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Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

Governança

12 MAR. 2026

O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico.A necessidade de um Estado mais ágil e de processos administrativos mais rápidos foi o tema central do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).A sessão, que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, reuniu empresários da região para debater os bloqueios que ainda travam a eficiência da Administração Pública e apresentar soluções para acelerar o investimento e o crescimento económico.O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico. O responsável defendeu a importância de criar espaços de diálogo que permitam partilhar as dificuldades sentidas pelas empresas, conhecer as medidas já implementadas e discutir soluções para tornar o Estado mais ágil e eficiente.Durante a sessão, o ministro detalhou a estratégia do Governo, centrada na simplificação administrativa antes da digitalização, destacando projetos como o LicencIA, um sistema de licenciamento assistido por inteligência artificial que promete reduzir significativamente os tempos de aprovação de investimentos empresariais.Outro eixo da reforma passa pelo desenvolvimento de uma rede colaborativa entre organismos públicos e a criação de uma Estratégia Nacional de Data Centers, com vista a melhorar a gestão de dados e a apoiar soluções tecnológicas associadas à inteligência artificial.No plano organizacional, o Governo tem promovido a reestruturação de ministérios, eliminação de cargos dirigentes e redistribuição de recursos humanos, além de preparar uma Lei da Interoperabilidade da Administração Pública, que permitirá partilhar informação entre entidades e aplicar o princípio da “só uma vez” para cidadãos e empresas.O Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou ainda a necessidade de repensar a organização territorial do Minho e simplificar as várias camadas administrativas, tornando os processos de decisão mais rápidos e próximos das necessidades das empresas e das populações.O encontro reforçou a importância do diálogo entre empresas, instituições e Governo para acelerar a modernização do Estado, criar condições favoráveis ao investimento e tornar a Administração Pública mais eficiente e moderna.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Vilaverdense: "AEMinho promove fóruns de debate sobre o tema da descentralização dos serviços"

Jornal O Vilaverdense: "AEMinho promove fóruns de debate sobre o tema da descentralização dos serviços"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vai promover, a partir de Setembro e em diversos formatos, fóruns de debate com personalidades que "possam acrescentar valor e conhecimento, experiência e visão" acerca do tema da descentralização de serviços.Em comunicado, a Associação explica que, com isso, pretende "contribuir para um futuro mais promissor" para a economia nacional, juntamente com as empresas.A AEMinho entende que as recentes intervenções do recém-eleito do presidente do PSD, Luís Montenegro, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, "estão desalinhadas com a importância estratégica da descentralização dos serviços".Ao longo do comunicado, a Associação explica que o tema "não pode ser encerrado sem um debate alargado e aprofundado da sociedade civil, política e comunidade económica do país" e defende que "o desenvolvimento económico equilibrado de Portugal deve ser mais eficaz e eficiente na implementação de medidas".Estas devem "mitigar as assimetrias regionais", ao mesmo tempo que asseguram "respostas às reais necessidades de todo o território português, nas suas mais diversas dimensões"."Não pode existir apenas um caminho para alcançar este objetivo, mas é fundamental discutir e aprofundar o tema, bem como estudar as suas vantagens e desvantagens dos possíveis modelos de descentralização", conclui a Associação.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI: ECONOMIA - AEMinho promove fóruns de debate sobre o tema da descentralização dos serviços - O Vilaverdense

Economia

6 JUL. 2022

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Jornal O Amarense: "AEMinho promove fóruns de debate sobre a descentralização dos serviços"

Jornal O Amarense: "AEMinho promove fóruns de debate sobre a descentralização dos serviços"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vai promover, a partir de Setembro e em diversos formatos, fóruns de debate com personalidades que "possam acrescentar valor e conhecimento, experiência e visão" acerca do tema da descentralização de serviços.Em comunicado, a Associação explica que, com isso, pretende "contribuir para um futuro mais promissor" para a economia nacional, juntamente com as empresas.A AEMinho entende que as recentes intervenções do recém-eleito do presidente do PSD, Luís Montenegro e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, "estão desalinhadas com a importância estratégica da descentralização dos serviços".Ao longo do comunicado, a Associação explica que o tema "não pode ser encerrado sem um debate alargado e aprofundado da sociedade civil, política e comunidade económica do país" e defende que o "desenvolvimento económico equilibrado de Portugal deve ser mais eficaz e eficiente na implementação de medidas".Estas devem "mitigar as assimetrias regionais", ao mesmo tempo que asseguram "respostas às reais necessidades de todo o território português, nas suas mais diversas dimensões"."Não pode existir apenas um caminho para alcançar este objetivo, mas é fundamental discutir e aprofundar o tema, bem como estudar as suas vantagens e desvantagens dos possíveis modelos de descentralização", conclui a Associação. VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI: ECONOMIA - AEMinho promove fóruns de debate sobre a descentralização dos serviços - O Amarense

Economia

6 JUL. 2022

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O Jornal Económico: "AEMinho critica "imprudência" do Governo nas propostas dirigidas às empresas"

O Jornal Económico: "AEMinho critica "imprudência" do Governo nas propostas dirigidas às empresas"

“Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente”, lê-se no comunicado da AEMinho.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) critica as medidas que têm vindo a ser apresentadas pelo Governo para ajudar as empresas, considerando-as insuficientes, “irrefletidas e nada fundamentadas”, segundo um comunicado divulgado esta segunda-feira, 27 de junho.“Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente”, lê-se no documento.“Estes episódios só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que verdadeiramente afetam o país e com enorme impacto na vida das pessoas, como o eminente colapso do sistema nacional de saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do nosso sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos nossos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros do erário injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas”, acrescenta.Em concreto, a associação critica o desajuste em relação às exigências do Governo e a realidade do país. “Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%” e em que os funcionários públicos foram aumentados 0,9%, Costa “veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, aponta.A AEMinho enviou uma proposta ao Governo, sugerindo dividir o custo dos encargos, com o Estado a comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho e as empresas comprometidas a promover esse aumento no salário médio. “Até à data não sabemos qual é a posição do Governo. Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”.“Na semana passada vimos o primeiro-ministro a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral. Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um ‘bitaite’. Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, acrescenta a nota.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI AEminho critica "imprudência" do Governo nas propostas dirigidas às empresas (jornaleconomico.pt)

Governança

27 JUN. 2022

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho acusam António Costa de "propagandear pacotilhas"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho acusam António Costa de "propagandear pacotilhas"

“Tem sido lançado, semana após semana, por membros do Governo, em especial pelo primeiro-ministro, um conjunto de temas e propostas avulso, claramente irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas”, considera a Associação Empresarial do Minho (AEMinho).Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%, tendo os funcionários púbicos visto já os os seus salários aumentados em 0,9%, "o Sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos", critica a Associação Empresarial do Minho (AEMinho), em comunicado.Já na semana passada, "vimos o Sr. Primeiro-Ministro a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral", sinalizou a mesma organização patronal."Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um ‘bitaite’. Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma", considera a AEMinho.Eis porque a associação liderada por Ricardo Costa diz que tem "assistido com perplexidade à pressão que o Governo tem feito sobre a comunidade empresarial do nosso país. Tem sido lançado, semana após semana, por membros do governo, em especial pelo Sr. primeiro-ministro, um conjunto de temas e propostas avulso, claramente irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas", acusa."Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da função e responsabilidade de um chefe de um Governo propagandear este tipo de pacotilhas como tem vindo a ser feito semanalmente", enfatiza a AEMinho.Episódios que esta associação empresarial afirma que "só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que verdadeiramente afetam o país e com enorme impacto na vida das pessoas, como o eminente colapso do Sistema Nacional de Saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do nosso sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos nossos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros do erário injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas", enumera.Relativamente aos 20% de aumento dos salários que António Costa sinalizou para os próximos quatro anos, a AEMInho afirma que, "uma vez mais, de uma forma ponderada, a AEMinho respondeu com uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado".Ou seja, "o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio", explica, adiantando que, "até à data não sabemos qual é a posição do Governo. Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema", realça.Para a AEMinho, "é claro que dentro das responsabilidades, preocupações e reflexões de um chefe de Governo estejam a evolução do tecido empresarial ou a distribuição da riqueza. Gostaríamos, no entanto, que se o Governo entender estas matérias como prioritárias, as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade", propõe."Os empresários e os trabalhadores não são lados opostos, são a mesma parte, estão no mesmo barco e caminham juntos para serem no seu todo o fator de desenvolvimento e prosperidade mais eficiente que uma economia pode ter", enfatiza.Daí que a AEMinho apele para que "não sejam os interesses políticos a estimular divisões do trabalho ultrapassadas. A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores", afirma.Mostrando-se "disponíveis para, em qualquer momento, em qualquer circunstância, sermos parte de um processo de debate que seja sério e com objetivos exequíveis", ressalvam: "Não nos associaremos a quaisquer manobras de diversão ou de marketing"."Esperamos que um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país", conclui a associação presidida por Ricardo Costa.

Governança

27 JUN. 2022

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho preocupada com "imprudência" do Governo

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho preocupada com "imprudência" do Governo

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou-se hoje preocupada com a “imprudência” do Governo, especificamente acerca das declarações do primeiro-ministro, António Costa, sobre a subida dos salários em 20% e adaptação das empresas às novas gerações.“O sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado.De acordo com o texto, cujo título refere que a AEMinho está “preocupada com a ‘imprudência’ do Governo”, a associação empresarial refere que respondeu ao repto do Governo com “uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado”.“Ou seja, o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio”, explica a AEMinho.No comunicado hoje divulgado, os empresários minhotos referem que “até à data” não sabem “qual é a posição do Governo”.“Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”, refere a associação presidida pelo empresário bracarense Ricardo Costa.A AEMinho apelidou ainda de “bitaite” as declarações do primeiro-ministro, na semana passada, acerca das “supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral”.No dia 20 de junho, António Costa tinha dito que a “nova geração não está disponível para as cargas horárias que as empresas estão a praticar, para o estilo de gestão autoritário”, e que as empresas ou “mudam radicalmente” nesse sentido “ou fecham”“Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, considerou hoje a AEMinho.Assim, e caso o Governo considere as matérias como prioritárias, a AEMinho manifestou o desejo de que “as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ [consulta das melhores práticas em dado setor] que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade”.“A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores”, diz a AEMinho.A associação disse ainda que esperar que “um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país”.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI Empresários do Minho preocupados com "imprudência" do Governo sobre salários

Governança

27 JUN. 2022

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Semanário V: "Empresários minhotos preocupados com subida de salário (20%) pedido por Costa"

Semanário V: "Empresários minhotos preocupados com subida de salário (20%) pedido por Costa"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou-se hoje preocupada com a “imprudência” do Governo, especificamente acerca das declarações do primeiro-ministro, António Costa, sobre a subida dos salários em 20% e adaptação das empresas às novas gerações.“O sr. primeiro-ministro veio a público declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como esperava que isso iria impactar na produtividade das empresas, sem fundamentar, nem se quer explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos”, pode ler-se num comunicado hoje divulgado.De acordo com o texto, cujo título refere que a AEMinho está “preocupada com a ‘imprudência’ do Governo”, a associação empresarial refere que respondeu ao repto do Governo com “uma proposta de dividir o custo desse aumento com o Estado”.“Ou seja, o Estado devia comprometer-se a reduzir em 10% os impostos sobre o trabalho (realçamos que são impostos sobre o rendimento dos trabalhadores e não sobre os lucros das empresas) e as empresas comprometer-se-iam a promover esse aumento de 10% no salário médio”, explica a AEMinho.No comunicado hoje divulgado, os empresários minhotos referem que “até à data” não sabem “qual é a posição do Governo”.“Na verdade, não ouvimos nem mais uma palavra sobre este tema”, refere a associação presidida por Ricardo Costa.A AEMinho apelidou ainda de “bitaite” as declarações do primeiro-ministro, na semana passada, acerca das “supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral”.No dia 20 de junho, António Costa tinha dito que a “nova geração não está disponível para as cargas horárias que as empresas estão a praticar, para o estilo de gestão autoritário”, e que as empresas ou “mudam radicalmente” nesse sentido “ou fecham”“Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do Mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma”, considerou hoje a AEMinho.Assim, e caso o Governo considere as matérias como prioritárias, a AEMinho manifestou o desejo de que “as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o ‘benchmarking’ [consulta das melhores práticas em dado setor] que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade”.“A verdade é que todos estamos no mesmo processo produtivo, em funções e posições diferentes, mas com um único interesse comum, o sucesso das nossas empresas, para bem quer dos empresários, quer de trabalhadores”, diz a AEMinho.A associação disse ainda que esperar que “um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país”.

Fiscalidade

27 JUN. 2022

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Jornal de Notícias: "AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial"

Jornal de Notícias: "AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), com sede em Braga, "tem assistido com perplexidade à pressão que o Governo tem feito sobre a comunidade empresarial".E diz que o primeiro-ministro, António Costa anda a "mandar bitaites" e faz "propostas avulsas irrefletidas, mal estruturadas e nada fundamentadas"."Consideramos insensato, imprudente e, também por isso, desajustado da sua função e responsabilidade, que o chefe do Governo propagandeie este tipo de pacotilhas como tem feito semanalmente", diz, hoje em comunicado, o presidente do organismo, Ricardo Costa.Na opinião do empresário, "estes episódios só podem ser entendidos como manobras comunicacionais e de marketing para desviar a atenção dos portugueses dos temas que afetam o país e com enorme impacto, como o iminente colapso do sistema nacional de saúde, a inflação galopante, a subida das taxas de juro, o problema recorrente do sistema de ensino, a flagrante incapacidade de organização e gestão das autoridades policiais para responder ao aumento de turistas nos aeroportos ou mesmo fazer esquecer os milhões de euros injetados na TAP sem que haja daí um retorno efetivo para a qualidade de vida das pessoas".E acrescenta, sempre em tom crítico: "Num ano em que as melhores projeções do crescimento económico não passam os 5,8%, em que os funcionários da função pública foram aumentados (0,9%), o primeiro-ministro veio declarar que os salários tinham de ser aumentados em 20%, sem explicar como iriam as empresas suportar esse aumento de custos"."Na semana passada vimos Costa a alvitrar sobre a adaptação das empresas a supostas novas exigências geracionais em relação à carga laboral. Com todo o respeito que nos merece, sentimos uma vez mais que era mais um "bitaite". Uma vez mais, não se percebeu na proposta qualquer evidência ou fundamento e, tendo em conta a conjuntura macroeconómica do país e do mundo, consideramos também ser mais uma proposta inoportuna no tempo e na forma".A AEMinho diz, ainda, ser claro que, dentro das responsabilidades, preocupações e reflexões de um chefe de Governo têm de estar a evolução do tecido empresarial ou a distribuição da riqueza. Gostaríamos, no entanto, que, se o Governo entender estas matérias como prioritárias, as discuta primeiro, ouça os empresários e os trabalhadores, faça o 'benchmarking' que tem que fazer e depois apresente de forma ponderada propostas e tome decisões em conformidade".A concluir, garante que a AEMinho está disponível para ser "uma parte do debate", embora não se associe "a manobras de diversão ou de marketing". "Esperamos que um Governo, em especial o seu líder, seja uma fonte de estabilização, um indutor de confiança e um garante de ponderação e credibilidade nas propostas que apresenta ao país", afirmou.VEJA A NOTÍCIA COMPLETA AQUI AEMinho lamenta "propostas irrefletidas" do Governo para a comunidade empresarial (jn.pt)

Governança

27 JUN. 2022

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Jornal ECO: "Empresários do Minho querem pacto com Estado para aumentar salários"

Jornal ECO: "Empresários do Minho querem pacto com Estado para aumentar salários"

Em resposta ao desafio do primeiro-ministro, associação empresarial pretende que o Estado reduza carga fiscal sobre o trabalho "na exata proporção do aumento percentual do salário médio".Os empresários do Minho apenas admitem aumentar o salário médios em 20% nos próximos anos se houver um pacto com o Estado. Esta é a resposta ao desafio de subida das remunerações lançado pelo primeiro-ministro, António Costa. A associação empresarial da região (AEMinho) entende que os custos da medida devem implicar uma redução da carga fiscal sobre o trabalho.“Propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável”, refere a associação liderada por Ricardo Costa, em comunicado.A entidade considera que o pacto é uma forma de “criar as condições para que o Estado se auto imponha uma maior eficiência na gestão de recursos, na tomada de decisões e que isso se reflita no decréscimo da receita no que ao trabalho diz respeito”. A associação afasta ainda uma diminuição do IRC pois “importa primeiro reduzir a carga fiscal sobre os trabalhadores”."Propomos que o caminho seja feito em conjunto, sendo compromisso das empresas realizar todos os esforços para atingir a meta proposta pelo primeiro-ministro e o Estado se comprometer a reduzir a carga fiscal sobre o trabalho na exata proporção do aumento percentual do salário médio, partilhando assim o esforço, tornando a meta mais alcançável."Com o acordo, a associação acredita que “melhores salários se traduzirão em mais competitividade na hora de contratar” e que isso terá um “efeito positivo no progresso” do tecido empresarial. A AEMinho diz que atualmente existe “dificuldade de contratação de recursos humanos”.No passado sábado, o primeiro-ministro, António Costa, convocou “a sociedade, o Estado e as empresas” para, em quatro anos, conseguir aumentar o peso dos salários no PIB de 45% para 48%, atual valor de referência na União Europeia. A subida da proporção “implica um aumento de 20% do salário médio no país”, calculou o chefe de Governo.

Governança

6 JUN. 2022

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