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Atualidade empresarial

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Executive Digest: Patrões do Minho querem Estado mais ágil e processos mais rápidos para que empresas possam crescer

Governança

12 MAR. 2026

O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico.A necessidade de um Estado mais ágil e de processos administrativos mais rápidos foi o tema central do Conselho Geral da Associação Empresarial do Minho (AEMinho).A sessão, que contou com a presença do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, reuniu empresários da região para debater os bloqueios que ainda travam a eficiência da Administração Pública e apresentar soluções para acelerar o investimento e o crescimento económico.O Presidente do Conselho Geral da AEMinho, Ricardo Costa, sublinhou que a burocracia continua a ser apontada pelas empresas como um dos principais entraves ao desenvolvimento económico. O responsável defendeu a importância de criar espaços de diálogo que permitam partilhar as dificuldades sentidas pelas empresas, conhecer as medidas já implementadas e discutir soluções para tornar o Estado mais ágil e eficiente.Durante a sessão, o ministro detalhou a estratégia do Governo, centrada na simplificação administrativa antes da digitalização, destacando projetos como o LicencIA, um sistema de licenciamento assistido por inteligência artificial que promete reduzir significativamente os tempos de aprovação de investimentos empresariais.Outro eixo da reforma passa pelo desenvolvimento de uma rede colaborativa entre organismos públicos e a criação de uma Estratégia Nacional de Data Centers, com vista a melhorar a gestão de dados e a apoiar soluções tecnológicas associadas à inteligência artificial.No plano organizacional, o Governo tem promovido a reestruturação de ministérios, eliminação de cargos dirigentes e redistribuição de recursos humanos, além de preparar uma Lei da Interoperabilidade da Administração Pública, que permitirá partilhar informação entre entidades e aplicar o princípio da “só uma vez” para cidadãos e empresas.O Presidente da AEMinho, Ramiro Brito, destacou ainda a necessidade de repensar a organização territorial do Minho e simplificar as várias camadas administrativas, tornando os processos de decisão mais rápidos e próximos das necessidades das empresas e das populações.O encontro reforçou a importância do diálogo entre empresas, instituições e Governo para acelerar a modernização do Estado, criar condições favoráveis ao investimento e tornar a Administração Pública mais eficiente e moderna.Veja a notícia AQUI

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O Vilaverdense: "Empresários do Minho querem menos impostos sobre o trabalho"

O Vilaverdense: "Empresários do Minho querem menos impostos sobre o trabalho"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) defendeu hoje a necessidade de uma redução “significativa e efetiva” da carga fiscal dos trabalhadores, especialmente os mais jovens, tanto em sede de IRS como dos descontos para a Segurança Social.Em comunicado, aquela associação, com sede em Braga, sublinhou que é urgente fazer com que o IRS “reflita o tecido social em Portugal”.“Somos um país assente na classe média e os escalões de IRS devem refletir isso mesmo. Menos escalões, com uma incidência de contribuições nos rendimentos mais elevados e com menos incidência nos rendimentos mais reduzidos, mas com uma correspondência realista na situação económica e no seu impacto nos rendimentos”, explica.Para a AEMinho, “não se pode considerar ricos aqueles contribuintes que nem uma casa conseguem arrendar ou que não conseguem fazer face à escalada inflacionista”.“Tem de existir um observatório que acompanhe e ajuste estas situações”, aponta.Por outro lado, a associação diz que não se pode “eternizar o falhanço que foi o esquema de Segurança Social adotado no passado, pressionando os trabalhadores com cargas de contribuições elevadas”.“Mesmo o sistema tem de ser repensado, na medida em que, claramente, foi e é um fracasso do ponto de vista da sua sustentabilidade”, sustenta.A AEMinho diz que é preciso “pensar num sistema no qual o contribuinte possa optar e assumir escolhas em matéria de contribuições, com a respetiva correspondência nas futuras pensões e assistência”.“Mais uma vez, evidenciamos que o Estado não gere melhor do que o privado, como aliás é evidente pelo estado em que se encontra a Segurança Social em Portugal”, refere.Segundo a AEMinho, a redução efetiva e concreta da carga fiscal é “uma emergência nacional”.Nesse sentido, diz ainda ser “imperativo” que as taxas que são cobradas aos contribuintes “sejam reduzidas e muitas vezes eliminadas”.Considera que “não é sustentável nem próspera uma economia na qual se paga ao Estado para fazer tudo, mesmo e essencialmente o que nem consome recursos do mesmo, nem tem sequer relação com ele”.“É mais uma questão de lisura. Os cidadãos não se apercebem dos milhões de euros que pagam em taxas e taxinhas pelo poder que o Estado tem de complicar e maquilhar estes processos”, critica.VEJA A NOTICIA COMPLETA AQUI

Fiscalidade

4 SET. 2023

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Executive Digest: "Patrões do Minho alertam que “as empresas não podem ser o banco do Estado” e exigem medidas para baixar carga fiscal"

Executive Digest: "Patrões do Minho alertam que “as empresas não podem ser o banco do Estado” e exigem medidas para baixar carga fiscal"

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) mostrou a sua apreensão para com o modelo fiscal adotado em Portugal, considerando que este é um dos maiores fatores de estagnação e atraso no desenvolvimento do país, e sublinha que “as empresas não podem ser o banco do Estado”.Em comunicado, o organismo liderado por Ricardo Costa destaca que o modelo fiscal português é também um fator de enorme preocupação social, pela injustiça que representa e pelas dificuldades que cria aos portugueses e às empresas portuguesas.“Portugal tem uma arquitetura fiscal complexa e, para além disso, completamente desajustada da qualidade dos serviços e garantias que deviam ser assegurados pelo Estado”, consideram, acrescentando ainda que no país não há uma estratégia para atrair investimento. “Não há uma estratégia, não há sequer um plano, para fixar a ‘geração mais qualificada de sempre’ no nosso país”.A AEMinho aponta assim a dependência dos subsídios em Portugal, a preocupação do Estado em garantir uma receita fiscal em crescendo, um sistema de escalões de IRS desajustado e uma “teia fiscal assente em taxas e taxinhas, arquiteturas de incidências fiscais com inúmeros escalões”.Apontam ainda casos que consideram de má gestão pública, como os da TAP, CP, a gestão pública dos hospitais, entre outros.“Às empresas, os governantes pedem que exportem, criem valor e aumentem os salários. Temo-lo feito. Reconhecido por todos. Temos de ser mais a fazê-lo e temos de conseguir fazê-lo mais rápido. Estamos a fazer a nossa parte”, reconhece a organização liderada por Ricardo Costa.Assim, a AEMinho considera que seria fundamental, no que diz respeito ao sistema fiscal, a adoção de algumas medidas com efeitos reais e imediatos, do ponto de vista da arquitetura fiscal em Portugal.A primeira passaria por uma redução efetiva e concreta da carga fiscal. “Falamos de uma redução significativa e efetiva, não falamos de reduções pontuais e insignificantes”, dos impostos e contribuições que incidem sobre o trabalho, ou seja, IRS e descontos para a segurança social.Do ponto de vista do IRS, apelam para que haja menos escalões, com uma incidência de contribuições nos rendimentos mais elevados e com menos incidência dos rendimentos mais reduzidos, mas com uma correspondência realista na situação económica e no seu impacto nos rendimentos.Consideram ainda imperativo que as taxas sejam reduzidas e muitas vezes eliminadas, pois “não é sustentável nem próspera uma economia na qual se paga ao Estado para fazer tudo, mesmo e essencialmente o que nem consome recursos do mesmo, nem tem sequer relação com ele”.Já no que respeita à fiscalidade empresarial., consideram que “as empresas não podem ser o Banco do Estado”, e que a “quantidade de impostos, como os pagamentos por conta, que refletem um adiantamento daquilo que a empresa ainda não produziu, é profundamente imoral”.Para a associação, as empresas têm um papel contributivo essencial, e estas não podem ser “fustigadas com uma carga fiscal que lhe retira competitividade”.“Portugal precisa de uma estratégia e de um compromisso de longo prazo, estruturado e justo, que comprometa todos os atores políticos ou, na impossibilidade disso, pelo menos os que vão rodando nos cargos de governação do país”, sublinham.VEJA A NOTICIA COMPLETA AQUI

Governança

4 SET. 2023

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Agência Incomparáveis: FUNCEX Europa e AEMinho explicaram oportunidades de negócios entre Portugal e Brasil durante evento em Guimarães

Agência Incomparáveis: FUNCEX Europa e AEMinho explicaram oportunidades de negócios entre Portugal e Brasil durante evento em Guimarães

Cerca de 200 empresários brasileiros e portugueses marcaram presença nesta iniciativaO cenário de oportunidades de negócios entre Portugal e Brasil foi tema da 21ª edição do “Clube Vinhos e Comércio”, que decorreu na Quinta de Castelães, em Guimarães, Portugal, no último dia 15 de junho. Cerca de 200 empresários brasileiros e portugueses marcaram presença nesta iniciativa que contou com a participação da Associação Empresarial do Minho (AEMinho) e do escritório europeu da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (FUNCEX Europa).Gonçalo Pimenta de Castro, vice-presidente da Associação Empresarial do Minho, abriu o evento a traçar um panorama sobre a história da AEMinho e ressaltou a sua atuação e a importância estratégica da entidade para a região.Por sua vez, Higor Ferro Esteves, diretor geral da Funcex Europa, apresentou a instituição, o seu histórico no Brasil e a sua internacionalização para Portugal, bem como as atividades realizadas no último ano.Em seguida, Bruno Gutman, diretor Norte da Funcex Europa, falou sobre a proximidade cultural, e até mesmo familiar, da região do Minho com o Brasil e as potencialidades de negócios. Este responsável abordou ainda o perfil do mercado do turismo no Norte de Portugal, vertente que, segundo este responsável, é “muito pouco explorado para o mercado brasileiro”, assim como o potencial de desenvolvimento do vinho verde no mercado do Brasil.“A Funcex Europa e a Associação Empresarial do Minho podem unir forças para desenvolver, com muita propriedade, os negócios entre o Brasil e Portugal, com bastante foco na região do Minho. O evento que realizamos em conjunto demonstrou esse potencial. Tivemos a presença de muitos empresários de ambos os países”, comentou Bruno Gutman.Já Higor Ferro Esteves sublinhou que o papel da Funcex Europa “consiste em apoiar localmente o empresário internacional que deseja desenvolver uma relação de negócios com o Brasil”.“A região Norte de Portugal é conhecida pela sua força industrial e queremos apoiar essas empresas a desenvolverem a melhor relação com os empresários brasileiros”, finalizou o diretor geral da Funcex Europa.O evento contou ainda com momentos de networking com empresários portugueses e brasileiros, além de uma degustação de vinhos.VEJA A NOTICIA COMPLETA AQUI

Internacionalização

21 JUN. 2023

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Visão: "Marcelo “mais feliz” com execução dos fundos comunitários

Visão: "Marcelo “mais feliz” com execução dos fundos comunitários

O Presidente da República afirmou hoje estar "mais feliz" com a execução dos fundos comunitários, mas alertou que é preciso acelerar a sua aplicação por ser uma "oportunidade única" face à situação do mundo e da EuropaFico feliz quando hoje vi um número. Que chegaram aos beneficiários finais 1.900 milhões de euros, 30% do dinheiro que já recebemos e não os 1.700 milhões, como há uns meses. Fiquei mais feliz. Mas vai acelerar e deve acelerar”, afirmou.Marcelo Rebelo de Sousa, que discursava, em Viana do Castelo, durante as comemorações do segundo aniversário do Associação Empresarial do Minho (AEMinho), insistiu que os fundos comunitários disponibilizados ao país são “uma oportunidade que pode ser única face à situação de mudança no mundo e da Europa”.“É muito simples. Trata-se, primeiro, de garantir que há a máxima utilização possível desses fundos”, frisou, adiantando que as “finalidades dos fundos devem ser partilhadas, explicadas e assumidas”, apontando os exemplos das áreas da transição energética, que vai ter acesso a vários milhares de milhões, e do hidrogénio verde.“Tem de se saber exatamente o que se passa. Porque não só os fundos do Plano de Recuperação e Resiliência, são os fundos do 2030 (…) Gerir bem os fundos não é para ter sucesso político imediato para ninguém, para uns ou para outros. É para o país ter sucesso a médio e logo prazo. Depois se houver efeitos colaterais que beneficiem A,B, C ou D, são efeitos colaterais. Não são efeitos principais”, disse.VEJA A NOTICIA COMPLETA AQUI Visão | Marcelo "mais feliz" com execução dos fundos comunitários (visao.pt)

Governança

26 MAI. 2023

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