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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

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19 MAR. 2026

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho nasce com 75 empresas de Braga e Viana do Castelo"

Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho nasce com 75 empresas de Braga e Viana do Castelo"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), criada esta sexta-feira em Braga com 75 empresas, vai realizar, a curto prazo, um grande evento sobre digitalização, cursos para gestores na área da transmissão de conhecimento e, até ao fim do ano, um clube financeiro.Ricardo Costa, presidente da associação, disse que será lançado, também em breve um clube do empresário. "Além das 75 empresas, industriais e tecnológicas, dos distritos de Braga e de Viana do Castelo temos já manifestação de interesse de mais 200", sublinhou em declarações aos jornalistas, após uma assembleia no Altice Forum Braga.Questionado sobre a importância em termos de volume de negócios das firmas aderentes, Ricardo Costa acentuou que, além da multinacional Bosch, participam na AEMinho quase todas as grandes firmas minhotas, as quais, no seu conjunto, devem representar um volume anual de negócios de dez mil milhões de euros e vários milhares de empregos.Para o presidente da associação empresarial, a AEMinho ajudará o tecido económico regional a captar os fundos europeus que estarão disponíveis no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e nprograma europeu plurianual 20/30. "Queremos contribuir para a melhoria da competitividade e para a internacionalização da indústria, sem esquecer a captação de investimento", acentuou.O gestor, que lidera o grupo Bernardo da Costa, assegura que o novo organismo cooperará com outras associações locais ou regionais, e assinalou que espera ter também a colaboração dos 24 municípios. "Por exemplo, se uma empresa internacional se quiser instalar aqui e precisar de 30 mil m2, será mais fácil arranjar terrenos se houver entreajuda entre municípios", frisou.Para os restantes órgãos sociais eleitos esta sexta-feira foram escolhidos José Teixeira, gestor da DST (assembleia geral), Emília Vieira, da Casa de Investimentos (conselho fiscal) e Capa Pereira, do grupo PKM (conselho geral).

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28 MAI. 2021

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho defendem ética empresarial com líder que paga férias tropicais aos trabalhadores"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho defendem ética empresarial com líder que paga férias tropicais aos trabalhadores"

A nova Associação Empresarial do Minho, presidida por Ricardo Costa - conhecido por oferecer aos seus trabalhadores férias em destinos paradisíacos -, promete “sensibilizar as empresas para o altruísmo empresarial, a responsabilidade social, a inclusão e para a igualdade de género”.Está marcada para 28 de maio a realização da assembleia constituinte da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), que surge com a missão de "promoção e defesa da iniciativa empresarial como vetor essencial do desenvolvimento económico, social e cultural da região, assim com o reforço da sua competitividade e resiliência".Numa conjuntura económica que "se prevê adversa e complexa", a AEMinho assume, no seu programa, que "importa sensibilizar as empresas para o altruísmo empresarial, a responsabilidade social, a inclusão e para a igualdade de género como fatores do aumento da resiliência social, pois estes são fatores-chave para que a resiliência empresarial se consolide", considera.Valores que Ricardo Costa, o primeiro presidente da AEMinho, já vinha assumindo enquanto líder do grupo bracarense Bernardo da Costa, que emprega perto de duas centenas de pessoas, das quais quase metade em Portugal.Ora, o grupo Bernardo da Costa tornou-se conhecido dos portugueses por oferecer aos seus trabalhadores a laborar em território nacional férias, durante uma semana, em destinos paradisíacos - já os levou a Punta Cana, na República Dominicana, a Cuba, ao México, à Jamaica e a Cabo Verde.Em tempos pandémicos, as férias tropicais pagas pelo patrão têm sido convertidas em prémios monetários.Entretanto, o grupo Bernardo da Costa criou um departamento da felicidade, que tem vindo a "mimar" o seu pessoal com uma série de outros benefícios, como seguro de saúde, dia de aniversário, uma sala de diversões (com bilhar, matraquilhos e consola de videojogos), dias temáticos (como o dia do croissant, o de pastel de nata e do gelado). Mais: também oferece serviço de lavandaria no local de trabalho e até o de entrega de comida ao domicílio.E já em 2021, tendo o Governo estabelecido a meta de 2023 para colocar o salário mínimo nos 750 euros – valor que a Bernardo da Costa antecipou para 2020 –, o grupo de ricardo Costa decidiu superá-la em plena pandemia, pondo em prática, a partir de janeiro deste ano, o ordenado mínimo de 800 euros.AEMinho pretende criar Clube Financeiro do MinhoOra, os "valores" que a AEMinho apresenta no seu programo passam precisamente pelo "incentivo e defesa" da "ética empresarial, o respeito pessoal e institucional, a solidariedade social e empresarial, bem como a transparência económica, o respeito e defesa do meio ambiente, a perceção da diversidade como um elemento de desenvolvimento".A nova associação empresarial, que fica sediada no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Braga, aposta numa estratégia de "resiliência" do tecido empresarial minhoto, comprometendo-se a apoiar a transição digital, assim como a transição energética, economia circular e sustentabilidade; a atração, captação, retenção e requalificação de talento; a transferência de conhecimento, ciência e centros de investigação; a internacionalização e exportação.No seu plano de ação, entre outras apostas, propõe-se "dinamizar as fileiras empresariais (lógica de clusters) como forma de alavancar e alargar a participação das empresas da região na cadeia de valor dos diferentes negócios; fomentar novas fórmulas de financiamento da atividade das empresas, criar o Clube Financeiro do Minho, bem como apoiar todas as formas de dinamização de start-ups e ‘business angels’ na região".Pretende também "promover, junto das entidades públicas, medidas que visem atrair investimento, criar riqueza e emprego na região, nomeadamente propondo medidas que culminem na desfuncionalização e a desburocratização dos serviços, em particular nos processos inerentes à criação de riqueza e de emprego como são exemplo os licenciamentos industriais e comerciais".A AEMinho tem ainda como objetivo criar uma "marca" da região, que promova a identidade do Minho como "única, distinta e complexa".Líder de candidato à compra da Efacec à frente da assembleia geral da AEMinho.Os órgãos sociais da AEMinho integram alguns dos mais importantes grupos empresariais da região.Com a presidência da direção entregue a Ricardo Costa, a assembleia geral da nova associação será liderado por José Teixeira, presidente do grupo DST, que emprega mais de duas mil pessoas e é um dos cinco candidatos selecionados pelo Governo na corrida à compra da posição de controlo da Efacec.O Conselho Geral será presidido por José Manuel Capa Pereira, gestor do grupo PKM e que, pouco tempo antes da chegada da pandemia de covid-19, vendeu ao então sócio, Jorge Martins, os seus 50% na Phone House, cadeia de comércio de telemóveis que faliu em meados do ano passado.Emília Vieira, fundadora e CEO da gestora de patrimónios Casa de Investimentos vai presidir ao conselho fiscal da AEMinho.Outros líderes de empresas sediadas no Minho, como os grupos Casais, Primavera, Bosch Érre, Gensys, Pinto Brasil, Navarra, Transportes João Pires, Polopique, Cachapuz ou Partteam, também integram os órgãos sociais da nova associação empresarial.

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15 MAI. 2021

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Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho arranca com 35 empresas de Braga e de Viana"

Jornal de Notícias: "Associação Empresarial do Minho arranca com 35 empresas de Braga e de Viana"

Os órgãos sociais da AEMinho-Associação Empresarial do Minho, que será constituída no dia 28 em Braga, integram 35 empresários dos distritos de Braga e de Viana do Castelo.A direção será presidida por Ricardo Costa, do grupo Bernardo da Costa, a Assembleia Geral por José Teixeira, gestor da DST, de Braga, o Conselho Fiscal por Emília Vieira, da Casa de Investimentos, e o Conselho Geral por Capa Pereira, do grupo PKM.Fonte da Comissão Instaladora disse ao JN que a AEMinho terá 26 vice-presidentes, sendo o primeiro o empresário Ramiro Brito, do grupo ÉRRE, de Braga.Entre os vices, destacam-se gestores de grandes empresas da região como Carlos Ribas, da Bosch, Graça Coelho, da Cachapuz, Arminda Carmo, da Navarra, José Dionísio, da Primavera, António Carlos, da Casais, João Almeida, da Têxteis JF Almeida, Tiago Freitas, da PorMinho, e Luís Ferreira, da ITF.A direção integra empresas de Braga, Guimarães, Viana do Castelo, Famalicão, Barcelos, Fafe, Monção, Vizela e Celorico de Basto.A maioria dos vice-presidentes terá a seu cargo uma área de atividade: Tecnologia; Ambiente; Equipamentos; Construção; Têxtil, Vestuário e Calçado; Turismo; Automóvel e Aeronáutica; Energia; Agroalimentar; Saúde e Bem-estar; Educação; Banca Comercial e Seguros; Contabilidade, Fiscalidade e Serviços Jurídicos; Transportes e Logística; Pescas, Naval e atividades Portuárias.A AEMinho, que colocará o foco nas médias e grandes empresas do setor industrial e tecnológico, fica sedeada no edifício do Instituto Politécnico do Cávado e Ave, em Braga.PROGRAMAO programa proposto aos associados diz que será feita a "promoção e defesa da iniciativa empresarial como vetor essencial do desenvolvimento económico, social e cultural da região, assim como o reforço da sua competitividade e resiliência".Defende "o incentivo e defesa de valores fundamentais como a ética empresarial, o respeito pessoal e institucional, a solidariedade social e empresarial, bem como a transparência económica, o respeito e defesa do meio ambiente, a perceção da diversidade como um elemento de desenvolvimento".Aposta numa estratégia de Resiliência, por considerar que, "numa conjuntura económica que se prevê adversa e complexa, a resiliência empresarial será um tema incontornável e uma necessidade primordial do tecido empresarial mundial, nacional e, obviamente, do Minho"."Neste plano é fundamental um movimento associativo esclarecido, atento e atuante nas mais diversas áreas de influência, de forma a ser um catalisador natural de ferramentas e informação que permitam às empresas minhotas superarem as adversidades", acentuam.

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7 MAI. 2021

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Correio do Minho: "AEMinho avança com pedido de adesão à CIP"

Correio do Minho: "AEMinho avança com pedido de adesão à CIP"

Pedido formal segue após a assembleia-geral constituinte, mas a comissão instaladora já se reuniu com a Confederação Empresarial de Portugal.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) vai formalizar o pedido de adesão à Confederação Empresarial de Portugal (CIP) após a assembleia-geral constituinte que terá lugar a 28 de Maio. A notícia foi avançada pela recém-criada associação do Minho, cuja comissão instaladora é presidida pelo empresário Ricardo Costa.A AEMinho reuniu já na passada semana com a CIP, naquela que foi a sua primeira reunião institucional. Conhecer melhor a maior e mais representativa estrutura associativa empresarial nacional - sendo a voz de mais de 150 mil empresas -, enquadrar os motivos que levaram à criação da associação empresarial do Minho e reflectir sobre o movimento associação em Portugal, com especial incidência na região do Minho foram os objectivos desta reunião que contou a participação de Ricardo Costa (presidente da Comissão Instaladora da AEMinho), Gonçalo Pimenta de Castro (vice-presidente), António Saraiva (presidente da CIP) e Pedro Mota Soares (vice-presidente da CIP). “Esta reunião culminou com a certeza de que a AEMinho será associada da CIP”, refere a associação minhota em comunicado.Para Ricardo Costa, a adesão da AEMinho à CIP é considerada fundamental. “Antes de mais, quero realçar e agradecer a forma como fomos recebidos. Congratulamo-nos pelo facto de o presidente da CIP ter dado os parabéns à iniciativa da constituição da AEMinho e ter manifestado todo o apoio a este movi- mento associativo que vem representar as médias e grandes empresas do sector industrial e tecnológico da região do Minho Para a AEMinho, considero que é fundamental aderir à CIP e ter uma voz activa em representação da iniciativa empresarial da nossa região”, conclui.

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8 ABR. 2021

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Jornal O Minho: "Nova Associação Empresarial do Minho vai ser constituída em 28 de maio"

Jornal O Minho: "Nova Associação Empresarial do Minho vai ser constituída em 28 de maio"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), que vai ser constituída oficialmente em 28 de maio, em Assembleia Geral, colocará o foco nas médias e grandes empresas do setor industrial e tecnológico, foi hoje anunciado.Em declarações à Lusa, o presidente da Comissão Instaladora da AEMinho, que será também o primeiro presidente da associação, Ricardo Costa, acrescentou que o objetivo é colmatar o "vazio" deixado pelo fim da Associação Industrial do Minho (AIMinho)."A Associação Industrial do Minho acabou em 2018 e ainda esperámos três anos para ver se o seu papel era assumido por alguma das outras associações da região, mas acabámos por verificar que não e decidimos avançar", referiu. Segundo Ricardo Costa, o foco na nova associação serão as médias e grandes empresas do setor industrial e tecnológico, que "ficaram de alguma forma órfãs" com o fim da AIMinho.A nova associação terá sede em Braga, no edifício do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, e assentará nos pilares resiliência, transição energética e transição digital.Pretende ainda ter uma "voz ativa" na captação de fundos para a região, designadamente do Plano de Recuperação e Resiliência e do quadro comunitário de apoio 2021/2027.Entretanto, os responsáveis pela criação da AEMinho já reuniram, na semana passada, com a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), preparando caminho para adesão à "maior e mais representativa estrutura associativa empresarial nacional, sendo a voz de mais de 150 mil empresas".O pedido formal de adesão será efetuado após a realização da Assembleia Geral de 28 de maio. 

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7 ABR. 2021

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RUM: "Criação da AEMinho não é motivada por "projeto individual", garante Ricardo Costa"

RUM: "Criação da AEMinho não é motivada por "projeto individual", garante Ricardo Costa"

Empresário diz que nova AEMinho nasce de uma "lacuna" de representatividade denunciada por "dezenas de empresas, instituições públicas e privadas, e centros de investigação" da região.Ricardo Costa garante que a criação da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) não é motivada pela ambição de “um projeto individual”, respondendo desta forma às declarações do presidente do Conselho Empresarial do Ave e do Cávado (Cedrac), João Albuquerque.Na passada terça-feira, no âmbito do anúncio da criação da Confederação Empresarial da Região Minho (ConfMinho), o responsável do Cedrac assinalou, quando questionado sobre a criação da AEMinho, que a ConfMinho "não é um projeto individual, que surgiu agora através de um fait divers instantâneo".Na resposta, e em declarações à RUM, Ricardo Costa garante que "o tempo mostrará que a AEMinho é muito mais do que um fait divers e um projeto individual", assinalando que a constituição da AEMinho nasce fruto de uma "lacuna" de representatividade denunciada por "dezenas de empresas, instituições públicas e privadas, e centros de investigação" da região.O empresário sublinha que houve vários empresários que o contactaram porque "não se reviam nos movimentos associativos existentes" e que, por isso, tomou a iniciativa de "avançar" para a criação da AEMinho.AEMinho e AEBraga vão "seguramente" colaborarA nova AEMinho surge numa altura em que a Associação Comercial de Braga (ACB) anunciou a vontade de expandir a sua representatividade, inclusivamente com a adoção da nova nomenclatura Associação Empresarial de Braga (AEBraga), mas Ricardo Costa garante que as estruturas não vão colidir."O nosso espírito passa por colaborar com todos os movimentos associativos da região e ajudar todas as empresas", começa por dizer.Entre as diferenças, o empresário refere que a sua AEMinho, que quer ocupar o lugar deixado pela falida Associação Industrial do Minho (AIMinho), vai "abranger os 23 concelhos dos distritos de Braga e Viana do Castelo" e "as médias e grandes empresas dos setores industrial e tecnológico".Por outro lado, Ricardo Costa sinalizada que a AEBraga está direcionada para o "pequeno comércio", como a restauração e os serviços, setores que foram "bastante fustigados pela pandemia" e que exigirão "esforços" da AEBraga para "atingirem os níveis anteriores" à crise sanitária.

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2 ABR. 2021

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Jornal Eco: "Novo presidente da AEMinho agarra desafio com “unhas e dentes”, mas não se quer “eternizar no cargo”

Jornal Eco: "Novo presidente da AEMinho agarra desafio com “unhas e dentes”, mas não se quer “eternizar no cargo”

Associação Empresarial do Minho será liderada por Ricardo Costa. O gestor reivindicou a limitação de mandatos de forma "a promover a renovação de pessoas e ideias".Depois do encerramento da Associação Industrial do Minho, em finais de 2017, a região do Minho vai ter uma nova associação direcionada ao tecido industrial. Chama-se Associação Empresarial do Minho (AEMinho) e será liderada pelo empresário minhoto Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa, que emprega cerca de 190 pessoas.O presidente da AEMinho conta ao ECO que tem como missão para a associação a dinamização, defesa e promoção da iniciativa empresarial, tendo por base o desenvolvimento económico, cultural e social da região do Minho e o reforço da sua competitividade e resiliência.Os objetivos estratégicos do presidente passam pela resiliência, a transição digital e a transição energética associada à economia circular e à sustentabilidade. “Estes pilares passam muito por conectar os empresários, quer com a associação, quer conecta-los entre eles”, explica Ricardo Costa. Acrescenta ainda quer, acima de tudo, “apostar em ferramentas tecnológicas que tornem cada vez mais eficiente, fácil e intuitiva a relação com os associados”.Numa fase inicial, a AEMinho já tem cerca de 30 empresas agregadas que são representativas dos vários setores de atividade da Região do Minho e que são as que vão integrar os órgãos sociais e o objetivo é ter 100 empresas até ao dia 28 de maio, dia da Assembleia Geral Constituinte. “Estamos a falar das maiores empregadoras da região, nas várias áreas de negócio”, refere. Adianta que dia 28 de maio será realizada a primeira assembleia geral constituinte e a partir desse data a associação pode iniciar a sua atividade.Em conversa com o ECO, o novo presidente da AEMinho conta que foi desafiado pelos empresários da região para abraçar este projeto de forma a criar um movimento onde fosse possível “voltar a juntar e a agregar novamente os empresários principalmente as médias e grandes empresas do setor industrial e tecnológico porque elas deixaram de sentir que estavam a ser representadas”, refere Ricardo Costa.O novo presidente da AEMinho considera que uma das suas mais-valias é estabelecer pontes e diálogos e destaca que “juntos somos sempre mais fortes do que cada um por si”. Considera-se uma pessoa de desafios e refere que “quando entra num desafio entra com a motivação máxima”. “Se eu já estava motivado quando aceitei lançar este desafio, depois de ter visto à adesão das dezenas de empresas, instituições públicas e privadas a este projeto, ainda mais motivado fiquei. Vou agarrar este desafio com unhas e dentes”, destaca.Ricardo Costa tem 42 anos, nasceu em Braga, licenciou-se em Engenharia e Gestão Industrial, pela Universidade Lusíada de V. N. Famalicão e tem um MBA Internacional realizado na Católica Porto Business School, em 2011 e 2012. Está no grupo Bernardo da Costa há 19 anos, sendo atualmente o administrador de diversas empresas do Grupo Bernardo da Costa – IBD Global Portugal, IBD Global España, A-Touch Winwel, AVPro, Academia Bernardo da Costa, Global America e SGC Cameroon. Mesmo em ano de pandemia, o grupo fechou 2020 com um volume de negócios de cerca de 57 milhões de euros, o que corresponde um crescimento de 22%. A empresa foi fundada pelo seu avó em 1957 e desde a chegada de Ricardo Costa à empresa, em 2002, a mesma diversificou-se, internacionalizou-se e hoje conta com nove empresas, seis em Portugal, uma nos Camarões, uma em Espanha e outra no Brasil.Ricardo Costa reivindicou a limitação de mandatos e destaca que foi uma das condições que colocou de forma “a promover a renovação de pessoas e ideias e que essas mesmas não se eternizem no tempo, como é normal na maioria das associações“. Destaca que serão dois mandatos de três anos cada um e que estará no máximo à frente da AEMinho durante seis anos.Adianta ao ECO que daqui a um mês vão apresentar a lista completa dos órgãos sociais, onde também se insere o Conselho Geral. Este órgão contará com pessoas desde os presidentes, aos reitores das universidades, pessoas ligadas à ciência e personalidade que se distingam ao longo do tempo quer académica quer empresarialmente. “Este órgão vai se um órgão muito importante para a região e não vai ser um órgão de prateleira, vai ser um órgão interventivo que vai ter pareceres vinculativos no desenvolvimento da associação.Ricardo Costa faz parte, ainda, da Rede dos Embaixadores de Braga e considera que o Minho é das regiões que mais contribuem para o emprego, riqueza e exportação. O empresário lamenta que o “Governo se esqueça desta região” e lembra que a “região do Minho recebe muito menos do que aquilo que contribui, seja no respeita à riqueza, as exportações e indiscutivelmente na criação de emprego”. Considera que não existe “equidade na distribuição de fundos” e que querem promover essa “equidade” e quer que as “empresas da região sejam inseridas nessa distribuição e fundos”.Em relação ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), defende que “a maioria dos fundos deviam ser canalizados para as empresas porque são elas que geram riqueza, emprego e que contribuem para a economia do país”. No entanto, entende que face aos prejuízos que a pandemia provou o “Estado deve ter margem para os próximos anos”. No entanto, destaca que deve “existir menos estado na economia e mais empresas e iniciativa empresarial”.Face à aceleração da digitalização, alerta que em breve as “empresas têm que estar preocupadas com vetores como a transição digital, a transição energética e a sustentabilidade e o papel da associação “vai ser dinamizar e dotar as empresas desse conhecimento“. O gestor adianta que vão fazer parcerias com todas as Instituições de Ensino Superior da região de forma “a promover esta transferência de conhecimentos entre as instituições e as empresas. É um dos nossos principais desígnios”.Ricardo Costa considera que a região do Minho “tem um tecido industrial riquíssimo, temos das maiores empresas a nível nacional em diversos setores: metalomecânica, construção, têxtil, tecnólogas de informação, automóvel”. Considera que face ao contexto pandémico, “as empresas do Minho demonstram resiliência durante este período de pandemia e muitas delas conseguiram crescer em 2020 e as que não conseguiram crescerem adaptaram-se e preparam-se para o futuro”, refere o futuro presidente da AEMinho que foi presidente da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Segurança (APSEI), entre 2016 e 2018, e é neste momento presidente da Assembleia Geral.Outro dos grandes objetivos do presidente é captar, reter, atrair e requalificar o talento da região. Considera que é “uma área crítica” e tem como objetivo que “o Minho se torne num polo de atração, retenção de talentos e, juntamente com as instituições de ensino, requalificar os talentos existentes. Queremos ter um papel muito ativo nesta questão da requalificação dos talentos já existente”, conclui o presidente da AEMinho.

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1 ABR. 2021

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Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho com foco na indústria e tecnologia"

Correio do Minho: "Associação Empresarial do Minho com foco na indústria e tecnologia"

AEMinho quer ocupar o espaço deixado vago com o fim da Associação Industrial do Minho. Nova associação já se apresentou e elege os primeiros dirigentes no mês de Maio.No dia 28 de Maio realiza-se a assembleia constituinte da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), projecto que tem estado a ser maturado desde 2018 e que pretende agregar as principais empresas da região, nomeadamente as dos sectores industrial e tecnológico.O empresário bracarense Ricardo Costa, o presidente da comissão instaladora da AEMinho e, seguramente, o primeiro presidente da direcção a eleger em finais de Maio, entende que a nova associação faz sentido “porque há um espaço por ocupar”, com a falência da Associação Industrial do Minho, e “objectivos estratégicos para a região” a defender, nomeadamente a reclamação de mais apoios ao tecido empresarial.“Não temos nenhuma associação empresarial com a abrangência territorial do Minho e focada nos sectores industrial e tecnológico”, alega Ricardo Costa ao Correio do Minho.Em comunicado, os promotores da AEMinho destacam que a nova associação, que ficará sediada nas instalações do Instituto Politécnico do Cávado e Ave, em Braga, reúne “um painel de empresários envolvidos na promoção de áreas como tecnologia (da electrónica à segurança), ambiente (da água e energia à floresta), equipamentos (metalomecânica), construção, moda (do têxtil ao calçado), turismo (da hotelaria à restauração), automóvel energia e agroalimentar”.O facto de o sector do comércio não fazer parte do foco de preocupações da nova associação é justificado por Ricardo Costa por já estar representado por várias associações de âmbito concelhio.Esperam os promotores da AEMinho que esta dinamize “actividades, programas, plataformas e redes que facilitem a transição energética e a transição digital, assim como promovam a participação activa em processos de internacionalização das empresas da região”.Pretendem também “que a AEMinho seja representativa da região em termos geográficos, sectoriais e económicos” e que promova “a divulgação da informação, especialmente a de interesse para a região e para a actividade empresarial, como forma de facilitar a identificação de oportunidades e das melhores estratégias para a sua abordagem”.A colaboração com instituições de ensino e de investigação da região, assim como a contribuição activa para a captação e fixação de talentos na região são também pilares relevantes”, acrescentam.“Teremos um estilo nórdico de actuação”, antevê o presidente da AEMinho, considerando essencial a criação de “plataformas para a partilha de experiências e informação” entre os empresários, utilizando as ferramentas digitais. Esse ‘networking’ é entendido como mais do que a criação de grandes estruturas físicas.

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1 ABR. 2021

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