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Atualidade empresarial
AEMinho reúne especialistas e empresários em Vila Verde para debater bloqueios estruturais e caminhos de reforma para Portugal
12 DEZ. 2025
A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) promoveu, na última noite, um jantar-debate “Portugal, de que é que estás à espera?”, um encontro destinado a analisar os entraves históricos ao crescimento económico nacional e a identificar soluções concretas para reformas estruturais há muito adiadas.A iniciativa decorreu no Maison Albar Amoure, em Vila Verde, e juntou dezenas de empresários e líderes regionais num debate marcado pela pluralidade de perspetivas e pela urgência das conclusões.Apesar de o Orçamento do Estado para 2026 reforçar a sustentabilidade económica como prioridade, os intervenientes foram unânimes: Portugal continua sem avançar com reformas profundas que garantam competitividade e desenvolvimento a longo prazo.Produtividade baixa, burocracia e défice de capital humano continuam a travar o paísDurante a sessão foram identificados fatores persistentes que condicionam o crescimento económico: baixa produtividade, excesso de burocracia, sistema fiscal complexo, escassez de capital humano qualificado, investimento privado reduzido e fraca capacidade de inovação. Problemas que, segundo os participantes, não se resolvem com medidas avulsas, mas exigem uma transformação transversal, estruturada e orientada para reforçar o papel das empresas no desenvolvimento do país.O debate destacou ainda a importância de o setor empresarial assumir uma postura mais interventiva, influenciando políticas públicas e contribuindo de forma ativa para um crescimento económico sustentável.Painel plural e orientado para soluçõesO painel contou com intervenções do ex-presidente da Câmara do Porto Rui Moreira, do eurodeputado Francisco Assis e do empresário Carlos Palhares. A moderação esteve a cargo do economista José Maria Pimentel, enquanto André Vasconcelos, Tax Partner na Deloitte, assegurou o enquadramento inicial do tema. A diversidade de sensibilidades — autárquica, política, empresarial e técnica — permitiu uma análise abrangente dos desafios e das reformas prioritárias.“Portugal vive num momento crítico”, alerta presidente da AEMinhoPara Ramiro Brito, presidente da AEMinho, o país enfrenta uma encruzilhada decisiva:“Vivemos uma conjuntura económica tendencialmente positiva, mas movemo-nos em gelo muito fino. As previsões de crescimento e estabilidade têm pouca margem para erros. Ao mesmo tempo, há um descrédito profundo no funcionamento do Estado, que consome cada vez mais recursos sem garantir serviços eficientes.”O dirigente criticou ainda a ineficiência estrutural em áreas como justiça, educação, saúde e serviços públicos, bem como um quadro legislativo que considera “desfasado da realidade”. Para Ramiro Brito, os empresários continuam a ser alvo de “visões oportunistas” que alimentam divisões artificiais com os trabalhadores.Foi neste contexto que a AEMinho decidiu lançar o jantar-debate:“É urgente um debate frontal, desinibido e apartidário. Reunimos pessoas com visão multidimensional e esclarecida, capazes de contribuir para o caminho de transformação que queremos continuar a promover. É por aqui que as empresas podem ajudar a mudar Portugal”, sublinha. O encontro encerrou com o compromisso de manter viva a discussão e reforçar o papel da comunidade empresarial na construção de um país mais competitivo, moderno e sustentável.Veja a notícia AQUI
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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho acusam António Costa de "propagandear pacotilhas"
“Tem sido lançado, semana após semana, por membros do Governo, em especial pelo primeiro-ministro, um conjunto de temas e propostas avulso, claramente irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas”, considera a Associação Empresarial do Minho (AEMinho).Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%, tendo os funcionários púbicos visto já os os seus salários aumentados em 0,9%, "o Sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos", critica a Associação Empresarial do Minho (AEMinho), em comunicado.Já na semana passada, "vimos o Sr. Primeiro-Ministro a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral", sinalizou a mesma organização patronal."Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um ‘bitaite’. Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma", considera a AEMinho.Eis porque a associação liderada por Ricardo Costa diz que tem "assistido com perplexidade à pressão que o Governo tem feito sobre a comunidade empresarial do nosso país. Tem sido lançado, semana após semana, por membros do governo, em especial pelo Sr. primeiro-ministro, um conjunto de temas e propostas avulso, claramente irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas", acusa."Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente", enfatiza a AEMinho.Episódios que esta associação empresarial afirma que "só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que verdadeiramente afetam o país e com enorme impacto na vida das pessoas, como o eminente colapso do Sistema Nacional de Saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do nosso sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos nossos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros do erário injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas", enumera.Relativamente aos 20% de aumento dos salários que António Costa sinalizou para os próximos quatro anos, a AEMInho afirma que, "uma vez mais, de uma forma ponderada, a AEMinho respondeu com uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado".Ou seja, "o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio", explica, adiantando que, "até à data não sabemos qual é a posição do Governo. Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema", realça.Para a AEMinho, "é claro que dentro das responsabilidades, preocupações e reflexões de um chefe de Governo estejam a evolução do tecido empresarial ou a distribuição da riqueza. Gostaríamos, no entanto, que se o Governo entender estas matérias como prioritárias, as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade", propõe."Os empresários e os trabalhadores não são lados opostos, são a mesma parte, estão no mesmo barco e caminham juntos para serem no seu todo o fator de desenvolvimento e prosperidade mais eficiente que uma economia pode ter", enfatiza.Daí que a AEMinho apele para que "não sejam os interesses políticos a estimular divisões do trabalho ultrapassadas. A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores", afirma.Mostrando-se "disponíveis para, em qualquer momento, em qualquer circunstância, sermos parte de um processo de debate que seja sério e com objetivos exequíveis", ressalvam: "Não nos associaremos a quaisquer manobras de diversão ou de marketing"."Esperamos que um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país", conclui a associação presidida por Ricardo Costa.
27 JUN. 2022
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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho preocupada com "imprudência" do Governo
A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou-se hoje preocupada com a “imprudência” do Governo, especificamente acerca das declarações do primeiro-ministro, António Costa, sobre a subida dos salários em 20% e adaptação das empresas às novas gerações.“O sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado.De acordo com o texto, cujo título refere que a AEMinho está “preocupada com a ‘imprudência’ do Governo”, a associação empresarial refere que respondeu ao repto do Governo com “uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado”.“Ou seja, o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio”, explica a AEMinho.No comunicado hoje divulgado, os empresários minhotos referem que “até à data” não sabem “qual é a posição do Governo”.“Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”, refere a associação presidida pelo empresário bracarense Ricardo Costa.A AEMinho apelidou ainda de “bitaite” as declarações do primeiro-ministro, na semana passada, acerca das “supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral”.No dia 20 de junho, António Costa tinha dito que a “nova geração não está disponível para as cargas horárias que as empresas estão a praticar, para o estilo de gestão autoritário”, e que as empresas ou “mudam radicalmente” nesse sentido “ou fecham”“Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, considerou hoje a AEMinho.Assim, e caso o Governo considere as matérias como prioritárias, a AEMinho manifestou o desejo de que “as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ [consulta das melhores práticas em dado setor] que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade”.“A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores”, diz a AEMinho.A associação disse ainda que esperar que “um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país”.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI Empresários do Minho preocupados com "imprudência" do Governo sobre salários
27 JUN. 2022
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Semanário V: "Empresários minhotos preocupados com subida de salário (20%) pedido por Costa"
A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou-se hoje preocupada com a “imprudência” do Governo, especificamente acerca das declarações do primeiro-ministro, António Costa, sobre a subida dos salários em 20% e adaptação das empresas às novas gerações.“O sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado.De acordo com o texto, cujo título refere que a AEMinho está “preocupada com a ‘imprudência’ do Governo”, a associação empresarial refere que respondeu ao repto do Governo com “uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado”.“Ou seja, o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio”, explica a AEMinho.No comunicado hoje divulgado, os empresários minhotos referem que “até à data” não sabem “qual é a posição do Governo”.“Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”, refere a associação presidida por Ricardo Costa.A AEMinho apelidou ainda de “bitaite” as declarações do primeiro-ministro, na semana passada, acerca das “supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral”.No dia 20 de junho, António Costa tinha dito que a “nova geração não está disponível para as cargas horárias que as empresas estão a praticar, para o estilo de gestão autoritário”, e que as empresas ou “mudam radicalmente” nesse sentido “ou fecham”“Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, considerou hoje a AEMinho.Assim, e caso o Governo considere as matérias como prioritárias, a AEMinho manifestou o desejo de que “as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ [consulta das melhores práticas em dado setor] que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade”.“A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores”, diz a AEMinho.A associação disse ainda que esperar que “um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país”.
27 JUN. 2022
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Jornal de Notícias: "AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial"
A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), com sede em Braga, "tem assistido com perplexidade à pressão que o Governo tem feito sobre a comunidade empresarial".E diz que o primeiro-ministro, António Costa anda a "mandar bitaites" e faz "propostas avulsas irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas"."Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da sua função e responsabilidade, que o chefe do Governo propagandeie este tipo de pacotilhas como tem feito semanalmente", diz, hoje em comunicado, o presidente do organismo, Ricardo Costa.Na opinião do empresário, "estes episódios só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que afetam o país e com enorme impacto, como o iminente colapso do sistema nacional de saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas".E acrescenta, sempre em tom crítico: "Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%, em que os funcionários da função pública foram aumentados (0,9%), o primeiro-ministro veio declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos"."Na semana passada vimos Costa a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral. Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um "bitaite". Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma".A AEMinho diz, ainda, ser claro que, dentro das responsabilidades, preocupações e reflexões de um chefe de Governo têm de estar a evolução do tecido empresarial ou a distribuição da riqueza. Gostaríamos, no entanto, que, se o Governo entender estas matérias como prioritárias, as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o 'benchmarking' que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade".A concluir, garante que a AEMinho está disponível para ser "uma parte do debate", embora não se associe "a manobras de diversão ou de marketing". "Esperamos que um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país", afirmou.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial (jn.pt)
27 JUN. 2022
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Jornal ECO: "Empresários do Minho querem pacto com Estado para aumentar salários"
Em resposta ao desafio do primeiro-ministro, associação empresarial pretende que o Estado reduza carga fiscal sobre o trabalho "na exata proporção do aumento percentual do salário médio".Os empresários do Minho apenas admitem aumentar o salário médios em 20% nos próximos anos se houver um pacto com o Estado. Esta é a resposta ao desafio de subida das remunerações lançado pelo primeiro-ministro, António Costa. A associação empresarial da região (AEMinho) entende que os custos da medida devem implicar uma redução da carga fiscal sobre o trabalho.“Propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável”, refere a associação liderada por Ricardo Costa, em comunicado.A entidade considera que o pacto é uma forma de “criar as condições para que o Estado se auto imponha uma maior eficiência na gestão de recursos, na tomada de decisões e que isso se reflita no decréscimo da receita no que ao trabalho diz respeito”. A associação afasta ainda uma diminuição do IRC pois “importa primeiro reduzir a carga fiscal sobre os trabalhadores”."Propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável."Com o acordo, a associação acredita que “melhores salários se traduzirão em mais competitividade na hora de contratar” e que isso terá um “efeito positivo no progresso” do tecido empresarial. A AEMinho diz que atualmente existe “dificuldade de contratação de recursos humanos”.No passado sábado, o primeiro-ministro, António Costa, convocou “a sociedade, o Estado e as empresas” para, em quatro anos, conseguir aumentar o peso dos salários no PIB de 45% para 48%, atual valor de referência na União Europeia. A subida da proporção “implica um aumento de 20% do salário médio no país”, calculou o chefe de Governo.
6 JUN. 2022
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Jornal O Minho: "AEMinho pede a António Costa que baixe carga fiscal para empresas aumentarem salário médio"
Associação liderada por Ricardo Costa “perplexa” com apelo do primeiro-ministroA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) encara com “perplexidade” as declarações do primeiro-ministro, António Costa, apelando às empresas para um aumento de 20% dos salários médios, “sem propor nenhuma medida efetiva de estímulo à economia”. Defende, por isso, que essa meta seja alcança com a redução da “carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio”.Em comunicado enviado a O MINHO, a associação liderada pelo empresário Ricardo Costa começa por criticar as declarações de António Costa, considerando que, “num estado de direito espera-se que os governantes sejam responsáveis, equilibrados e não meros propagandistas que lançam propostas inexequíveis por mero ganho político e não pensando naquilo que, de facto, é o interesse do país”.“Hoje assistimos a uma inflação galopante de todas as matérias-primas, aliadas à sua escassez, bem como ao aumento desgovernado dos custos energéticos, afetando de forma tsunâmica os processos e custos de produção”, refere o comunicado, onde a AEMinho também expressa “preocupação” com “a dificuldade de contratação de recursos humanos e as inerentes dificuldades das empresas em serem competitivas na contratação, quer no cenário europeu, quer no internacional, desde logo pela enormíssima carga fiscal que pesa sobre os rendimentos dos portugueses, criando um fosso de grandes dimensões entre aquilo que são os custos do trabalho para as empresas e aquilo que são os valores realmente recebidos pelos trabalhadores”.Considerando que “as empresas portuguesas têm sido exemplares em todos os momentos da vida económica do país”, o comunicado afirma que “os empresários e os trabalhadores das empresas pagaram o preço da desgovernação, dos devaneios políticos, das manobras ilícitas que lesaram o país em montantes exorbitantes, fazendo-o sempre com ânimo e uma resiliência inquestionável. Por esse percurso, ambos, empresas e trabalhadores, conquistaram o direito a serem ouvidos e tidos em conta, para que os erros do passado não nos voltem a assombrar no futuro”.“A AEMinho pauta a sua atuação por tentar ser o ponto de encontro e concilio, a voz que aponta soluções e não se limita a apontar os erros. É nesse contexto e com a consciência de que melhores salários se traduzirão em mais competitividade na hora de contratar, que isso terá um efeito positivo no progresso do nosso tecido empresarial, alerta que não é realista pedir às empresas que suportem esta dimensão de aumento por si só”, pode ler-se no documento.A AEMinho propõe “um pacto entre o governo e as empresas”. “Se, por um lado, as empresas devem esforçar-se para poderem pagar salários mais elevados, por outro, o Estado tem de gerir muito melhor os nossos recursos e daí conseguir ser mais barato aos contribuintes. Neste enquadramento propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável”, salienta.“Consideramos que aqui estamos também a criar as condições para que o Estado se auto imponha uma maior eficiência na gestão de recursos, na tomada de decisões e que isso se reflita no decréscimo da receita no que ao trabalho diz respeito. Realçamos o facto de estarmos a sugerir a diminuição de impostos sobre o trabalho e não sobre o rendimento das empresas, na medida em que entendemos que, na escala de prioridades, importa primeiro reduzir a carga fiscal sobre os trabalhadores”, conclui o comunicado.Como O MINHO noticiou, o primeiro-ministro apelou, no sábado, às empresas para que contribuam para um esforço coletivo de aumento dos salários dos portugueses, para que haja “maior justiça” e os salários médios em Portugal possam aumentar 20%.Segundo António Costa, que falava perante uma plateia de jovens, no Algarve, as empresas têm de ter consciência que deve haver “maior justiça nas políticas remuneratórias que praticam”, sublinhando que, na União Europeia, o peso dos salários no conjunto da riqueza nacional é de 48% e em Portugal é de 45%.“Isso significa o quê? Que nós temos que nos próximos quatro anos conseguir fazer todos em conjunto, a sociedade, o Estado, as empresas, o esforço para que o peso do nosso salário, dos salários dos portugueses, no conjunto do Produto Interno Bruto, seja pelo menos idêntico àquele que existe na média europeia, ou seja, subir dos 45 para os 48%, o que implica um aumento de 20% no salário médio do nosso país”, sublinhou.António Costa falava durante a sessão de abertura do 18.º Encontro Nacional de Associações Juvenis (ENAJ) – Fórum Nacional “Ativar Mais”, que este fim de semana decorre no complexo desportivo de Vila Real Santo António, no distrito de Faro.“Nós temos que ter um acordo de médio prazo, no horizonte desta legislatura, sobre a perspetiva da evolução dos rendimentos. O Estado não se quer por fora desta equação, sabemos que podemos e devemos dar um contributo para que esta melhoria dos rendimentos seja efetiva”, declarou.Segundo o primeiro-ministro, “o Estado pode e deve ajudar, com políticas públicas”, no sentido de “aumentar o rendimento disponível das famílias, e em particular dos jovens, enquanto as empresas fazem este esforço do aumento significativo dos salários quer pagam”.
6 JUN. 2022
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Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho defende área metropolitana"
Comemoração do primeiro aniversário da Associação Empresarial do Minho assinalada com a defesa da regionalização. Empresários querem uma área metropolitana do Minho.O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) defendeu ontem a criação da Área Metropolitana do Minho, considerando que a força de uma região que é “uma dos maiores motores do desenvolvimento do país” se deve “materializar” na sua “organização administrativa". Na cerimónia comemorativa do primeiro aniversário da AEMinho, Ricardo Costa afirmou que “regionalizar é o caminho para agregar e fortalecer”, pelo que a associação irá “promover e fomentar uma área metropolitana do Minho”.Antes da cerimónia, durante a visita a uma empresa do concelho, no âmbito da 5.ª Semana da Economia, o presidente da AEMinho alegou que a região, pelo que representa em termos de criação de emprego e de exportações, deve estar “em pé de igualdade com as áreas metropolitanas do Porto e Lisboa”, observando que a existência das comunidades intermunicipais (CIM) do Alto Minho, Cávado e Ave cria “divisões administrativas” que prejudicam o desenvolvimento. Ricardo Costa especificou que a separação dos municípios que integram o Quadrilátero Urbano em duas CIM dificulta a concretização de projectos essenciais como o de uma rede de metro de superfície que ligue Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos.Na celebração do primeiro ano de actividade da AEMinho, o empresário Ricardo Costa relevou que os últimos meses foram marcados pela pandemia, duas eleições, cinco meses sem Governo e sete sem Orçamento de Estado e pela guerra na Ucrânia de consequências ainda imprevisíveis.O líder da associação empresarial declarou que o desenvolvimento económico e social da região e do país necessitam de “menos Estado e mais economia”, sendo que uma “melhor intervenção do poder central” passa pela redução da “carga fiscal sobre o trabalho”.Segundo Ricardo Costa, a tributação excessiva do trabalho “é não só um factor de subdesenvolvimento empresarial e social, como não representa necessariamente uma maior receita para o Estado”. A AEMinho defende “menos impostos sobre o trabalho como factor de estímulo à captação e retenção de talento, pelo facto de proporcionar melhores salários e mais competitividade salarial às empresas na hora de contratar”.Contra Governo que ataca lucro das empresas“Em vez de termos um Governo que ataca constantemente as empresas que dão lucro e que ganham dimensão, devemos ter um Governo que promova e dê incentivos às empresas que criam escala e valor”, sugeriu ontem o presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).De acordo com Ricardo Costa, Portugal só poderá “crescer economicamente ao nível dos principais países da Europa” se as empresas tiverem condições para criar “valor, emprego e riqueza” e se houver uma mudança de cultura empresarial que “inibe a partilha e a coesão”. Por isso, “uma da principais missões da AEMinho é fazer com que os empresários se juntem, se unam e consigam criar escala que lhes permita competir num mercado cada vez mais global”.O presidente da AEMinho propôs também “uma administração pública mais leve, mais leve e assente em princípios de produtividade e eficiência na hora de avaliar os seus funcionários” e, no capítulo da educação, defendeu mais aposta na aprendizagem ao longo da vida, sinalizando que “somos um país em que os empresários têm menos qualificações que os trabalhadores” e que, durante anos, “esqueceu a formação de quadros técnicos”.No momento de balanço do ano inicial da AEMinho, Ricardo Costa apontou a cultura como “factor de desenvolvimento económico e social”, alertando que “só com uma região que aposte na cultura e na estética conseguimos atrair e fixar talento de outras geografias”.
28 MAI. 2022
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Press Minho: "Associação Empresarial do Minho assinala primeiro aniversário focada na sustentabilidade e responsabilidade social"
A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) assinalou esta sexta-feira o seu primeiro aniversário, num evento dedicado à discussão em torno das temáticas da sustentabilidade, do desenvolvimento sustentável e da responsabilidade Social.A celebração integrou o programa da 5ª. Semana de Economia, da qual a AEMinho era co-organizadora, a par da InvestBraga, e teve lugar na Colunata de Eventos, no Bom Jesus, em Braga. “Completa-se hoje um ano de um projecto arrojado pelo foco e pela audácia de proporcionar às empresas e instituições um fórum que permita a criação de uma comunidade empresarial coesa, contemporânea e focada nos problemas e desafios do século XXI”, afirmou o presidente da AEMinho, Ricardo Costa.“Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada e assente numa estratégia de penetração no poder central mais virada para os resultados do que para a aparência ou visibilidade individual”, acrescentou.O presidente da associação reforçou a organização baseada num modelo de gestão pragmático, livre e independente, que promova o associativismo e o networking empresarial, visando a “coesão de um tecido empresarial que comunga valores e princípios”. SUSTENTABILIDADE, O TEMA DO MOMENTOPartindo do tema central ‘Get Together Around Sustainability’, o evento contou com a presença de personalidades de renome no panorama nacional que promoveram uma série de conversas em torno das temáticas em causa.Neste sentido, destacaram-se João Brito Martins (E-Redes/EDP), Maria João Coelho (BCSD Portugal), José Palma Oliveira (Universidade de Lisboa), Jorge Cristino, António Carlos Rodrigues (Grupo Casais), Mário Bolota (Banco BIG) e Luís Marques Mendes (advogado, político e comentador português). Coube ao presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, abrir o painel de conversas congratulando a AEMinho pela escolha das temáticas em debate.Para o autarca, a questão da sustentabilidade “é o verdadeiro tema do momento” nas suas várias dimensões, não apenas ambiental, mas sobretudo associada à componente de desenvolvimento económico, à de inclusão social e à de governança.“É um momento crítico para o desenvolvimento dos territórios e as empresas têm esse papel fundamental: assegurar que os seus negócios são também eles amigos desse desenvolvimento sustentável”, afirmou.“Fico particularmente satisfeito por ver em tantas áreas as empresas da nossa região a serem excelentes exemplos desse mesmo desenvolvimento sustentável, pela preocupação que têm com os seus colaboradores, com o meio ambiente, com a responsabilidade social e com a comunidade. Há muita margem para fazer diferente e melhor em benefício das nossas comunidades”, frisou Ricardo Rio.MEDIDAS EFECTIVASJá o vice-presidente da AEMinho para a Fileira da Sustentabilidade, Luís Roby, garantiu que “queremos medidas que sejam afectivas e que sejam tomadas decisões em prol da sustentabilidade, que se traduzam em soluções alternativas e novas oportunidades para os nossos associados. Temos uma guerra mundial que nos leva a pensar nisto todos os dias e há aqui uma sensibilização por parte das empresas. Mas queremos mais do que isso. Queremos que, todos juntos, possamos contribuir para esta alternativa. É um problema do planeta e, portanto, de todos”. Segundo Luís Marques Mendes “a sustentabilidade é uma questão nuclear, uma mudança de paradigma essencial na nossa sociedade. É também uma mudança de civilização, uma mudança cultural. Temos que fazer este caminho, mas não vai ser fácil. Todas as mudanças de paradigma são difíceis e alguns sectores vão sentir mais resistência. A questão já não é saber se temos ou não de seguir o objectivo da sustentabilidade, de combater as alterações climáticas ou de apostar numa economia diferente. A questão é: qual é o ritmo que vamos adoptar nesta mudança?”.MISSÃO SOCIALApresentar oportunidades de negócio e promover a missão social das empresas, tendo como princípio o desenvolvimento sustentável, ditou a concretização deste evento. Aproveitando o momento de celebração, o presidente da AEMinho refere a dinâmica que a criação da associação trouxe à realidade minhota.“Nascemos durante a pandemia, que ainda não terminou, estivemos sem governo e orçamento de estado durante vários meses e vimos iniciar uma guerra na Ucrânia que tudo indica está longe de ver o seu fim. Mesmo com todas estas adversidades conseguimos demonstrar que pode existir uma nova forma de dinamizar o movimento associativo. Somos uma associação independente, livre, que procurou unir os empresários ligando-os entre si. Ao mesmo tempo construímos pontes entre eles a as forças vivas da região – autarquias, CIM’s, instituições de ensino, centros de investigação, organismos do estado – IAPMEI/AICEP/IEFP, etc. – sempre com o objectivo de promover o desenvolvimento económico, social e cultural do nosso país”, conclui Ricardo Costa.
28 MAI. 2022
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Jornal O Minho: "Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada"
Associação Empresarial do Minho celebrou primeiro aniversárioA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) assinalou hoje o seu primeiro aniversário, num evento dedicado à discussão em torno das temáticas da Sustentabilidade, do Desenvolvimento Sustentável e da Responsabilidade Social. Esta celebração integrou o programa da 5ª. Semana de Economia, da qual a AEMinho era coorganizadora, a par da InvestBraga, e teve lugar na Colunata de Eventos, no Bom Jesus, em Braga.“Completa-se hoje um ano de um projeto arrojado pelo foco e pela audácia de proporcionar às empresas e instituições um fórum que permita a criação de uma comunidade empresarial coesa, contemporânea e focada nos problemas e desafios do século XXI”, introduz o presidente da AEMinho, Ricardo Costa, acrescentando: “Hoje, os empresários do Minho, e não só, têm aqui uma voz respeitada e assente numa estratégia de penetração no poder central mais virada para os resultados do que para a aparência ou visibilidade individual”. O presidente da associação reforça a organização baseada num modelo de gestão pragmático, livre e independente, que promova o associativismo e o networking empresarial, visando a “coesão de um tecido empresarial que comunga valores e princípios”.Partindo do tema central “Get Together Around Sustainability”, o evento contou com a presença de personalidades de renome no panorama nacional que promoveram uma série de conversas em torno das temáticas em causa. Neste sentido, destacaram-se João Brito Martins (E-Redes/EDP), Maria João Coelho (BCSD Portugal), José Palma Oliveira (Universidade de Lisboa), Jorge Cristino, António Carlos Rodrigues (Grupo Casais), Mário Bolota (Banco BIG) e Luís Marques Mendes (advogado, político e comentador português).O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, abriu o painel de conversas congratulando a AEMinho pela escolha das temáticas em debate. Para o autarca: “É o verdadeiro tema do momento: a questão da sustentabilidade nas suas várias dimensões, não apenas ambiental, mas sobretudo associada à componente de desenvolvimento económico, à de inclusão social e à de governança. É um momento crítico para o desenvolvimento dos territórios e as empresas têm esse papel fundamental: assegurar que os seus negócios são também eles amigos desse desenvolvimento sustentável”, acrescentando: “Fico particularmente satisfeito por ver em tantas áreas as empresas da nossa região a serem excelentes exemplos desse mesmo desenvolvimento sustentável, pela preocupação que têm com os seus colaboradores, com o meio ambiente, com a responsabilidade social e com a comunidade. Há muita margem para fazer diferente e melhor em benefício das nossas comunidades”.Já o vice-presidente da AEMinho para a Fileira da Sustentabilidade, Luís Roby, garante: “Queremos medidas que sejam afetivas e que sejam tomadas decisões em prol da sustentabilidade, que se traduzam em soluções alternativas e novas oportunidades para os nossos associados. Temos uma guerra mundial que nos leva a pensar nisto todos os dias e há aqui uma sensibilização por parte das empresas. Mas queremos mais do que isso. Queremos que, todos juntos, possamos contribuir para esta alternativa. É um problema do planeta e, portanto, de todos”.Segundo Luís Marques Mendes: “A sustentabilidade é uma questão nuclear, uma mudança de paradigma essencial na nossa sociedade. É também uma mudança de civilização, uma mudança cultural. Temos que fazer este caminho, mas não vai ser fácil. Todas as mudanças de paradigma são difíceis e alguns setores vão sentir mais resistência. A questão já não é saber se temos ou não de seguir o objetivo da sustentabilidade, de combater as alterações climáticas ou de apostar numa economia diferente. A questão é: qual é o ritmo que vamos adotar nesta mudança?”Apresentar oportunidades de negócio e promover a missão social das empresas, tendo como princípio o desenvolvimento sustentável, ditou a concretização deste evento.Aproveitando o momento de celebração, o presidente da AEMinho refere a dinâmica que a criação da associação trouxe à realidade minhota. “Nascemos durante a pandemia, que ainda não terminou, estivemos sem governo e orçamento de estado durante vários meses e vimos iniciar uma guerra na Ucrânia que tudo indica está longe de ver o seu fim. Mesmo com todas estas adversidades conseguimos demonstrar que pode existir uma nova forma de dinamizar o movimento associativo. Somos uma associação independente, livre, que procurou unir os empresários ligando-os entre si. Ao mesmo tempo construímos pontes entre eles a as forças vivas da região (autarquias, CIM’s, instituições de ensino, centros de investigação, organismos do estado – IAPMEI/AICEP/IEFP, etc.) sempre com o objetivo de promover o desenvolvimento económico, social e cultural do nosso país”, conclui Ricardo Costa.
27 MAI. 2022
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