hoje, a um aumento de 400% do preço do Kwh, que passou de 0,065€/kwh em junho de 2021 para 0,25€/Kwh em fevereiro de 2022. Este aumento representa uma ameaça gravíssima ao tecido empresarial português e põe em causa não só a sustentabilidade de muitos negócios e empresas, como também a estabilidade de preços e a consequente perda de competitividade das empresas portuguesas.Se adicionarmos a isto a oscilação imprevisível dos preços dos combustíveis, percebemos que o cerco energético ao sistema produtivo nacional é grave, preocupante, com consequências imprevisíveis e cuja dimensão poderá ter enorme impacto económico e social.Este é o tempo de termos ações concretas e estruturadas ao nível governamental que não passem por mera maquilhagem político-económica. As empresas não precisam de linhas de crédito para compensar estes aumentos, o endividamento também não gera por si só riqueza ou valor acrescentado e não é um elemento que seja fundamental no processo de posicionamento nos mercados em termos de competitividade. E se já não é per si, também não o é quando a linha de apoio criada oferece condições que se conseguem no mercado financeiro sem a intervenção do Estado. O país precisa de uma reforma fiscal séria e ponderada. As empresas não pedem a diminuição dos impostos sobre os lucros, pedem uma diminuição dos impostos sobre os fatores produtivos, os recursos necessários para que o sistema produtivo funcione e seja eficiente. Pedem também um alívio da carga fiscal sobre o recurso mais valioso que temos: os nossos recursos humanos. Os impostos sobre o trabalho em Portugal tornam a tarefa de elevar o nível de remunerações hercúlea. As empresas gastam imenso para que os trabalhadores recebam pouco, por vezes menos de metade do valor que de facto custam.Os empresários percebem o papel social e a responsabilidade estrutural do seu contributo para o desenvolvimento económico e social do país e, por isso, mesmo as suas exigências visam o aumento da competitividade, os alívios fiscais visam desde logo os fatores produtivos e o trabalho, ou seja, o alívio fiscal sobre os rendimentos dos seus colaboradores.Esta ideia de engrossar a máquina do Estado que não gera riqueza à custa do aumento de impostos e do aproveitamento fiscal das vicissitudes da conjuntura internacional que vivemos é não só errada do ponto de vista estratégico, como também cria uma entropia no desenvolvimento das empresas, cujos custos e consequências serão muito relevantes e com influência direta da vida de todos os portugueses.Nesse sentido, a AEMinho irá solicitar ao novo governo, assim que o mesmo seja nomeado e empossado, uma reunião de trabalho na qual pretendemos não só demonstrar o nosso descontentamento e evidenciar a gravidade da situação, como também sugerir alternativas para que aqui se encontre um caminho e uma resposta às necessidades e preocupações dos empresários.

Comunicado

17 MAR. 2022

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