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AEMinho reúne especialistas e empresários em Vila Verde para debater bloqueios estruturais e caminhos de reforma para Portugal

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12 DEZ. 2025

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) promoveu, na última noite, um jantar-debate “Portugal, de que é que estás à espera?”, um encontro destinado a analisar os entraves históricos ao crescimento económico nacional e a identificar soluções concretas para reformas estruturais há muito adiadas.A iniciativa decorreu no Maison Albar Amoure, em Vila Verde, e juntou dezenas de empresários e líderes regionais num debate marcado pela pluralidade de perspetivas e pela urgência das conclusões.Apesar de o Orçamento do Estado para 2026 reforçar a sustentabilidade económica como prioridade, os intervenientes foram unânimes: Portugal continua sem avançar com reformas profundas que garantam competitividade e desenvolvimento a longo prazo.Produtividade baixa, burocracia e défice de capital humano continuam a travar o paísDurante a sessão foram identificados fatores persistentes que condicionam o crescimento económico: baixa produtividade, excesso de burocracia, sistema fiscal complexo, escassez de capital humano qualificado, investimento privado reduzido e fraca capacidade de inovação. Problemas que, segundo os participantes, não se resolvem com medidas avulsas, mas exigem uma transformação transversal, estruturada e orientada para reforçar o papel das empresas no desenvolvimento do país.O debate destacou ainda a importância de o setor empresarial assumir uma postura mais interventiva, influenciando políticas públicas e contribuindo de forma ativa para um crescimento económico sustentável.Painel plural e orientado para soluçõesO painel contou com intervenções do ex-presidente da Câmara do Porto Rui Moreira, do eurodeputado Francisco Assis e do empresário Carlos Palhares. A moderação esteve a cargo do economista José Maria Pimentel, enquanto André Vasconcelos, Tax Partner na Deloitte, assegurou o enquadramento inicial do tema. A diversidade de sensibilidades — autárquica, política, empresarial e técnica — permitiu uma análise abrangente dos desafios e das reformas prioritárias.“Portugal vive num momento crítico”, alerta presidente da AEMinhoPara Ramiro Brito, presidente da AEMinho, o país enfrenta uma encruzilhada decisiva:“Vivemos uma conjuntura económica tendencialmente positiva, mas movemo-nos em gelo muito fino. As previsões de crescimento e estabilidade têm pouca margem para erros. Ao mesmo tempo, há um descrédito profundo no funcionamento do Estado, que consome cada vez mais recursos sem garantir serviços eficientes.”O dirigente criticou ainda a ineficiência estrutural em áreas como justiça, educação, saúde e serviços públicos, bem como um quadro legislativo que considera “desfasado da realidade”. Para Ramiro Brito, os empresários continuam a ser alvo de “visões oportunistas” que alimentam divisões artificiais com os trabalhadores.Foi neste contexto que a AEMinho decidiu lançar o jantar-debate:“É urgente um debate frontal, desinibido e apartidário. Reunimos pessoas com visão multidimensional e esclarecida, capazes de contribuir para o caminho de transformação que queremos continuar a promover. É por aqui que as empresas podem ajudar a mudar Portugal”, sublinha. O encontro encerrou com o compromisso de manter viva a discussão e reforçar o papel da comunidade empresarial na construção de um país mais competitivo, moderno e sustentável.Veja a notícia AQUI

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Jornal Eco: “AEMinho “motivada” pela adesão da indústria”

Jornal Eco: “AEMinho “motivada” pela adesão da indústria”

A Associação Empresarial do Minho conta com mais de 75 empresas já inscritas e mais de 200 que formalizaram interesse em aderir nas próximas semanas, adianta o presidente. A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realizou esta sexta-feira a Assembleia Geral Constituinte, um momento que representa o arranque oficial da associação minhota que tem como premissa de defender e impulsionar a iniciativa empresarial da região do Minho e reforçar a sua resiliência e competitividade."Hoje é um momento duplo. Por um lado, é um culminar de um processo de constituição e foram meses intensos, mas estamos muito motivados porque tivemos a adesão de grande parte das empresas do setor industrial e tecnológico da região. Temos mais de 75 empresas já formalmente inscritas e mais de 200 que formalizaram interesse em aderir nas próximas semanas, pelo que nos dá a motivação necessária para este arranque", realça o presidente da AEMinho, Ricardo Costa.Gonçalo Castro, business developer do Grupo Pinto Brasil, Ricardo Salgado, CEO da DSTelecom, Isabel Carneiro, diretora geral da Polopique e Ramiro Brito, CEO do Grupo Érre, são os membros da comissão executiva da Associação Empresarial do Minho.De acordo com a associação, a união deste vasto e diferenciado conjunto de empresas "permitirá trabalhar em torno de temas que a associação considera fundamentais na atualidade: transição digital, transição energética, economia circular, captação e requalificação de talento e o apoio às empresas, no sentido da internacionalização e exportação.A transferência de conhecimento entre Universidades, centros de investigação e empresas, através da dinamização de cursos que correspondam às necessidades das empresas da região é uma das primeiras medidas a levar a cabo pela associação."Criar a marca do Minho como uma região inovadora, trabalhar para que a mesma seja ainda mais reconhecida a nível internacional e promover o networking e a partilha de experiências e conhecimento é o que pretendemos para os próximos tempos", afirma Ricardo Costa.O plano de ação da AEMinho respeita a promoção e defesa de valores fundamentais, como a ética empresarial, a solidariedade empresarial e social, o respeito pessoal e institucional, a transparência económica, o respeito e a defesa do meio ambiente e a perceção da diversidade, enquanto promotor de desenvolvimento. 

Jornal O Minho: "Nova Associação Empresarial quer “criar marca do Minho como região inovadora”

Jornal O Minho: "Nova Associação Empresarial quer “criar marca do Minho como região inovadora”

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realizou esta tarde a Assembleia Geral Constituinte, um momento que representa o seu arranque oficial, com “a premissa de defender e impulsionar a iniciativa empresarial, enquanto motor essencial para o desenvolvimento do tecido económico, social e cultural da região do Minho”.“Hoje é um momento duplo. Por um lado, é um culminar de um processo de constituição e foram meses intensos, mas estamos muito motivados porque tivemos a adesão de grande parte das empresas do setor industrial e tecnológico da região”, disse o presidente da AEMinho, Ricardo Costa.A associação conta com mais de 75 empresas já formalmente inscritas e mais de 200 que “formalizaram interesse em aderir nas próximas semanas”.Entre os temas fundamentais na atualidade para os empresários encontram-se a transição digital, transição energética, economia circular, captação e requalificação de talento e o apoio às empresas, no sentido da internacionalização e exportação.Comissão Executiva: Gonçalo Castro (Genesys) Vice-Presidente; Ricardo Salgado (DSTelecom) Vice-Presidente; Isabel Carneiro (Polopiqué)Vice-Presidente; Ricardo Costa (Grupo IBD) Presidente; Ramiro Brito (Grupo Érre) 1º Vice-Presidente. Foto: AEMinho / DivulgaçãoPresidentes: J.M. Capa Pereira (Grupo PKM) Presidente do Conselho Geral; Emília Vieira (Casa de Investimento) Presidente do Conselho Fiscal; Ricardo Costa (Grupo IBD) Presidente da Direção; José Teixeira (Grupo DST) Presidente da Assembleia Geral. Foto: AEMinho / DivulgaçãoNo imediato, querem a transferência de conhecimento entre Universidade, centros de investigação e empresas, através da dinamização de cursos que “correspondam às necessidades das empresas da região”.“Criar a marca do Minho como uma região inovadora, trabalhar para que a mesma seja ainda mais reconhecida a nível internacional e promover o networking e a partilha de experiências e conhecimento é o que pretendemos para os próximos tempos”, afirma Ricardo Costa.De acordo com o plano de ação da AEMinho, a associação quer respeitar a promoção e defesa de “valores fundamentais”, como a “ética empresarial, a solidariedade empresarial e social, o respeito pessoal e institucional, a transparência económica, o respeito e a defesa do meio ambiente e a perceção da diversidade, enquanto promotor de desenvolvimento”.

Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho nasce com 75 empresas de Braga e Viana do Castelo"

Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho nasce com 75 empresas de Braga e Viana do Castelo"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), criada esta sexta-feira em Braga com 75 empresas, vai realizar, a curto prazo, um grande evento sobre digitalização, cursos para gestores na área da transmissão de conhecimento e, até ao fim do ano, um clube financeiro.Ricardo Costa, presidente da associação, disse que será lançado, também em breve um clube do empresário. "Além das 75 empresas, industriais e tecnológicas, dos distritos de Braga e de Viana do Castelo temos já manifestação de interesse de mais 200", sublinhou em declarações aos jornalistas, após uma assembleia no Altice Forum Braga.Questionado sobre a importância em termos de volume de negócios das firmas aderentes, Ricardo Costa acentuou que, além da multinacional Bosch, participam na AEMinho quase todas as grandes firmas minhotas, as quais, no seu conjunto, devem representar um volume anual de negócios de dez mil milhões de euros e vários milhares de empregos.Para o presidente da associação empresarial, a AEMinho ajudará o tecido económico regional a captar os fundos europeus que estarão disponíveis no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e nprograma europeu plurianual 20/30. "Queremos contribuir para a melhoria da competitividade e para a internacionalização da indústria, sem esquecer a captação de investimento", acentuou.O gestor, que lidera o grupo Bernardo da Costa, assegura que o novo organismo cooperará com outras associações locais ou regionais, e assinalou que espera ter também a colaboração dos 24 municípios. "Por exemplo, se uma empresa internacional se quiser instalar aqui e precisar de 30 mil m2, será mais fácil arranjar terrenos se houver entreajuda entre municípios", frisou.Para os restantes órgãos sociais eleitos esta sexta-feira foram escolhidos José Teixeira, gestor da DST (assembleia geral), Emília Vieira, da Casa de Investimentos (conselho fiscal) e Capa Pereira, do grupo PKM (conselho geral).

Comunicado: Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realiza hoje a Assembleia Geral Constituinte

Comunicado: Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realiza hoje a Assembleia Geral Constituinte

Braga, 28 de maio de 2021: A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) realizou esta tarde a Assembleia Geral Constituinte, um momento que representa o arranque oficial da associação minhota. Com a premissa de defender e impulsionar a iniciativa empresarial, enquanto motor essencial para o desenvolvimento do tecido económico, social e cultural da região do Minho, a associação pretende reforçar a sua resiliência e competitividade.  Para o Presidente da AEMinho, Ricardo Costa: “Hoje é um momento duplo. Por um lado, é um culminar de um processo de constituição e foram meses intensos, mas estamos muito motivados porque tivemos a adesão de grande parte das empresas do setor industrial e tecnológico da região. Temos mais de 75 empresas já formalmente inscritas e mais de 200 que formalizaram interesse em aderir nas próximas semanas, pelo que nos dá a motivação necessária para este arranque”.  A união deste vasto e diferenciado conjunto de empresas permitirá trabalhar em torno de temas que a associação considera fundamentais na atualidade: transição digital, transição energética, economia circular, captação e requalificação de talento e o apoio às empresas, no sentido da internacionalização e exportação. A transferência de conhecimento entre Universidade, centros de investigação e empresas, através da dinamização de cursos que correspondam às necessidades das empresas da região é uma das primeiras medidas a levar a cabo pela associação. “Criar a marca do Minho como uma região inovadora, trabalhar para que a mesma seja ainda mais reconhecida a nível internacional e promover o networking e a partilha de experiências e conhecimento é o que pretendemos para os próximos tempos”, afirma Ricardo Costa. O plano de ação da AEMinho respeita a promoção e defesa de valores fundamentais, como a ética empresarial, a solidariedade empresarial e social, o respeito pessoal e institucional, a transparência económica, o respeito e a defesa do meio ambiente e a perceção da diversidade, enquanto promotor de desenvolvimento. 

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho defendem ética empresarial com líder que paga férias tropicais aos trabalhadores"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho defendem ética empresarial com líder que paga férias tropicais aos trabalhadores"

A nova Associação Empresarial do Minho, presidida por Ricardo Costa - conhecido por oferecer aos seus trabalhadores férias em destinos paradisíacos -, promete “sensibilizar as empresas para o altruísmo empresarial, a responsabilidade social, a inclusão e para a igualdade de género”.Está marcada para 28 de maio a realização da assembleia constituinte da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), que surge com a missão de "promoção e defesa da iniciativa empresarial como vetor essencial do desenvolvimento económico, social e cultural da região, assim com o reforço da sua competitividade e resiliência".Numa conjuntura económica que "se prevê adversa e complexa", a AEMinho assume, no seu programa, que "importa sensibilizar as empresas para o altruísmo empresarial, a responsabilidade social, a inclusão e para a igualdade de género como fatores do aumento da resiliência social, pois estes são fatores-chave para que a resiliência empresarial se consolide", considera.Valores que Ricardo Costa, o primeiro presidente da AEMinho, já vinha assumindo enquanto líder do grupo bracarense Bernardo da Costa, que emprega perto de duas centenas de pessoas, das quais quase metade em Portugal.Ora, o grupo Bernardo da Costa tornou-se conhecido dos portugueses por oferecer aos seus trabalhadores a laborar em território nacional férias, durante uma semana, em destinos paradisíacos - já os levou a Punta Cana, na República Dominicana, a Cuba, ao México, à Jamaica e a Cabo Verde.Em tempos pandémicos, as férias tropicais pagas pelo patrão têm sido convertidas em prémios monetários.Entretanto, o grupo Bernardo da Costa criou um departamento da felicidade, que tem vindo a "mimar" o seu pessoal com uma série de outros benefícios, como seguro de saúde, dia de aniversário, uma sala de diversões (com bilhar, matraquilhos e consola de videojogos), dias temáticos (como o dia do croissant, o de pastel de nata e do gelado). Mais: também oferece serviço de lavandaria no local de trabalho e até o de entrega de comida ao domicílio.E já em 2021, tendo o Governo estabelecido a meta de 2023 para colocar o salário mínimo nos 750 euros – valor que a Bernardo da Costa antecipou para 2020 –, o grupo de ricardo Costa decidiu superá-la em plena pandemia, pondo em prática, a partir de janeiro deste ano, o ordenado mínimo de 800 euros.AEMinho pretende criar Clube Financeiro do MinhoOra, os "valores" que a AEMinho apresenta no seu programo passam precisamente pelo "incentivo e defesa" da "ética empresarial, o respeito pessoal e institucional, a solidariedade social e empresarial, bem como a transparência económica, o respeito e defesa do meio ambiente, a perceção da diversidade como um elemento de desenvolvimento".A nova associação empresarial, que fica sediada no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Braga, aposta numa estratégia de "resiliência" do tecido empresarial minhoto, comprometendo-se a apoiar a transição digital, assim como a transição energética, economia circular e sustentabilidade; a atração, captação, retenção e requalificação de talento; a transferência de conhecimento, ciência e centros de investigação; a internacionalização e exportação.No seu plano de ação, entre outras apostas, propõe-se "dinamizar as fileiras empresariais (lógica de clusters) como forma de alavancar e alargar a participação das empresas da região na cadeia de valor dos diferentes negócios; fomentar novas fórmulas de financiamento da atividade das empresas, criar o Clube Financeiro do Minho, bem como apoiar todas as formas de dinamização de start-ups e ‘business angels’ na região".Pretende também "promover, junto das entidades públicas, medidas que visem atrair investimento, criar riqueza e emprego na região, nomeadamente propondo medidas que culminem na desfuncionalização e a desburocratização dos serviços, em particular nos processos inerentes à criação de riqueza e de emprego como são exemplo os licenciamentos industriais e comerciais".A AEMinho tem ainda como objetivo criar uma "marca" da região, que promova a identidade do Minho como "única, distinta e complexa".Líder de candidato à compra da Efacec à frente da assembleia geral da AEMinho.Os órgãos sociais da AEMinho integram alguns dos mais importantes grupos empresariais da região.Com a presidência da direção entregue a Ricardo Costa, a assembleia geral da nova associação será liderado por José Teixeira, presidente do grupo DST, que emprega mais de duas mil pessoas e é um dos cinco candidatos selecionados pelo Governo na corrida à compra da posição de controlo da Efacec.O Conselho Geral será presidido por José Manuel Capa Pereira, gestor do grupo PKM e que, pouco tempo antes da chegada da pandemia de covid-19, vendeu ao então sócio, Jorge Martins, os seus 50% na Phone House, cadeia de comércio de telemóveis que faliu em meados do ano passado.Emília Vieira, fundadora e CEO da gestora de patrimónios Casa de Investimentos vai presidir ao conselho fiscal da AEMinho.Outros líderes de empresas sediadas no Minho, como os grupos Casais, Primavera, Bosch Érre, Gensys, Pinto Brasil, Navarra, Transportes João Pires, Polopique, Cachapuz ou Partteam, também integram os órgãos sociais da nova associação empresarial.

Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho arranca com 35 empresas de Braga e de Viana"

Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho arranca com 35 empresas de Braga e de Viana"

Os órgãos sociais da AEMinho-Associação Empresarial do Minho, que será constituída no dia 28 em Braga, integram 35 empresários dos distritos de Braga e de Viana do Castelo.A direção será presidida por Ricardo Costa, do grupo Bernardo da Costa, a Assembleia Geral por José Teixeira, gestor da DST, de Braga, o Conselho Fiscal por Emília Vieira, da Casa de Investimentos, e o Conselho Geral por Capa Pereira, do grupo PKM.Fonte da Comissão Instaladora disse ao JN que a AEMinho terá 26 vice-presidentes, sendo o primeiro o empresário Ramiro Brito, do grupo ÉRRE, de Braga.Entre os vices, destacam-se gestores de grandes empresas da região como Carlos Ribas, da Bosch, Graça Coelho, da Cachapuz, Arminda Carmo, da Navarra, José Dionísio, da Primavera, António Carlos, da Casais, João Almeida, da Têxteis JF Almeida, Tiago Freitas, da PorMinho, e Luís Ferreira, da ITF.A direção integra empresas de Braga, Guimarães, Viana do Castelo, Famalicão, Barcelos, Fafe, Monção, Vizela e Celorico de Basto.A maioria dos vice-presidentes terá a seu cargo uma área de atividade: Tecnologia; Ambiente; Equipamentos; Construção; Têxtil, Vestuário e Calçado; Turismo; Automóvel e Aeronáutica; Energia; Agroalimentar; Saúde e Bem-estar; Educação; Banca Comercial e Seguros; Contabilidade, Fiscalidade e Serviços Jurídicos; Transportes e Logística; Pescas, Naval e atividades Portuárias.A AEMinho, que colocará o foco nas médias e grandes empresas do setor industrial e tecnológico, fica sedeada no edifício do Instituto Politécnico do Cávado e Ave, em Braga.PROGRAMAO programa proposto aos associados diz que será feita a "promoção e defesa da iniciativa empresarial como vetor essencial do desenvolvimento económico, social e cultural da região, assim como o reforço da sua competitividade e resiliência".Defende "o incentivo e defesa de valores fundamentais como a ética empresarial, o respeito pessoal e institucional, a solidariedade social e empresarial, bem como a transparência económica, o respeito e defesa do meio ambiente, a perceção da diversidade como um elemento de desenvolvimento".Aposta numa estratégia de Resiliência, por considerar que, "numa conjuntura económica que se prevê adversa e complexa, a resiliência empresarial será um tema incontornável e uma necessidade primordial do tecido empresarial mundial, nacional e, obviamente, do Minho"."Neste plano é fundamental um movimento associativo esclarecido, atento e atuante nas mais diversas áreas de influência, de forma a ser um catalisador natural de ferramentas e informação que permitam às empresas minhotas superarem as adversidades", acentuam.

Correio do Minho: "AEMinho avança com pedido de adesão à CIP"

Correio do Minho: "AEMinho avança com pedido de adesão à CIP"

Pedido formal segue após a assembleia-geral constituinte, mas a comissão instaladora já se reuniu com a Confederação Empresarial de Portugal.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vai formalizar o pedido de adesão à Confederação Empresarial de Portugal (CIP) após a assembleia-geral constituinte que terá lugar a 28 de Maio. A notícia foi avançada pela recém-criada associação do Minho, cuja comissão instaladora é presidida pelo empresário Ricardo Costa.A AEMinho reuniu já na passada semana com a CIP, naquela que foi a sua primeira reunião institucional. Conhecer melhor a maior e mais representativa estrutura associativa empresarial nacional - sendo a voz de mais de 150 mil empresas -, enquadrar os motivos que levaram à criação da associação empresarial do Minho e reflectir sobre o movimento associação em Portugal, com especial incidência na região do Minho foram os objectivos desta reunião que contou a participação de Ricardo Costa (presidente da Comissão Instaladora da AEMinho), Gonçalo Pimenta de Castro (vice-presidente), António Saraiva (presidente da CIP) e Pedro Mota Soares (vice-presidente da CIP). “Esta reunião culminou com a certeza de que a AEMinho será associada da CIP”, refere a associação minhota em comunicado.Para Ricardo Costa, a adesão da AEMinho à CIP é considerada fundamental. “Antes de mais, quero realçar e agradecer a forma como fomos recebidos. Congratulamo-nos pelo facto de o presidente da CIP ter dado os parabéns à iniciativa da constituição da AEMinho e ter manifestado todo o apoio a este movi- mento associativo que vem representar as médias e grandes empresas do sector industrial e tecnológico da região do Minho Para a AEMinho, considero que é fundamental aderir à CIP e ter uma voz activa em representação da iniciativa empresarial da nossa região”, conclui.