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Diário do Minho: AEMinho propõe cinco medidas para dinamizar economia do Minho

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19 MAR. 2026

A Associação Empresarial do Minho apresentou à Assembleia da República cinco propostas estratégicas para reforçar a competitividade, qualificação da mão de obra e investimento na região.A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) esteve, nos dias 17 e 18 de março, na Assembleia da República, onde se reuniu com o presidente da Assembleia e com várias bancadas. O objetivo foi apresentar a Agenda para a Competitividade, com cinco áreas prioritárias, para enfrentar problemas estruturais que impactam a competitividade, o investimento e o crescimento económico da região.Na competitividade fiscal, a AEMinho propõe um regime mais simples e previsível, com incentivos à capitalização das empresas, redução da tributação sobre trabalho e resultados reinvestidos, e estabilidade fiscal plurianual para garantir segurança a investidores e empresas.Sobre a qualificação da força de trabalho, a associação defende programas de requalificação rápida e prática, reforço do ensino profissional e dual, melhor planeamento das vagas no ensino superior e atração de talento qualificado, com foco nas áreas de maior escassez como indústria, tecnologia, energia e saúde.Na simplificação administrativa, a proposta passa por processos digitais integrados, criação de balcão único para empresas, eliminação de procedimentos redundantes e definição de prazos máximos para decisões, aumentando a eficiência e reduzindo burocracia.Quanto à modernização do mercado de trabalho, a AEMinho sugere reforço da negociação coletiva, modelos de flexissegurança e resolução rápida de conflitos laborais, conciliando competitividade com proteção social.Por fim, na aceleração do investimento, defende-se a definição de prazos curtos e vinculativos para licenciamento, vias rápidas para projetos estratégicos e integração digital de entidades, assegurando maior celeridade e coordenação em projetos industriais, energéticos e logísticos.«É essencial esta relação próxima com o parlamento, para levarmos a mensagem das empresas e contribuir para decisões mais assertivas e concretas», afirma Ramiro Brito, presidente da AEMinho.A associação considera que Portugal reúne condições para reforçar a competitividade económica, sendo essencial avançar com reformas que aumentem a confiança dos investidores, reduzam a burocracia, incentivem o investimento produtivo e valorizem o talento, construindo uma economia mais dinâmica e inovadora.Veja a notícia AQUI

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Jornal O Minho: "Patrões do Minho aprovam ideia de ligar Braga, Barcelos, Guimarães e Famalicão de metro"

Jornal O Minho: "Patrões do Minho aprovam ideia de ligar Braga, Barcelos, Guimarães e Famalicão de metro"

MobilidadeA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) disse hoje estar agradada e entusiasmada pela manifestação dos presidentes dos municípios do Quadrilátero Urbano em estabelecer, como objetivo, a construção de um metro de superfície que ligue as cidades de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães.Em comunicado enviado às redações, identificando-se como “agentes congregadores de tecido empresarial do Minho”, os empresários querem ser “uma parte ativa e cooperante na concretização deste projeto que dará resposta, a longo prazo, a um problema real que afeta todas as empresas da região e que tem a ver com a mobilidade de trabalho intermunicipal”.Contudo, e “não obstante” à importância deste projeto, os patrões entendem “que é estrutural encontrar soluções que consigam dar uma resposta mais imediata ao problema da mobilidade intermunicipal que, a prolongar-se no tempo, terá consequências socioeconómicas nefastas para a região e para as suas pessoas”.“Nesse sentido, e porque acreditamos que com os recursos de mobilidade existentes é possível encontrar uma solução mais imediata, que medeie o tempo em que estamos com a conclusão de um projeto para esta envergadura, iremos solicitar audiências com as quatro autarquias, de forma a promovermos coletivamente uma cimeira de mobilidade intermunicipal, na qual sejam representadas todas as empresas e entidades que operam na região, bem como as autarquias e o poder central”, pode ler-se.Procuram, assim, encontrar “uma solução de articulação entre estas entidades, com o objetivo de viabilizar, num tempo mais curto, uma solução intermunicipal integrada e que dê uma resposta imediata a este problema que é estrutural para o desenvolvimento da região”.

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20 ABR. 2022

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Jornal Eco: "Empresários entregam “programa de governo” ao novo ministro da Economia"

Jornal Eco: "Empresários entregam “programa de governo” ao novo ministro da Economia"

Empresários esperam que António Costa Silva seja “o advogado das empresas” nas reuniões do Conselho de Ministros e mostram ao ECO o caderno de encargos para o sucessor de Siza Vieira na Horta Seca.Os empresários e gestores portugueses não poupam elogios a Pedro Siza Vieira na hora da saída, mas estão confiantes para o início do mandato de António Costa Silva, ex-gestor da Partex, que aos 70 anos chega a ministro da Economia. Do financiamento da inovação à atração de recursos humanos, passando pela fiscalidade e pela desburocratização da máquina do Estado, confira as prioridades definidas pelos líderes empresariais ouvidos pelo ECO.Conhecido por “senhor PRR” (Plano de Recuperação e Resiliência), dado ter sido ele a definir a visão estratégica deste documento, Costa Silva ganhou protagonismo no início da pandemia pela mão do primeiro-ministro, que viria a nomeá-lo presidente da comissão de acompanhamento desse programa. A partir desta tarde, já empossado por Marcelo, será de dentro do Executivo que poderá ajudar a executar a “bazuca” e outras políticas que defendeu na praça pública nos últimos anos.“Não vai ter uma tarefa fácil a substituir Pedro Siza Vieira, que tinha uma ligação grande com as empresas, uma visão para a economia em geral e era um dos valores acrescentados do governo anterior”, reconhece Carlos Ribas, responsável da Bosch em Portugal, aconselhando o novo governante a “olhar fortemente para a área da investigação e desenvolvimento” (I&D), para que Portugal seja “um país de conhecimento, inovador e que traz soluções para o mundo”, sobretudo no setor industrial e das tecnologias.Em declarações ao ECO, o engenheiro que lidera as operações portuguesas da multinacional alemã e que tem projetos de inovação no Minho ou com a academia do Porto na condução autónoma defende que o novo ministro continue a “fomentar as parcerias entre as universidades e as empresas”, intervindo ao nível do financiamento, mas também da auditoria e controlo, com o envolvimento da AICEP, da Agência de Inovação (ANI) e do próprio Ministério.Outro ponto relevante apontado por Carlos Ribas é a celeridade na aprovação dos contratos e dos projetos. “Por norma, esses processos de validação são demorados. E têm de ser muito mais célere porque a inovação é o momento. Algo que hoje é um processo ou produto inovador, se demorar um ano na aprovação, [no final desse prazo] outros já o terão posto no mercado”, contextualiza o porta-voz da Bosch, que tem fábricas em Braga, Ovar e Aveiro.Já para o CEO e cofundador da Critical Manufacturing, a escolha de António Costa Silva é “o corolário lógico de ter sido o pai do Plano de Recuperação e Resiliência”, embora assinale que “não deixa de ser curioso o facto de ter um reconhecido conhecimento sobre o setor energético, mas não contar com a pasta da Energia neste Ministério”.O novo membro do Governo “terá de provar que foram infundadas as críticas” ao PRR por ser “demasiadamente orientado para o setor público” e também, insiste Francisco Almada Lobo, que “há outras ideias para a economia, além do investimento público, e que passem por dotar o país de condições para que as suas empresas sejam competitivas nos mercados globais, atuando nas áreas de simplificação burocrática, competitividade fiscal e laboral”."Terá de provar que há outras ideias para a economia, além do investimento público, e que passem por (…) atuar nas áreas de simplificação burocrática, competitividade fiscal e laboral."Francisco Almada LoboCEO e cofundador da Critical ManufacturingPor outro lado, o desejo dos industriais da metalurgia e metalomecânica, os mais exportadores da economia nacional, é que Costa Silva “venha a ser um advogado das empresas no seio do conselho de ministros, capaz de enfrentar com sucesso não só os habituais bloqueios do Ministério das Finanças, como também as reservas e desconfianças que uma parte da máquina do Estado persiste votar à atividade privada”.Às prioridades no “curtíssimo prazo” do lay-off simplificado e dos apoios diretos às empresas para enfrentarem os aumentos de preço na energia e nas matérias-primas, Rafael Campos Pereira, vice-presidente executivo da AIMMAP, soma medidas para a legislatura como a “aposta estrutural nas tecnologias de produção e de informação como base estruturante da economia” ou a “assunção da liderança do processo de requalificação dos portugueses”."O ministro tem de perceber o drama que é hoje para uma empresa portuguesa contratar e atrair pessoas, agilizando processos e a identificação de cidadãos estrangeiros que possam aqui fixar-se e colmatar essa falha."Ricardo CostaPresidente da Associação Empresarial do Minho e CEO do Grupo Bernardo da CostaTambém Ricardo Costa, presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMinho), pede ao novo ministro para intervir na política energética com “medidas concretas que impliquem uma redução efetiva dos custos e não com medidas compensatórias ou de mecanismos financeiros”. Mas igualmente ao nível da atração de talento, percebendo o “drama” das empresas nacionais na contratação e atuando em duas dimensões imediatas.A primeira tem a ver com a escassez, “agilizando processos e identificação de cidadãos estrangeiros que possam aqui fixar-se e colmatar essa falha”, assim como enquadrar melhor a formação com a oferta do mercado de trabalho. “Ao mesmo tempo é fundamental perceber o custo do trabalho em termos de carga fiscal e entendê-lo como um fator de subdesenvolvimento, pela disparidade entre os custos de trabalho para as empresas e os valores que depois os trabalhadores efetivamente recebem”, completa o também CEO do Grupo Bernardo da Costa.De Braga para Estarreja, Miguel Carvalho repete o foco na formação profissional e nas escolas técnicas, com o administrador da centenária Adico, a mais antiga empresa de mobiliário metálico do país, a sustentar que a solução pode passar pelo “conceito das empresas/escolas com a defesa e promoção do conhecimento das profissões de serralharia, torneiros, carpinteiros, pintores, entre muitas outras, sustentado nas práticas quotidianas das empresas”.O líder da histórica empresa fundada por Adelino Dias Costa, que exporta 30% da produção para países como França, Espanha, Malta, Bélgica, Itália, Japão, Coreia do Sul e EUA, quer que os apoios do PRR cheguem “mais diretamente às empresas e não com a visão de associativismo” e sublinha que a carga fiscal “continua a inibir o empreendedorismo e o investimento”, apontando o dedo às taxas “altamente penalizadoras” no IVA, IRS e Segurança Social.A partir de Baião, onde está sediada a Vialsil, Paulo Portela faz questão de começar por agradecer a Pedro Siza Vieira pela “dedicação que teve com as empresas”, pedindo ao sucessor que não se esqueça das PME. “Sejam do litoral ou do interior, todas são importantes, fundamentalmente as que pagam impostos, criam riqueza e postos de trabalho”, acrescenta. O administrador desta empresa especializada na área das vias de comunicação, que fornece estruturas metálicas, barreiras acústicas, painéis de sinalização ou rails de segurança, sugere que Costa Silva “trabalhe com as empresas para que consigam, bem lideradas, seguir em frente e ultrapassar as dificuldades”.“A questão do IVA de caixa seria importante para a tesouraria das empresas e é algo de que já se fala há muitos anos. E a agilização dos processos de aprovação dos projetos ligados ao PRR, bem como o acesso a informação sobre os mesmos”, prioriza Pedro Araújo. O CEO da Brandit, uma agência digital de Barcelos que emprega 16 pessoas e fatura perto de um milhão de euros, salienta, por outro lado, o facto de o Ministério englobar também a pasta do mar, para onde foi recrutado o ex-autarca de Viana do Castelo, “devido à dimensão e sentido de expansão” da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal.Mais indústria, menos taxas e papelO aumento exponencial dos preços da energia que “vão trazer-nos limitações a curto e médio prazo na produção” e a subida dos custos e a escassez de materiais para a embalagem dos vinhos, desde as garrafas ao papel, é uma preocupação do diretor-geral da alentejana Herdade do Rocim, alargada a todos os empresários. De resto, quanto ao nome de Costa Silva, Pedro Ribeiro apresenta-o como “um empresário com larga experiência, [que] por isso está consciente que a saúde económica do país passa pela saúde das empresas”.Já o apelo da Associação Empresarial de Portugal (AEP) vai para a formação de uma espécie de “task force interministerial” para corrigir debilidades estruturais e eliminar custos de contexto. Sendo que na lista de afazeres do novo ministro deve estar “a valorização da indústria (…), pelo elevado potencial de inovação e de efeito de arrastamento em vários setores, a montante e a jusante”. “A prioridade deverá ser a reindustrialização. O caminho deverá passar pela criação de condições que tornem efetivamente as empresas portuguesas competitivas”, concorda Óscar Neto, presidente do Grupo MSTN, que detém a marca Mistolin.Gualter Morgado, diretor executivo da Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA), reconheceu à Lusa que “quem entra para o Ministério da Economia numa fase destas vai ter uma tarefa hercúlea”. “Porque as empresas vão precisar, acima de tudo, de quem as ajude a agilizar e a retirar dificuldades burocráticas, a anular processos, a agilizar procedimentos e a eliminar os custos de contexto são gerados pela burocracia, para que as coisas possam fluir de uma forma muito mais rápida”, sustenta o dirigente associativo."A reforma fiscal é fundamental para permitir às empresas investirem de forma adequada, não entregando ao Estado dinheiro ganho pelos contribuintes e que o Governo esbanja em investimentos sem interesse."Luís AranhaCEO da Mike Davis“Acreditamos que a nomeação de António Costa Silva, enquanto nome escolhido para assumir a pasta do Ministério da Economia, está alinhada com o pensamento de elevação e apoio da economia do país, sobretudo depois do contexto exigente que vivemos nos últimos anos. Que a sua experiência e competência, outrora relevada no papel fundamental que desempenhou no desenvolvimento do PRR, permita que todos cresçam de forma mais sustentada possível, sobretudo as empresas que são 100% portuguesas”, diz Celso Lascasas, fundador da empresa de mobiliário Laskasas, sediada em Paredes.Menos confiante está Luís Aranha, CEO da Mike Davis, que na semana passada ouviu “com alguma tristeza, mas sem surpresa os nomes dos ministros da Economia e das Finanças”. O empresário do ramo do vestuário entende que a reforma fiscal é o elemento fundamental para “dar uma vida nova à economia, melhorando o rendimento da classe média e permitindo às empresas investirem de forma adequada, não entregando ao Estado dinheiro ganho pelos contribuintes e que o Governo esbanja em investimentos sem interesse”.

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30 MAR. 2022

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Correio do Minho: "AEMinho preocupada com subida dos custos de energia e preço dos combustíveis"

Correio do Minho: "AEMinho preocupada com subida dos custos de energia e preço dos combustíveis"

Associação Empresarial apela ao Governo para que crie a avance com medidas de apoio que verdadeiramente ajudem os empresários a responder e até suportar estes constantes aumentos.A Associação Empresarial do Minho afirmou-se ontem, através de comunicado enviado às redacções, extremamente preocupada enquanto assiste ao aumento exponencial dos preços da energia e dos combustíveis.“Temos assistido, desde Junho de 2021 até ao dia de hoje, a um aumento de 400% do preço do Kwh, que passou de 0,065€/ kwh em Junho de 2021 para 0,25€/Kwh em Fevereiro de 2022. Este aumento representa uma ameaça gravíssima ao tecido empresarial português e põe em causa não só a sustentabilidade de muitos negócios e empresas, como também a estabilidade de preços e a consequente perda de competitividade das empresas portuguesas”, refere comunicado enviado pela direcção da associação minhota às redacções.“Se adicionarmos a isto a oscilação imprevisível dos preços dos combustíveis, percebemos que o cerco energético ao sistema produtivo nacional é grave, preocupante, com consequências imprevisíveis e cuja dimensão poderá ter enorme impacto económico e social”, continuam os dirigentes, para logo apelarem à tomada de acções por parte do Governo - “Este é o tempo de termos acções concretas e estruturadas ao nível governamental que não passem por mera maquilhagem político-económica. As empresas não precisam de linhas de crédito para compensar estes aumentos, o endividamento também não gera por si só riqueza ou valor acrescentado e não é um elemento que seja fundamental no processo de posicionamento nos mercados em termos de competitividade. E se já não é per si, também não o é quando a linha de apoio criada oferece condições que se conseguem no mercado financeiro sem a intervenção do Estado”.Para a direcção da Associação Empresarial do Minho, neste momento, o que o país precisa é de uma “reforma fiscal séria e ponderada”. As empresas não pedem a diminuição dos impostos sobre os lucros, pedem uma diminuição dos impostos sobre os factores produtivos, os recursos necessários para que o sistema produtivo funcione e seja eficiente. Pedem também um alívio da carga fiscal sobre o recurso mais valioso que existe: os recursos humanos.“Os impostos sobre o trabalho em Portugal tornam a tarefa de elevar o nível de remunerações hercúlea. As empresas gastam imenso para que os trabalhadores recebam pouco, por vezes menos de metade do valor que de facto custam”, revela o comunicado produzido pela associação empresarial minhota.“Esta ideia de engrossar a máquina do Estado que não gera riqueza à custa do aumento de impostos e do aproveitamento fis- cal das vicissitudes da conjuntura internacional que vivemos é não só errada do ponto de vista estratégico, como também cria uma entropia no desenvolvimento das empresas, cujos custos e consequências serão muito relevantes e com influência directa da vida de todos os portugueses”, afirmam ainda os responsáveis da associação.

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18 MAR. 2022

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho alerta para “grave cerco energético”

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho alerta para “grave cerco energético”

Vai pedir reunião ao GovernoA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) manifestou hoje “enorme preocupação” pelo “aumento exponencial” dos preços da energia e dos combustíveis, considerando que se trata de um “grave cerco energético” ao sistema produtivo nacional.Em comunicado, a AEMinho, com sede em Braga, refere que a situação exige “ações concretas e estruturadas ao nível governamental, que não passem por mera maquilhagem político-económica”.“O país precisa de uma reforma fiscal séria e ponderada. As empresas não pedem a diminuição dos impostos sobre os lucros, pedem uma diminuição dos impostos sobre os fatores produtivos, os recursos necessários para que o sistema produtivo funcione e seja eficiente”, sublinha.Para a AEMinho, é também necessário um alívio da carga fiscal sobre os recursos humanos.“Os impostos sobre o trabalho em Portugal tornam a tarefa de elevar o nível de remunerações hercúlea. As empresas gastam imenso para que os trabalhadores recebam pouco, por vezes menos de metade do valor que de facto custam”, alerta.A AEMinho irá solicitar ao novo Governo uma reunião de trabalho, tanto para manifestar o seu descontentamento e evidenciar a “gravidade” da situação, como também para sugerir alternativas e um caminho que dê resposta às necessidades e preocupações dos empresários.

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17 MAR. 2022

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Rádio Renascença: "Empresas do Minho com 800 ofertas de emprego para refugiados da Ucrânia"

Rádio Renascença: "Empresas do Minho com 800 ofertas de emprego para refugiados da Ucrânia"

Associação Empresarial do Minho lança portal de emprego para refugiados e prepara projeto para a fixação de mão de obra estrangeira na região.A Associação Empresarial do Minho lançou o “HelpUkcraine”, um portal de emprego específico para cidadãos ucranianos que, em pouco mais de uma semana, reuniu “mais de 800 vagas”, adianta o presidente da associação de empresários, Ricardo Costa.“Há uma carência de talento nas empresas da nossa região e, sabendo do que está a acontecer na Ucrânia, criamos uma plataforma onde os nossos associados podem registar as ofertas de emprego. Ao dia de hoje, a plataforma tem mais de 800 vagas para acolher refugiados vindos da Ucrânia”, diz o responsável.O portal de emprego é apenas uma das iniciativas previstas no âmbito do “Working Minho”, um plano mais alargado que visa a integração e a fixação de cidadãos ucranianos. O objetivo, explica Ricardo Costa, é garantir as “melhores condições de acolhimento”.“Não podemos criar o risco de não ter as condições para acolher as pessoas devidamente”, afirma. “Uma solução que pode parecer muito interessante agora, pode transformar-se num problema ainda maior daqui a três ou seis meses”. Por isso, a AEMinho está a trabalhar, "em conjunto com o governo e com as autarquias", para tentar “dar as melhores condições de integração a estas pessoas que vão chegar ao nosso país”, revela.O alojamento ou a formação são algumas das questões visadas no projeto Working Minho que quer fixar mão de obra estrangeira para colmatar a “carência de talento” que a região vive.“São pessoas que necessitamos muito”, admite o empresário que adianta que são precisas “50 mil pessoas de imediato” para que as empresas da região possam "crescer e colocar em prática os seus planos de expansão".

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10 MAR. 2022

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Braga TV: "AEMinho angariou 750 vagas de emprego para refugiados da Ucrânia"

Braga TV: "AEMinho angariou 750 vagas de emprego para refugiados da Ucrânia"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), face à invasão da Rússia na Ucrânia, disponibilizou um portal de apoio aos refugiados daquele país, através da oferta de oportunidades de emprego.Nesse portal, os empresários podem colocar de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para Portugal e para a região trabalhar e fixar as suas famílias.Em apenas uma semana, a AEMinho angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas.“É com grande entusiasmo de sentimento de gratidão que vemos a resposta imediata da sociedade empresarial ao repto lançado por esta associação. Acreditamos no papel abrangente e transversal de uma associação desta natureza na sociedade e esta é uma forma de demonstrar que a comunidade empresarial está perfeitamente alinhada com os valores humanistas que envolvem esta situação extrema que os ucranianos estão a viver. Iremos continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão e reiteramos o apelo ao isolamento da Rússia em termos económicos e empresariais como forma de dar também aos russos como povo as ferramentas para poderem não só parar a ofensiva ilegal e devastadora de Putin, como estruturarem um futuro mais próspero, humanista e democrático para toda a população russa”, afirma o vice-presidente da AEMinho, Ramiro Brito.O portal de oferta de emprego impulsionado pela AEMinho mantém-se ativo aqui.

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7 MAR. 2022

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Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho já tem 750 empregos para refugiados ucranianos"

Jornal O Minho: "Associação Empresarial do Minho já tem 750 empregos para refugiados ucranianos"

Através de portal online criado para o efeitoA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) já angariou 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos, em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil, foi hoje anunciado.Em comunicado, a AEMinho, com sede em Braga, refere que aquele número foi alcançado em apenas uma semana, desde que lançou um portal de apoio aos refugiados ucranianos, através da oferta de oportunidades de emprego.“Nesse portal, os empresários podem colocar de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”, acrescenta.O portal mantém-se ativo em https://ae-minho.pt/help-ukraine.php.A cidade de Braga recebeu, na madrugada de hoje, 44 refugiados ucranianos.A AEMinho assegura que irá “continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam” da invasão da Ucrânia pela Rússia.Reitera ainda o seu apelo ao “isolamento” da Rússia em termos económicos e empresariais.A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.Os ataques provocaram também a fuga de mais de 1,7 milhões de pessoas para os países vizinhos, de acordo com a ONU.A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

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7 MAR. 2022

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Notícias ao Minuto: "AEMinho disponibiliza 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos"

Notícias ao Minuto: "AEMinho disponibiliza 750 vagas de emprego para refugiados ucranianos"

A iniciativa partiu da Associação Empresarial do Minho como forma de "garantir oportunidades de fixação e integração de refugiados" em Portugal.Em apenas uma semana, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) conseguiu 750 vagas de trabalho para cidadãos ucranianos com o intuito de “garantir oportunidades de fixação e integração de refugiados” em Portugal.Como forma de solidariedade, a associação, que considera a invasão “ilegal, imoral e humanamente inqualificável”, disponibiliza um portal de apoio aos refugiados ucranianos, onde existem oportunidades de emprego colocadas no site por empresários e depois remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para “receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias”.Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, a AEMinho revelou que “é com grande entusiasmo de sentimento de gratidão” que recebe esta resposta da sociedade empresarial que, até ao momento, disponibilizou vagas em diversas áreas, entre elas indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura e engenharia civil.O Vice-Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, esclareceu que continuarão a ser estabelecidas “iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão” e apelou ao isolamento da Rússia “em termos económicos e empresariais”.

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7 MAR. 2022

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