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Executive Digest: Patrões do Minho defendem reforço da “diplomacia económica portuguesa” em Angola com o novo Embaixador

Internacionalização

9 MAR. 2026

O presidente da Associação Empresarial do Minho (AEMINHO), Ramiro Brito, reuniu-se em Luanda com o novo Embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias, num encontro institucional em que foi sublinhada a importância estratégica de Angola para a economia portuguesa e para a internacionalização das empresas da região do Minho.A visita teve como objetivo apresentar cumprimentos institucionais e dar as boas-vindas ao diplomata português no início da sua missão em Angola, um mercado historicamente relevante para as empresas nacionais e com forte peso na presença empresarial portuguesa no exterior.Durante a reunião, Ramiro Brito destacou a presença consolidada de empresas minhotas em Angola e o contributo que estas têm dado para o reforço das relações económicas entre os dois países. O responsável lembrou que uma parte significativa das empresas portuguesas que operam no mercado angolano tem origem na região do Minho, reforçando a importância deste território na estratégia de internacionalização empresarial.No encontro, foram também partilhadas preocupações e reflexões recolhidas junto das empresas associadas com atividade em Angola. A AEMINHO defendeu o reforço dos mecanismos de cooperação entre a diplomacia económica portuguesa e o tecido empresarial, com o objetivo de facilitar a atividade das empresas, potenciar novas oportunidades de investimento e tornar mais eficiente a cooperação económica bilateral.Segundo Ramiro Brito, essa articulação institucional é essencial. ““Angola é um mercado extremamente relevante para Portugal e, em particular, para muitas empresas do Minho que aqui desenvolveram projetos ao longo das últimas décadas. É, por isso, essencial que exista uma cooperação próxima entre a diplomacia económica portuguesa e as empresas que estão no terreno”, afirmou.O presidente da associação destacou ainda a recetividade e sensibilidade demonstradas pelo Embaixador Nuno Mathias relativamente às preocupações apresentadas pelo tecido empresarial. De acordo com a AEMINHO, o diplomata manifestou alinhamento com a visão de reforço da cooperação económica e institucional entre Portugal e Angola, sublinhando a importância de uma articulação próxima entre a representação diplomática e as empresas presentes no mercado angolano.A AEMINHO manifestou igualmente disponibilidade para colaborar com a Embaixada de Portugal em Angola em iniciativas que promovam a aproximação entre empresas, incentivem o investimento e reforcem a cooperação económica entre os dois países.Para Ramiro Brito, “Angola deve continuar a ser encarada como um parceiro económico prioritário para Portugal e, nesse contexto, merece uma atenção estratégica permanente por parte das instituições e da diplomacia económica portuguesa”.Veja a notícia AQUI

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho conseguiram já 750 empregos para refugiados ucranianos"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho conseguiram já 750 empregos para refugiados ucranianos"

Em apenas uma semana, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas.Meia dúzia de dias depois de ter apelado à cessação das relações comerciais com a Rússia e criado programas de apoio aos cidadãos ucranianos, como um portal de apoio aos refugiados ucranianos, através da oferta de oportunidades de emprego, a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) dá conta dos primeiros resultados da sua ação."Em apenas uma semana, a AEMinho angariou 750 vagas de emprego para cidadãos ucranianos em áreas ligadas à indústria têxtil, hotelaria, eletromecânica, tecnologias de informação, arquitetura, engenharia civil e outras oportunidades técnicas", revela a organização patronal minhota, em comunicado.Nesse portal, os empresários podem colocar "de forma simples e rápida as ofertas de emprego a serem remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias", explica a associação liderada por Ricardo Costa, CEO do grupo bracarense Bernardo da Costa, conhecido por oferecer férias em destinos paradisíacos aos seus trabalhadores em Portugal."É com grande entusiasmo de sentimento de gratidão que vemos a resposta imediata da sociedade empresarial ao repto lançado por esta associação. Acreditamos no papel abrangente e transversal de uma associação desta natureza na sociedade e esta é uma forma de demonstrar que a comunidade empresarial está perfeitamente alinhada com os valores humanistas que envolvem esta situação extrema que os ucranianos estão a viver", enfatiza Ramiro Pinto, vice-presidente da AEMinho."Iremos continuar a estabelecer pontes, iniciativas concretas para dar resposta às necessidades humanitárias que resultam desta invasão e reiteramos o apelo ao isolamento da Rússia em termos económicos e empresariais como forma de dar também aos russos como povo as ferramentas para poderem não só parar a ofensiva ilegal e devastadora de Putin, como estruturarem um futuro mais próspero, humanista e democrático para toda a população russa", afirma Ramiro Brito.O portal de oferta de emprego promovido pela AEMinho mantém-se ativo em https://ae-minho.pt/help-ukraine.php

Economia

7 MAR. 2022

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Jornal N Semanário: "Associação Empresarial do Minho considera invasão russa à Ucrânia "ilegal, imoral e humanamente inqualificável"

Jornal N Semanário: "Associação Empresarial do Minho considera invasão russa à Ucrânia "ilegal, imoral e humanamente inqualificável"

Numa tentativa de dissuadir e como forma de sancionar a Rússia, a AEMinho apela à cessação das relações comerciais com a Rússia e cria programas de apoio aos cidadãos ucranianos. A Associação Empresarial do Minho, na sequência da invasão russa aos territórios "da soberana nação" da Ucrânia, assistindo com enorme preocupação a todos os acontecimentos dos últimos dias, a Associação manifesta que, a invasão é ilegal, imoral, humanamente inqualificável, com recurso à força "é frontal e fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros".Adianta a mesma Associação que "este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações."A comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, é por isso mesmo, este "é o tempo de também usarmos, a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance". Uma ação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo.Nesse sentido, apelam de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais ou com agentes económicos russo, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente "este ataque vil e infundado".É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações "que nos levem à paz. Iremos implementar, com efeitos imediatos, duas ações concretas que consideramos ser o contributo possível para ajudarmos a Ucrânia e os seus cidadãos".Vão lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMinho, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral. Nesta plataforma, os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e "para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias."Também vão desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirem um processo célere, estruturando e eficiente-Irão lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariar os recursos em maior quantidade possível e através "do nosso parceiro os fazer chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir".Por fim, "queremos deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos. Este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade. A sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores. Está nas suas mãos enquanto sociedade trilhar esse caminho, sendo certo que o mundo civilizado e pacífico estará do lado desta sociedade para que possam dar à Rússia o caminho da esperança. 

Economia

3 MAR. 2022

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Visão: "Há milhares de empregos em Portugal para imigrantes ucranianos - garantem as empresas"

Visão: "Há milhares de empregos em Portugal para imigrantes ucranianos - garantem as empresas"

A braços com uma desesperante falta de mão de obra, as empresas portuguesas vêm uma oportunidade na vaga de ucranianos que pode chegar em breve a Portugal. Construção civil, têxtil ou calçado são setores que podem absorver “uns milhares”Preferia que não colmatássemos a falta de mão-de-obra com a tragédia alheia. Mas se pudermos ajudar e ao mesmo tempo resolver um problema…”. Esta é a frase com que o presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Mário Jorge Machado, resume a situação que estamos a viver e em que ambos os lados podem sair a ganhar. “Num setor que emprega cerca de 140 mil trabalhadores, contratar 4 ou 5 mil não tem nada de extraordinário”, diz à Visão e Exame.“Todos os dias recebemos dos nossos associados queixas de que é muito difícil contratar pessoas para as vagas existentes”, atendendo à baixa demografia, por um lado, e, por outro, à falta de qualificações em determinadas áreas. Esta pode, por isso ser uma oportunidade, para atrair imigrantes e colmatar deficiências, ainda que seja necessário ver o perfil de quem se vai receber. Quem já tiver formação em engenharia têxtil ou de equipamentos não terá, certamente, dificuldade em arranjar emprego no setor, ainda que as empresas prevejam sempre a necessidade de alguma formação.O presidente da ATP recorda ainda experiências anteriores com cidadãos ucranianos que correram bem. “No fim do século XX já tivemos muitos ucranianos que vieram trabalhar para a construção da Expo e muitos deles acabaram, depois, por ingressar no setor têxtil”, tendo sido “bons trabalhadores”. Aconteceu, porém, que, “mais tarde, acabaram por regressar aos seus países”. É certo, por isso, que “haverá muita disponibilidade numa situação destas, pois o setor está a precisar de mão de obra”.“É preciso agilizar processos de legalização”“Temos carência em quase todos os setores. É uma questão de ver o perfil dos que vierem e ver quem tem mais apetências para o quê”, adiantou igualmente à VISÃO e Exame Luis Miguel Ribeiro, presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP). “Há muitas empresas que estão com falta de mão de obra e desesperadamente à procura”, garante. “Na construção civil e todos os setores associados é flagrante, mas também as áreas tecnológicas”, especifica, embora frisando que este é “um problema transversal, tanto para postos qualificados como indiferenciados”.Mas chama desde logo a atenção para uma questão essencial: “Tem de haver procedimentos diferentes dos que tem havido em termos de legalização. Os processos têm sido muito burocratas, demorados e dolorosos. É preciso agilizar esses processos.”Já na passada sexta-feira, 25, a AEP enviou uma carta ao ministro da Economia dando conta das necessidades de criar políticas que “evitem que os nossos jovens continuem a emigrar”, mas também que “aposte fortemente na inserção de imigrantes no nosso mercado de trabalho”. O “estabelecimento de acordos internacionais de captação de imigrantes de qualificações intermédias para os setores com maiores necessidades, em articulação com as associações empresariais” pode ser uma saída. Mas “o acolhimento de refugiados, além de razões humanitárias, pode também ajudar a suprir necessidades do mercado de trabalho e o défice crescente da população ativa”, defendeu.AEMinho cria plataforma de emprego e apela ao corte de relações com a RússiaTambém a Associação Empresarial do Minho (AEMinho) deitou mãos à obra. Prepara-se para lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego, nos seus associados e não só.“Os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias. Iremos desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirmos um processo célere, estruturado e eficiente”, anunciou em comunicado.Mas, politicamente, foi ainda mais longe. Apela a “toda a comunidade empresarial que tenha relações comerciais com a Rússia, com as suas instituições ou com agentes económicos russos, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente este ataque vil e infundado”. E justifica: “É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”. E deixa claro que “esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos”, lembrando que “a sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores”.Calçado já está a contar as vagasA indústria de calçado já se mostrou igualmente disponível para “acolher refugiados ucranianos” nas suas empresas. Em comunicado emitido ontem, 27, a APICCAPS fez saber que que abordou já o governo para dar conta dessa disponibilidade. “Há várias questões processuais a serem, desde já, consideradas: o estatuto de refugiado, o acolhimento no nosso país, a integração na segurança social ou mesmo no Serviço Nacional de Saúde. Importa, de igual forma, assegurar condições de trabalho no nosso país, na nossa indústria, e a imprescindível formação profissional”, lê-se no comunicado.Diz ainda que, tendo sido já criado um grupo de trabalho Inter-ministerial, a APICCAPS “está já a efetuar um levantamento das oportunidades de emprego no setor”.O mesmo aconteceu com a Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins (Abimota).  “Avizinha-se uma nova crise migratória na Europa e o setor entende que deve ter uma participação ativa na sociedade, ser um elemento positivo no acolhimento desses refugiados, tanto mais que temos condições e empregabilidade”, diz, em comunicado, Gil Nadais, secretário-geral da Abimota.Representando sobretudo a indústria de bicicletas, a Abimota diz cumprir, desta forma, “dois objetivos fundamentais”: a responsabilidade social e a contribuição para a competitividade do setor. “Mesmo com os salários mais altos que o setor das duas rodas e mobilidade suave pratica, não temos mão-de-obra, qualificada ou não, suficiente para responder às necessidades que a produção impõe. Por isso estamos a estudar, juntamente com os nossos associados, medidas para captar a fixação, com boas condições de trabalho, de populações que queiram encontrar em Portugal um porto seguro”, garante o secretário-geral da Abimota.

Economia

28 FEV. 2022

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Jornal Contacto: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

Jornal Contacto: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

Em comunicado, a AEM refere que o objetivo é “exercer pressão” sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente o “ataque vil e infundado” à Ucrânia.A Associação Empresarial do Minho (AEM), com sede em Braga, apelou hoje aos seus associados e à comunidade empresarial em geral que “cesse de forma imediata” as relações comerciais que tenham com a Rússia.Em comunicado, a AEM refere que o objetivo é “exercer pressão” sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente o “ataque vil e infundado” à Ucrânia.“É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa, para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”, sublinha.AEM vai lançar plataforma de oferta de emprego para ucranianosA AEM acrescenta que vai lançar, de imediato, duas ações para ajudar a Ucrânia e os seus cidadãos, uma das quais é o lançamento de uma plataforma de oferta de emprego em empresas suas associadas.Na plataforma, os empresários poderão colocar as suas ofertas de emprego, que serão remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para Portugal e país e para a região do Minho trabalhar e fixar as suas famílias.Por outro lado, a associação vai lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa.

Economia

28 FEV. 2022

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Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

Jornal Eco: "Empresários do Minho pedem boicote às relações comerciais com a Rússia"

“É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa", reclama a Associação Empresarial do Minho, que vai lançar uma plataforma de oferta de emprego para refugiados ucranianos.Associação Empresarial do Minho (AEM), com sede em Braga, apelou hoje aos associados e à comunidade empresarial em geral que “cesse de forma imediata” as relações comerciais que tenham com a Rússia.Em comunicado, a AEM refere que o objetivo é “exercer pressão” sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente o “ataque vil e infundado” à Ucrânia. “É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa, para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”, sublinha.Liderada por Ricardo Costa, a AEM acrescenta que vai lançar, de imediato, duas ações para ajudar a Ucrânia e os seus cidadãos, uma das quais é o lançamento de uma plataforma de oferta de emprego em empresas suas associadas.Na plataforma, os empresários poderão colocar as suas ofertas de emprego, que serão remetidas para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir trabalhar e fixar as suas famílias na região do Minho.Por outro lado, a associação vai lançar uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa.A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já mataram mais de 350 civis, incluindo crianças, segundo Kiev. A ONU deu conta de quase 500 mil deslocados para a Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que a “operação militar especial” na Ucrânia visa desmilitarizar o país vizinho e que era a única maneira de a Rússia se defender, precisando o Kremlin que a ofensiva durará o tempo necessário.O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções para isolar ainda mais Moscovo.

Economia

28 FEV. 2022

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Jornal O Minho: "AEMinho apela ao corte de relações comerciais com a Rússia"

Jornal O Minho: "AEMinho apela ao corte de relações comerciais com a Rússia"

Associação cria programas de apoio a cidadãos ucranianosA Associação Empresarial do Minho (AEMinho) apela aos seus associados que não façam negócios com instituições e empresas russas para pressionar o Governo de Putin a parar com a invasão da Ucrânia. E anuncia, também, a criação de programas de apoio a cidadãos ucranianos.“Somos a apelar de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais com a Rússia enquanto país, com as suas instituições ou com agente económicos russos, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente este ataque vil e infundado”, refere o comunicado enviado a O MINHO.E acrescenta: “É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz”.A AEMinho, presidida por Ricardo Costa, do Grupo Bernardo Costa, de Braga, considera que a invasão à Ucrânia é “ilegal, imoral, humanamente inqualificável de uma nação” e “frontal e fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros”.“Este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações”, acrescenta o comunicado.A AEMinho considera que “a comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, por isso mesmo, este é o tempo de também usarmos a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance. Uma ação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo”.Programas de apoio aos cidadãos ucranianosAssim, além do boicote económico à Rússia, a AEMinho vai “implementar, com efeitos imediatos, duas ações concretas” para ajudar a Ucrânia e os cidadãos ucranianos, nomeadamente uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego e uma campanha de angariação de fundos.“Iremos lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMINHO, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral. Nesta plataforma, os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias. Iremos desenvolver este programa em articulação total com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantirmos um processo célere, estruturado e eficiente”, refere o comunicado.Relativamente à campanha de angariação de fundos, será feita em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariar “os recursos em maior quantidade possível” e fazê-los “chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir”.“Queremos deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos. Este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade”, conclui o comunicado.

Economia

28 FEV. 2022

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Jornal de Negócios: "Patrões do Minho apelam ao corte com a Rússia e criam apoios aos ucranianos"

Jornal de Negócios: "Patrões do Minho apelam ao corte com a Rússia e criam apoios aos ucranianos"

" A comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, por isso mesmo, este é o tempo de também usarmos a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance", preconiza a AEMinho. A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), que é liderado por Ricardo Costa, CEO do grupo bracarense Bernardo da Costa, conhecido por oferecer férias em destinos paradisíacos aos seus trabalhadores em Portugal, apela à cessação das relações comerciais com a Rússia e cria programas de apoio aos cidadãos ucranianos.Na sequência da "invasão russa aos territórios da soberana nação da Ucrânia, assistindo com enorme preocupação a todos os acontecimentos dos últimos dias", a AEMinho começa por considerar "a invasão ilegal, imoral, humanamente inqualificável de uma nação, com recurso à força é frontal", que é "fortemente repudiada por esta associação, pelos seus dirigentes e pelos seus membros"."Este é o tempo de todos assumirmos o que queremos para a humanidade, que caminhos queremos seguir e que valores queremos preservar. Não há lugar no século XXI para quem não respeita a integridade das fronteiras, para quem não preserva e se bate pelos valores da paz e da defesa de valores elementares como o direito à vida. Não há lugar na comunidade internacional, como não deve haver lugar em Portugal. Não podemos tolerar e apoiar quem não repudia de forma concreta este tipo de ações", defende a AEMinho, em comunicado.Para esta associação empresarial, "a comunidade empresarial tem um papel estrutural na vida das sociedades civis e políticas e, por isso mesmo, este é o tempo de também usarmos a nossa força para, na medida do pouco que podemos fazer, fazermos o tudo que está ao nosso alcance. Uma ação unida, concertada e assertiva de vários poderá fazer a diferença do sucesso da ação do todo", considera.Nesse sentido, a AEMinho apela "de forma clara a todos os nossos associados e à comunidade empresarial em geral que tenha relações comerciais com a Rússia enquanto país, com as suas instituições ou com agente económicos russos, que cesse de forma imediata essas relações de forma a exercer pressão sobre o governo de Moscovo para que pare imediatamente este ataque vil e infundado"."É imperativo isolarmos economicamente a sociedade empresarial russa para que isso seja um catalisador de desenvolvimento de ações que nos levem à paz", preconiza a AEMinho.Empregos para ucranianos e campanha de angariação de fundos para a UcrâniaPor outro lado, a AEMinho irá implementar, "com efeitos imediatos", duas ações concretas que diz corporizar "o contributo possível" para ajudar a Ucrânia e os seus cidadãos.A associação liderada por Ricardo Costa vai lançar uma plataforma de oferta de oportunidades de emprego em associados da AEMinho, mas que está acessível à comunidade empresarial em geral.Nesta plataforma, "os empresários poderão colocar de forma simples e rápida as suas ofertas de emprego a remetermos para as entidades diplomáticas ucranianas para a receção, emprego, fixação e integração de refugiados que queiram vir para o nosso país e para a nossa região trabalhar e fixar as suas famílias".Uma iniciativa a desenvolver "em articulação total" com as entidades diplomáticas ucranianas, com as empresas da região e com as entidades públicas locais de forma a garantir "um processo célere, estruturado e eficiente"A AEMinho anunciou que irá também lançar "uma campanha de angariação de fundos para apoio à Ucrânia, em parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, de forma a angariarmos os recursos em maior quantidade possível e através do nosso parceiro os fazer chegar rapidamente à Ucrânia para fazer face a todas as necessidades que possam surgir", explica.Por fim, a AEMinho diz que quer "deixar claro que esta não é uma ação contra os cidadãos russos ou a sua sociedade civil, mas sim contra a minoria que governa aquele país e que está a tentar destruir a ordem mundial que alcançamos".Até porque, defende a AEMinho, "este também é o tempo dos russos, enquanto cidadãos e civilização, se reorganizarem internamente, escolherem o caminho da paz e da cooperação, da unidade na diversidade e do respeito pelos valores que tantas vidas custaram à humanidade"."A sociedade russa pode derrubar este poder desprovido de humanismo, de verdade e de valores. Está nas suas mãos enquanto sociedade trilhar esse caminho, sendo certo que o mundo civilizado e pacífico estará do lado desta sociedade para que possam dar à Rússia o caminho da esperança", remata a AEMinho.

Economia

28 FEV. 2022

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Jornal O Minho: "AEMinho alerta que subida do preço da energia pode ser "início do colapso" das empresas"

Jornal O Minho: "AEMinho alerta que subida do preço da energia pode ser "início do colapso" das empresas"

A Associação diz que é "necessário repensar modelos"A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), com sede em Braga, alertou hoje o Governo que o aumento "exponencial" dos custos da energia pode "representar o princípio do colapso da competitividade das empresas portuguesas, nomeadamente do setor industrial".Em comunicado hoje enviado às redações, a AEMinho adiantou estar "profundamente preocupada" com o impacto do aumento dos preços, "num tecido empresarial e industrial em que os encargos energéticos chegam a representar 30% a 40% dos custos de produção"."Chegam-nos relatos de associados para os quais o custo com a energia quase que duplicou e que veem hoje a sua situação, que já difícil pelo contexto que vivemos nos últimos anos, pela situação da calendarização da carga fiscal que já foi alvo de intervenção da AEMinho no passado, pela carga fiscal em si e pelo aumento desconexo dos combustíveis, ficar agravada, colocando em risco não só a sua competitividade no mercado, sobretudo no mercado internacional, do qual dependemos em larga escala, como também, em casos mais extremos, a viabilidade dos seus negócios e da sua atividade", reforça a associação.A AEMinho defende ser "necessário repensar modelos, perceber como balizar a atividade empresarial nesta área de forma que o desenvolvimento de uns não represente o estrangular da maioria e fragilização do nosso tecido empresarial de forma massiva e representativa"."É urgente e imperativo que o Estado não sobrecarregue recorrentemente as empresas e a atividade económica como forma de se financiar, engordando a sua tecno estrutura e fragilizando a economia real, que acrescenta riqueza, que cria emprego e que pode de facto contribuir de forma decisiva para o desenvolvimento do país em todas as suas dimensões", defende.A AEMinho adiantou estar "a elaborar um programa que apresentará em breve aos seus associados que lhes permitirá dispor de uma ferramenta de grande utilidade no percurso de transição energética e digital que será o caminho das empresas nos próximos 10 anos". "Da nossa parte estamos a procurar soluções reais, práticas e eficientes que possam ajudar os nossos empresários associados a percorrer este caminho com segurança e dispondo dos recursos para tomar as melhores decisões em todos os momentos", sustenta. No início deste mês, em entrevista à TSF e ao Dinheiro Vivo, o ministro do Ambiente e da Transição Energética defendeu que o IVA da eletricidade é uma matéria que, "naturalmente", vai ser discutida em sede de Orçamento do Estado, notando que este importo desceu para quase 85% dos contratos domésticos-"Em sede de Orçamento de Estado, poderá ser discutido o 'plafond' abaixo do qual o IVA que tem uma taxa reduzida pode ou não ser variado", afirmou João Pedro Matos Fernandes.No entanto, o governante sublinhou que o IVA desceu para "um número significativo de contratos, quase 85% dos contratos domésticos".Assim, conforme defendeu, o ganho que as famílias tiveram foi "muito superior" ao aumento de 1,6% da eletricidade, no mercado regulado, ao longo deste ano.A subida de 1,05 euros por mês, em média, para a maioria dos consumidores de eletricidade em mercado regulado entrou em vigor na sexta-feira.Numa nota, publicada em 15 de setembro, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) explicou que a "tarifa de energia reflete o custo de aquisição de energia do Comercializador de Último Recurso (CUR) nos mercados grossistas, sendo uma das componentes que integra o preço final pago pelos consumidores no mercado regulado".De acordo com a ERSE, face ao aumento de preços de energia no Mercado Ibérico de Eletricidade (Mibel), a entidade "atualizou o preço da tarifa de energia do mercado regulado, em cinco euros por MWh, com efeitos a partir de 01 de outubro de 2021", salientando que "para a maioria dos clientes domésticos do mercado regulado, com potência contratada de 3,45 kVA, a atualização será cerda de 1,05 euros na fatura média mensal".Por outro lado, no caso de uma potência contratada de 6,9 kVA, o aumento rondará os 2,86 euros, indicou o regulador. Em julho a entidade já tinha aumentado o preço.

Economia

8 OUT. 2021

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