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Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

Governança

12 MAR. 2026

O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico.A necessidade de um Estado mais ágil e de processos administrativos mais rápidos foi o tema central do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).A sessão, que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, reuniu empresários da região para debater os bloqueios que ainda travam a eficiência da Administração Pública e apresentar soluções para acelerar o investimento e o crescimento económico.O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico. O responsável defendeu a importância de criar espaços de diálogo que permitam partilhar as dificuldades sentidas pelas empresas, conhecer as medidas já implementadas e discutir soluções para tornar o Estado mais ágil e eficiente.Durante a sessão, o ministro detalhou a estratégia do Governo, centrada na simplificação administrativa antes da digitalização, destacando projetos como o LicencIA, um sistema de licenciamento assistido por inteligência artificial que promete reduzir significativamente os tempos de aprovação de investimentos empresariais.Outro eixo da reforma passa pelo desenvolvimento de uma rede colaborativa entre organismos públicos e a criação de uma Estratégia Nacional de Data Centers, com vista a melhorar a gestão de dados e a apoiar soluções tecnológicas associadas à inteligência artificial.No plano organizacional, o Governo tem promovido a reestruturação de ministérios, eliminação de cargos dirigentes e redistribuição de recursos humanos, além de preparar uma Lei da Interoperabilidade da Administração Pública, que permitirá partilhar informação entre entidades e aplicar o princípio da “só uma vez” para cidadãos e empresas.O Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou ainda a necessidade de repensar a organização territorial do Minho e simplificar as várias camadas administrativas, tornando os processos de decisão mais rápidos e próximos das necessidades das empresas e das populações.O encontro reforçou a importância do diálogo entre empresas, instituições e Governo para acelerar a modernização do Estado, criar condições favoráveis ao investimento e tornar a Administração Pública mais eficiente e moderna.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Minho: "AEMinho pede a António Costa que baixe carga fiscal para empresas aumentarem salário médio"

Jornal O Minho: "AEMinho pede a António Costa que baixe carga fiscal para empresas aumentarem salário médio"

Associação liderada por Ricardo Costa “perplexa” com apelo do primeiro-ministroA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) encara com “perplexidade” as declarações do primeiro-ministro, António Costa, apelando às empresas para um aumento de 20% dos salários médios, “sem propor nenhuma medida efetiva de estímulo à economia”. Defende, por isso, que essa meta seja alcança com a redução da “carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio”.Em comunicado enviado a O MINHO, a associação liderada pelo empresário Ricardo Costa começa por criticar as declarações de António Costa, considerando que, “num estado de direito espera-se que os governantes sejam responsáveis, equilibrados e não meros propagandistas que lançam propostas inexequíveis por mero ganho político e não pensando naquilo que, de facto, é o interesse do país”.“Hoje assistimos a uma inflação galopante de todas as matérias-primas, aliadas à sua escassez, bem como ao aumento desgovernado dos custos energéticos, afetando de forma tsunâmica os processos e custos de produção”, refere o comunicado, onde a AEMinho também expressa “preocupação” com “a dificuldade de contratação de recursos humanos e as inerentes dificuldades das empresas em serem competitivas na contratação, quer no cenário europeu, quer no internacional, desde logo pela enormíssima carga fiscal que pesa sobre os rendimentos dos portugueses, criando um fosso de grandes dimensões entre aquilo que são os custos do trabalho para as empresas e aquilo que são os valores realmente recebidos pelos trabalhadores”.Considerando que “as empresas portuguesas têm sido exemplares em todos os momentos da vida económica do país”, o comunicado afirma que “os empresários e os trabalhadores das empresas pagaram o preço da desgovernação, dos devaneios políticos, das manobras ilícitas que lesaram o país em montantes exorbitantes, fazendo-o sempre com ânimo e uma resiliência inquestionável. Por esse percurso, ambos, empresas e trabalhadores, conquistaram o direito a serem ouvidos e tidos em conta, para que os erros do passado não nos voltem a assombrar no futuro”.“A AEMinho pauta a sua atuação por tentar ser o ponto de encontro e concilio, a voz que aponta soluções e não se limita a apontar os erros. É nesse contexto e com a consciência de que melhores salários se traduzirão em mais competitividade na hora de contratar, que isso terá um efeito positivo no progresso do nosso tecido empresarial, alerta que não é realista pedir às empresas que suportem esta dimensão de aumento por si só”, pode ler-se no documento.A AEMinho propõe “um pacto entre o governo e as empresas”. “Se, por um lado, as empresas devem esforçar-se para poderem pagar salários mais elevados, por outro, o Estado tem de gerir muito melhor os nossos recursos e daí conseguir ser mais barato aos contribuintes. Neste enquadramento propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável”, salienta.“Consideramos que aqui estamos também a criar as condições para que o Estado se auto imponha uma maior eficiência na gestão de recursos, na tomada de decisões e que isso se reflita no decréscimo da receita no que ao trabalho diz respeito. Realçamos o facto de estarmos a sugerir a diminuição de impostos sobre o trabalho e não sobre o rendimento das empresas, na medida em que entendemos que, na escala de prioridades, importa primeiro reduzir a carga fiscal sobre os trabalhadores”, conclui o comunicado.Como O MINHO noticiou, o primeiro-ministro apelou, no sábado, às empresas para que contribuam para um esforço coletivo de aumento dos salários dos portugueses, para que haja “maior justiça” e os salários médios em Portugal possam aumentar 20%.Segundo António Costa, que falava perante uma plateia de jovens, no Algarve, as empresas têm de ter consciência que deve haver “maior justiça nas políticas remuneratórias que praticam”, sublinhando que, na União Europeia, o peso dos salários no conjunto da riqueza nacional é de 48% e em Portugal é de 45%.“Isso significa o quê? Que nós temos que nos próximos quatro anos conseguir fazer todos em conjunto, a sociedade, o Estado, as empresas, o esforço para que o peso do nosso salário, dos salários dos portugueses, no conjunto do Produto Interno Bruto, seja pelo menos idêntico àquele que existe na média europeia, ou seja, subir dos 45 para os 48%, o que implica um aumento de 20% no salário médio do nosso país”, sublinhou.António Costa falava durante a sessão de abertura do 18.º Encontro Nacional de Associações Juvenis (ENAJ) – Fórum Nacional “Ativar Mais”, que este fim de semana decorre no complexo desportivo de Vila Real Santo António, no distrito de Faro.“Nós temos que ter um acordo de médio prazo, no horizonte desta legislatura, sobre a perspetiva da evolução dos rendimentos. O Estado não se quer por fora desta equação, sabemos que podemos e devemos dar um contributo para que esta melhoria dos rendimentos seja efetiva”, declarou.Segundo o primeiro-ministro, “o Estado pode e deve ajudar, com políticas públicas”, no sentido de “aumentar o rendimento disponível das famílias, e em particular dos jovens, enquanto as empresas fazem este esforço do aumento significativo dos salários quer pagam”.

Governança

6 JUN. 2022

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Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho defende área metropolitana"

Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho defende área metropolitana"

Comemoração do primeiro aniversário da Associação Empresarial do Minho assinalada com a defesa da regionalização. Empresários querem uma área metropolitana do Minho.O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) defendeu ontem a criação da Área Metropolitana do Minho, considerando que a força de uma região que é “uma dos maiores motores do desenvolvimento do país” se deve “materializar” na sua “organização administrativa". Na cerimónia comemorativa do primeiro aniversário da AEMinho, Ricardo Costa afirmou que “regionalizar é o caminho para agregar e fortalecer”, pelo que a associação irá “promover e fomentar uma área metropolitana do Minho”.Antes da cerimónia, durante a visita a uma empresa do concelho, no âmbito da 5.ª Semana da Economia, o presidente da AEMinho alegou que a região, pelo que representa em termos de criação de emprego e de exportações, deve estar “em pé de igualdade com as áreas metropolitanas do Porto e Lisboa”, observando que a existência das comunidades intermunicipais (CIM) do Alto Minho, Cávado e Ave cria “divisões administrativas” que prejudicam o desenvolvimento. Ricardo Costa especificou que a separação dos municípios que integram o Quadrilátero Urbano em duas CIM dificulta a concretização de projectos essenciais como o de uma rede de metro de superfície que ligue Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos.Na celebração do primeiro ano de actividade da AEMinho, o empresário Ricardo Costa relevou que os últimos meses foram marcados pela pandemia, duas eleições, cinco meses sem Governo e sete sem Orçamento de Estado e pela guerra na Ucrânia de consequências ainda imprevisíveis.O líder da associação empresarial declarou que o desenvolvimento económico e social da região e do país necessitam de “menos Estado e mais economia”, sendo que uma “melhor intervenção do poder central” passa pela redução da “carga fiscal sobre o trabalho”.Segundo Ricardo Costa, a tributação excessiva do trabalho “é não só um factor de subdesenvolvimento empresarial e social, como não representa necessariamente uma maior receita para o Estado”. A AEMinho defende “menos impostos sobre o trabalho como factor de estímulo à captação e retenção de talento, pelo facto de proporcionar melhores salários e mais competitividade salarial às empresas na hora de contratar”.Contra Governo que ataca lucro das empresas“Em vez de termos um Governo que ataca constantemente as empresas que dão lucro e que ganham dimensão, devemos ter um Governo que promova e dê incentivos às empresas que criam escala e valor”, sugeriu ontem o presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).De acordo com Ricardo Costa, Portugal só poderá “crescer economicamente ao nível dos principais países da Europa” se as empresas tiverem condições para criar “valor, emprego e riqueza” e se houver uma mudança de cultura empresarial que “inibe a partilha e a coesão”. Por isso, “uma da principais missões da AEMinho é fazer com que os empresários se juntem, se unam e consigam criar escala que lhes permita competir num mercado cada vez mais global”.O presidente da AEMinho propôs também “uma administração pública mais leve, mais leve e assente em princípios de produtividade e eficiência na hora de avaliar os seus funcionários” e, no capítulo da educação, defendeu mais aposta na aprendizagem ao longo da vida, sinalizando que “somos um país em que os empresários têm menos qualificações que os trabalhadores” e que, durante anos, “esqueceu a formação de quadros técnicos”.No momento de balanço do ano inicial da AEMinho, Ricardo Costa apontou a cultura como “factor de desenvolvimento económico e social”, alertando que “só com uma região que aposte na cultura e na estética conseguimos atrair e fixar talento de outras geografias”.

Economia

28 MAI. 2022

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Press Minho: "Associação Empresarial do Minho assinala primeiro aniversário focada na sustentabilidade e responsabilidade social"

Press Minho: "Associação Empresarial do Minho assinala primeiro aniversário focada na sustentabilidade e responsabilidade social"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) assinalou esta sexta-feira o seu primeiro aniversário, num evento dedicado à discussão em torno das temáticas da sustentabilidade, do desenvolvimento sustentável e da responsabilidade Social.A celebração integrou o programa da 5ª. Semana de Economia, da qual a AEMinho era co-organizadora, a par da InvestBraga, e teve lugar na Colunata de Eventos, no Bom Jesus, em Braga. “Completa-se hoje um ano de um projecto arrojado pelo foco e pela audácia de proporcionar às empresas e instituições um fórum que permita a criação de uma comunidade empresarial coesa, contemporânea e focada nos problemas e desafios do século XXI”, afirmou o presidente da AEMinho, Ricardo Costa.“Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada e assente numa estratégia de penetração no poder central mais virada para os resultados do que para a aparência ou visibilidade individual”, acrescentou.O presidente da associação reforçou a organização baseada num modelo de gestão pragmático, livre e independente, que promova o associativismo e o networking empresarial, visando a “coesão de um tecido empresarial que comunga valores e princípios”.  SUSTENTABILIDADE, O TEMA DO MOMENTOPartindo do tema central ‘Get Together Around Sustainability’, o evento contou com a presença de personalidades de renome no panorama nacional que promoveram uma série de conversas em torno das temáticas em causa.Neste sentido, destacaram-se João Brito Martins (E-Redes/EDP), Maria João Coelho (BCSD Portugal), José Palma Oliveira (Universidade de Lisboa), Jorge Cristino, António Carlos Rodrigues (Grupo Casais), Mário Bolota (Banco BIG) e Luís Marques Mendes (advogado, político e comentador português). Coube ao presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, abrir o painel de conversas congratulando a AEMinho pela escolha das temáticas em debate.Para o autarca, a questão da sustentabilidade “é o verdadeiro tema do momento” nas suas várias dimensões, não apenas ambiental, mas sobretudo associada à componente de desenvolvimento económico, à de inclusão social e à de governança.“É um momento crítico para o desenvolvimento dos territórios e as empresas têm esse papel fundamental: assegurar que os seus negócios são também eles amigos desse desenvolvimento sustentável”, afirmou.“Fico particularmente satisfeito por ver em tantas áreas as empresas da nossa região a serem excelentes exemplos desse mesmo desenvolvimento sustentável, pela preocupação que têm com os seus colaboradores, com o meio ambiente, com a responsabilidade social e com a comunidade. Há muita margem para fazer diferente e melhor em benefício das nossas comunidades”, frisou Ricardo Rio.MEDIDAS EFECTIVASJá o vice-presidente da AEMinho para a Fileira da Sustentabilidade, Luís Roby, garantiu que “queremos medidas que sejam afectivas e que sejam tomadas decisões em prol da sustentabilidade, que se traduzam em soluções alternativas e novas oportunidades para os nossos associados. Temos uma guerra mundial que nos leva a pensar nisto todos os dias e há aqui uma sensibilização por parte das empresas. Mas queremos mais do que isso. Queremos que, todos juntos, possamos contribuir para esta alternativa. É um problema do planeta e, portanto, de todos”.  Segundo Luís Marques Mendes “a sustentabilidade é uma questão nuclear, uma mudança de paradigma essencial na nossa sociedade. É também uma mudança de civilização, uma mudança cultural. Temos que fazer este caminho, mas não vai ser fácil. Todas as mudanças de paradigma são difíceis e alguns sectores vão sentir mais resistência. A questão já não é saber se temos ou não de seguir o objectivo da sustentabilidade, de combater as alterações climáticas ou de apostar numa economia diferente. A questão é: qual é o ritmo que vamos adoptar nesta mudança?”.MISSÃO SOCIALApresentar oportunidades de negócio e promover a missão social das empresas, tendo como princípio o desenvolvimento sustentável, ditou a concretização deste evento.  Aproveitando o momento de celebração, o presidente da AEMinho refere a dinâmica que a criação da associação trouxe à realidade minhota.“Nascemos durante a pandemia, que ainda não terminou, estivemos sem governo e orçamento de estado durante vários meses e vimos iniciar uma guerra na Ucrânia que tudo indica está longe de ver o seu fim. Mesmo com todas estas adversidades conseguimos demonstrar que pode existir uma nova forma de dinamizar o movimento associativo. Somos uma associação independente, livre, que procurou unir os empresários ligando-os entre si. Ao mesmo tempo construímos pontes entre eles a as forças vivas da região – autarquias, CIM’s, instituições de ensino, centros de investigação, organismos do estado – IAPMEI/AICEP/IEFP, etc. –  sempre com o objectivo de promover o desenvolvimento económico, social  e cultural do nosso país”, conclui Ricardo Costa. 

Eventos

28 MAI. 2022

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Jornal O Minho: "Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada"

Jornal O Minho: "Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada"

Associação Empresarial do Minho celebrou primeiro aniversárioA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) assinalou hoje o seu primeiro aniversário, num evento dedicado à discussão em torno das temáticas da Sustentabilidade, do Desenvolvimento Sustentável e da Responsabilidade Social. Esta celebração integrou o programa da 5ª. Semana de Economia, da qual a AEMinho era coorganizadora, a par da InvestBraga, e teve lugar na Colunata de Eventos, no Bom Jesus, em Braga.“Completa-se hoje um ano de um projeto arrojado pelo foco e pela audácia de proporcionar às empresas e instituições um fórum que permita a criação de uma comunidade empresarial coesa, contemporânea e focada nos problemas e desafios do século XXI”, introduz o presidente da AEMinho, Ricardo Costa, acrescentando: “Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada e assente numa estratégia de penetração no poder central mais virada para os resultados do que para a aparência ou visibilidade individual”. O presidente da associação reforça a organização baseada num modelo de gestão pragmático, livre e independente, que promova o associativismo e o networking empresarial, visando a “coesão de um tecido empresarial que comunga valores e princípios”.Partindo do tema central “Get Together Around Sustainability”, o evento contou com a presença de personalidades de renome no panorama nacional que promoveram uma série de conversas em torno das temáticas em causa. Neste sentido, destacaram-se João Brito Martins (E-Redes/EDP), Maria João Coelho (BCSD Portugal), José Palma Oliveira (Universidade de Lisboa), Jorge Cristino, António Carlos Rodrigues (Grupo Casais), Mário Bolota (Banco BIG) e Luís Marques Mendes (advogado, político e comentador português).O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, abriu o painel de conversas congratulando a AEMinho pela escolha das temáticas em debate. Para o autarca: “É o verdadeiro tema do momento: a questão da sustentabilidade nas suas várias dimensões, não apenas ambiental, mas sobretudo associada à componente de desenvolvimento económico, à de inclusão social e à de governança. É um momento crítico para o desenvolvimento dos territórios e as empresas têm esse papel fundamental: assegurar que os seus negócios são também eles amigos desse desenvolvimento sustentável”, acrescentando: “Fico particularmente satisfeito por ver em tantas áreas as empresas da nossa região a serem excelentes exemplos desse mesmo desenvolvimento sustentável, pela preocupação que têm com os seus colaboradores, com o meio ambiente, com a responsabilidade social e com a comunidade. Há muita margem para fazer diferente e melhor em benefício das nossas comunidades”.Já o vice-presidente da AEMinho para a Fileira da Sustentabilidade, Luís Roby, garante: “Queremos medidas que sejam afetivas e que sejam tomadas decisões em prol da sustentabilidade, que se traduzam em soluções alternativas e novas oportunidades para os nossos associados. Temos uma guerra mundial que nos leva a pensar nisto todos os dias e há aqui uma sensibilização por parte das empresas. Mas queremos mais do que isso. Queremos que, todos juntos, possamos contribuir para esta alternativa. É um problema do planeta e, portanto, de todos”.Segundo Luís Marques Mendes: “A sustentabilidade é uma questão nuclear, uma mudança de paradigma essencial na nossa sociedade. É também uma mudança de civilização, uma mudança cultural. Temos que fazer este caminho, mas não vai ser fácil. Todas as mudanças de paradigma são difíceis e alguns setores vão sentir mais resistência. A questão já não é saber se temos ou não de seguir o objetivo da sustentabilidade, de combater as alterações climáticas ou de apostar numa economia diferente. A questão é: qual é o ritmo que vamos adotar nesta mudança?”Apresentar oportunidades de negócio e promover a missão social das empresas, tendo como princípio o desenvolvimento sustentável, ditou a concretização deste evento.Aproveitando o momento de celebração, o presidente da AEMinho refere a dinâmica que a criação da associação trouxe à realidade minhota. “Nascemos durante a pandemia, que ainda não terminou, estivemos sem governo e orçamento de estado durante vários meses e vimos iniciar uma guerra na Ucrânia que tudo indica está longe de ver o seu fim. Mesmo com todas estas adversidades conseguimos demonstrar que pode existir uma nova forma de dinamizar o movimento associativo. Somos uma associação independente, livre, que procurou unir os empresários ligando-os entre si. Ao mesmo tempo construímos pontes entre eles a as forças vivas da região (autarquias, CIM’s, instituições de ensino, centros de investigação, organismos do estado – IAPMEI/AICEP/IEFP, etc.) sempre com o objetivo de promover o desenvolvimento económico, social e cultural do nosso país”, conclui Ricardo Costa.

Sustentabilidade

27 MAI. 2022

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Jornal O Minho: "Ministra no primeiro aniversário da Associação Empresarial do Minho"

Jornal O Minho: "Ministra no primeiro aniversário da Associação Empresarial do Minho"

João Galamba também marca presençaA ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, marcará presença no primeiro aniversário da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), que decorre na próxima sexta-feira, em Braga.Em comunicado, a AEMinho informa que a celebração inserem-se na 5.ª Semana da Economia de Braga, e será assinalada na Colunata de Eventos, no Bom Jesus, com uma conversa sobre o tema da sustentabilidade.“Get Together Around Sustainability é o tema central do evento comemorativo, que se inicia às 14:30 e que contará com a presença de personalidades de renome no panorama nacional”, adianta a associação.A abertura do evento contará com intervenções do secretário de Estado do Ambiente e da Energia, João Galamba, do presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, e o vice-presidente da AEMinho para a Fileira da Sustentabilidade, Luís Roby.As conversas têm como protagonistas de painel João Brito Martins (E-Redes/EDP), Maria João Coelho (BCSD Portugal), José Palma Oliveira (Universidade de Lisboa), Jorge Cristino, António Carlos Rodrigues (Grupo Casais), Mário Bolota (Banco BIG) e Luís Marques Mendes (Conselheiro de Estado, advogado, político e comentador português).“No final deste painel de conversas, a AEMinho celebra oficialmente o seu primeiro aniversário com um Sunset comemorativo que junta a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, e os rostos da Associação Empresarial do Minho”, conclui a mesma nota.

Eventos

25 MAI. 2022

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Jantar-Debate com Sérgio Sousa Pinto

Jantar-Debate com Sérgio Sousa Pinto

A primeira edição das Business Talks, jantar-debate com Sérgio Sousa Pinto, deputado à Assembleia da República e Jorge Marrão, presidente do MEL e consultor de empresas e Helena Paínhas, CEO do Grupo Paínhas, e foi moderada pelo jornalista Camilo Lourenço.A conversa, muito participada pelos gestores e empresários presentes, permitiu tirar conclusões interessantes sobre o atual momento da economia portuguesa. Aqui ficam algumas das principais conclusões:·  Portugal parece comungar da ideia de que a classe média é rica, a avaliar pela forma (e dimensão) com que a tributamos….  Vivemos num país virtual, em que o empobrecimento é uma realidade escondida todos os dias. O país padece de falta de liberdade para empreender, o que agrava o nosso empobrecimento. No entanto, este estigma parece ser aceite pela sociedade portuguesaJorge Marrão discorreu ainda, de forma pormenorizada, sobre o impacte da inflação nos ganhos das famílias e a forma como a subida de preços vai afetar as empresas.Sérgio Sousa Pinto, por seu turno, realçou a necessidade de haver convergência política em temas que são fundamentais para garantir as reformas que fazem crescer a economia. Numa intervenção desassombrada, Sousa Pinto vincou que não foi isso que sucedeu nos últimos 6 anos em Portugal.Helena Paínhas reforçou a necessidade de haver concertação entre empresários para o estabelecimento das correções de preços que reflitam o aumento dos custos de produção e falou também da necessidade de olhar seriamente para os mercados externos como forma de sustentabilidade das empresas.O jantar foi encerrado pelo presidente da AE Minho, Ricardo Costa, que falou sobre o contributo da associação para facilitar a vida das empresas da região, prometendo manter a qualidade e riqueza de temas nas próximas edições. 

Eventos

18 MAI. 2022

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Mais Guimarães: "AEMinho apoia a construção do metro de superfície e toma iniciativa para solução “intermédia e imediata”

Mais Guimarães: "AEMinho apoia a construção do metro de superfície e toma iniciativa para solução “intermédia e imediata”

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou o seu “agrado e entusiasmo” pela manifestação dos presidentes dos municípios do Quadrilátero Urbano em estabelecer, como objetivo, a construção de um metro de superfície que ligue as respetivas quatro cidades (Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães).Enquanto “agentes congregadores de tecido empresarial do Minho”, a associação garante ser “uma parte ativa e cooperante na concretização deste projeto que dará resposta, a longo prazo, a um problema real que afeta todas as empresas da região e que tem a ver com a mobilidade de trabalho intermunicipal”. Para a AEMinho, “é estrutural encontrar soluções que consigam dar uma resposta mais imediata ao problema da mobilidade intermunicipal que, a prolongar-se no tempo, terá consequências socioeconómicas nefastas para a região e para as suas pessoas”.Acreditando que “com os recursos de mobilidade existentes é possível encontrar uma solução mais imediata, que medeie o tempo em que estamos com a conclusão de um projeto para esta envergadura”, a AEMinho vai “solicitar audiências com as quatro autarquias, de forma a promover coletivamente uma cimeira de mobilidade intermunicipal, na qual sejam representadas todas as empresas e entidades que operam na região, bem como as autarquias e o poder central”.O objetivo será “encontrar uma solução de articulação entre estas entidades, com o objetivo de viabilizar, num tempo mais curto, uma solução intermunicipal integrada e que dê uma resposta imediata a este problema que é estrutural para o desenvolvimento da região”.

Minho

26 ABR. 2022

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